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	<title>Artigos sobre vendas | Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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	<title>Artigos sobre vendas | Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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		<title>FREELANCER: Como se posicionar no mercado e estruturar uma carreira</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 19:48:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O freelancer deve saber como se posicionar no mercado. De fato, este está cada vez mais competitivo e inflado, exigindo profissionais cada vez mais qualificados e que saibam fazer um bom marketing pessoal. Por isso, não basta oferecer o básico. É preciso que as pessoas que desejam entrar na carreira freelancer mostrem suas especialidades e apresentem-se de modo profissional. Com o intuito de falar mais sobre esse assunto, explicamos como você pode estruturar uma carreira de sucesso e se posicionar nesse mercado. Para saber mais, basta prosseguir na leitura! ANTES DE SABER COMO SE POSICIONAR NO MERCADO COMO FREELANCER: A IMPORTÂNCIA DO POSICIONAMENTO Conforme já mencionamos, a vida de profissional freelancer está cada dia mais difícil, seja por conta da concorrência, seja pela constante evolução do tipo de demanda exigido para os novos desafios do mercado. De fato, o mercado de freelancers no Brasil não para de crescer. A popularização das plataformas de intermédio de serviços é uma das razões para esse crescimento. Atualmente há uma tendência de pessoas que querem trabalhar em casa e o trabalho como freelancer permite isso. Só para exemplificar, somente no site Freelancer.com podem ser encontrados quase 1 milhão de brasileiros oferecendo diversos serviços nessa modalidade. Por esse motivo é imprescindível que os profissionais que querem continuar competitivos se diferenciem da concorrência. Mas como isso é possível? O freelancer deve saber como se posicionar no mercado. Em linhas gerais, o posicionamento deve ser entendido como a maneira que o freelancer quer ser visto no mercado. É entendendo como se posicionar no mercado que o freelancer pode mostrar ao mundo suas qualidades, competências e valores. COMO SE POSICIONAR NO MERCADO COMO FREELANCER PARA SE DIFERENCIAR? Antes de qualquer coisa é preciso que o profissional mostre a seus clientes que seu trabalho tem um propósito. Ademais, o profissional pode, por meio dessa estratégia, contribuir para agregar valor aos serviços. Por isso, é preciso que ele se apresente como uma mão de obra especializada, com foco em determinadas áreas. A especialização e consequente melhoria na qualidade da entrega, acrescenta um maior valor agregado ao trabalho do profissional freelancer. Evite se posicionar como um &#8220;BomBril&#8221; que faz de tudo um pouco. ASSUMINDO UMA POSTURA PROFISSIONAL COMO FREELANCER Outro ponto fundamental para que você tenha uma carreira freelancer de sucesso é assumir uma postura profissional. Por isso, é muito importante que você utilize sempre transparência nas negociações, assumindo a responsabilidade pela entrega dos serviços acordados. Sendo assim, o freelancer com postura profissional deve negar demandas que não pode cumprir. A IMPORTÂNCIA DO NETWORKING PARA A CARREIRA FREELANCER Antes de qualquer coisa, é muito importante criar uma rede de contatos para divulgar serviços e diferenciais. Para isso, você pode partir pela abordagem de contatos já conhecidos em redes sociais, em especial o LinkedIn. Essa rede social é totalmente voltada para as relações de trabalho, e permite que o profissional tenha meios para se posicionar no mercado de maneira assertiva. É possível ainda mostrar o portfólio em redes como o Facebook e o Instagram, também para os conhecidos e amigos mais próximos. COMO FAZER A PRECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS DE FREELANCER? Ainda que a desvalorização desse profissional seja uma realidade, é preciso que o freelancer saiba aplicar um preço justo por seu trabalho. Aliás, a maioria dos clientes que procura por esse tipo de serviço não está em busca de preços mais baixos. Ao contrário, serviços baratos são vistos muitas vezes com maus olhos. Por isso, não é recomendável oferecer um preço muito baixo somente para chamar a atenção de mais clientes. Essa estratégia pode terminar por afastá-los. CARREIRA COMO FREELANCER: ESTABELECENDO ESTRATÉGIAS PARA SE MANTER COMPETITIVO Desse modo, podemos concluir que ter uma carreira de sucesso nesse meio também envolve o emprego de determinadas estratégias. Certamente, um profissional freelancer deve saber como se posicionar, e, mais uma vez, ele precisa estar sempre se adaptando ao mercado, além de mostrar um diferencial que agregue valor ao serviço ofertado. Um Freelancer precisa ter um mindset competitivo e atualizado. 1 Conheça seus competidores (não brigue por preço). 2 Conheça seus clientes 3 Destaque seus diferenciais (Seu atendimento, sua pontualidade e comprometimento, a segurança que você transmite, tudo conta). 4 Seja agressivo no marketing e divulgação (&#8230;isso vai muito além do seu primeiro circulo de contatos). 5 Busque novos mercados e faça muitas, muitas parcerias. 6 Expanda sua oferta de serviços (estude coisas novas sempre). Boa sorte!</p>
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		<title>Gatilhos Mentais: Aumente suas vendas com a arte da persuasão</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/gatilhos-mentais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2019 14:36:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que incluir gatilhos mentais em sua comunicação pode ajudar você a alavancar suas conversões? Os gatilhos mentais são essenciais para criar cada vez mais conexões emocionais com sua audiência. Conhecê-los não é apenas uma forma de gerar uma ou duas vendas, mas de melhorar a visão dos consumidores sobre o seu negócio. Dessa forma, unir o bom conteúdo aos gatilhos mentais que mostraremos aqui pode ser o que faltava para que você finalmente alcance as metas do seu empreendimento digital. Quer saber mais sobre o que são gatilhos mentais e como aplicá-los. Então não perca mais tempo e descubra tudo sobre essa técnica utilizada por grandes empresas dentro do mercado digital. O que são Gatilhos Mentais? Os gatilhos mentais podem ser definidos como ações quase que involuntárias tomadas por nosso cérebro. Portanto são armas emocionais utilizadas em estratégias de comunicação cujo o objetivo é persuadir alguém. Frequentemente, os gatilhos mentais são equivocadamente associados com a ideia de enganar um cliente ou usuário, já que fazem uso de emoções e sentimentos para provocar o consumidor. Entretanto, eles têm objetivos mais específicos. Entre eles, fazer com que o usuário sinta uma determinada necessidade que esteja associada ao seu cotidiano. Ou seja, essa estratégia provoca uma sensação que está no subconsciente, mas ele já conhece. Para ficar mais fácil de entender, pense que os gatilhos mentais servem, de maneira geral, para conduzir o público à tomada de decisões. Exemplo disso é aproximação de animais perigosos, os quais despertam medo e sensação de urgência. E essa sensação faz com que o indivíduo tenha uma descarga de adrenalina que é capaz de fazer com que ele escape daquela situação. Além dos aspectos relacionados às características das pessoas, os gatilhos mentais também possuem relação direta com a cultura, experiências de vida e até humor. Dessa forma, sempre que pensar em gatilhos mentais, associe à ideia de “piloto automático”, algo feito instintivamente ou como forma de evitar o esgotamento mental. Como utilizar os gatilhos mentais nas suas estratégias de negócio Como vimos, os gatilhos mentais podem trazer muitos benefícios para a sua comunicação, contudo isso só é possível quando utilizados da maneira correta. Portanto, primeiramente, você precisará ser honesto e não utilizar essa técnica com más intenções, ou seja, não induzir o seu consumidor a falsas promessas. Além disso, toda a efetividade dos gatilhos mentais se perde quando são muito transparentes aos usuários. Utilize-os em sua comunicação, mas de forma sutil, não torne uma técnica tão produtiva em algo cansativo e que pode prejudicar a sua imagem no mercado. Nesse cenário, vale ressaltar que alguns gatilhos são mais agressivos que outros. Então a escolha deles também vai depender da sua abordagem, linguagem, nicho em que atua, bem como a dificuldade em influenciar o público. Dica 1 &#8211; Apresente a verdade Antes de tentar convencer o seu público a comprar ou simplesmente se cadastrar em uma lista de e-mails, é preciso que eles entendam que você oferece uma solução. É essencial apresentar a verdade sobre aquilo que está sendo oferecido. Só assim você evita frustrações, avaliações e comentários negativos. Ainda que essa seja uma questão pouco levantada por especialistas, a verdade é que para convencer o público e utilizar os gatilhos mentais com ética é preciso ser verdadeiro. Uma dica bônus a ser passada aqui é passar essa tal verdade com confiança. Afinal, se você não acredita no seu produto ou serviço, por que os outros deveriam acreditar? Dica 2 &#8211; Seja mais que um produto, serviço ou clique De maneira geral, o usuário online sabe que os donos de blog, site ou e-commerce dependem da conversão para gerar renda. Então, nesse cenário, o melhor a se fazer é apresentar um novo paradigma para essa história. Isto é, mostre que o seu negócio tem mais a oferecer além do produto a ser vendido. E, para que isso aconteça, tenha os seguintes objetivos: Tenha uma ideia central; Venda uma solução; Apresente-se como especialista no nicho; Mostre que você pode atender às expectativas dos consumidores. Imagine que o seu público procura uma solução para emagrecer rápido. Nesse caso, o seu conteúdo deve mostrar que é possível resolver esse problema e comprovar que o seu produto pode garantir a satisfação. Dica 3 – Empatia A empatia, por mais simples que seja, é um dos melhores meios de apresentar gatilhos mentais a fim de engajar o público com seu conteúdo. Mostre-se próximo ao consumidor que está lendo o seu artigo, deixe ele ver que você realmente o entende, respeita e quer ajuda-lo a resolver um problema. Essa empatia deve ser construída ao longo do tempo principalmente com conteúdos educativos e gestão de redes sociais. Dê continuidade a essa técnica ganhe o carinho do seu público e ganhe muitos clientes fiéis. Dica 4 &#8211; Características X Vantagens Quem trabalha com vendas sabe que há uma constante necessidade de apresentação de um produto. Afinal, os clientes estão interessados em saber o que ele faz, como funciona, o tamanho, entre outras características dele. Porém, mais importante que isso, na estratégia de gatilhos mentais utilizar as vantagens do produto é muito mais relevante. Assim, além de simplesmente listar o que é aquele produto, diga ao consumidor qual o impacto trazido por ele. Tome como exemplo os remédios para emagrecer. Em sua apresentação poderíamos dizer todos os componentes químicos que o compõe. Mas, a fim de tornar a compra mais fácil, passaremos, sem termos técnicos, como o remédio age queimando gorduras do corpo do paciente. Mas lembre-se, escolha bem as palavras para ser sincero e não apresentar vantagens irreais. 5 gatilhos mentais que você precisa conhecer Todas as estratégias acima ajudam a criar um cenário ideal para persuadir o público. Contudo, para que ele finalmente seja posto em prática, é preciso conhecer a fundo os gatilhos mentais. Abaixo mostraremos alguns gatilhos mentais que são considerados mais poderosos, mas antes de utilizá-los avalie qual a melhor opção para o seu público e para o seu negócio. Escassez A escassez é um dos gatilhos mentais mais</p>
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		<title>Vantagem comparativa: Definição, teoria e exemplos</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/vantagem-comparativa-definicao-teoria-e-exemplos/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 15 May 2019 18:03:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A teoria da vantagem competitiva surgiu para que, por meio do livre comércio, os países com menor efetividade na produção também conseguissem se posicionar diante do mercado. Ou seja, essa teoria explica como estabelecer uma relação comercial entre dois players, mesmo que um deles possua vantagem absoluta sobre o outro. O que é teoria da vantagem comparativa? Idealizada por David Ricardo, a teoria da vantagem comparativa buscava, por meio de um contraponto à teoria das vantagens absolutas de Adam Smith, criar uma nova ordem para economia mundial. Mas o que é a teoria da vantagem absoluta? A teoria da vantagem absoluta pretendia organizar o comércio internacional, levando em consideração a efetividade da produtividade de cada país. Então se o país A (Portugal) produz o produto X (Milho) utilizando menos insumos em relação ao país B (Inglaterra), e o país B (Inglaterra) investe menos recursos para a produção do produto Y (Cerveja) em relação ao país A (Portugal), cada um deles deveria concentrar seus esforços onde possuem maior capacidade produtiva e, assim, passar a comercializar esses produtos entre si. E como a teoria da vantagem comparativa contrapõe isso? David Ricardo, por meio da teoria vantagem comparativa, contrapõe o principal conceito da vantagem absoluta de Adam Smith. Ou seja, dessa vez considerando que o país A (Portugal) possui maior capacidade produtiva tanto do produto X (Milho) como do Y (Cerveja) em relação ao país B (Inglaterra), como ficaria a relação de comércio entre esses dois países? Para explicar isso David Ricardo utiliza, em seu livro “The Principles of Political Economy and Taxation”, um exemplo: Nele ele considera que entre Portugal e Inglaterra, o primeiro possui a maior capacidade produtiva, tanto em vinhos como em tecidos. Porém, a fim de estabelecer uma relação comercial entre os dois, ele sugere que em vez de analisar a efetividade da produção de cada um, considere a efetividade relativa de produção de cada um. Quer saber como fazer isso, o próximo tópico sobre custo de oportunidade vai explicar bem para você. Custo de oportunidade O custo de oportunidade é o conceito que melhor explica a teoria da vantagem comparativa. Isso porque ele mostra as produções relativamente mais eficientes de cada país e, portanto, sugere que eles importem os produtos com maiores custo de produtividade local e exportem os com menores custos de produtividade local. Veja o exemplo abaixo. Vinho 10 litros Tecidos 10 metros Inglaterra 120 h 100 h Portugal (Se destaca em ambos os produtos, pois necessita de menos tempo para produzir) 80 h 90 h Total de horas 200 h 190 h Na tabela acima, a quantidade de horas para Portugal e Inglaterra produzir a mesma quantidade de tecido e vinho em sistema de produção local, ou seja, sem a participação no mercado internacional. Nela vemos que a quantidade de horas necessárias na Inglaterra são maiores que em Portugal para os dois produtos (Vinho e tecidos). Portanto vamos verificar o custo de oportunidade de cada um deles. Então se calcularmos o custo nos baseando em quais produtos cada país deve deixar de produzir. &#160;Percebemos que a diferença de insumos utilizados no vinho (120 – 80 = 40) é maior em relação aos tecidos (100 – 90 = 10). Para ficar mais claro, ilustraremos este exemplo abaixo. Vinho (20 litros) Tecidos (20 metros) Inglaterra Não deve produzir 200 Portugal 160 Não deve produzir Total de horas 160 200 Se Portugal produzir apenas vinho, e dobrar sua produção, em 160 horas, produzirá 20 litros, já a Inglaterra terá 20 metros em 200 horas. Ou seja, cada pais deve &#8220;ficar no seu quadrado&#8221;. Agora, focados apenas em um produto, seria possível dobrar a produção. Assim podemos ver que, se Portugal e Inglaterra virarem parceiros comerciais, teremos um ganho em produção. Entenda isso vendo as horas utilizadas para produzir a mesma quantidade de tecidos e vinhos: Antes (em sistema de autarquia &#8211; produção local): Inglaterra = 100 + 120 = 220 Portugal = 90 + 80 = 170 Total = 390 Agora (considerando o custo de oportunidade): Inglaterra = 200 Portugal = 160 Total = 360 Apesar de em um primeiro momento, termos a impressão de que Portugal, por ser mais produtivo em ambos os produtos, deveria produzir ambos produtos sozinho, se cada país focar apenas naquilo que apresenta a melhor relação de custo de oportunidade, o ganho geral aumenta. Ou seja, são menos horas necessárias para a mesma quantidade, sobrando assim 30 horas de trabalho para aumentar ainda mais produtividade dos países em questão. Críticas à teoria da vantagem competitiva Assim como outras teorias, a da vantagem competitiva também recebe críticas por não englobar todos os motivadores de uma economia. Veja o que dizem os profissionais sobre os equívocos da vantagem competitiva. Fatores de produtividade Na produção, seja de um produto ou até serviço, existem variados fatores de produtividade para levarmos em conta. Assim, podemos definir isso como um ato falho no cálculo do custo de oportunidade, afinal ele leva a mão de obra em consideração e deixa de lado outros custos, como insumos importantes para o processo. Proporção na produção Além dos fatores de produtividade ignorados, a teoria pouco aborda os diferentes custos e estágios de produção de cada produto. Voltando ao exemplo anterior, existem muitas variáveis que diferenciam a produção do vinha para a industria têxtil. Logo para compará-los seria necessário uma análise muito mais a fundo. Taxas impostos e transporte Olhando para o lado da parceria comercial entre os países, podemos concluir que a teoria da vantagem competitiva ignora os fatores de importação e exportação. Isto é, as políticas dos diferentes países, bem como os gastos com transportes, esses que ainda variam de acordo com a distância percorrida. Oferta e demanda Por fim, e talvez um dos maiores problemas da teoria da vantagem competitiva é trabalhar seus números baseados apenas na oferta. Visto que nem todos os países tem a mesma demanda por produtos alguns produtos, a ideal proposta de aumento na produtividade poderia causar o fenômeno de superprodução. Apesar de tudo, vale a</p>
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		<title>Google AdSense: Como ganhar dinheiro com a ajuda do Google</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/google-adsense/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 02:14:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos profissionais buscam empreender na internet, porém não conseguem definir uma estratégia adequada para serem encontrados. Nesse cenário, os anúncios em formato &#8220;display&#8221; tornam-se essenciais para aumentar o alcance do empreendimento entre os consumidores online. Além disso, o meio digital se tornou um dos maiores veículos de publicidade disponível para as empresas. Pensando nisso, neste artigo traremos uma das redes de publicidade mais importantes entre os profissionais de marketing digital – o Google Adsense. O que é Google AdSense? Você provavelmente já visitou sites que continham banners publicitários, certo? E, caso tenha notado esses anúncios, possivelmente também já percebeu que eles trazem marcas, produtos ou serviços que você já havia buscado anteriormente. Para entender melhor essa dinâmica, saiba que os blogs/sites que exibem esses anúncios são coparticipantes do Google AdSense. Logo são denominados de AdSense Publishers – sites que vendem espaço publicitário para o Google. Então o Google AdSense é um sistema que intermedia parcerias entre os anunciantes e proprietários de sites. Isso acontece já que o Google é responsável por exibir os anúncios nos sites (adsense publishers), e também receber a receita pela propaganda por meio do Google Ads (anunciantes). Características importantes sobre o Google AdSense Os anunciantes que desejarem veicular suas propagandas nos sites/blogs parceiros, deverão criar seus anúncios através do Google Ads; Os algoritmos do Google AdSense funcionam em um sistema de ganhos por clique ou impressão (para os parceiros) e de custo por clique ou impressão (para os anunciantes); Isto é, os criadores de conteúdo ganham por clique ou exibição, enquanto os anunciantes pagam em decorrência dessas interações; Os anúncios costumam levar o usuário ao site do anunciante. Basta um clique para que o cliente em potencial seja direcionado; A contagem de cliques exige visitas qualificadas. Ou seja, o usuário deve permanecer por um tempo no site para que o Google o considere como “clique qualificado”. A possibilidades de ganhos no Google Adsense Para criadores de conteúdo a porcentagem de ganho sobre o anúncio situa-se na faixa de 68% para o publisher e 32% para o Google. Se o anunciante investe 1 real por clique, R$ 0,68 centavos serão contabilizados para o criador de conteúdo e R$ 0,32 centavos para a Google. Essa é uma vantagem interessante em relação aos programas de afiliados que podem gerar receita somente se for concretizada a venda. Contudo o total de rendimentos pelos anúncios em seu site dependerá de algumas variáveis. Será necessário ter uma estratégia de monetização, pois os ganhos também podem variar por impressões. Calculados, então, através do RPM – Receita por Mil Impressões. Métricas de pagamento do Google AdSense Existem duas métricas de pagamento no Google Adsense: Ganho por clique: o dono do site receberá por cada clique sobre o anúncio veiculado em seu site. Ganho por mil impressões: o Publisher receberá uma porcentagem a cada mil visualizações da página. Ideal para sites com conteúdo de alto tráfego. Como os anúncios são exibidos no Google AdSense? Atualmente os anúncios veiculados pelo Google baseiam-se em algoritmos de inteligência artificial. Esses algoritmos permitem que os anúncios sejam personalizados de acordo com os interesses de cada usuário. É uma tecnologia de contextualização dos anúncios, oferecendo consonância entre o conteúdo do site e o anúncio. Atualmente os nichos de anúncios são classificados de acordo com o próprio usuário. Suponhamos que uma pessoa esteja pesquisando preços de eletrodomésticos. Quando a pessoa abrir seu Facebook ou outro site qualquer, provavelmente verá anúncios sobre os produtos pesquisados anteriormente. Isso acontece pelo uso de algoritmos de alta tecnologia que mencionamos acima. Eles tornam o Google uma ferramenta de propaganda inteligente que identifica os históricos de acesso do usuário e otimiza os anúncios, direcionando-os aos seus interesses específicos. Através do Google Ads os anunciantes podem utilizar uma segmentação de remarketing, com base no histórico de navegação e informações de cookies armazenados nos devices dos visitantes. Como se inscrever no Google AdSense? Adiante oferecemos dicas de como se inscrever e começar a ganhar com o Google AdSense: 1.Acesse o site do Google Adsense e clique no botão “inscreva-se agora”; 2. Você será direcionado a uma página de cadastro. Nela você precisará incluir: A URL do site: Aqui você irá precisar ter um domínio próprio, já que o Google Adsense não veicula anúncios em sites e blogs em subdominios, como “site.wordpress.com” Endereço do Gmail que deseja vincular à conta 3. Feito isso, bastará você incluir o seu país de origem e aceitar os “Termos e condições” do Google Adsense; 4. Agora, para começar a veicular os anúncios, o Google analisará se o seu site é elegível ao programa. E, assim que aprovado, você estará participando do Google Adsense. Dicas de elegibilidade para o Google AdSense O Google dá preferência a sites de qualidade e relevantes ao usuário. Logo o conteúdo dele não pode ser duplicado ou plagiado, ele precisa ser rico em informações e com a inclusão de palavras-chaves adequadas. Além disso, o site deve estar organizado de forma que seja fácil que o usuário encontre o conteúdo que esteja buscando no Google. Em um contexto geral, a experiência do usuário deve ser positiva. Bem como a qualidade do conteúdo, a navegabilidade também deve prevalecer. &#160;O site deve ser organizado de forma a ser facilmente lido, com informações realistas e relevantes sobre o produto ou assunto com o qual o site esteja trabalhando. Por fim, uma vez passado por essa inspeção de qualidade do Google, o seu site poderá passar a veicular anúncios. Para tanto, você deve separar um espaço publicitário.Veja na imagem abaixo alguns tamanhos e posicionamentos indicados pela própria plataforma. Como funciona o pagamento do Google AdSense? Após todo o processo de inscrição do seu site como parceiro do Google AdSense você precisará acumular, pelo menos, 10 dólares. Após esse montante você receberá um número PIN para inserir as informações bancárias. Contudo, após receber o PIN e inserir as informações bancárias, ainda será necessário que você acumule 100 dólares para fazer seu primeiro resgate. Para quem reside no Brasil, o pagamento é realizado através de</p>
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		<title>Como aumentar as vendas com marketing digital?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/aumentar-vendas-marketing-digital/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 15:31:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vender na internet é uma tarefa complexa, os consumidores digitais estão mais exigentes. Ou seja, com o fácil acesso à informação, está cada vez mais difícil assumir um papel de destaque nesse cenário. Logo, se você deseja aproveitar este meio para criar mais oportunidades de negócios, é preciso estruturar suas ações pensando na geração de resultados, consequentemente, na satisfação do cliente. E isso só é possível entregando ofertas assertivas que atendam as necessidades do seu público. Contudo, até o momento da tomada de decisão, o consumidor atual passa por vários estágios de consideração de compra. E, atingi-los e educá-los em todos eles, é o caminho ideal para que se tornem mais propícios a receber uma proposta de venda. Em vista disso, veja algumas das mais eficientes estratégias de marketing digital que podem ser utilizadas para atender as necessidades do seu público em todas estas etapas. Atraia novos visitantes Trazer ao seu site ou blog, tanto novos visitantes, como pessoas que já conhecem a sua empresa é o primeiro passo para o engajamento. Isto é, esta é a melhor maneira de oferecer informação relevante, e então estabelecer uma relação de confiança entre a sua marca e os consumidores. Abaixo separamos algumas das melhores maneiras para você aumentar o número da sua audiência. Produza conteúdo de qualidade A produção de conteúdo é a melhor maneira de passar autoridade e criar uma relação próxima ao seu público. Distribuindo conteúdo de qualidade você mostrará aos usuários que você é um expert na sua área de atuação, e aos poucos será criada uma sensação de confiança ao ouvir o nome da sua marca. Nem todo o cliente que chega em seu site tem a intenção de converter, todavia o conteúdo educa. Por exemplo, nem todas os profissionais de marketing digital desejam contratar uma agência, porém, todos querem saber quais são as dicas para vender mais utilizando estas estratégias. Assim, quanto maior o nível de engajamento, finalmente a contratação de um serviço ou a compra de um produto finalmente pode surgir como a solução para o problema do usuário. Veja algumas maneiras de produzir conteúdo na internet: Vídeos; Artigos; Imagens; Infográficos; Podcasts. Posicione seu site nos buscadores Complementando o tópico anterior, além de produzir conteúdo, você também precisará torná-lo encontrável. Isso porque, o fato é que cerca de 80% das visitas na internet são direcionados aos sites que se posicionam nas primeiras páginas de busca. Ou seja, você deverá produzir conteúdo para o seu público, mas também para robôs de busca. Então se você quer posicionar seus artigos, vídeos, imagens, etc. faça SEO para os principais canais de busca da internet (Youtube, Google Imagens, Bing, etc.). Mas fique atento a essas estratégias. O Google, por exemplo, possui mais de 200 fatores de ranqueamento, veja alguns dos mais relevantes para quem quer levar os seus conteúdos às primeiras páginas: Palavras-chave; Originalidade e tamanho do conteúdo; Link building; Velocidade de carregamento; Design responsivo. Trabalhe com links patrocinados Se a criação de conteúdo aliada às estratégias de SEO é um trabalho que gera resultados orgânicos, porém pensados a longo prazo. Os links patrocinados possuem a mesma capacidade de atrair visitantes em um menor espaço de tempo, todavia com um custo mais elevado. O Google Ads facilita que os usuários encontrem o seu site, pois permite posicioná-lo em posições acima das apresentadas pelo resultado orgânico. No entanto, para isso é preciso estar atento a outros fatores de posicionamento: Palavras-chave; Estratégias de lances; Índice de Qualidade: CTR, relevância da palavra, da página, extensões de anúncio, etc. Ainda vale lembrar que o Google Ads possui um alto potencial de atrair novos visitantes. No entanto, diferentemente da estratégia de conteúdo, na qual educamos o consumidor, elas são mais efetivas quando atingem o usuário que já possui consciência da solução do problema. Explore as redes sociais Por fim, para levar ainda mais visitantes ao seu site, é necessário que você se posicione nos canais em que o seu público está presente. Logo, com a quantidade de usuários e capacidade de segmentação das redes sociais, elas se tornam um meio indispensável para qualquer estratégia de marketing. E, como o Facebook é a maior entre essas mídias, o usaremos de exemplo. Nele você pode explorar tanto o alcance orgânico, quanto o pago: Facebook orgânico: Aqui você pode utilizar suas postagens para engajar o público que já acompanha e segue a sua página. Contudo, com as constantes atualizações do algoritmo desta rede social, o alcance orgânico está cada dia mais perdendo espaço para o Facebook Ads. Facebook Ads: Esta é a mídia paga do Facebook. E com incríveis recursos de segmentação de público por características e interesses, ela é essencial para atingir novos consumidores em todas as fases de consideração. Então, apesar desta mídia social estimular a utilização de anúncios, a melhor maneira de aproveitar o máximo dela é alinhando estas duas formas de atingir o público. Enquanto você utiliza os anúncios para atingir novas pessoas que já estão procurando alguma solução, as postagens orgânicas podem servir para compartilhar conteúdos educativos. Converta visitantes em leads Suponha que você já está colocando todas as estratégias citadas acima em vigor, consequentemente seu site está atraindo novos visitantes todos os dias. Portanto está na hora de começar a convertê-los em leads. Ou seja, fazer com que os informe os dados de contato. E a melhor maneira de fazer isso é utilizando chamadas para ação de acordo com o assunto do anúncio ou conteúdo. Assim, uma vez que você capta estes contatos, é possível se relacionar de maneira mais pessoal com quem já demonstrou interesse. Então veja duas situações extremamente efetivas para você recolher dados como e-mail e telefone. Mas não se esqueça que para um bom desempenho é necessária uma proposta de valor. Desta forma quem oferece mais conteúdo de qualidade, e-books, e outros materiais gratuitos, por exemplo, tendem a converter mais visitantes. Estruture suas landing pages As landing pages são as páginas cujos usuários são redirecionados principalmente após clicar em um anúncio. Portanto as landing pages possuem o</p>
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		<title>Copywriting: 8 dicas para você escrever textos que vendem</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/venda-com-copywriting/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 20:27:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Rentabilizar um negócio digital não é uma tarefa fácil, o processo de engajar e tornar o usuário pronto para a venda exige tempo e esforço. Porém, algumas técnicas de comunicação persuasiva ajudam a facilitar este processo. Assim, independentemente do estágio de compra do cliente, não basta fazer uma proposta invasiva a ele. É preciso criar uma comunicação eficaz, “que dialogue com as dores do cliente”, pois só assim você estabelecerá uma relação de confiança e levará o público a atender as suas chamadas para ação. Diante disso, o copywriting, através da redação, cria uma conexão forte entre marca e consumidor. Então, para saber mais como aplicar este método em seus negócios, não perca nada do nosso artigo. O que é copywriting? De modo geral, copywriting é uma forma de fazer publicidade a partir de textos, seduzindo o comprador através de gatilhos de motivação. Ou seja, são técnicas utilizadas na comunicação escrita que pretendem estimular a audiência a uma ação, entre elas: Baixar um infoproduto; Adquirir um produto ou serviço; Fornecer dados de contato; Avançar a outra página; Curtir ou compartilhar nas redes sociais. O que faz um copywriter? O papel de um copywriter é criar uma linguagem textual que convença o cliente. Para tanto ele busca referências, faz edições e procura até ilustrações para entregar o melhor conteúdo ao usuário. Este profissional pode escrever todo o tipo de redação publicitária, desde roteiros de TV até discursos de palestras. Todavia, como o nosso foco é no marketing digital, focaremos apenas nos canais que envolvem esta estratégia. Anúncios de pesquisa; Anúncios de display; Artigos; E-mails; Páginas de produto; Roteiros de vídeos. Boas práticas do copywriting Qualquer empreendedor digital que deseja aumentar suas vendas e tornar-se autoridade no ambiente digital precisa aprender a fazer copywriting. Pensando nisso, separamos algumas dicas para você criar conexões mais fortes com a sua audiência. Tenha sempre o objetivo em mente Sem um objetivo não for bem definido, dificilmente os seus conteúdos vão converter. Isto é, antes de escrever é imprescindível que você saiba onde pretende levar os seus visitantes. Só assim será possível criar uma linha criativa com bom nível de convencimento. Obviamente que os consumidores só clicarão nas chamadas para ação após convencidos de que seu produto, serviço ou conteúdo é de qualidade. Porém, para que cheguem nelas é preciso, etapa por etapa, prepará-los para a oferta final. Defina a sua persona Outro fator essencial que vai determinar os rumos dos seus textos é o seu nível de conhecimento sobre sua persona. E para sabê-lo, faça duas perguntas: “Quem eu quero atingir com a minha campanha? ” ou “O que o meu público espera de mim?”. Respondendo estas questões você saberá algumas características comportamentais sobre sua audiência, como necessidades, desejos e dores. Ou seja, dados essenciais para saber o que e como ofertar produtos e serviços aos consumidores. Considere o estágio do funil Além de definir o objetivo e a persona, se você quer ser assertivo em suas ofertas é preciso conhecer o estágio de compra de cada um de cada um dos seus consumidores. Por exemplo, em artigos e anúncios que trabalhem palavras-chave mais amplas e genéricas (topo de funil) você atrai visitantes que ainda não se deram conta completamente do problema. Portanto você ainda precisa conscientizá-lo sobre o seu produto e prepará-lo para a compra. Ou seja, esta é uma etapa na qual você não deve fazer uma oferta de venda (de cara), mas um convite para acompanhar sua marca em outros canais. Já quando se trata de consumidores em estágios mais avançados (meio e fundo de funil), que chegam a partir de anúncios ou artigos com assunto mais técnico, você deve tomar outras atitudes. Mostrar uma possível solução dos problemas deles e, por fim, fazer a comparação dos seus produtos com os outros do mercado, ressaltando as características da sua oferta que podem trazer mais benefícios&#8230; Conheça bem os benefícios da sua proposta Para convencer o seu visitante a realizar uma ação, você, antes dele, precisa conhecer bem os benefícios da sua proposta de valor. Caso ela seja um pedido para assinar a newsletter, você pode estimular o lead a se conectar com a sua marca, através de conteúdos de qualidade em primeira mão. Mas, quando se trata da oferta de venda, saiba que todo o texto é um processo de persuasão. Logo exibir, em sua página de vendas, apenas as funcionalidades dos seus produtos ou serviços e não os benefícios de cada uma delas fará com que o consumidor busque essas qualidades em seus concorrentes. Por fim, tome cuidado com a linguagem técnica, às vezes ela é inevitável, todavia textos assim não prendem a atenção da audiência, tão pouco são persuasivos. Escreva na segunda pessoa Fazer copywriting é escrever para o seu cliente. Portanto, esqueça os pronomes “nós” e “eu” e passe a escrever seus textos focados na segunda pessoa (você e seu). Parece simples, mas, quando se quer convencer alguém a converter, o seu produto ou serviço não tem importância nenhuma perto da satisfação do cliente. Isto é, esta técnica tão simples, logicamente aliada a todas as outras acima, faz com que o seu texto seja mais pessoal. Então, a partir do momento que o consumidor sentir que você está falando com ele, a retenção e atenção em seus textos é maior. Consequentemente a probabilidade de converter aumenta muito. Mostre que seu produto realmente vai ajudar (Etapa de decisão) Até agora falamos um pouco sobre como persuadir o seu leitor, para chegar e engajar com o seu conteúdo. No entanto, se ele avançar até a etapa de decisão (já estiver parcialmente convencido dos benefícios da sua oferta), mas ainda não tem certeza se deve comprar de você, trabalhe o seu conteúdo na perspectiva de de esclarecer dúvidas e estabeleça comparações que ressaltam os benefícios exclusivos da sua oferta. &#160; Ou seja, é melhor ser franco ao dizer que seu produto pode não combinar com determinado público. Consequentemente ajudando as pessoas que não se enquadram ao seu perfil de cliente ideal</p>
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		<title>Leadlovers: Vale a pena investir nessa ferramenta?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/lead-lovers-vale-a-pena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 21:25:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hack Tips]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
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		<category><![CDATA[inbound-marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Leadlovers é um dos softwares de automação que, dentro do cenário nacional, mais cresce nos últimos anos. Mas será que ele realmente vale o investimento? Quem trabalha com marketing digital com certeza já sofreu com a falta de tempo para implementar as suas estratégias. Assim, dado este cenário, surgem as ferramentas de automação de vendas no mercado. Ou seja, plataformas que têm por objetivo centralizar todas as ações de marketing digital em um único local. Isso acontece porque gerar leads e aumentar as taxas de conversão é sempre uma tarefa complicada que envolve múltiplas ferramentas. Porém, quando conseguimos integrar todas as atividades, de todos os canais, o trabalho fica muito mais fácil. O que é o leadlovers? O Leadlovers é uma ferramenta de automação marketing digital. Isto é, uma plataforma que tem como propósito deixar boa parte das atividades operacionais do marketing digital no &#8220;modo automático&#8221;. Assim os profissionais deixam de fazer alguns trabalhos manuais e passam a focar seus esforços em trabalhos de maior valor, como os ligados ao planejamento. Para tanto, este software disponibiliza uma série de funcionalidades em uma interface intuitiva que mostraremos a seguir. Mas antes disso saiba para quem o Leadlovers foi feita. O leadlovers é uma ferramenta para você? O programador Diego Carmona, quando fundou o leadlovers, queria facilitar a vida de quem quisesse vender na internet. Logo engana-se quem pensa que ferramentas como LeadLovers são exclusivas para empresas com grandes equipes de marketing. Portanto, se você representa uma pequena, média ou grande empresa, se trabalha em uma agência, ou até se você é um afiliado, freelancer ou qualquer outro empreendedor digital, o Leadlovers foi feito para você. O que o leadlovers proporciona? Disparo de e-mail Ao falar de automação de marketing digital, a primeira estratégia que nos vêm à mente é o e-mail marketing. Portanto, o Leadlovers proporciona uma série de funcionalidades para que você entregue a melhor mensagem aos seus leads. Nela não é preciso possuir nenhum conhecimento de programação, mas nenhum mesmo. Ou seja, através do editor “arrasta e solta” e modelos predefinidos pela plataforma, é possível criar conteúdos que geram valor, através de templates que combinam design e conteúdo. &#160; Este software também permite fazer disparos ilimitados, programar sequências e funis de e-mail, sempre com a possibilidade de fazer pelo menos cinco testes de entregabilidade. Assim o risco das suas mensagens caírem na caixa de SPAM reduz muito. Por fim, ainda é possível visualizar relatórios e métricas de desempenho, como taxa de cliques, aberturas, erros e unsubscribes, de todos os seus disparos. &#160; Criação de landing pages Gerar conversões é só o primeiro passo. Isto é, levá-los a uma página que auxilie neste processo é fundamental. E, sabendo disso, o Leadlovers possui em sua plataforma uma ferramenta intuitiva para a criação de landing pages. Anteriormente, neste blog, escrevemos um artigo com as boas práticas para estruturar uma landing page que converte. Mas, como esta funcionalidade do Leadlovers não exige nenhum conhecimento avançado de design ou HTML, você verá que todo o trabalho fica muito mais fácil. Nesta seção você poderá criar sua landing page com a funcionalidade “arrasta e solta”, selecionar modelos de templates, bem como criar suas páginas de acordo com o objetivo de cada uma, veja alguns exemplos: Página de vendas; Página de captura de leads; Página de download; Página de lançamento de produto/serviço; Página de “próximos passos”; Página de agradecimento; Página com as políticas de privacidade; Gatilho de Escassez Todo elemento que chame o usuário a converter em seu e-mail ou landing page é válido. Logo o Leadlovers faz isso muito bem trabalhando o gatilho de escassez. Provavelmente você já conhece alguns gatilhos mentais. E se não os conhece por esse nome, lembre-se que apelos, como “só amanhã” ou “promoção por tempo limitado”, são gatilhos mentais de escassez que estimulam o consumidor. Mas o que este software de automação faz para estimular essa sensação de urgência? Imagine que você está disparando um e-mail ou criando uma landing page para uma data comemorativa. Assim, nos dias que antecedem a promoção, você envia mensagens e páginas de lançamento com um plugin de contagem regressiva, para que seus leads se preparem. É dando a possibilidade de instalação destes contadores em suas páginas e e-mails que o leadlovers auxilia no aumento das taxas de conversão. Veja o exemplo: Gestão de leads Assim como qualquer outra ferramenta de Inbound Marketing, o leadlovers também quer levar ao público a mensagem correta no tempo certo. Para isso ela oferece algumas funcionalidades que ajudam a identificar em que estágio do funil está o lead. A primeira é o gatilho condicional, que por sua vez impede o consumidor de receber e-mails, cujo assunto não os interessa. Assim é criada uma comunicação muito mais profissional, na qual a insatisfação do público está menos presente. Já as tags e o lead scoring (pontuação de leads) trabalham em conjunto e ajudam a identificar o nível de engajamento do público. Enquanto o primeiro insere tags, como “o cliente abriu o e-mail” ou o “o cliente clicou no link”. O lead scoring identifica, a partir destes comportamentos, quem está mais pronto para uma abordagem de venda. Sua empresa pode economizar muito tempo e dinheiro mirando apenas nos leads mais propensos a comprar. Por fim, este software de automação ainda é capaz de rastrear os leads. Portanto, ele possibilita que apenas seus contatos e sua lista de e-mail tenham permissão para acessar os links das suas landing pages, por exemplo. Logo, quem desejar acessar suas promoções ou infoprodutos, deverá tornar-se um lead. Encurtador de URLs amigáveis Existem outros encurtadores de URL, até em versões gratuitas na internet. No entanto, o leadlovers além de fazer esse procedimento, também possibilita que eles sejam criados com URLs amigáveis. Então, a partir destes links, você poderá diferenciar a mensuração de cada campanha ou e-mail disparado. Ou seja, além dos relatórios proporcionados pela ferramenta, é possível acompanhar o desempenho de cada um a partir do Google Analytics. Por exemplo, a fim de fazer testes A/B,</p>
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		<title>Chatbots: O que são e quais as vantagens e desvantagens em relação aos pop-ups?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/chatbots-vantagens-e-desvantagens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2019 20:23:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os Chatbots chegaram para revolucionar a relação entre marca e consumidor. Portanto, para que você possa usar estes robôs a seu favor, escrevemos este artigo a fim de mostrar o que são, como e quando eles devem ser utilizados. Para atrair um bom número de visitantes em seu site, seja através de tráfego orgânico ou links patrocinados, precisamos investir tempo e dinheiro. E, além disso, quando atraímos muitas pessoas que não convertem, todo o trabalho de criação conteúdo e todo o orçamento gasto terá sido em vão. Neste cenário os Chatbots ou os Pop ups ajudam a otimizar o tempo e o custo das suas campanhas. Isto é, inseri-los em seu site ajudará a transformar os visitantes em leads ou até gerar vendas. Mas, apesar de ambos possuírem o mesmo objetivo, o Chatbot traz recursos de comunicação mais pessoais e avançados. Então podemos dizer que os pop ups não são mais úteis? Na verdade, ao longo do texto, mostraremos que cada um pode ser útil em diferentes situações. Porém, para entendê-las, primeiro veja o que são os chatbots e os pop ups. O que é chatbot Os chatbots são robôs, cuja inteligência artificial simula conversas com os visitantes de sua página. Ou seja, a partir, você consegue criar um atendimento, quase que pessoal, de forma automatizada. Contudo é preciso saber que os chatbots não são ferramentas imunes a falhas. Eles contam com algoritmos que digitalizam e interpretam as questões do usuário. Portanto você fornece a eles as dúvidas mais comuns, assim o robô reconhece e entrega as respostas de acordo com cada pergunta do visitante. Hoje a inteligência artificial consegue reconhecer uma série de questionamentos, considerando até diferentes perguntas com o mesmo campo semântico. Porém espera-se que a tecnologia avance cada vez mais para que todos possamos atender os consumidores cada vez melhor. Como os chatbots trabalham Os chatbots auxiliam a criar uma comunicação cada vez mais personalizada, capaz de engajar o seu visitante. No entanto, como dissemos, eles cobrem os questionamentos e orientações mais simples. Isso significa que esta nova tecnologia não está para substituir sua equipe de atendimento ou de vendas, mas sim otimizar o trabalho delas. Ou seja, o chatbot não remove a necessidade de interação humana. O que eles podem fazer é direcionar os esforços dos funcionários de uma empresa para tarefas mais complexas. Logo os robôs passam a se responsabilizar por dúvidas simples ou até pela captura de contato de leads despreparados, assim as equipes de vendas e atendimento são acionadas quando a inteligência artificial não basta, surgindo a necessidade de um atendimento pessoal. Como converter com os chatbots Segundo o drift, uma das empresas de que fornecem chatbots, três situações impedem que o visitante permaneça ou converta em seu site: Dificuldade em encontrar conteúdo; Dúvidas sobre o produto/serviço; Falta de informação sobre a empresa e o nicho; Diante deste cenário, sabendo que os robôs funcionam 24 horas por dia, fornecem respostas rápidas e precisas aos seus usuários, é possível afirmar que eles podem acabar com estas objeções. Então, se pretende gerar mais conversões, forneça mais informações e tire as dúvidas dos consumidores, assim eles estarão predispostos a comprar ou fornecer dados de contato a você. E, a menos que você conte com investimentos para que seus funcionários atuem o dia inteiro ou não se importe de perder oportunidades para os concorrentes que já instalaram esses robôs, você precisa adquirir os chatbots. Por último, além destes benefícios citados, essa tecnologia também armazena as conversas com os clientes. Isso pode ser fundamental para descobrir o que o seu público está perguntando e criar novos conteúdos que atendam estas dúvidas. Quando utilizar chatbots Se você quer saber quando utilizar os chatbots, nunca se esqueça do propósito deles: matar objeções que impedem que os consumidores avancem no estágio do funil. Por isso, separamos dois exemplos para que você se basear: No e-commerce: Imagine que o cliente está na página de produto, mas ainda possui algumas dúvidas, tanto sobre os benefícios da compra, quanto do procedimento de pagamento. Com os chatbots você pode responder todas estas e muitas outras dúvidas dos clientes; No blog: Suponha que o leitor está pulando de artigo em artigo em pouco tempo. Provavelmente ele não está encontrando a informação que gostaria. Neste caso, um robô que ajude o usuário a navegar no site pode resolver o problema. Como você pode ver, estas são questões simples e muito comuns no ambiente digital. Todavia, se pretende sair na frente dos seus concorrentes com os chatbots, fique atento à todas as dúvidas. Muitos players trazem as mesmas repostas, então levar uma nova experiência ao público pode ser o seu diferencial. O que é pop-up A definição de pop-up no marketing digital é bem simples de entender: é uma janela temporária sobreposta à sua página. Ou seja, são aqueles quadros que aparecem em um site com o objetivo de chamar atenção e convidar para uma ação. Porém, como você já pode ter percebido, existem alguns momentos específicos que os pop-ups aparecem em sua tela: Quando você clica em algum link; Quando você rola uma página; Quando você permanece durante algum tempo em uma página; Quando os cursos do seu mouse se aproxima do botão de fechamento do navegador; E por último, quando alguém entra em uma página. Melhores práticas ao adotar um pop-up Os pop-ups dividem opiniões entre os profissionais de marketing digital, enquanto uns acham extremamente intrusivos, outros consideram que são boas chamadas para ação. Contudo, a verdade é que ambas as afirmações são, em parte, verdadeiras. Pensando nisso trouxemos algumas dicas para que você insira pop-ups sem prejudicar a experiência do usuário: Facilite o fechamento Os visitantes que entram em seu site e não se sentem atraídos pelo pop-up, primeiramente vão tentar fechar esta janela. E caso não consigam é muito provável que saiam do seu site. Portanto, se você não quer aumentar a sua taxa de rejeição, insira botões de fechamento bem visíveis. Use cookies Para não prejudicar o seu relacionamento com visitantes recorrentes</p>
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		<title>O que é CTA? Aprenda a utilizar técnicas para melhorar os seus resultados</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/cta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 20:27:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing-conteúdo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é CTA (call to Action)? Se você trabalha com marketing digital e pretende atingir o sucesso do seu negócio, saber responder a essa pergunta é de extrema importância. Isso porque, a partir do momento em que você aprende a utilizar estas técnicas de comunicação, você também aprende a estimular o cliente a converter em seu site. Portanto, se você quer saber como as calls to action realmente podem ajudar você, descobrir em quais canais podemos utilizá-las e ainda ver exemplos práticos de CTAs que geraram conversões. Não perca nada deste artigo. O que é CTA? As CTAs ou, traduzindo para o português, chamadas para ação são textos, imagens e botões que conectam o cliente à sua oferta proposta. Sendo assim, as calls to action podem ser encontradas em todos os canais digitais ou, para ser mais preciso, nos quais você pretende levar o usuário a um próximo estágio do compra. Ou seja, independentemente de qual for sua estratégia de marketing digital, utilizar estas técnicas é essencial para que os consumidores tenham consciência de qual o propósito da sua campanha. Então, como elas estão presentes em vários meios, vejas os formatos mais comuns de encontrá-las: CTA em botões Uma das chamadas para ação mais tradicionais e eficazes para convidar o usuário são os botões. Isso porque, a partir deles, é possível, dentro da sua página de venda ou prospecção de leads, dar destaque ao seu objetivo de modo que o visitante o identifique facilmente. Os botões podem ser encontrados de forma isolada ou como um complemento de outros modelos de CTA. Os exemplos mais comuns que podemos trazer são os botões “comprar” nas páginas de produto de um e-commerce, ou chamadas inseridas em um banner / formulário, como mostraremos mais adiante. CTA em texto Você costuma se comunicar com seu público através de artigos? Se sim, saiba que você pode aumentar ainda mais a retenção dos visitantes através de transições suaves ao longo do texto. Assim, utilizar CTAs, como “não perca nada deste artigo”, despertam a curiosidade, motivam o leitor a continuar em seu texto e ainda melhora o SEO, uma vez que o tempo das sessões também aumenta. CTA em links Os links estão presentes em boa parte das chamadas: quando criamos um anúncio no Facebook, quando se envia um e-mail marketing ou até quando inserimos links nas imagens. Mas, assim como as chamadas em texto, focaremos na utilização delas nos blog posts. Isso porque, tanto os links internos, como os externos dentro de um artigo são cruciais na experiência do usuário. Veja os exemplos a seguir: Links internos: Presentes ao longo do texto, eles têm por objetivo manter e fidelizar o leitor do seu blog. Para tanto, são inseridos links de conteúdos relacionados presentes no próprio site. Em nossos artigos, por exemplo, costumamos inserir links para agregar mais conhecimento a você. Links externos: Esses são, geralmente, encontrados aos finais do post e, diferentemente dos internos, tem o propósito de fazer a integração com outros canais. Portanto, os links externos buscam levar, por exemplo, o leitor a acompanhar o seu conteúdo através das redes sociais. CTA em formulários Principalmente quando o objetivo for gerar novos leads, utilizar formulários para preenchimento de contato é uma ótima estratégia. No entanto, para que sejam eficientes, eles precisam estar inseridos num contexto que ofereça uma proposta de valor. Ou seja, peça o e-mail ou número de telefone do seu visitante em troca de conteúdo valioso. Então você pode inserir campos de formulários em landing pages, no rodapé do seu site e, se não quiser ter grande trabalho, ainda pode utilizar plug-ins para a captura de e-mails. CTA em imagens Por fim, e não menos importante, você pode fazer chamadas para ação através de imagens. Isto é, utilizar recursos visuais também é uma ótima maneira de levar o público até o próximo estágio do funil. Pensando nisso, o primeiro exemplo que é uma das maneiras mais comuns de levar o usuário até a conversão: o Google Display. Mas, além dos anúncios, você também pode inserir banners em sua home ou outras páginas, a fim de gerar visitas orgânicas em sua landing page. As CTAs realmente funcionam? Até agora nós vimos o que é CTA e as maneiras mais usuais de encontrá-las. Então você pode estar se fazendo uma pergunta: será que a simples atitude de pedir para que o visitante realize uma ação funciona? Pensando nisso e sabendo que o marketing de conteúdo funciona como uma grande &#8220;troca de favores&#8221;, traremos ao final do artigo como você pode medir os resultados dessas ações. Mas antes separamos duas condições essenciais para que o usuário clique nas suas chamadas para ação. Quando você oferece conteúdo valioso ao seu público tudo fica mais fácil. Ou seja, se o usuário encontra, em seu site, um conteúdo que agregue informação e conhecimento, naturalmente será criada uma relação de confiança, na qual ele se sentirá seguro e atraído a converter em seu site. O mesmo pode acontecer, caso um visitante com o mesmo perfil sinta-se atraído por seu link patrocinado. Quando você sabe atrair o consumidor até a sua CTA. Isso mesmo, além de oferecer experiência ao usuário, você precisa ter em mente que não basta inserir qualquer botão e esperar que o visitante clique. Existem algumas técnicas comprovadas que trazem mais resultados às suas chamadas para ação. Confira algumas delas a seguir. O que você precisa saber antes de criar sua CTA? Conhecer o seu público Utilizar qualquer técnica de comunicação sem saber com quem você vai falar é um tiro no escuro. Portanto, definir uma persona é essencial e o primeiro passo a ser dado antes de fazer uma chamada para ação. Assim, após conhecer o perfil pessoal e comportamental do seu público, você poderá ter mais assertividade nas dicas que traremos a seguir. Traçar um objetivo Geralmente, até por questões de mensuração, traçar um objetivo é a primeira etapa de qualquer estratégia de marketing de conteúdo. Mas aqui, diferentemente da maioria dos casos, só conseguimos</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ramper:  aumente as vendas B2B com essa ferramenta de prospecção de clientes</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/ramper/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2019 19:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hack Tips]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas-de-prospeccao]]></category>
		<category><![CDATA[outbound-marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de vendas B2B, via outbound marketing, tem consumido tempo e dinheiro das empresas. Ou seja, profissionais passam boa parte do tempo oferecendo produtos, mas adquirindo poucos ou nenhum cliente. Logo, diante deste cenário, surge o Ramper. Essa ferramenta aparece com a proposta de melhorar a performance do time de vendas. Para isso, o Ramper, através da geração de leads qualificados, busca automatizar o processo de prospecção de clientes, a fim de reduzir os esforços com contatos mal sucedidos. Continue lendo esse artigo para entender como essa nova tendência está tomando o mercado, e descubra como esse software digital pode gerar mais vendas B2B através de estratégias de outbound marketing. Como fazer a prospecção de clientes com Outbound Marketing? Basicamente, quando pretendemos fazer a prospecção de clientes, estamos buscando nos comunicar com pessoas que tem características de potenciais consumidores. E, diferentemente do Inbound Marketing, no qual as empresas buscam atratir e nutrir o lead antes de tentar a venda, no Outbound, o contato é feito de maneira mais direta e intrusiva, portanto, apesar de ser um processo mais rápido, costuma apresentar uma menor taxa de conversão. Como você pode ver, existem vantagens e desvantagens em utilizar cada uma das estratégias citadas. No entanto, o que você precisa saber, para aprender a utilizar o Ramper, é que existem muitas maneiras de praticar o Outbound Marketing, sendo algumas mais eficazes do que outras. O sistema mais tradicional para prospecção de clientes é o cold call, ou seja, ligações telefônicas sem a permissão do consumidor. Todavia, outros métodos mais rápidos e eficazes surgiram ao longo do tempo, entre eles: os anúncios, o cold mailling e as malas diretas físicas. Embora prospectar clientes via Outbound Marketing possa ser mais simples, é preciso ter em mente que ele também deve ocorrer de maneira organizada. Até porque, antes do contato para a venda, você precisa de uma lista de prospects. Portanto, ao utilizar o sistema Ramper no processo de vendas B2B, você consegue reduzir os seus esforços pela metade, pois ele gera leads qualificados de acordo com o perfil da sua persona. Para tanto, antes de aprender como utilizar essa ferramenta, falaremos das técnicas mais utilizadas para a captação de leads. Principais estratégias para captação de leads É comum surgir dúvidas sobre como adquirir novos contatos de clientes potenciais. E, apesar de existir muitas técnicas que podem ser utilizadas para realizar essa tarefa, é essencial conhecer o funcionamento e a eficácia de cada uma. Mas saiba que, mesmo que você gere muitos leads, se não houver o controle deles, todo o trabalho terá sido em vão. Neste sentido, desenvolva, desde já, uma planilha para organizar formulários de e-mail, telefone e outros contatos, de cada perfil dos seus prospects, caso não tenha um sistema CRM. Voltando para as estratégias, o primeiro passo para captar e-mails e telefone de leads qualificados é buscar se comunicar com perfis pessoais e profissionais de pessoas que já tiveram alguma interação com sua marca. Por exemplo, consumidores que já acompanham alguma das suas redes sociais ou simplesmente costumam deixar comentários em seu site. &#160; Já a segunda maneira ocorre através da busca perfis semelhantes aos dos seus clientes, e como aqui estamos focando nas vendas B2B, sugerimos que busquem perfis profissionais, tanto no LinkedIn, quanto nos grupos de debate profissional no Facebook. Acima citamos alguns exemplos mais comuns e eficientes para conquistar leads, existem muitas outras. Porém, além de tomar boa parte do seu tempo, fazer este trabalho manualmente diminui as chances de conversão. Logo, investir na automação deste processo fará com que os responsáveis pela prospecção de clientes parem de perder tempo tentando descobrir e-mails, e concentrem os seus esforços nas suas estratégias de vendas. Para isso, é possível utilizar o Ramper como ferramenta, assim ele se torna o elemento principal na otimização de vendas B2B, aumentando consideravelmente os lucros de uma empresa. O que é Ramper e como ele pode ajudar nas vendas B2B? Conheça agora esta ferramenta considerada, segundo o site Pequenas Empresas Grandes Negócios, uma das 100 startups mais quentes do mercado. O Ramper é um software criado para reunir informações sobre outras empresas, a fim de efetivar seu contato com assertividade. Ou seja, ele é capaz de automatizar os processos de prospecção de venda, aumentando os leads qualificados via outbound marketing. A geração de leads a longo prazo, proporcionada pelo Inbound Marketing, pode afetar o processo de prospecção de vendas. Assim, as empresas, em uma tentativa de gerar mais clientes, tentam uma prospecção Outbound, porém manual, que não acarreta em bons resultados. Consequentemente, a otimização da prospecção se torna uma necessidade para as equipes de vendas de grandes e pequenas empresas. Mas, antes de tudo é preciso desmistificar a crença de que o outbound gera custos abusivos e só está disponível para grandes players do mercado. Hoje, com soluções que dão escala ao processo é possível buscar mais clientes que não chegam até a sua lista de contatos de forma receptiva. Dado este cenário, a empresa Ramper foca em trazer tecnologias de Marketing Digital para empresas focadas no B2B. Para tanto, ela entende que o Outbound é uma estratégia tão eficiente quanto as outras para gerar negócios no ramo empresarial. Veja as funcionalidades dela. Definindo listas com os perfis dos potenciais clientes Antes de qualquer realizar qualquer ação de Outbound Marketing é preciso possuir contatos de clientes potenciais. Portanto, a primeira funcionalidade do Ramper consiste em fazer a captação de leads de acordo com o perfil desejado. Nesta ferramenta, além de visualizar informações, como nome, empresa, e-mail, cargo e site da empresa dos prospects, é permitido fazer a segmentação de listas conforme os perfis, as ações e a origem de cada consumidor Utilizando o Cold Mailing Após definido os prospects, o Cold Mailing, por ser mais fácil de escalar, entra como a primeira estratégia de prospecção de clientes. Assim, utilizando técnicas de fluxo de cadência, a ferramenta utiliza o bom e velho e-mail para criar gatilhos mentais, a fim de trazer novas conversões. Isto é,</p>
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