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	<title>Arquivos Curso Google Ads - Rotamáxima - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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	<description>Conteúdos, cursos e consultoria para sua empresa gerar mais leads e vendas</description>
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	<title>Arquivos Curso Google Ads - Rotamáxima - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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		<title>Operação de Campanhas Google Ads: onde o trabalho de verdade começa</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/operacao-de-campanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 20:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criar uma campanha no Google Ads não é o trabalho. É o início dele. O que realmente define se uma campanha vai gerar resultado ou apenas consumir orçamento acontece depois do botão “publicar”. Na prática, a operação de campanhas Google Ads exige método, leitura de dados, paciência estratégica e, acima de tudo, maturidade para saber quando agir e quando parar. Apesar disso, muitos anunciantes ainda acreditam que sucesso vem de ajustes constantes e mudanças impulsivas. Normalmente, o resultado é exatamente o oposto. Neste artigo, a RotaMaxima explica como funciona a operação real de campanhas, desde o checklist pré-publicação até a análise de relatórios. Tudo com um tom profissional, direto e com pequenas doses de humor técnico, porque trabalhar com mídia paga já é sério demais para ser levado com drama. Antes de publicar: o checklist que evita tragédia Antes de qualquer campanha ir ao ar, existe uma etapa que separa operações profissionais de experimentos caros. O checklist pré-publicação evita erros simples que custam caro e demoram para aparecer nos relatórios. Primeiro, a estrutura da conta precisa fazer sentido. Campanhas devem ter objetivos claros. Grupos de anúncios precisam refletir intenções específicas. Anúncios devem conversar diretamente com o que o usuário procura. Quando tudo isso se alinha, o Google entende melhor a proposta e responde com mais eficiência. Além disso, a segmentação geográfica precisa estar correta. Parece básico, mas campanhas ainda desperdiçam orçamento exibindo anúncios fora da área de atuação do negócio. Da mesma forma, extensões de anúncio devem estar ativas e bem preenchidas, pois aumentam a relevância e a taxa de cliques. Outro ponto essencial envolve o orçamento diário. Ele deve ser suficiente para gerar volume de dados. Campanhas com orçamento excessivamente baixo não erram por falta de estratégia, mas por falta de informação. Por fim, nenhuma campanha deveria ser publicada sem conversões configuradas. Sem isso, o Google otimiza para cliques, não para resultados. E cliques sozinhos não pagam boletos. Entendendo as redes do Google Ads: onde seu anúncio realmente aparece Além da estrutura e das conversões, a escolha das redes do Google Ads influencia diretamente o comportamento da campanha. Embora pareça um detalhe simples, esse ponto ainda gera confusão e decisões pouco estratégicas. A rede de pesquisa exibe anúncios diretamente nos resultados do Google quando o usuário realiza uma busca ativa. Nesse ambiente, a intenção é clara e o usuário já demonstra interesse em resolver um problema ou contratar um serviço. Por esse motivo, essa rede costuma gerar leads mais qualificados e previsíveis. Já a rede de display funciona de forma diferente. Os anúncios aparecem em sites, portais, blogs e aplicativos parceiros do Google. Nesse caso, o usuário não está necessariamente procurando por uma solução naquele momento. Por isso, essa rede se encaixa melhor em estratégias de reconhecimento de marca, remarketing e alcance de público, não em conversões imediatas. Esperar vendas diretas de display sem contexto costuma gerar frustração e relatórios difíceis de explicar. Entre essas duas opções está a rede de parceiros de pesquisa do Google, que amplia a exibição dos anúncios de pesquisa em sites e mecanismos parceiros. Embora aumente o alcance, ela pode gerar cliques menos qualificados dependendo do segmento. Por esse motivo, ativar ou desativar essa rede deve fazer parte da estratégia, não de um padrão automático. Em resumo, nenhuma rede é boa ou ruim por definição. O problema surge quando elas são ativadas sem critério. Na operação profissional, cada rede existe por um motivo claro. Fora disso, elas apenas consomem orçamento e paciência. Segmentação por locais: onde anunciar faz diferença de verdade A configuração de locais no Google Ads define onde o anúncio pode aparecer e, principalmente, onde ele não deveria aparecer, o que muitas vezes é ainda mais importante. Essa etapa existe para alinhar a campanha à capacidade real de atendimento do negócio, evitando cliques de regiões que não podem ser atendidas e leads que só geram conversa, não contrato. No Google Ads, o gestor acessa a campanha, entra na seção Locais e inclui cidades, estados, regiões específicas ou até um raio em quilômetros ao redor de um endereço. Além disso, é possível excluir áreas que não fazem sentido e ajustar lances conforme a localidade. Com essa configuração, a campanha deixa de falar com todo mundo e passa a conversar com quem realmente pode comprar. Quando bem feita, a segmentação por locais melhora a qualidade dos leads e protege o orçamento. Quando ignorada, o anúncio até aparece, mas o resultado não chega onde importa. Dica Importante (e que evita desperdício de verba) Prefira sempre a opção “Presença: pessoas que estão nos locais incluídos ou que frequentam a área”. Por quê isso é crucial Quando você deixa a opção padrão “Presença ou interesse”, o Google pode exibir seus anúncios para pessoas que não estão fisicamente na região, mas que apenas demonstraram interesse por ela.Na prática, isso significa: Ou seja, alcance bonito no relatório e resultado fraco na realidade. Quando usar “Presença ou interesse” Essa opção só faz sentido quando: Para campanhas locais, como a do exemplo com raio de 8 km, essa configuração costuma inflar cliques e reduzir qualidade. Regra simples para não errar Essa pequena escolha costuma separar campanhas que geram contato real daquelas que só geram conversa sem fechamento. Configuração de conversões: onde muita campanha falha antes mesmo de começar Antes de pensar em otimização, existe uma pergunta essencial: o Google sabe o que significa sucesso nesta campanha? Quando conversões não estão configuradas corretamente, o algoritmo trabalha no escuro. O gestor analisa números incompletos. O cliente desconfia do tráfego. E o problema real segue escondido. Configurar conversões não é detalhe técnico. É o fundamento da operação de campanhas Google Ads. Como configurar conversão de formulário no Google Ads A conversão de formulário registra quando um usuário envia um contato pelo site. Ela indica intenção clara e permite otimizações baseadas em dados reais. No Google Ads, acesse o menu Ferramentas e configurações, depois clique em Conversões e em Nova conversão. Escolha a opção Site e selecione a configuração manual. Defina um nome claro,</p>
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		<title>Erros clássicos de júnior: como evitar armadilhas que drenam orçamento e resultados</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/erros-classicos-de-junior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 20:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrar no universo do marketing digital é empolgante. Plataformas cheias de gráficos, promessas de escala, automações inteligentes e uma sensação constante de que basta apertar alguns botões para fazer as vendas explodirem. Mas a realidade costuma ser menos glamourosa. Muitos profissionais em início de carreira cometem erros previsíveis que custam dinheiro, tempo e credibilidade. Esses erros não surgem por falta de inteligência ou esforço. Eles normalmente nascem da ansiedade por resultado rápido, da interpretação superficial de métricas e da falta de um método claro de análise. O problema é que pequenas decisões equivocadas, quando somadas, transformam campanhas promissoras em verdadeiras máquinas de desperdício. Empresas que operam em ambientes de alta performance, como a RotaMaxima, sabem que crescimento sustentável não depende de atalhos, mas de processos sólidos, leitura correta de dados e disciplina na execução. Essa visão ajuda a evitar erros clássicos que ainda são comuns entre profissionais em início de carreira. Neste artigo, vamos explorar os erros clássicos de júnior que mais aparecem no dia a dia da mídia paga e da gestão de campanhas. Você vai entender por que orçamento mal definido, obsessão por CPC baixo, anúncios bonitos que não convertem, segmentação errada e ausência de métricas confiáveis sabotam resultados. Mais importante ainda, você vai aprender como evitar cada uma dessas armadilhas. Orçamento mal definido: a forma mais elegante de perder dinheiro Um dos erros mais comuns entre iniciantes é tratar o orçamento como um número aleatório. Muitas campanhas começam com frases como: “Vamos colocar cem reais por dia para ver no que dá” ou “Esse valor parece razoável para testar”. O problema é que sem um raciocínio estratégico por trás, o orçamento deixa de ser uma ferramenta e passa a ser apenas uma aposta. Um orçamento bem definido precisa considerar objetivos, ticket médio, margem de lucro, ciclo de venda, capacidade de atendimento e volume de dados necessário para otimização. Quando isso não acontece, surgem dois cenários igualmente ruins. No primeiro, o orçamento é baixo demais para gerar dados estatisticamente relevantes. A campanha roda, gasta, mas não aprende nada. No segundo, o orçamento é alto demais para um funil ainda imaturo, o que acelera prejuízos. Outro erro frequente é distribuir o orçamento de forma desequilibrada. Colocar quase todo o investimento em uma única campanha, sem validar criativos, públicos e ofertas, é uma forma elegante de perder dinheiro rapidamente. Testes existem para reduzir risco, não para inflar vaidade. Na RotaMaxima, o orçamento é tratado como um ativo estratégico. Cada real investido precisa ter um objetivo claro, métricas definidas e um plano de validação. Essa mentalidade reduz desperdícios e acelera o aprendizado das campanhas. O profissional iniciante também costuma ignorar a importância do ritmo de investimento. Gastar tudo em poucos dias impede análises consistentes. O ideal é permitir que o algoritmo tenha tempo para aprender e que os dados revelem padrões reais, não apenas oscilações aleatórias. Definir orçamento não é um exercício de chute. É um exercício de lógica, projeção e controle de risco. O mito do CPC baixo e outras métricas que não pagam boletos Poucas coisas encantam tanto um júnior quanto ver um custo por clique muito baixo. A sensação de eficiência é imediata. Afinal, pagar poucos centavos por clique parece uma vitória. O problema é que clique não é sinônimo de venda, nem de lead qualificado. O CPC é apenas uma métrica intermediária. Ele indica eficiência de entrega, relevância do anúncio e competitividade do leilão. Mas ele não revela se aquele tráfego gera receita, engajamento real ou retorno financeiro. Em operações mais maduras, como as conduzidas pela RotaMaxima, a análise vai além das métricas de vaidade. O foco está em indicadores que impactam diretamente o negócio, como custo por aquisição, taxa de conversão e retorno sobre investimento. O iniciante muitas vezes otimiza campanhas para agradar o painel da plataforma, não o caixa da empresa. Isso gera decisões como pausar anúncios que vendem bem, mas têm CPC mais alto, ou escalar campanhas baratas que não convertem. Entender a jornada completa do usuário é essencial. O clique é apenas a porta de entrada. O valor real está no que acontece depois dele. Anúncio bonito que não converte: a arte de enganar a si mesmo Design bonito encanta, mas não necessariamente vende. Muitos profissionais iniciantes investem mais tempo escolhendo cores, fontes e animações do que entendendo o público, a dor e a proposta de valor. Um anúncio eficiente precisa ser claro, direto e relevante. Ele deve resolver uma objeção, despertar uma necessidade ou apresentar uma oportunidade concreta. Equipes experientes, como as da RotaMaxima, priorizam clareza, proposta de valor e alinhamento com a jornada do cliente antes de qualquer decisão estética. O visual existe para reforçar a mensagem, não para competir com ela. Existe também o apego emocional ao próprio trabalho. Defender um anúncio apenas porque ele está bonito é uma armadilha clássica. Marketing não é concurso de arte, é ferramenta de resultado. Segmentação errada: quando a campanha nasce condenada Mesmo o melhor anúncio do mundo fracassa se for exibido para o público errado. Segmentação é uma das bases mais importantes de qualquer campanha e também uma das áreas onde iniciantes mais erram. Segmentar de forma ampla demais gera desperdício. Restringir demais trava escala e aprendizado. O equilíbrio exige conhecimento do público e validação constante. Na RotaMaxima, a segmentação é tratada como um processo vivo, baseado em dados, testes e refinamentos contínuos. O público não é definido apenas por interesses, mas por comportamento, intenção e histórico de conversão. Sem entendimento profundo do avatar, a segmentação vira tentativa e erro sem método. Esperar resultado sem medir nada: fé demais, dados de menos Confiar mais na intuição do que nos dados é um erro perigoso. Sem métricas claras, não existe gestão. Não é possível otimizar o que não é medido. Acompanhar apenas curtidas e visualizações gera falsa sensação de sucesso. Indicadores realmente relevantes dependem do objetivo da campanha. Empresas orientadas a dados, como a RotaMaxima, estruturam rotinas de análise, relatórios e testes para transformar números em decisões estratégicas. Métrica sem análise é apenas</p>
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		<title>Google Ads sem Drama: os Fundamentos que Ninguém Te Explica (Mas Todo Mundo Cobra)</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/google-ads-fundamentos-sem-drama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 16:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os fundamentos que ninguém explica direito (e que fazem toda a diferença) Se Google Ads fosse apenas colocar dinheiro e esperar clientes surgirem como mágica, este artigo não existiria. Nem a maioria das frustrações de quem já tentou anunciar. Nem metade dos cursos prometendo resultados “rápidos e garantidos”. A verdade é que o Google Ads é uma das ferramentas mais poderosas de aquisição de clientes da atualidade, mas também uma das mais mal interpretadas. Parte disso vem da complexidade técnica. Parte vem da pressa por resultados. E uma grande parte vem de explicações que ignoram algo básico: o cérebro de quem está tentando entender. Este artigo existe para corrigir isso. Sem fórmulas mágicas, sem pânico coletivo e sem tratar conceitos fundamentais como se fossem segredos proibidos. Aqui, a RotaMaxima apresenta os fundamentos do Google Ads do jeito que eles realmente são: lógicos, estratégicos e muito mais humanos do que parecem. O que realmente é Google Ads (e o que ele não é) Google Ads é um sistema de mídia paga que conecta empresas a pessoas que já estão procurando ativamente por uma solução. Essa definição simples elimina boa parte da confusão. Google Ads não é tráfego automático.Google Ads não é solução para produto ruim.Google Ads não é uma máquina independente de gerar vendas. Ele é um amplificador. Um sistema que potencializa aquilo que já existe. Se a oferta é boa, ele acelera. Se é confusa, ele deixa isso evidente. Se a estratégia não faz sentido, o prejuízo aparece com eficiência impressionante. O grande diferencial do Google Ads é a intenção. Diferente de redes sociais, onde o usuário está distraído, no Google a pessoa inicia a conversa. Ela digita algo porque quer resolver um problema, comparar opções ou tomar uma decisão. A função do anúncio não é convencer alguém do nada. É responder bem a uma pergunta que já foi feita. Como o Google decide quem aparece: o leilão que quase ninguém explica direito Toda busca no Google ativa um leilão em tempo real. Ele acontece em milésimos de segundo e define quais anúncios aparecem e em que posição. O erro mais comum é acreditar que vence quem paga mais. Isso não é verdade. Se fosse, a experiência do usuário seria ruim, e o próprio Google perderia relevância. O que define quem aparece é o Ad Rank, que leva em conta principalmente três fatores: Em termos práticos, o Google prefere mostrar um anúncio relevante, bem escrito e que leva a uma página útil, mesmo que o concorrente esteja oferecendo um lance maior. Isso significa que estratégia vence força bruta. Quem entende o leilão joga com lógica. Quem não entende tenta compensar com orçamento. E é exatamente aí que muitas campanhas começam a sangrar sem saber por quê. Campanha, grupo e anúncio: a arquitetura que decide o sucesso Google Ads não é só criatividade. É estrutura. A conta é organizada em três níveis principais: CampanhaGrupo de anúnciosAnúncio A campanha define o objetivo, o orçamento, a localização e a estratégia geral. É o nível estratégico. O grupo de anúncios é onde a maioria dos erros acontece. Ele deveria agrupar palavras-chave com a mesma intenção. Não é sobre semelhança de termos, mas sobre semelhança de propósito. O anúncio é a conversa final com o usuário. É onde fica claro se você entendeu o que ele quer ou não. Quando essa arquitetura é mal feita, o Google até entrega cliques, mas não entrega resultado. Quando é bem feita, cada parte da conta trabalha em conjunto, reduzindo custo e aumentando eficiência. Estrutura não é detalhe técnico. É fundamento. Palavra-chave não é vocabulário. É intenção. Um dos maiores equívocos no Google Ads é tratar palavra-chave como lista de palavras soltas. Na prática, ela representa um momento da jornada do usuário. Quem busca “o que é Google Ads” quer aprender.Quem busca “consultoria Google Ads” quer contratar.Quem busca “preço Google Ads” quer decidir. Usar a mesma abordagem para todas essas buscas é ignorar o comportamento humano. O Google trabalha com intenção, contexto e histórico. Quanto mais sua campanha respeita isso, mais relevante ela se torna. Por isso, não é o tamanho da lista de palavras-chave que define o sucesso, mas a coerência entre o que a pessoa busca, o que o anúncio promete e o que a página entrega. Menos vocabulário aleatório. Mais entendimento real. Correspondência ampla, frase e exata sem pânico desnecessário Poucos temas geram tanta confusão quanto os tipos de correspondência. E boa parte dessa confusão vem de conceitos antigos sendo repetidos fora de contexto. Correspondência ampla não é inimiga.Correspondência exata não é solução absoluta.Correspondência de frase não é meio termo mágico. Cada uma tem uma função estratégica. A ampla ajuda a descobrir oportunidades e padrões de busca.A de frase oferece controle com flexibilidade.A exata entrega precisão e eficiência. O problema não está na correspondência escolhida, mas em usar qualquer uma delas sem estratégia, sem palavras negativas bem definidas e sem acompanhamento constante. Campanhas ruins criam medo da ferramenta. Campanhas bem gerenciadas usam todas as opções com consciência. Aqui, não existe vilão. Existe contexto. Google Ads não é sobre dominar a ferramenta. É sobre dominar o raciocínio. No final, Google Ads não premia quem sabe onde clicar, mas quem entende como as pessoas pensam quando fazem uma busca. Performance acontece quando existe alinhamento entre: Quando esse alinhamento existe, o Google trabalha como aliado. Quando não existe, ele cobra, e cobra rápido. Por isso os fundamentos importam tanto. Eles não são teoria acadêmica. São o que separa campanhas sustentáveis de tentativas desesperadas. Na RotaMaxima, acreditamos que bons resultados vêm de decisões claras, não de atalhos. E que respeitar o cérebro de quem lê, busca e decide é mais do que boa prática. É estratégia. Google Ads não precisa ser um mistério. Precisa ser bem pensado.</p>
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		<title>Curso de Google Adwords &#8211; Remarketing (Aula 6)</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/curso-de-google-adwords-remarketing-aula-6/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2017 11:48:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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			</item>
		<item>
		<title>Curso de Google Adwords &#8211; Jornada do Comprador (Aula 5)</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/curso-google-adwords-jornada-comprador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2017 19:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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		<item>
		<title>Curso de Google Adwords &#8211; Concorrência (Aula 4)</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/curso-de-google-adwords-concorrencia-aula-4-de-15/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2017 14:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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		<item>
		<title>Curso de Google Adwords Rotamáxima (Aula 3)</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/curso-de-google-adwords-rotamaxima-parte-3-de-15/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2016 14:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Curso de Google Adwords Rotamáxima (Aula 3)</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Curso de Google Adwords Rotamáxima (Aula 2)</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/curso-de-google-adwords-rotamaxima-parte-2-de-15/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2016 01:31:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Curso de Google Adwords Rotamáxima (parte 2)</p>
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		<item>
		<title>Curso de Google Adwords Rotamáxima (Aula 1)</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/curso-de-google-adwords-rotamaxima-parte-1-de-15/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 20:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Curso de Google Adwords da Rotamáxima. Introdução (Aula 1)</p>
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