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		<title>Taboola: O que é, como funciona e quanto custa?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/taboola-o-que-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 22:15:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja, neste artigo, como o taboola conecta produtores de conteúdo e anunciantes, beneficiando assim toda a cadeia de publicidade digital: usuários, editores e empresas. Mas primeiro é preciso que você entenda: Como as pessoas monetizam seus sites? Blogs e produtores de conteúdo em geral contam com widgets comerciais em seus sites para ofertar espaços publicitários e, assim, tornar seu tráfego rentável. O Google Adsense, por exemplo, é um dos programas mais populares para publishers na internet, porém não é o único. Existem muitas outras soluções de monetização para quem produz conteúdo, entre elas, a plataforma de publicidade nativa: Taboola. O que é publicidade nativa? Para entrarmos a fundo no assunto, é importante salientar, principalmente para quem não conhece o termo, o que é Publicidade Nativa. Native Ads ou Publicidade Nativa são anúncios em formato de conteúdo recomendado. Portanto as plataformas que trabalham nesse segmento conectam anunciantes aos publishers. Ou seja, automatizam a negociação entre quem deseja promover seu negócio e quem está vendendo espaço publicitário. O conceito dessa nova forma de propaganda digital é básica e efetiva. Um exemplo disso é que, mesmo sem saber, você já deve ter se deparado com esse tipo de anúncio enquanto lia algum artigo. Afinal você já deve ter visto algo parecido com: “Você também pode gostar&#8230;”; “Recomendados a você”; “Conteúdo patrocinado por&#8230;”, Resumindo, native ads são aqueles 4, 6 ou 8 conteúdos recomendados ao final de um artigo. Em vista disso, esse tipo de publicidade é acessível para qualquer um que deseja monetizar seu tráfego ou veicular um anúncio na internet. O que é Taboola? O Taboola é uma interface de publicidade nativa, a qual trabalha em parceria com sites produtores de conteúdo de variados tamanhos e nichos, a fim oferecer aos anunciantes espaço publicitário relevante. A frase que melhor define o trabalho da Taboola é “conteúdo que você deve gostar”. Inclusive essa é a própria filosofia da empresa focada em criar soluções digitais por meio de recomendações de links de artigos, vídeos e outros formatos de conteúdo. Dessa forma, conectar pessoas aos sites que repercutem seus interesses é a essência do negócio da Taboola. Para tanto, o serviço buscar abranger uma audiência que não sabe o que está procurando. O fundador da Taboola, Adam Singolda, em uma entrevista à Forbes, explica sua ideia da seguinte forma: “Eu descobri que há 3 formas das pessoas se interessarem por um conteúdo: 1.) Procura: se eles sabem o que estão procurando e digitam isso; 2.) Social: se algum colega indicou ou compartilhou o conteúdo; 3.) Oportunismo: Apenas acontece de estar na mesma página, ou de aparecer naquele canal de TV que você começou assistir. Eu sou apaixonado por conectar pessoas em torno de um conteúdo que os possa interessar”. Para ilustrar melhor, entenda que enquanto as ferramentas de busca proporcionam exatamente o que o internauta procura, o Taboola, baseando-se nas preferências do usuário, recomenda conteúdo de forma pró-ativa. Como funciona o Taboola? Certamente essa é uma boa dúvida. Então vamos a ela: No mercado de mídias de distribuição de conteúdo, um intermediário como Taboola controla toda a negociação que seria feita entre os produtores de conteúdo (publishers) e os anunciantes. Portanto ele fornece uma plataforma que integra empresas que estão comprando espaço publicitário às que estão vendendo. Além disso, o sistema, por meio de seus algoritmos, faz análises em tempo real a fim otimizar a efetividade das campanhas. Ou seja, aumentar o engajamento do consumidor com os anúncios, levando os anúncios para os sites mais adequado. Dessa forma, sendo um dos pilares desse tipo de mercado, o Taboola compartilha porcentagem dos ganhos com anúncios. Porém não se sabe quanto é esse valor bruto e nem a sua participação. Quando usar o Taboola? O Taboola, como já dissemos, pode ser utilizado, tanto por produtores de conteúdo que buscam novos programas de afiliação quanto por donos de sites que estão procurando por uma nova fonte de tráfego. Então, daqui para frente, vamos separar o nosso texto em duas categorias: O Taboola para publishers e o Taboola para anunciantes. Assim, independentemente se você quer monetizar ou alavancar seu tráfego, fique ligado nesse artigo, pois daremos todas as orientações que você precisa para melhorar sua performance digital. O Taboola para publishers O mercado de afiliados está crescendo exponencialmente nos últimos anos. Com a promessa de ganhar dinheiro sem sair de casa, muitos produtores digitais estão aderindo a esses programas de monetização. Contudo, quando falamos de afiliar-se a infoprodutos, a tarefa não é tão simples. Por exigir a capacidade de vender, muitos acabam não conseguindo lucrar ou escalar seu negócio digital. Por outro lado, existem outros produtores de conteúdo que monetizam seu blog vendendo espaço publicitário. No Taboola, por exemplo, você cede espaço para os anunciantes divulgarem seus vídeos ou artigos relacionados. Assim toda vez que o seu leitor interage com a propaganda, você &#160;fica com uma porcentagem dos ganhos da plataforma. Portanto, se você está interessado nesse formato de monetização, saiba que, antes de qualquer coisa, você precisará ser aprovado pela plataforma. Veja como prosseguir. Como se cadastrar no Taboola? Quem deseja ganhar dinheiro com o Taboola precisa ir ao site oficial, clicar na seção “Publishers” , inserir suas informações cadastrais e enfim solicitar um contato. Feito isso, antes de ter seu feedback, o Taboola irá analisar os dados do seu site para que então possa fornecer um script para você começar a exibir os anúncios. Contudo vale lembrar que, no geral, só são aceitos sites com conteúdo de qualidade e com alto volume de visitas. Como melhorar seus rendimentos no Taboola? Produza bons conteúdos A primeira e mais óbvia dica para melhorar seus resultados com o Taboola é produzir conteúdo de qualidade. Se você escreve artigos, por exemplo, faça-os bem feitos para gerar mais visitas e também para que os leitores que estão ali cheguem até o final do texto. Ou seja, onde costumam estar os posts patrocinados. Logicamente que um site mal feito, com conteúdo irrelevante e baixo tráfego não será aceito como afiliado do Taboola.</p>
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		<title>Mídia Programática: o que é e como anunciar</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/midia-programatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2019 20:17:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[links-patrocinados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é novidade que o marketing digital trouxe muitas novidades em relação ao mercado publicitário offline. Porém, o que nem todos sabem, é que o próprio ambiente digital está renovando as maneiras como anunciamos. A utilização de mídia programática, por exemplo, é uma delas. Muito além das plataformas de anúncio mais populares da internet, como o Facebook Ads e Google Ads, a compra de mídia em sites e portais mais verticalizados vem aumentando em todo o mundo. Segundo o World Federation of Advertises estima-se que 28% dos investimentos em marketing digital em 2018 seja atribuído às mídias programáticas. Dado este cenário, podemos dizer que a enorme aceitação deste modelo de anúncio decorre do fato de que ele funciona bem, tanto para quem pretende rentabilizar um site, quanto para quem deseja atingir o seu público-alvo, de uma forma extremamente segmentada. O que é mídia programática? De maneira simples, a mídia programática é um processo de aquisição de espaços publicitários, intermediados por plataformas de compra especializadas, tais como AdRoll e Digital Remedy. Assim, no ambiente digital, com a necessidade de rentabilizar sites e blogs, muitas pessoas passam vender espaços publicitários. Diante disso, a mídia programática entra como um facilitador, automatizando o processo de negociação entre veículo e anunciante. Porque anunciar mídia programática? Empresas de todos os nichos podem e devem considerar as mídias programáticas em sua estratégia de marketing digital. Já que, além de aumentar o alcance da sua marca, ela é um grande aliado para quem precisa converter e gerar leads. Saiba o que você vai ganhar anunciando desta forma. Otimiza o seu tempo O primeiro benefício em anunciar através da mídia programática não poderia ser mais óbvio. Suponha que você decide por fazer a compra manualmente, será preciso pegar uma relação de sites e preços, entrar contato, fazer uma proposta, contraproposta e, após negociado, ainda terá que inserir o anúncio “manualmente”. &#160;&#160;Outro ponto é que, por ser negociado em grandes volumes, a mídia programática através de intermediadores tende a ser relativamente mais “barata” do que se contratado diretamente com os editores dos sites. Já utilizando as plataformas especializadas, você terá todos os dados em mãos e bastará apenas alguns cliques para que se concretize a compra de mídia. Atinge um público segmentado o público Como vimos, utilizando o processo da mídia programática em suas estratégias, você terá uma série de informações de compra disponíveis. Portanto, ao invés de perder tempo buscando dados sobre os canais, agora você pode focar seus esforços no público que será atingido. E, para facilitar este processo, será possível acessar dados demográficos, geográficos e comportamentais da audiência dos sites disponíveis. Assim você torna-se mais assertivo, pois comunicará com a pessoa certa no momento certo. Adaptação do orçamento Diferentemente das propostas manuais, nas quais os proprietários do site estipulam um valor e cabe a você aceitar ou não. Nas plataformas de mídia programática os valores finais são definidos de acordo com a efetividade de cada veículo. Assim você não corre o risco de pagar alto e por seus anúncios em locais que não convertem. E, se você ainda trabalhar com um orçamento limitado, saiba que o anunciante pode comprar o espaço por meio de leilões. Então, como veremos a seguir, isso abre possibilidades para empresas de todo porte. Mensuração O maior problema da publicidade tradicional é a escassez de mensuração. Mas, quando você usa a mídia programática, você tem acesso aos números em tempo real, como cliques, impressões e conversões, e por aí vai, auxiliando na sua tomada de decisão e na recriação de campanhas cada vez mais otimizadas. Melhora o retorno sobre investimento Eficiência é a palavra que pode definir a mídia programática. Pois, como vimos nos tópicos anteriores, ela proporciona a você assertividade em suas campanhas. Consequentemente também otimiza o tempo da sua equipe de marketing e os investimentos do setor. Então, se você já está convencido de que a mídia programática melhora o seu ROI e suas taxas de conversão, aprenda a criar anúncios de mídia programática. Termos mídia programática Antes de partir para o passo a passo de como funciona o processo de compra de mídia. Reserve um tempo para conhecer alguns termos que iremos utilizar daqui para frente. Provavelmente alguns você já conhece, pois foram abordados aqui no blog quando falamos de links patrocinados. Porém, outros são conceitos exclusivos das estratégias de programáticas, portanto, essenciais para o entendimento dela. BID ou Lance é o valor oferecido em leilões. Nestes formatos de compra o maior BID permite ao anunciante a compra do espaço; RTB (Real Time Bidding) é proporcionado por DSPs e referem-se à compra de mídia por meio de leilões em tempo real; Publishers são os donos dos sites que ofertam espaços publicitários aos anunciantes; DSP (Demand Side Platform) é a plataforma que funciona como intermediário entre os anunciantes e sites. Nela que são realizados os leilões; DMPs (Data Management Platform) são softwares que trabalham a segmentação do usuário, eles informam dados de perfil e comportamentais, através do acompanhamento deles por meio de cookies dos navegadores; SSPs (Key Performance Indicators) que, ao contrário das DSPs, são plataformas para os publishers, ou seja, onde eles anunciam os seus espaços publicitários.. Trading Desks são empresas especializadas em mídia programática que fazem o trabalho para anunciantes que pretendem adotar esta estratégia; KPI (Key Performance Indicators) ou indicadores de performance é um termo utilizado em todo o marketingi digital. E como o próprio nome já diz são números que medem o desempenho do negócio. Como anunciar em mídia programática? Defina um objetivo Qualquer campanha de sucesso precisa de um objetivo bem definido, só assim as futuras decisões serão tomadas no caminho correto. Ou seja, para otimizar a sua campanha, você precisa definir um propósito, que pode ser gerar leads, vendas, aumentar a visibilidade da sua marca o qualquer outro que possa ser mensurável. Segmente o público Existem incontáveis pulishers no mercado, então nada melhor do que conhecer bem o seu público se você quiser saber onde atingi-lo. Mas isso não passa apenas por conhecer os</p>
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		<title>Conheça o Google Signals e otimize os seus links patrocinados</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/google-signals/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 20:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Google Analytics é uma das ferramentas mais úteis para anunciantes. Com ele é possível entender as características de navegação e comportamentos da sua persona. Consequentemente, a maioria dos profissionais de marketing já conhece e utiliza os insights dessa ferramenta. Mas poucos sabem que o Analytics lançou, recentemente, o Google Signals. Um novo recurso que promete gerar novas informações relevantes para os seus links patrocinados. O que é o Google Signals? Lançado em julho, durante o evento Marketing Live 2018, o Google Signals surge como um recurso inovador dentro de todo o ambiente digital. Com novas possibilidades de mensurações e relatórios, ele ainda está em sua versão beta. Quando ativo, a promessa deste novo recurso é detalhar a jornada do consumidor através de relatórios. Que, por sua vez, só são possíveis a partir do acompanhamento de dispositivos durante o caminho percorrido pelo consumidor. Suponha que um usuário logado no Google, tanto no PC quanto no smartphone, clica em um anúncio mobile. Apesar de considerar a oferta atrativa, ele não converte. Contudo, algumas horas depois, em seu desktop, o consumidor busca novamente pelo produto/serviço oferecido anteriormente e desta vez realiza a compra. No exemplo acima vimos que o visitante percorreu um caminho curto até a conversão (Mobile &#62; Desktop). Porém a nova função do Google irá rastrear todo o percurso dos usuários, independentemente de quantos acessos e dispositivos ele faça. Mas, para estruturar esses relatórios, o Analytics necessita que o visitante esteja com logado no Google, só assim será possível rastrear os dispositivos que utilizar. Quais os benefícios do Google Signals? Fornecer dados relevantes é uma das promessas do Google há um bom tempo. E, com essa nova função em desenvolvimento, ele também se torna a principal fonte para o acompanhamento e rastreio entre dispositivos dispositivos para milhares de empresas. Portanto, a premissa do Google é tornar o complexo rastreamento manual uma tarefa desnecessária. Consequentemente, relatórios que exigiam especialistas ou um bom orçamento para adquirir, estão disponíveis a todos gratuitamente. Mas o que isso significa? Com os diagnósticos, oferecidos pelo Google Signals, você terá o conhecimento preciso da jornada do consumidor até o momento da compra. Logo, entender quais são os comportamentos mais usuais da sua persona torna-se mais simples. E, com todos esses dados em mãos, você poderá redirecionar os esforços da sua campanha a fim de otimizar o seu investimento. Como ativar o Google Signals? Agora que você já conhece a essência e os motivos para utilizar o Google Signals é hora de começar a usá-lo. Para habilitá-lo é simples, basta clicar selecionar Público &#62; Todos os dispositivos e começar a configurar. Fique atento às permissões do Google Analytics caso você seja uma agência com várias contas na ferramenta. Lembre-se o Google Signals não é retroativo, ou seja, só é possível captar os insights após ativado. Além disso, os relatórios só serão disponibilizados com, no máximo, 26 meses da data atual. Quais os relatórios oferecidos pelo Google Signals? Para que você possa fazer as atualizações das suas campanhas de forma assertiva, primeiramente, é preciso saber ler os números oferecidos pelo Google Signals. Portanto, trouxemos, detalhadamente, alguns dos dados que você vai encontrar ao ativar essa nova ferramenta. Relatório de sobreposição de dispositivos Inicialmente, as informações oferecidas parecem semelhantes aos relatórios já existentes. Porém, a partir de um diagrama de Venn, a sobreposição de dispositivos oferece uma ilustração extremamente útil para entender quantos usuários utilizam mais de um aparelho. Relatório de caminhos Ele mostra os caminhos de um visitante dentro do site para cada dispositivo. Ou seja, você poderá visualizar o número de sessões e o tempo gasto dos usuários em cada plataforma. Desta forma é possível entender em qual condição e padrão o consumidor engaja mais. Relatório de Aquisição A impressão passada por esse relatório, que tem por objetivo esclarecer em quais dispositivos o usuário converte, é que ele transmite uma forma visualmente agradável de dados que já eram fornecidos pelo Analytics. Como otimizar seus links patrocinados com o Google Signals? Enfim chegamos ao principal ponto desse artigo, como você vai utilizar os elementos fornecidos pelo Google Signals para gerar mais conversões no Google Ads? Para utilizar o orçamento das campanhas da maneira mais produtiva possível é necessário conhecer a sua persona. Para tanto, inteirar-se sobre os comportamentos do consumidor até a tomada de decisão é um dos fatores essenciais. Ao descobrir como a utilização dos aparelhos influência nas conversões você poderá redirecionar os seus esforços e conquistar melhorias no seu ROI (retorno sobre investimento). Falando em termos práticos, além de passar a investir mais nos dispositivos que mais convertem, é viável potencializar a sua campanha de remarketing. O mercado segue uma tendência de utilizar as plataformas mobile, mas ainda há uma aversão em converter por elas. E, uma vez analisado esses dados de jornada do seu prospect através do Signals, fazer alterações de investimento nas campanhas de remarketing torna-se mais assertivo. Saber os costumes do consumidor permitirá que você atinja-os com maior precisão. Isto é, você terá o conhecimento dos canais mais relevantes para investir na sua campanha de remarketing. Então, após a primeira vez que o seu prospect visitar o seu site ele, provavelmente, visulizará com frequência os seus anúncios. Visão Geral sobre o novo recurso do Google Em nossa opinião, o Google Signals oferece um design limpo e uma interface inteligente. Com alguns filtros interessantes, como a de sistema operacional, por exemplo. É possível perceber que a organização dos seus relatórios tende a focar nas conversões, consequentemente eles ajudam a verificar como está a performance de cada situação. Ao utilizarmos o Google Signal é possível afirmar que, mesmo com as melhorias a se fazer na captação da versão Beta, a ferramenta mostra-se muito útil. Todavia, filtros e análises secundárias mais profundas permitiriam que o administrador compreendesse melhor a jornada do consumidor. Portanto, com uma promessa inovadora, o recurso promove insights aos profissionais de marketing, mas ainda carece de informações mais claras.   </p>
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		<title>Aprenda a criar uma landing page para sua campanha de Google Ads</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/landing-page-otimizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2018 12:14:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maneira de fazer marketing mudou, hoje, uma empresa que pretende realizar uma ação de links patrocinados, com bom desempenho, visa sempre a melhor experiência ao consumidor. Devido à importância de explorar a atenção do usuário, esse vem sendo um assunto recorrente em nosso blog. Abordamos, aqui, boas práticas para você se diferenciar dos concorrentes nos resultados de busca. Porém, desta vez o objetivo é encantar o usuário através de uma landing page qualificada. Realmente, um dos primeiros passos para ter uma campanha de destaque é alcançar um bom CTR (taxa de cliques). Ou seja, atrair mais visitantes que os outros anunciantes é ideal para a performance e para a geração de conversões. No entanto, causar uma “boa impressão” nos buscadores é apenas o início para um bom desempenho. Assim que o visitante entra no site, ele espera encontrar uma landing page coerente com o anúncio. A página de destino no Google Ads diz tudo sobre os próximos passos do consumidor. Deparar-se com uma página sem as informações prometidas pela oferta. Ou, simplesmente, que seja visualmente desagradável causará uma rejeição enorme à sua campanha. Pensando nisso, trouxemos para esse artigo insights para você criar landing pages que vendem. Como o Google lê as Landing Pages? Além de fazer suas ações pensando na experiência do consumidor é essencial que elas também estejam otimizadas para os robôs de busca. A landing page é a primeira página, nela se encontram os usuários que clicaram em um link patrocinado. Logo, o Google reconhece que uma página de destino bem estruturada pode ser um fator a mais de classificação. Apesar de técnica, essa otimização demandada pelos mecanismos de busca está muito longe de ser complexa. O principal objetivo é proporcionar as melhores posições às landing pages coerentes e de boa navegabilidade. Veja os tópicos a seguir: Meta tags: As meta tags, tanto de título como descrição, são importantes portas de entrada para a sua landing page. Estruturar a sua página de acordo com elas é uma maneira de mostrar ao Google que você está oferecendo o que foi ofertado; Heading tag: As heading tags são responsáveis por organizar o seu conteúdo. A H1 ou título da página é a principal e, seguindo a mesma linha de raciocínio anterior, ela deve estar relacionada com a oferta; Palavras-chave: Desenvolver o conteúdo ou escrever as Alt tags (imagens) com palavras-chave vinculada ao título é outro coeficiente de otimização importante; URL amigável: Uma URL da página de destino coesa também é um fator simples, mas que pode auxiliar no seu índice de qualidade; Código limpo: O Google não consegue ler, por exemplo, códigos Flash. Portanto, utilizar HTML5 é uma sugestão para não ter nenhuma complicação; Tempo de carregamento: Páginas lentas, segundo os robôs de busca, tem uma alta rejeição dos visitantes. Assim sendo, proporcionar melhor desempenho comprimindo imagens, por exemplo, é uma alternativa para ranquear melhor; Versão Mobile: Por fim, sites que contém uma versão responsiva para mobile terão um melhor desempenho comparado às que não a possuem. Agora você já sabe como aumentar o índice de qualidade da sua campanha através de uma página de destino otimizada. Contudo, para montar uma landing page eficiente é necessário pensar na experiência do visitante. Para tanto, traremos, adiante, as características comuns de páginas que realmente convertem. Como fazer uma Landing Page de alta performance? O algoritmo do Google pode dar os caminhos para obter uma vantagem competitiva e até gerar mais cliques. Mas só uma página bem estruturada, que explore o comportamento, as dúvidas e dores do cliente performam melhor. Isto é, são responsáveis por gerar leads e, consequentemente, adquirir maiores taxas de conversão. Grandes anunciantes observam tendências do mercado e analisam o perfil de sua persona. Assim, eles conseguem produzir landing pages de alta performance. Desse modo, conclui-se que cada página possui características únicas. Mas as observando, também é possível perceber que elas seguem alguns padrões de qualidade. Posto isso, separamos três dicas você seguir e gerar muitos leads. Produza um conteúdo relevante e original Assim como na produção de qualquer texto na web, a sua landing page precisa de conteúdo único. Quando um consumidor encontra um anúncio ele está buscando algo ou alguém que possa resolver o seu problema. Trabalhar a oferta divulgada no anúncio ao longo da sua página de destino é essencial para despertar o interesse do visitante. Aqui é importante trazer, da maneira mais criativa possível, os benefícios e atributos do seu produto ou serviço. Explorar suas qualidades exclusivas também é um diferencial. Para produzi-lo de forma assertiva, você pode criar grupos de anúncios e escrever de maneiras diferentes para cada um. Dessa maneira, será realizado o teste A/B que resultarão em relatórios precisos. Responsáveis por definir qual a melhor maneira de interagir com os buscadores ou comunicar-se com o usuário. Desenvolva sua página visualmente O design da sua landing page não possui nenhum valor para os buscadores, mas é um dos aspectos mais importantes na conversão. Tornar sua página visualmente agradável e destacar pontos importantes podem fazer toda a diferença. Uma vez que o usuário já aprovou o seu conteúdo, porém não encontrou seu botão de CTA (chamada para ação), você perdeu um lead em potencial. Organizar e dar destaque aos conteúdos mais importantes da sua landing page são as melhores alternativas para promover uma boa experiência. Você pode fazer isso, por exemplo, colocando cores contrastantes no seu formulário de cadastro ou organizar e marcadores os benefícios do seu serviço. Procure não poluir o layout e, assim como anteriormente, faça testes para ver como as pessoas reagem. Passe confiança ao visitante Por último e não menos importante, abordaremos um assunto que passa muito pela produção do conteúdo. Passar confiança ao consumidor é a melhor maneira de obter leads mais qualificados para a venda. Mas como é possível dar segurança ao visitante a partir de uma página de destino? Primeiro conte sobre você, seja transparente, fale sobre a história da empresa e apresente seus objetivos e valores. Mostrar cases, experiências e metodologias também é uma</p>
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		<title>O que é CPC? Qual a sua importância nas campanhas online?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/cpc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 20:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
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		<category><![CDATA[estrategia-de-lances]]></category>
		<category><![CDATA[links-patrocinados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CPC ou Custo por Clique&#160;é uma métrica bastante eficiente e vantajosa utilizadas em anúncios virtuais, como acontece no Google Ads. No entanto, hoje em dia, outras plataformas já aderiram ao CPC. É o caso de redes sociais como o Facebook, o Twitter e o Instagram, nas quais também é possível pagar pelo anúncio só quando um usuário clica no link da sua mídia. Assim, além de ter um preço mais justo, o anúncio ajuda a identificar os resultados junto ao público. E se você quer saber mais sobre o assunto, continue lendo este artigo e saiba tudo a respeito de o que é CPC? Qual a sua importância nas campanhas online? Para tanto, confira as informações contidas nos tópicos a seguir: Como funciona o CPC? Vantagens do CPC Como o CPC é calculado? O que o CPC indica? Como funciona o CPC? O Custo por clique ou CPC se tornou uma das formas essenciais para se calcular o retorno de campanhas de Marketing Digital em mídias pagas. Essa métrica pode indicar qual é o custo máximo que sua empresa está disposta a pagar para conseguir trazer o maior retorno sobre o investimento. Campanhas de CPC do Google Ads podem ser os links patrocinados que aparecem no topo dos resultados de pesquisa. Esses anúncios surgem sempre que o usuário digitar no buscador as mesmas palavras chaves que o anunciante definir para sua campanha. Por exemplo, se uma loja que vende eletrodomésticos anunciar no Google Ads, ela pode escolher entre as palavras-chaves termos como “fogão 4 bocas”, “ar condicionado split”, “refrigerador Brastemp”, etc. Elas devem ter relação com o que é vendido na sua loja. Assim, quando o usuário digitar essas palavras, o anúncio da loja ganha destaque na pesquisa. No entanto, apenas se esse consumidor clicar no link patrocinado o Google desconta o valor do clique do investimento total feito pelo anunciante. Vantagens do CPC Já que o anúncio do tipo CPC só é pago à medida que recebe cliques, quem anuncia consegue prever quantos cliques vai durar o seu anuncio na plataforma escolhida para anunciar. Além desse, o mecanismo oferece muitas vantagens para uma campanha de marketing digital. Entre elas, conseguir medir com mais clareza os resultados obtidos com os seus anúncios, ou seja, quantos usuários exatamente clicaram no seu link. Desse modo, é possível ainda analisar o impacto que a mídia do seu negócio provoca nas pessoas. Afinal, se um determinado número delas clicarem no seu site em um determinado período de tempo, mas nesse mesmo prazo não houver nenhuma venda, por exemplo, significa que o anúncio não é atrativo o suficiente. Claro que para chegar a essas conclusões é preciso incorporar essa estratégia na sua campanha de marketing e acompanhar todos os resultados. Outra vantagem do CPC é a possibilidade de estabelecer uma meta de cliques desejados. Com isso, você pode calcular o custo de campanha previamente, evitando extrapolar o seu orçamento. Portanto, esse tipo de anúncio é útil não só para aumentar a conversão de vendas do seu negócio, como também para obter um maior tráfego em seu site ou blog. Como o CPC é calculado? A forma como o CPC é calculada é bastante simples. Para calcular, basta dividir o custo total&#160;pelo número de cliques que o mesmo recebeu. Com isso, pode-se dizer que, por exemplo, se você investir R$ 1.000 em links patrocinados e sua campanha obteve 2500 cliques, seu custo por clique foi de R$0,40. Em geral, o valor do clique é definido por meio de diferentes aspectos, como o tipo de anúncio, o produto ou serviço anunciado e a audiência que se quer atingir. Com o CPC, portanto, é possível executar uma campanha de marketing mais assertiva. Afinal, você sabe exatamente quanto está custando para cada pessoa que acessar o seu site e avaliar se esse custo está valendo a pena. Quem está começando a usar a internet para divulgar a sua marca pode iniciar investindo valores baixos nos anúncios. E conforme os resultados, aumentar ou não, o dinheiro gasto com o link patrocinado. É possível, inclusive, perceber quando a campanha não está oferecendo os resultados previstos. Com isso, basta você mudar a abordagem para atrair e conquistar o seu público alvo. O que o CPC indica? Agora que você já sabe o que é CPC e qual a sua importância nas campanhas online pode apostar nesse tipo de anuncio e acompanhar os resultados para verificar diferentes informações. Afinal, o CPC indica: Quantas pessoas clicaram no seu anúncio; Como foi a interação da pessoa que clicou com a sua mídia; Quanto custa o clique de cada usuário da plataforma; Quanto tempo dura o seu anúncio na plataforma; Quanto reservar para as campanhas de marketing com CPC; Quais são as palavras-chaves que mais atraem no seu segmento; Quando as suas ações de marketing são mais atrativas. Essas e outras informações são possíveis de obter porque as plataformas que disponibilizam o anúncio do tipo CPC também contam com relatórios para que você possa acompanhar e analisar os resultados. Assim, é possível ajustá-lo de acordo com a necessidade. &#160;</p>
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		<title>Native ADS &#8211; Quando a publicidade se torna conteúdo</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/native-ads-publicidade-conteudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2018 16:18:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que são os Native Ads? O uso de anúncios pagos que correspondem à aparência e função do formato de mídia em que aparecem é o que chamamos de&#160;publicidade nativa. Pode-se dizer, também, que a&#160;publicidade nativa&#160;consiste em uma técnica de&#160;publicidade&#160;na web em que o anunciante tenta ganhar a atenção dos consumidores, fornecendo um conteúdo valioso no contexto da experiência do usuário. Os anúncios nativos são mais comumente vistos em feeds de mídia social ou como conteúdos recomendados em uma páginas da internet. Ao contrário dos anúncios gráficos ou de banners, que são óbvios, notáveis (e muitas vezes, até mesmo incômodos) os anúncios nativos não são realmente parecidos com anúncios tradicionais. Eles parecem parte do fluxo editorial da página. A chave para a publicidade nativa é que ela não é intrusiva. A ideia principal por trás deste tipo de anúncio é o usuário praticamente não notar diferença entre os anúncios e o conteúdo orgânico. Quais são os tipos de Native Ads? A principal organização responsável pelo desenvolvimento de padrões do setor de anúncios e pela realização de pesquisas de negócios,&#160;O Interactive Advertising Bureau (IAB), publicou em 2013 um relatório detalhado com seis categorias diferentes para categorizar anúncios nativos. Veja aqui uma versão geral e resumida de cada um deles. In feed Como o nome indica, os anúncios no feed acabam por se localizadas no próprio feed de conteúdo normal do site. O que significa que eles aparecem como se o conteúdo tivesse sido escrito por/ou em parceria com a equipe do editor para corresponder às histórias ao redor. Muitas vezes, é fácil passar despercebido como o post de alguma página que você segue. O conteúdo é marcado como patrocinado e aparece no site em um formato semelhante a todos os outros conteúdos da publicação. Esta categoria é um dos formulários de anúncios nativos mais populares devido à sua eficácia. Promoted Listing Geralmente apresentados em sites que não são baseados em conteúdo, como sites de comércio eletrônico, os anúncios promovidos são apresentados de maneira idêntica aos produtos ou serviços oferecidos no site em questão. Eles não têm conteúdo editorial, mas são projetados para se adequarem perfeitamente à experiência de navegação. Paid Search Ads Conhecidos como links patrocinados, anúncios de pesquisa paga são como anúncios promovidos, com a diferença de que que as listagens aparecem na parte superior dos resultados de pesquisa do usuário. Não é incomum ver isso no Google ou Bing, por exemplo. Faça o teste. Pesquise o nome de algum produto eletrônico, por exemplo, e veja como funciona. Geralmente encontrados acima ou abaixo dos resultados da pesquisa orgânica ou em posição favorável, são vendidos a anunciantes com uma garantia de posicionamento ideal na página do mecanismo de pesquisa. É algo bem simples como: &#8220;Me pague que quando procurarem um produto que você tem, o seu nome vai aparecer em evidência&#8221;. Esses blocos de anúncios também são usados para promover negócios, dependendo da localização do internauta ao fazer a pesquisa e de suas preferências para determinadas empresas. Tais anúncios geralmente possuem uma aparência idêntica a outros resultados na página, com exceção dos aspectos de divulgação. Recomendation Widgets Geralmente fornecidos por meio de um widget, os anúncios de recomendação geralmente são reconhecíveis por palavras que implicam referência externa, sugestões e tópicos tangencialmente relacionados. &#8220;Você pode gostar também&#8221;; &#8220;Você pode gostar&#8221;; “Em outros lugares da web”; “De toda a web”; &#8220;Você pode ter perdido&#8221; ou &#8220;Recomendado para você&#8221; normalmente caracterizam essas unidades. Essas recomendações patrocinadas são links pagos de descoberta de conteúdo distribuídos por redes de amplificação de conteúdo. Essas redes amplificam o conteúdo da sua marca ao recomendá-lo em sites com um público semelhante. In-Ad (IAB Standard) Esse tipo de publicidade nativa parece um anúncio padrão, mas tem uma ligação forte e extremamente contextualizada com o editor. Por exemplo, uma marca de placas de vídeo fazendo sua propaganda numa e-store de produtos eletrônicos para gamers, uma marca de doce de leite fazer propaganda de sua marca em um site de receitas de sobremesa com uma receita própria e etc. Custom Aí, com o próprio nome já deixa bem claro: formatos customizados. Esses anúncios aparecem de várias maneiras diferentes, no entanto, existe uma espécie de padrão. Eles sempre tem como característica predominante o mesmo estilo do local onde está sendo apresentado e providenciando uma experiência não intrusiva para o usuário. Resumindo, um anúncio que tenha o visual se assemelhando ao conteúdo da página e que mantenha uma experiência natural de exploração do site para o usuário é considerado um anúncio nativo ou&#160;native ad. Publicidade nativa é alternativa elegante aos anúncios de sempre? Bom, isso de fato vai depender muito. A principal razão pela qual tantas pessoas são desligadas por anúncios é que as consideram irritantes e intrusivas. Muitos anúncios interrompem o que os usuários estão fazendo, o que já irritante o bastante por natureza. Alguns ainda fazem ruídos altos, tocam música do nada ou têm cores brilhantes e irritantes. Há piores, como os que são tão grandes e abrem tantos pop ups que transformam a navegação do site em um processo doloroso e labiríntico. Não devemos ir longe demais Uma coisa, no entanto, é fato: a publicidade nativa resolve um problema para usuários e anunciantes ao fornecer conteúdo que não interrompa a experiência do usuário e, portanto, é mais provável que seja visto pelos consumidores. Mas deve-se tomar cuidado, o usuário gosta de identificar um anúncio. Quando não se é possível dizer a diferença entre um post comum e um anúncio, a sensação que o internauta tem é a de estar sendo enganado e isso pode causar um grande efeito negativo. A ascensão dos Ad Blockers Ad Blockers tem ficado mais comuns a cada dia, fazendo com que você não possa&#160;confiar nas formas antigas de publicidade se quiser alcançar seus consumidores. Eles têm ferramentas para bloquear seus anúncios e sabem quais anúncios devem ser evitados, mesmo se os visualizarem. Você precisa pensar com mais cuidado sobre como se envolver com os usuários, se quiser divulgar sua marca ou aumentar as vendas. Seu</p>
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		<title>Como o volume de buscas é determinado nas ferramentas de SEO/SEM?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/volume-de-buscas-sao-determinados/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 22 May 2018 17:58:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SEO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na hora de trabalhar com Links Patrocinados e SEO a gente sabe a importância dos volumes de busca que os sites nos dão, mas você sabe exatamente como que eles calculam esse número? Em nosso artigo vamos te explicar como as empresas fazem a matemática das palavras-chave que são buscadas. Você vai descobrir que até mesmo o Google, a gigante da internet que é responsável em calcular os próprios números, às vezes também acaba errando um pouco na conta. Como eles calculam o número de buscas? Saber o número de pesquisas é uma das métricas mais usadas na hora de escolher uma palavra-chave ou até mesmo argumentar a importância de uma campanha e de alcançar o primeiro lugar. Com o lançamento de novas ferramentas para Marketing Digital, às vezes o número de pesquisas acabam aparecendo diferente em ferramentas diferentes. Muitas delas discordam até mesmo do Planejador de Palavras-Chave que é a ferramenta oficial do Google. O engraçado é que a maioria das ferramentas retira a informação diretamente do Planejador de Palavras-chave do Google. Mas se todas usam a mesma fonte, por que os números são diferentes? O número oficial da Google é a quantidade média de pesquisas anuais, elas são recalculadas todo mês. Como os softwares de Links Patrocinados usam bilhões de palavras-chaves e elas precisam ser atualizadas de forma pouco automáticas, fica difícil atualizar o número de visitas todo mês. Logo, as ferramentas vão demonstrar números diferentes do Planejador do Google porque elas não conseguem se atualizar tão rápido quanto os dados oficiais da empresa. Qual a assertividade do volume de buscas do Adwords? Todo mundo iria amar se soubesse que o número que estão usando é exatamente o certo, não é mesmo? Mas até mesmo o Google deixa essa questão um pouco em aberto. Não tem como ter certeza. A definição oficial do volume de buscas é mais ou menos o seguinte: “A média anual arredondada de número de pesquisas para essa palavra-chave e as variáveis baseadas no seu alvo e na data escolhida. Você pode usar essa ferramenta para ver a popularidade de um termo de busca durante um período do ano”. Vamos então analisar de forma mais próxima a definição oficial. Média anual. Como a média é calculada pelo número de pesquisas anuais, o que afeta muito a estratégia. O termo “natal” é pesquisado 201,000 por mês no Google, mas isso não é bem verdade. A média mensal é mais ou menos 80,000, mas como em dezembro dá um pulo para 1 milhão de busca, o número anual de buscas divididos por 12 é de 201,000. Ou seja, se você fizer um site focado nessa palavra chave esperando 201,000 visitas por mês isso não vai acontecer, mas é possível que durante o Natal o número pule para milhões. Por isso é importante olhar o número de buscas mensais, clicando em mês por mês, em vez de ver o número geral que eles te fornecem. O arredondamento. Como eles aumentam um pouco o volume mensal para deixar os números redondos, isso acaba afetado a realidade também. Se um termo é pesquisado 243 vezes por mês, eles vão adicionar 7 buscas para fechar 250 mensal, isso multiplicado por 12 dá um total de 84 pesquisas que não ocorreram. Previsão de Desempenho. No Planejador de Palavras-chave também é possível achar o Previsão de Desempenho que vai te dizer mais ou menos quantos cliques são possíveis atingir com aquele termo de busca. Para acessar, você precisa adicionar uma palavra-chave, depois de adicionar ao plano, na parte direita clicar em plano de análise. O problema é que essa ferramenta do próprio Google também demonstra um volume de buscas diferentes do Planejador. Abaixo a previsão de desempenho para natal. Como você pode ver, a quantidade de buscas que são feitas mensalmente no Google não são iguais em nenhuma ferramenta, nem as oficiais, logo, é um assunto um pouco obscuro saber o número certo. Qual a melhor forma de lidar com o volume de buscas? Se existe uma variável tão importante que não sabemos ao certo como que é calculada pela Google e que aparece com números diferentes em várias ferramentas, como devemos pensar o volume de buscas na hora de fazer uma campanha? Primeiro é importante pensar que uma das alternativas é relaxar um pouco. Se um termo é pesquisado 100 mil vezes mensalmente, será que 100 ou 200 pesquisas a mais que eles usaram para arredondar que vai destruir sua campanha? De forma geral, apesar dos números não serem iguais em todas as ferramentas, eles não costumam ser extremamente diferentes e os valores são bem parecidos nas diversas plataformas. É importante saber também que o volume de buscas maior nem sempre é o melhor para um site. Quando a concorrência é muito alta, um termo que é pesquisado muitas vezes pode gerar menos do que um que tem um volume de buscas baixo mas muito menos concorrência. Por exemplo, se só procuram “passarinho mudo” mil vezes por mês mas você for o único a escrever um artigo focado na rara espécie de passarinhos mudos, você vai receber toda as visitas. Agora, se procuram “canário” 100 mil vezes e existem 10.000 artigos sobre, fica muito mais difícil conseguir mil visitas. Esse exemplo é apenas uma simplificação geral da ideia de concorrência e competição que existe quando pensamos em palavras-chave. Sua campanha tem que levar em conta o volume de buscas, claro, mas a pequena diferença que aparecem nas plataformas não é o que vai garantir o sucesso dela ou não. Conclusão sobre o volume de buscas O Google e as empresas que fornecem ferramentas para Links Patrocinados e SEO costumam ser muito atualizadas e estão sempre procurando melhorar as estatísticas, números que compartilham com os usuários e assim por diante. A tendência é que o número de buscas se torne cada vez mais preciso e que os dados se aproximem sempre da realidade, mas como falamos, não é esse o fator que vai fazer sua campanha atingir muitas pessoas ou não.</p>
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		<title>Links Patrocinados &#8211; Entenda como funciona e suas vantagens</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/links-patrocinados-entenda-como-funciona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2018 14:04:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente o termo links patrocinados é algo que gera dúvida em muitas pessoas. E se você também não sabe o que isso significa, então está no lugar certo! Nesse post vamos abordar de forma mais direcionada o que são links patrocinados e porque muitas pessoas adotam essa estratégia para atingir um bom tráfego e boas conversões em seus negócios online. Continue lendo esse post e descubra: O que são links patrocinados; O que são agências certificadas; Quanto custam os links patrocinados; Quais são as mídias mais anunciadas; Por que usar anúncios pagos em suas estratégias de marketing; Como utilizar os links patrocinados a favor das suas campanhas na internet. Confira! Links patrocinados: O que são? Os links patrocinados, também conhecidos como anúncios pagos, nada mais é do que uma estratégia de marketing digital utilizada para garantir um número maior de conversões para um determinado negócio online. Esses anúncios pagos representam uma boa maneira de atrair a atenção de clientes em potencial, uma vez que, por meio deles, você consegue obter uma maior visibilidade na internet a partir das palavras-chave escolhidas para fazer parte das suas campanhas de links patrocinados. Hoje em dia existem várias ferramentas que atuam com links pagos, no entanto, um dos mais conhecidos é o Google Ads. Esta é uma plataforma de anúncios online, responsável por fazer a divulgação dos seus anúncios a partir das palavras chaves escolhidas para cada campanha. (Aproveite para ver a plataforma do Google Ads) O diferencial dessa plataforma está no fato de que o valor pago pelo anúncio ao Google, só será descontado do seu orçamento, quando o visitante efetuar um clique em uma palavra-chave que foi determinada por você no ato da construção da campanha. Ou seja, esta é uma segurança a mais de que você não estará desperdiçando o seu investimento. Além disso, o sistema foi construído para facilitar a vida do usuário, ou seja, é bastante simples, desde que você dedique tempo para aprender as melhores formas de anunciar, através de testes de eficácia dos anúncios individuais. Mas, também pode contratar profissionais para criar e gerenciar suas campanhas e entre eles, existem as agências certificadas. Vejamos como isso funciona. O que são agências certificadas? O Google Ads é a plataforma mais popular por vários motivos (quem nunca usou o Google?), mas também, porque inclui um conjunto de métricas e ferramentas internas que, se bem usadas, podem aumentar o potencial de crescimento de sua empresa através de seus objetivos. Existem muitas agências e profissionais especializados no gerenciamento de contas de publicidade online. Eles trabalham para trazer as pessoas mais indicadas para o seu tipo de negócio, traçando o perfil do cliente e abordando os canais e o anúncio certo. Por isso, existe uma busca interna, pelos chamados Google Partners, que podem ser autônomos, consultores ou agências de marketing digital, com resultados comprovados pela empresa. Agências que possuem a certificação Google Partners possuem um selo do Google indicando que são qualificadas para gerenciamento das campanhas no Google Ads. Na verdade, esses profissionais passaram em um teste interno do Google, como certificação básica, mas, que trouxeram aumento da taxa de conversão dos seus clientes, bem como, demonstraram capacidade de sustentar este crescimento. Mais do que isso, deram resultado sem aumentar os gastos dos clientes com os links patrocinados em si mesmos, ou seja, souberam como aprimorar as campanhas sem necessariamente, torná-las mais caras. Por outro lado, é evidente que estes profissionais cobram preços diferenciados, na mesma medida em que podem garantir os resultados de seu trabalho e portanto, a escolha por eles, depende da sua estratégia, expectativas e capacidade de investimento. Mas, para se decidir, é importante que entenda como funcionam os custos dos anúncios na internet, então, vamos falar um pouco sobre isso. Quanto custam os Links Patrocinados? Uma campanha digital não é um outdoor, anúncio de revista ou, comercial de televisão. Em todos estes casos, você trabalha com um custo total fixo, mas, resultado imprevisível. Vamos construir um exemplo para facilitar. Em um outdoor, terá de pagar uma agência para criar o seu anúncio, mais um preço fixo pelo tempo de exposição e um valor baixo, seria de R$ 500,00 para duas semanas, mas, isso é variável e não inclui a criação do anúncio. Além disso, se o lugar do outdoor não for apropriado ou, se o anúncio não for atrativo, não há nada que possa fazer a não ser, dar aquele dinheiro como perdido. A vantagem dos links patrocinados, é que você pode alterá-los a vontade e só trazem custos, em situações específicas, principalmente, quando uma pessoa clica neles. Há algumas diferenças entre plataformas e estratégias, mas, em geral, o custo é medido pelo chamado CPC, que seria o custo por clique. Como dissemos, quando montar uma campanha de links patrocinados, você escolhe palavras-chave associadas ao seu negócio. Se tem uma pizzaria, você cria um anúncio com um termo de busca como “pizzaria 24 horas” e define alguns parâmetros para que seja mostrado. Se estiver instalado no Jaboatão em São Paulo, não vai querer pagar o anúncio para uma pessoa que mora em Passo Fundo ou Curitiba, porque não são o seu público e a geolocalização permite estabelecer este filtro. O CPC estimado de “pizzaria 24 horas” é, neste momento R$1,17. Então, neste exemplo o custo do anúncio seria de apenas R$1,17 e só seria cobrado, se alguém localizado no Jaboatão em São Paulo, clicasse nele. Os custos variam de acordo com o setor da sua empresa, por exemplo, a palavra &#8220;aparelhos auditivos&#8221; está em um setor extremamente competitivo chegando R$4,88 por clique. Isso porque o Google funciona como um leilão, as pessoas dão lances para determinar a posição que aparecem no site. Porém, como dissemos, existem diferenças entre as plataformas e também, entre as opções oferecidas por cada uma delas e assim, é importante explicar algumas destas diferenças, seguindo as mais populares. Quais são as mídias mais anunciadas? Além de tudo que já dissemos, não custa repetir que a essência do marketing digital é o direcionamento dos seus anúncios, para um</p>
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		<title>Por que anunciar nas mídias digitais é vital para o sucesso de um site ?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/midias-digitais-e-sucesso-do-site/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2015 01:13:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8230;E então você contratou uma agência de desenvolvimento de sites, dedicou horas alinhando o briefing, o conteúdo, as fotos e o template. Semanas depois de iniciado o projeto o site enfim é concluído, publicado e fica impecável. E então chega o grande dia do lançamento.&#160; Google Analytics preparado e&#8230;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Zero visitas!&#160;&#160;&#160;&#160; Você aperta o F5 algumas vezes, afinal o &#8220;Google deve estar errado&#8221; e&#8230;&#160; 1 visita.&#160; Espera, uma visita, deve ser a minha ?!? &#160;&#160; Brincadeiras a parte essa cena se repete inúmeras vezes.&#160;&#160; A probabilidade de um site com domínio recém publicado receber tráfego, sem divulgação é próximo o zero. É claro que se há divulgação off-line, em outros canais de mídia, o site pode sim ter tráfego, porém, &#8220;internet se divulga dentro da internet&#8221;.&#160;&#160; Em outras palavras, é melhor divulgar um site no Google, Bing e Buscapé, do que colocá-lo em um anúncio na mídia impressa, por exemplo. A internet é incrivelmente poderosa ao permitir a mensuração de tudo. Da visualização de um anúncio, ao clique e por sua vez uma venda.&#160;&#160; Pequenas e médias empresas as vezes cofundem ações de &#8220;branding&#8221;, foco em reforçar e dar visibilidade à marca, com &#8220;resposta direta&#8221;. Para pequenas e médias empresas, com um site na internet, poucas vendas através do site serão efetivadas por que um potencial cliente viu um anúncio em uma revista, com apenas um logo e um slogam.&#160; Grandes empresas constroem sua comunicação por traz de propagandas engraçadas, emotivas e com muita frequência se dão &#8220;ao luxo&#8221; de não provocar a resposta direta.&#160; O objetivo é outro, fixar a marca e estar na mente do consumidor no momento em que ele estiver próximo a um canal de venda. Já para pequenas e médias empresas, pode ser muito mais eficiente trabalhar com ações de resposta direta. Ofertas mais objetivas, que matem as objeções dos clientes, que ativem os gatilhos de motivação dos potenciais compradores.&#160; Nesta perspectiva os buscadores potencializam os resultados dos pequenos anunciantes. Democratizam o mercado uma vez que coloca lado a lado grandes e pequenas empresas, a um clique de distância. Para sites recém lançados estratégias de SEO podem sim funcionar, porém, leva-se tempo para que os buscadores indexem organicamente as páginas do site (Se seu site é recém publicado, lembre-se de adicioná-lo ao Google, através do link http://www.google.com.br/add_url.html).&#160;&#160; Além disso o Google olhará se em seu site há conteúdo original e qual a frequência de atualização.&#160;&#160; Por exemplo, se você publicar um pequeno grupo de artigos e não atualizar o site por vários meses, o Google entende que o site tem pouca frequência de atualização e passa a analisar o conteúdo com menor frequência.&#160; Ou seja, a não ser que seu site seja um portal de conteúdo, o tempo necessário e a probabilidade de apenas o SEO gerar bons resultados no curto prazo é muito pequena.&#160;&#160; O ideal é trabalhar em conjunto estratégias de divulgação paga e orgânica. A divulgação boca a boca pode funcionar, porém, com resultados muito limitados, a não ser que o seu negócio seja a sensação do momento e esteja sendo compulsivamente compartilhado nas redes sociais.&#160; Via de regra sites sem divulgação não geram resultados. Alguns dados interessantes podem ajudar na tomada de decisão. Por exemplo, via de regra uma taxa de conversão de 3 % é tida como boa para a média do mercado brasileiro.&#160; Isso significa que a cada 100 pessoas que entram em seu site, 3 pedem um orçamento ou efetivam uma compra.&#160; Ou seja, se seu site recebe 20 visitas por dia, provavelmente não gerará nenhum resultado. Se o seu site foi desenvolvido apenas para funcionar como um cartão de visitas ou catálogo on-line, para reforçar uma outra estratégia de vendas principal, tudo o que foi dito acima pode ser descartado, entretanto, se o site é o seu único canal de vendas, considere o Google Adwords e afins. Primeiros passos Estabeleça as metas de conversão.&#160; É extremamente importante calcular o ROI (Retorno sobre o investimento) das ações no Google Adwords.&#160; Por exemplo, se o ticket médio de sua venda é alto e seu segmento com baixa concorrência é quase certo que o Google Adwords trará retorno positivo.&#160;&#160; Por exemplo, empresas que comercializem barcos de alto luxo e que consigam uma taxa de conversão de 3%, com custo por conversão de R$ 25,00.&#160;&#160; Se a cada 10 cotações (ou R$ 250,00 de gasto no Adwords) conseguir uma venda de R$ 2.5 milhões, com margem de 10 %, o ROI foi positivo. Entretanto, se sua empresa comercializa itens de R$ 1,00, como uma caneta BIC, podemos afirmar sem muita análise que não compensa anunciar no Google, isso por que, tomando como base os&#160; mesmos 3% de conversão, a um custo por clique de R$ 1,00, seriam necessário na melhor das hipóteses R$ 33,33 para atrair uma venda de R$ 1,00.&#160; Ou seja,ROI negativo. O que é importante destacar é que, a priori, se a sua empresa não tem o histórico do custo de conversão, esse é um dos mais relevantes parâmetros a ser documentado para que sirva de base para determinar o ROI. Monitore as conversões.&#160; Pode parecer óbvio, mas grande parte dos anunciantes do Google não monitoram as conversões.&#160; Isso ocorre muitas vezes por falta de conhecimento técnico para implementar os códigos de conversão do Google.&#160;&#160; Mostraremos em outro artigo, como implementar, passo a passo os códigos de conversão do Google. Estude as palavras que geram retorno. &#160;&#160;Quando estiver planejando quais palavras-chaves utilizar nas campanhas do Google Adwords, verifique as tendências de pesquisa no Google Trends. https://www.google.com.br/trends/ A ferramenta do Google Trends pode dar bons indicadores de quais palavras possuem baixo volume ou alto volume de buscas.&#160;&#160; Procure por palavras com alto volume de buscas versus baixa concorrência (veremos como analisar a concorrência em outro artigo). Por fim, lembre-se da máxima &#8220;a propaganda é a alma do negócio&#8221;.&#160; Acompanhe nossos artigos com os tutoriais para criar sua campanha no Google Adwords e atrair cada vez mais clientes. Até a próxima!</p>
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