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	<title>Arquivos marketing-conteúdo - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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		<title>Quais as melhores ferramentas de automação de e-mail?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2019 21:45:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enviar e-mails para clientes em potencial do seu negócio é uma estratégia de marketing ainda muito eficiente. Afinal, praticamente todos os internautas possuem um endereço de e-mail, sendo que, ao enviar material dessa forma, a comunicação é direta com o consumidor. No entanto, ficar enviando um por um todos os e-mails para os contatos da sua empresa é coisa do passado. Hoje, existem ferramentas de automação de e-mail, que possibilitam o disparo de um grande volume de mensagens, com rapidez e praticidade. Além disso, criando e-mails adequados, não se corre o risco de eles serem classificados como spam antes mesmo de serem vistos pelo seu público-alvo. Vale lembrar que, se você tentasse fazer o mesmo com uma conta de e-mail comum, eles iriam ser classificados como spam. E mais, pela grande quantidade de e-mails enviados de uma só vez, a conta de e-mail utilizada pode até mesmo ficar desativada por algum tempo. Ou seja, para enviar e-mail marketing, é essencial ter a ajuda de um aplicativo específico com essa função. Mas qual usar, já que a oferta é grande? Se você deseja saber quais as melhores ferramentas de automação de e-mail, continue lendo este artigo. Nos tópicos a seguir, você encontra as melhores opções disponíveis. RD Station Hubspot E-goi RD Station Uma das ferramentas de automação de e-mail mais populares é a RD Station, que oferece muitas funcionalidades para quem deseja investir para valer no marketing digital. Entre elas, existe a função de envio de e-mail marketing com total eficiência. Uma das principais vantagens está o fato da ferramenta contar com suporte em português via e-mail e chat, sendo que nem todas as ferramentas dispõem essa opção. Mais um diferencial em relação a outros aplicativos é que o e-mail pode ser enviado para até 5 mil contatos, já no plano mais básico. Entre as suas demais características, está a possibilidade de até 15 usuários usarem a plataforma. Também é possível enviar e-mails 7,5 vezes o número de contatos, além de permitir o controle e monitoramento de até 200 palavras chaves. A RD Station dispõe ainda as funções de criação de newsletter, de landing pages, de formulários e gerenciamento e nutrição de leads. Outras funcionalidades são segmentação de público alvo, lead scoring e analytics no blog. E mais, com essa ferramenta, é possível gerenciar as redes sociais nas quais a sua empresa tem perfil, o que pode ser associado ao uso do e-mail marketing. Para quem busca o básico e está iniciando no marketing digital, a RD Station é uma ótima solução para o seu negócio. Além disso, a sua interface é amigável e conta com muito material de ajuda. Mais uma razão para os iniciantes aderirem a essa forma de enviar e-mails aos seus clientes em potencial e aumentar a conversão de vendas do seu negócio. Hubspot Mais uma das ferramentas de automação de e-mail indicada para empresas que desejam usar o envio de e-mail marketing nas suas estratégias de marketing digital é a Hubspot. Entre os seus diferenciais, está o fato de não ter limite para o número de usuários do aplicativo. Também permite fazer disparos 10 vezes o número de contatos, o que significa enviar até 10 e-mails marketing por mês para o seu público alvo. Mais um diferencial é que possui CRM próprio (Gratuito), além de oferecer integração com diversos outros CRMs. Essa sigla se refere a softwares que contribuem em muito com a gestão dos clientes de uma empresa, permitindo uma relação mais assertiva com o público, o que ajuda imensamente a vender mais. O Hubspot conta ainda com outras vantagens. Entre elas, uma plataforma para a criação de conteúdo, em formato de blog, e o teste A/B inteligente para e-mail marketing, que serve para verificar se uma ou outra campanha será melhor recebida pelos destinatários. E mais, não tem limite para o número de palavras-chaves. Outras características são as funções de newsletter, nutrição de leads, analytics no blog e gestão de mídias sociais. Essa ferramenta conta ainda com formulários, criação de landing pages, inclusive, personalizada, segmentação de público e gerenciamento de lead. No entanto, trata-se de uma ferramenta com suporte apenas em inglês via e-mail e chat. Mesmo assim, a HubSpot é reconhecida como uma ferramenta muito eficaz, embora tenha um alto valor. E-goi Por sua vez, o E-goi é uma das ferramentas de automação de e-mail que mais se destaca entre as demais opções. Além de oferecer o melhor custo-benefício, também é uma plataforma multicanal, onde é possível não só enviar e-mails, mas também SMS e mensagens de voz. Para empresas que trabalham com ações sazonais, a E-goi permite congelar os planos, ou seja, você não fica amarrado ao pagamento de mensalidades e só paga quando usa. Mesmo os seus planos pagos são bem acessíveis. Porém, um dos principais pontos é que disponibiliza suporte todo em português, facilitando o esclarecimento de dúvidas, bem como tutoriais que mostram como usar a ferramenta com praticidade. Outras vantagens é a função de criar funis de e-mails avançados com um sistema drag-and-drop, segmentação avançada, teste A/B e emissão de relatórios sobre os envios. Isso possibilita verificar a taxa de entrega na caixa de entrada dos destinatários. Outras funcionalidades é a criação de páginas de captura dentro do seu próprio servidor e formulários customizáveis, de acordo com o perfil do seu público alvo. Há também uma comunidade E-goi, onde os clientes podem fazer sugestões, sendo que as melhores são analisadas e implementadas na plataforma. Ou seja, é uma ferramenta de automação de e-mail que atende as principais necessidades dos seus usuários. Pela combinação de características, vantagens e diferenciais, têm conquistado cada vez mais empresas e profissionais interessados em incluir o e-mail marketing na sua estratégia de publicidade online. Afinal, é completo e prático e barata. Para contratar a E-goi, clique aqui.</p>
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		<title>Quais palavras geram mais visualizações no Youtube?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/quais-palavras-geram-mais-visualizacoes-no-youtube/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 15:26:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não é nenhuma novidade para nós que o YouTube é capaz de atrair leads para os mais diversos segmentos de mercado, na plataforma você encontra uma grande quantidade de conteúdo. Para deixar a informação mais tangível, imagine que os canais do YouTube foram responsáveis por lançar um quarto de milhão de vídeos nos primeiros sete dias de 2019, totalizando 48.486 horas de conteúdo. Você consegue imaginar de quantas horas estamos falando? Imagine então que um único indivíduo se proponha a assistir aos vídeos por oito horas por dia (sem intervalos para comer, ir ao banheiro, finais de semana ou dia de folga). Esse indivíduo precisaria de nada mais, nada menos do que 16 anos para assistir a todo o conteúdo postado apenas pelos canais mais populares na plataforma, lembrando que estamos falando do conteúdo postado apenas durante a primeira semana de 2019. O vídeo médio postado por esses canais possui uma duração aproximada de 12 minutos e recebeu uma média de 58.358 visualizações, durante a primeira semana de exibição na plataforma. Ao todo, esses vídeos foram visualizados mais de 14,2 bilhões de vezes em seus primeiros sete dias na plataforma. Se você tinha alguma dúvida, agora já pode afirmar com certeza e dados reais que o YouTube é sim um fenômeno global, seus canais mais populares publicaram uma quantidade substancial de conteúdo e geraram milhões de leads para os influencers ou empresas responsáveis pelo lançamento de cada vídeo. Quais as palavras que geram mais visualizações no YouTube? Para obter mais views ou visualizações é importante trabalhar bem alguns tópicos. No ‘You Tube Academy’ você encontra aulas gratuitas de como deixar seu canal mais próximo do sucesso, no entanto, se você está sem tempo no momento, acompanhe este artigo que preparamos, elencando as principais partes das aulas! Antes de trabalhar de fato com as palavras que geram mais visualizações no YouTube, precisamos abordar alguns tópicos. Se você deseja ir direto para a lista de palavras que geram mais visualizações no YouTube, basta rolar para baixo e acompanhar a lista, no entanto se você deseja deixar seu canal ainda mais responsivo e propenso a mais curtidas e seguidores, continue lendo: Aula 1 &#8211; Crie descrições inteligentes As descrições podem transmitir informações valiosas para ajudar os espectadores a encontrar seus vídeos nos resultados da pesquisa e a entender o que assistirão. Descrições bem escritas e com as palavras-chave certas podem aumentar as visualizações e o tempo de exibição, porque ajudam seu vídeo a aparecer em resultados de pesquisa. Para conseguir obter o máximo de suas descrições, a Academy sugere ainda que você atente-se para os seguintes pontos: Dê uma visão geral do seu vídeo usando linguagem natural, não apenas uma série de palavras-chave. Coloque as palavras-chave mais importantes no início da descrição. Identifique uma a duas palavras principais que descrevam seu vídeo e apresente-as em destaque na descrição e no título. Use o Google Trends e o Planejador de palavras-chave do Google Ads para identificar as palavras-chave mais pesquisadas e sinônimos. Incluir esses termos pode ajudar você a maximizar o tráfego de pesquisa. Evite palavras irrelevantes em sua descrição, porque elas proporcionam uma experiência de visualização insatisfatória e podem violar as políticas da plataforma. Aula 2 &#8211; Como funciona o algorítimo do YouTube? Antes de simplesmente selecionar da lista abaixo uma série de palavras que se relacionam com seu conteúdo, é importante que você entenda como seus vídeos podem ser e normalmente são descobertos. O sistema de pesquisa e descoberta do YouTube tem dois objetivos: ajudar os espectadores a encontrar os vídeos que eles querem assistir e aumentar a satisfação e o envolvimento dos espectadores em longo prazo. Basicamente o algoritmo do YouTube segue os seguinte padrões e preceitos: O que seu público e espectadores normalmente assiste; O que seu público e espectadores normalmente não assiste; Quanto tempo seu público e espectadores normalmente passa assistindo; O que seu o público e espectadores normalmente gostam e o que não gostam; Marcações de seu público e espectadores no botão do vídeo &#8220;Não tenho interesse&#8221;. Aula 3 &#8211; Títulos e miniaturas Os títulos e miniaturas são como outdoors para ajudar os espectadores a decidir se querem assistir seus vídeos. Quando bem projetados, podem atrair mais fãs para o canal, encorajar espectadores a assistir seus vídeos, porque já sabem o que esperar, além de tornar o conteúdo interessante para uma ampla variedade de anunciantes. Aula 4 – Hashtags Você pode usar hashtags (#) relacionadas na descrição dos vídeos para ajudar os espectadores a encontrar seus vídeos ao pesquisarem por uma hashtag específica. Ao enviar um vídeo, você pode inserir hashtags (#hashtag #exemplo) no título ou na descrição do seu vídeo. As hashtags na descrição do vídeo são links que os usuários clicam para acessar a página de resultados de pesquisa da hashtag e encontrar mais vídeos sobre o assunto. Adicione hashtags nas partes principais da descrição para ajudar os espectadores a encontrarem seu vídeo. Use somente hashtags relacionadas ao seu vídeo. Por exemplo, se você enviar uma resenha de um filme específico, não adicione hashtags relacionadas a filmes ou atores famosos diferentes ou tópicos não relacionados para aumentar falsamente o número de visualizações. Lembre-se da famosa regra de que menos é mais: tente não saturar a seção da sua descrição com hashtags. O YouTube ignorará todas as hashtags de um vídeo se ele tiver mais de 15 hashtags. Hashtags são especialmente úteis para conteúdo de tendência, como eventos próximos ou pessoas que estão nas notícias. Elas garantem que os espectadores que procuram pelo tópico de tendência encontrem uma variedade de conteúdo relevante. Aula 5 – Aproveite e utilize os cartões e as telas finais de seus vídeos! Cartões são notificações pré-formatadas que aparecem em computadores e dispositivos móveis que podem ser configurados para promover sua marca e outros vídeos no seu canal. É possível escolher dentre uma variedade de tipos de cartões, como produtos oficiais, campanha de arrecadação, vídeo e muito mais. Assim que estiverem configurados, uma pequena caixa retangular, ou teaser, aparecerá no canto superior</p>
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		<title>Quanto ganha um Youtuber: Veja o faturamento anual dos inciantes e dos famosos</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/quanto-ganha-um-youtuber/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2019 10:58:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se pergunta “quanto ganha um youtuber”, a resposta é sempre a mesma: depende do canal, do conteúdo do vídeo, do segmento no qual está inserido, da divulgação e por aí vai. Embora isso seja verdade, essa não é a resposta que você estava esperando, não é mesmo? Por isso, neste artigo, mostraremos tudo o que você precisa saber sobre os formatos de rentabilização dos canais no Youtube. Como um Youtuber ganha dinheiro? Com evolução do mercado de publicidade para os canais digitais, o número de oportunidades para ganhar dinheiro também aumentou. A internet é um ambiente democrático, no qual todos conseguem se posicionar sem a necessidade de grandes investimentos. Nesse sentido, produzir conteúdo é o grande diferencial para alcançar o público digital. Quanto mais conteúdo de qualidade, em vídeo, texto ou imagens, mais pessoas acabam achando seu site, canal ou rede social. Nesse cenário, o Youtube, maior plataforma de vídeos da internet, entra como um dos principais ambientes para compra e venda de publicidade. Nele são carregados mais de 400 horas de vídeo por minuto, os quais podem ser assistidos por mais de 30 milhões de espectadores que acessam a plataforma diariamente! Portanto anunciantes e youtubers de todos os tamanhos utilizam esse canal online para aumentar seu alcance, vender mais ou rentabilizar os seus negócios. Entretanto existem várias maneiras de fazer isso. Continue lendo o nosso post e entenda como funciona cada uma delas. Como o Youtube paga os canais? O formato de &#160;monetização mais popular é oferecido pela própria plataforma &#8211; o Programa de Parcerias do Youtube (YPP) – o qual permite que os youtubers exibam anúncios nos vídeos do próprio canal. Para participar do programa, o dono do canal deverá atender alguns requisitos para ser avaliado pelos especialistas do Youtube. Assim, uma vez aceito, você será pago de acordo com o número de visualizações dos seus vídeos. Como se cadastrar no Programa de Parcerias do Youtube? Se cadastrar como parceiro do Youtube é muito fácil, basta fazer login no seu canal, acessar o Estúdio de criação e, no menu esquerdo, selecionar Canal > Status para, enfim, clicar ativar em “geração de receita”. Entretanto para isso você precisará atender as seguintes exigências: Ter mais de 4 mil horas de exibição pública nos últimos 12 meses; Ter mais de mil inscritos; Vincular uma conta do Google Adsense para receber os pagamentos; Feito isso, seu canal será submetido a uma análise que você pode acompanhar neste link. Em caso de reprovação, o mesmo procedimento só poderá ser feito após 30 dias corridos. Quanto ganha um Youtuber por visualização? Como dissemos, os ganhos vão depender do número de views. Isso porque o Youtube paga seus canais baseado no CPM (custo por mil visualizações) pago pelos anunciantes. Para explicar melhor, ao inscrever-se no programa de parceria do Youtube, você estará ganhando uma parcela do que a plataforma ganha. Ou seja, toda vez que o Youtube receber os valores das empresas anunciantes, o canal que exibir o anúncio receberá parte desse valor. Os ganhos de um Youtuber variam de 0,25 a 4 dólares para cada mil visualizações. Entretanto cada view só é contabilizado quando o usuário acompanha o anúncio por pelo menos 30 segundos (TrueView). O Whinderson Nunes, por exemplo, com uma média de 75 milhões de views no mês, pode chegar a 300 milhões de dólares em ganhos. Veja abaixo quanto ganham os Youtuber mais bem pagos no mundo. Quanto ganha um Youtuber famoso? Veja, segundo a Forbes, quem foram os 10 Youtubers mais bem pagos do mundo em 2018. Contudo, mesmo sendo os mais bem pagos do Youtube, não representam necessariamente os canais mais antigos da plataforma ou até com mais inscritos. Youtubers bem pagos são aqueles que conseguiram passar uma mensagem que conquistasse o maior número de visualizações. Em vista disso, nessa lista você verá influenciadores que já tem uma longa jornada no Youtube. Por outro lado, também se surpreenderá com youtubers que começaram há poucos anos e também conseguiram atingir esses altos valores. Tudo depende do conteúdo e da forma como ele é passado para audiência. Afinal, apenas isso pode fazer com que um canal torne-se rentável e duradouro. #10 Logan Paul Receita anual: U$ 14.5 milhões Inscritos: 19.0 milhões O que faz: O jovem se descreve como um “trouble maker” de coração fofo. Os vídeos são sobre seu dia-a-dia, porém em 2017 ele postou conteúdos que desrespeitaram as políticas de boas práticas do Youtube e ficou um tempo suspenso. #09 PiewDiePie Receita anual: U$ 15.5 milhões Inscritos: 92.8 milhões O que faz: Como ele mesmo escreve, “Eu faço vídeos”. Começou como gamer em 2010 e ao longo do tempo se dedicou a fazer conteúdo de humor politicamente incorreto e muitos memes. #08 Jacksepticeye Receita anual: U$ 16 milhões Inscritos: 22 milhões O que faz: A descrição da página é sobre um gamer alegre de bom coração que só quer fazer as pessoas felizes. É o youtuber mais famoso da Irlanda e seu nome é Sean McLaughlin. #07 VanossGaming Receita anual: U$ 17 milhões Inscritos: 24.5 milhões O que faz: Inscrito desde 2011, é um canal de jogos online. Mesmo sem mostrar a identidade dos jogadores, são vídeos bem humorados que acontecem no universo dos games. Os comentários são hilários. #06 Markiplier Receita anual: U$ 17.5 milhões Inscritos: 23.7 milhões O que faz: Vídeos bem humorados sobre games e o dia-a-dia, além de paródias e outras fontes de entretenimento. Parte do lucro vai para a caridade segundo a descrição do canal. #05 Jeffree Star Receita anual:U$ 18 milhões Inscritos: 14.9 milhões O que faz: Maquiador, criador de cosméticos e cantor, ele produz vídeos que falam sobre a vida dele no mundo da moda. #04 DanTDM Receita anual: U$ 18.5 milhões Inscritos: 21.5 milhões O que faz: Gamer britânico que diariamente publica algum vídeo bem humorado enquanto joga. Inscrito desde 2012. #03 Dude Perfect Receita anual: U$ 20milhões Inscritos: 42.3 milhões O que faz: 5 amigos fazem vídeos com comentários esportivos, esquetes de humor, desafios hipnotizantes, curiosidades e boa</p>
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		<title>Taboola: O que é, como funciona e quanto custa?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/taboola-o-que-e/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 22:15:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Veja, neste artigo, como o taboola conecta produtores de conteúdo e anunciantes, beneficiando assim toda a cadeia de publicidade digital: usuários, editores e empresas. Mas primeiro é preciso que você entenda: Como as pessoas monetizam seus sites? Blogs e produtores de conteúdo em geral contam com widgets comerciais em seus sites para ofertar espaços publicitários e, assim, tornar seu tráfego rentável. O Google Adsense, por exemplo, é um dos programas mais populares para publishers na internet, porém não é o único. Existem muitas outras soluções de monetização para quem produz conteúdo, entre elas, a plataforma de publicidade nativa: Taboola. O que é publicidade nativa? Para entrarmos a fundo no assunto, é importante salientar, principalmente para quem não conhece o termo, o que é Publicidade Nativa. Native Ads ou Publicidade Nativa são anúncios em formato de conteúdo recomendado. Portanto as plataformas que trabalham nesse segmento conectam anunciantes aos publishers. Ou seja, automatizam a negociação entre quem deseja promover seu negócio e quem está vendendo espaço publicitário. O conceito dessa nova forma de propaganda digital é básica e efetiva. Um exemplo disso é que, mesmo sem saber, você já deve ter se deparado com esse tipo de anúncio enquanto lia algum artigo. Afinal você já deve ter visto algo parecido com: “Você também pode gostar&#8230;”; “Recomendados a você”; “Conteúdo patrocinado por&#8230;”, Resumindo, native ads são aqueles 4, 6 ou 8 conteúdos recomendados ao final de um artigo. Em vista disso, esse tipo de publicidade é acessível para qualquer um que deseja monetizar seu tráfego ou veicular um anúncio na internet. O que é Taboola? O Taboola é uma interface de publicidade nativa, a qual trabalha em parceria com sites produtores de conteúdo de variados tamanhos e nichos, a fim oferecer aos anunciantes espaço publicitário relevante. A frase que melhor define o trabalho da Taboola é “conteúdo que você deve gostar”. Inclusive essa é a própria filosofia da empresa focada em criar soluções digitais por meio de recomendações de links de artigos, vídeos e outros formatos de conteúdo. Dessa forma, conectar pessoas aos sites que repercutem seus interesses é a essência do negócio da Taboola. Para tanto, o serviço buscar abranger uma audiência que não sabe o que está procurando. O fundador da Taboola, Adam Singolda, em uma entrevista à Forbes, explica sua ideia da seguinte forma: “Eu descobri que há 3 formas das pessoas se interessarem por um conteúdo: 1.) Procura: se eles sabem o que estão procurando e digitam isso; 2.) Social: se algum colega indicou ou compartilhou o conteúdo; 3.) Oportunismo: Apenas acontece de estar na mesma página, ou de aparecer naquele canal de TV que você começou assistir. Eu sou apaixonado por conectar pessoas em torno de um conteúdo que os possa interessar”. Para ilustrar melhor, entenda que enquanto as ferramentas de busca proporcionam exatamente o que o internauta procura, o Taboola, baseando-se nas preferências do usuário, recomenda conteúdo de forma pró-ativa. Como funciona o Taboola? Certamente essa é uma boa dúvida. Então vamos a ela: No mercado de mídias de distribuição de conteúdo, um intermediário como Taboola controla toda a negociação que seria feita entre os produtores de conteúdo (publishers) e os anunciantes. Portanto ele fornece uma plataforma que integra empresas que estão comprando espaço publicitário às que estão vendendo. Além disso, o sistema, por meio de seus algoritmos, faz análises em tempo real a fim otimizar a efetividade das campanhas. Ou seja, aumentar o engajamento do consumidor com os anúncios, levando os anúncios para os sites mais adequado. Dessa forma, sendo um dos pilares desse tipo de mercado, o Taboola compartilha porcentagem dos ganhos com anúncios. Porém não se sabe quanto é esse valor bruto e nem a sua participação. Quando usar o Taboola? O Taboola, como já dissemos, pode ser utilizado, tanto por produtores de conteúdo que buscam novos programas de afiliação quanto por donos de sites que estão procurando por uma nova fonte de tráfego. Então, daqui para frente, vamos separar o nosso texto em duas categorias: O Taboola para publishers e o Taboola para anunciantes. Assim, independentemente se você quer monetizar ou alavancar seu tráfego, fique ligado nesse artigo, pois daremos todas as orientações que você precisa para melhorar sua performance digital. O Taboola para publishers O mercado de afiliados está crescendo exponencialmente nos últimos anos. Com a promessa de ganhar dinheiro sem sair de casa, muitos produtores digitais estão aderindo a esses programas de monetização. Contudo, quando falamos de afiliar-se a infoprodutos, a tarefa não é tão simples. Por exigir a capacidade de vender, muitos acabam não conseguindo lucrar ou escalar seu negócio digital. Por outro lado, existem outros produtores de conteúdo que monetizam seu blog vendendo espaço publicitário. No Taboola, por exemplo, você cede espaço para os anunciantes divulgarem seus vídeos ou artigos relacionados. Assim toda vez que o seu leitor interage com a propaganda, você &#160;fica com uma porcentagem dos ganhos da plataforma. Portanto, se você está interessado nesse formato de monetização, saiba que, antes de qualquer coisa, você precisará ser aprovado pela plataforma. Veja como prosseguir. Como se cadastrar no Taboola? Quem deseja ganhar dinheiro com o Taboola precisa ir ao site oficial, clicar na seção “Publishers” , inserir suas informações cadastrais e enfim solicitar um contato. Feito isso, antes de ter seu feedback, o Taboola irá analisar os dados do seu site para que então possa fornecer um script para você começar a exibir os anúncios. Contudo vale lembrar que, no geral, só são aceitos sites com conteúdo de qualidade e com alto volume de visitas. Como melhorar seus rendimentos no Taboola? Produza bons conteúdos A primeira e mais óbvia dica para melhorar seus resultados com o Taboola é produzir conteúdo de qualidade. Se você escreve artigos, por exemplo, faça-os bem feitos para gerar mais visitas e também para que os leitores que estão ali cheguem até o final do texto. Ou seja, onde costumam estar os posts patrocinados. Logicamente que um site mal feito, com conteúdo irrelevante e baixo tráfego não será aceito como afiliado do Taboola.</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/taboola-o-que-e/">Taboola: O que é, como funciona e quanto custa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
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		<title>Storytelling: Aprenda a contar histórias marcantes</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2019 21:44:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em seu cotidiano, seja para para debater, se explicar ou até contar uma história engraçada, você precisa saber se comunicar. Então, levando isso em consideração, não seria ótimo sempre conseguir prender atenção de quem está te ouvindo? E se dissermos que existe uma maneira e ela não é tão complicada assim. Era uma vez o storytelling&#8230;. o ato de contar histórias e conseguir maior retenção do público. O storytelling consiste em uma série de técnicas que, quando inseridas na sua mensagem, podem tornar uma história muito mais envolvente. Lembra daquele filme, palestra ou livro que entretém você? Muito provavelmente o autor desses materiais utilizou, consciente ou inconscientemente, essas técnicas que iremos abordar aqui. Neste artigo passaremos tudo o que você precisa saber sobre o storytelling, além de bons exemplos para você começar a utilizar esse método na prática. O que é Storytelling Contar uma história, seja ela boa ou ruim, é a forma mais antiga de passar informação alguém. Independentemente do período, o homem sempre utilizou narrativas para persuadir ou explicar algum tema. Ainda podemos dizer mais, tudo o que você conhece hoje &#8211; suas ideologias, costumes e crenças – foi baseado em histórias que foram contadas, se não diretamente para você, para seus antepassados. Contudo é exatamente aqui que entram as técnicas de storytelling. Isso porque apesar de nem sempre carregarmos essa nomenclatura conosco, mesmo que involuntariamente, separamos as histórias boas das ruins. Isto é, nos apegamos às boas narrativas a ponto de levá-las para o resto da vida, enquanto esquecemos facilmente das más. Nesse cenário, storytelling nada mais é do que um método de comunicação cujo o objetivo é entreter e criar um comunicação emocional com o receptor. Onde o Storytelling está presente? Após ver a definição do tema, você ainda pode estar em dúvida sobre onde aplicá-lo. Como dissemos, o storytelling são técnicas de comunicação. Assim, para qualquer mensagem que desejamos passar, podemos utilizar esse método. Veja alguns exemplos para entender melhor. Em uma apresentação Você provavelmente já teve que fazer alguma apresentação de escola, faculdade ou para seu chefe. Então saiba que se você conhecesse as técnicas que traremos nesse artigo o resultado poderia ser ainda melhor. Palestrantes, por exemplo, contam histórias a fim de que você não fique disperso durante o tempo de apresentação e, assim, capte a mensagem. O mesmo vale em debates. Convencer alguém não é fácil, assim, se você deseja fazer isso, primeiro explique bem a história para que o ouvinte entenda o seu ponto de vista. Em um conteúdo Quando citamos conteúdo estamos sendo muito generalistas, uma palestra, por exemplo, pode passar um conteúdo relevante. Porém o que queremos que você entenda é que muitas vezes você pode ser envolvido por bons narradores mesmo sem saber. A arte de contar histórias está presente em qualquer formato de conteúdo. Em um filme, um livro, uma propaganda ou até naquela letra de música. Porque o storytelling é importante? Mantém a atenção do público Contar uma boa história aumenta a retenção do público e, se você não a faz dessa forma, ela fica confusa, o público desinteressado e, aos poucos, a rejeição sobre o seu texto, vídeo ou qualquer outro conteúdo vai aumentando. Com o storytelling você faz com que a sua audiência crie uma conexão emocional com cada etapa que está sendo passada. Ou seja, gera identificação e por isso o público vai querer acompanhá-lo até o final. Fica na memória do público Além de gostar do que está sendo passado, as pessoas envolvidas com seu conteúdo também vão lembrar da sua mensagem. Pode ser que não recordem integralmente, mas a essência da história permanecerá na mente da audiência. Lembra daquele filme cuja mensagem final não sai da sua cabeça, ou daquela explicação, na qual a metodologia passada orienta você até hoje em seu trabalho. Resumindo, podemos afirmar que “as pessoas são marcadas por boas histórias”. Pode tornar-se viral Considere que um artigo de blog que realmente educa o leitor tem compartilhamentos espontâneos. Você pode analisar quais são esses conteúdos, pesquisando por temas no Buzzsumo. Qual a estrutura do storytelling? Agora que você já entendeu o que é e porque deve fazer storytelling, é preciso conhecer a estrutura de um. Primeiro, por mais que pareça óbvio, sua história deve ter começo, meio e fim. Contudo o desafio não está nisso, mas na transição entre essas fases. Ou seja, o que realmente vai prender a atenção da audiência. Veja como fazer isso: Primeira fase – O começo da história Para começar o seu storytelling você deve ter um protagonista, ou seja, o personagem principal que caminhará com a audiência até o final da história. Apresente pelo menos um pouco da sua trajetória até tornar-se o que é hoje, mas principalmente defina bem as características atuais dele. A forma como você fizer isso vai interferir no decorrer do conteúdo. Afinal, seu público deve criar empatia por ele, pesquise bem e encontre qualidades e defeitos nos quais sua audiência possa se identificar. Mostrar o local e o momento em que se passa a história também é um complemento ideial para que o leitor “entre no clima”. Por último, para fazer a transição para a próxima fase, introduza o primeiro conflito do personagem. Defina bem a dificuldade ou o desafio que o seu protagonista deverá enfrentar. Captar a atenção do público depende disso, afinal a história gira em torno disso agora. &#160; Segunda fase – O desenvolvimento O “meio” da história deve ser a parte mais longa. Isto é, você precisa desenvolver a relação do personagem com o conflito e impedir que ele vá logo ao ponto. Trate o conflito como algo realmente complexo, faça com que esse momento exija atitudes, mas também gere decepções ao protagonista. Nós veremos mais para frente que um bom storytelling é uma “montanha russa” de emoções. Então faça o que for necessário para pôr isso em prática sem ser irrelevante. Acrescente novos personagens, ambientes, enfim, faça com que o público não perca atenção durante a jornada do personagem. Terceira fase</p>
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		<title>Inbound Marketing x Marketing de Conteúdo: Quais as diferenças entre eles?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/inbound-marketing-e-marketing-de-conteudo/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 18:44:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Caso você trabalhe com marketing digital, provavelmente já sabe que existem muitos caminhos a seguir. Entre elas, o SEO, links patrocinados (SEM), marketing de conteúdo, inbound marketing e mídias sociais se destacam. Contudo, apesar de existirem vários métodos e cada um com sua particularidade, também é necessário entender que nenhuma delas trabalha isoladamente. Assim, o melhor a se fazer ao implementar o marketing digital em sua empresa, é selecionar todas que se adequam às suas necessidades e objetivos. Pensando nisso, neste artigo faremos uma comparação entre o Inbound marketing e o Marketing de conteúdo. Dois conceitos muito aplicados por empresas que adotam o marketing digital, mas que ainda trazem muitas dúvidas até para profissionais mais experientes. Para se ter maior noção, a diferença entre estas duas estratégias ganhou tanta relevância que se tornou pauta de pesquisa do Hubspot. Nela foram entrevistados 3.500 profissionais de marketing, que por sua vez entregaram a reposta para os questionamentos: ( &#160;) O Inbound Marketing está inserido no Marketing de Conteúdo; ( &#160;) O Marketing de conteúdo está inserido no Inbound Marketing; ( &#160;) Ambos são sinônimos; ( &#160;) Eles não possuem relação. Quer saber qual a afirmação é a mais adequada nesta comparação? Continue lendo este artigo e não perca nenhum detalhe sobre o assunto. O que é Inbound Marketing? Com a popularização do marketing digital, o Inbound Marketing tornou-se umas das estratégias mais relevantes. Isso porque ele traz novidades de comunicação em relação à publicidade tradicional. Ao invés de veicular mensagens invasivas, as empresas buscam &#160;atrair o consumidor com mensagens mais direcionadas. Então, para os consumidores que possuem mais acesso à informação e, consequentemente, são mais exigentes, estas estratégias se tornaram mais assertivas. O Inbound Marketing também parte do princípio de que se deve estudar e acompanhar toda a jornada do consumidor no processo de compra. Veja o funil de vendas a seguir para exemplificar melhor este processo: Atrair: Em teoria, este é o primeiro contato entre usuário e a marca. As empresas costumam utilizar métodos de SEO, links patrocinados e mídias sociais para atrair novos visitantes em fase de conscientização do problema. Por exemplo, a empresa fornece materiais para pessoas que querem saber como vender mais na internet. Converter: Após ter conquistado novos visitantes é preciso convertê-los em leads. Isto é, fazer com que eles forneçam dados de contato. Para tanto, muitas empresas costumam a oferecer produtos gratuitos sobre o assunto, como e-books, em troca do e-mail do usuário. Relacionar: Para avançar seu público no processo do funil de vendas, fazer a nutrição de leads é essencial. Aqui é necessário apresentar aos consumidores a solução do problema anterior. Por exemplo, mostrando como as agências de marketing digital ajudam no processo de venda. Vender: Finalmente, uma vez que o consumidor já possui consciência sobre a solução para os seus problemas, o Inbound Marketing permite que você apresente seu serviço e, assim, faça uma proposta de venda com maior probabilidade de converter. Analisar: Por último, etapa final da jornada do consumidor consiste em analisar todo o processo anterior com a finalidade de refazê-lo. Porém desta vez corrigindo os erros anteriores. O que é Marketing de Conteúdo? O marketing de conteúdo diz respeito a um método no qual as empresas buscam entreter e se relacionar com o consumidor através do próprio conteúdo. Ou seja, é uma estratégia que busca oferecer materiais relevantes com o propósito de aproximar o usuário da marca, mesmo que não estejam diretamente relacionados à venda do produto. Assim, apesar de estarmos falando de estratégias digitais, podemos dizer que essa prática já é comum há muito tempo. Veja este rótulo da embalagem de Leite Moça da década de 30. Imagine quantas pessoas, na época, viam valor em uma marca de leite condensado que oferecia receitas gratuitamente. Então o marketing de conteúdo, apesar de ter ganhando essa nomenclatura devido ao ambiente online, já existia há muito tempo. Todavia, a proporção tomada por essas ações na internet aumentou muito. Hoje as empresas têm muito mais facilidade para criar e-books, artigos, vídeos e muitos outros formatos. Portanto, estes materiais educam e criam uma comunicação próxima ao consumidor. Logo, quem promove conteúdo de qualidade ao seu público, tende a se destacar no mercado concorrido. Qual a relação Inbound Marketing x Marketing de conteúdo? Como vimos nas definições acima, ambas estratégias possuem suas características únicas. Contudo, se analisarmos bem, podemos identificar alguns fatores em comum entre elas. E, não por coincidência, isso se deve à necessidade das marcas satisfazerem as exigências do novo consumidor digital. Então devido a isso já é possível confirmar que o Inbound marketing e o marketing de conteúdo não são aplicados da mesma forma. Contudo, apesar de não serem sinônimos, eles assumem o mesmo papel e propósito no marketing digital. Isso porque os dois estabelecem uma comunicação a longo prazo a fim de engajar e converter usuários. Mais que isso, como o Inbound Marketing refere-se ao acompanhamento de toda a jornada do consumidor, ele é composto por vários métodos. Assim podemos concluir que marketing de conteúdo está inserido entre as estratégias do funil de vendas. Concluindo, estas estratégias possuem o mesmo objetivo, consequentemente semelhanças, porém utilizam métodos diferentes. Enquanto o marketing de conteúdo oferece e distribui materiais com a finalidade de aproximar o visitante da marca, o inbound tem isso apenas como o início do seu processo de atração. Isto é, ele trabalha toda a jornada através do funil de vendas. Logo possuem uma visão mais geral de todo o marketing digital. Marketing de conteúdo ou inbound marketing, qual utilizar? Para quem deseja tornar-se autoridade dentro da internet, o processo de criação de conteúdo é imprescindível. Com bons textos, vídeos e outros materiais que agregam valor ao visitante sua empresa será considerada especialista no segmento. Assim os usuários passarão a confiar em sua marca e utilizá-la como fonte de informações. Porém, se você deseja aumentar as suas vendas, este é um grande passo, mas apenas um entre muitos outros. Então você deve saber que, apesar de trabalhoso, o marketing de conteúdo é</p>
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		<title>Copywriting: 8 dicas para você escrever textos que vendem</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/venda-com-copywriting/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 20:27:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Rentabilizar um negócio digital não é uma tarefa fácil, o processo de engajar e tornar o usuário pronto para a venda exige tempo e esforço. Porém, algumas técnicas de comunicação persuasiva ajudam a facilitar este processo. Assim, independentemente do estágio de compra do cliente, não basta fazer uma proposta invasiva a ele. É preciso criar uma comunicação eficaz, “que dialogue com as dores do cliente”, pois só assim você estabelecerá uma relação de confiança e levará o público a atender as suas chamadas para ação. Diante disso, o copywriting, através da redação, cria uma conexão forte entre marca e consumidor. Então, para saber mais como aplicar este método em seus negócios, não perca nada do nosso artigo. O que é copywriting? De modo geral, copywriting é uma forma de fazer publicidade a partir de textos, seduzindo o comprador através de gatilhos de motivação. Ou seja, são técnicas utilizadas na comunicação escrita que pretendem estimular a audiência a uma ação, entre elas: Baixar um infoproduto; Adquirir um produto ou serviço; Fornecer dados de contato; Avançar a outra página; Curtir ou compartilhar nas redes sociais. O que faz um copywriter? O papel de um copywriter é criar uma linguagem textual que convença o cliente. Para tanto ele busca referências, faz edições e procura até ilustrações para entregar o melhor conteúdo ao usuário. Este profissional pode escrever todo o tipo de redação publicitária, desde roteiros de TV até discursos de palestras. Todavia, como o nosso foco é no marketing digital, focaremos apenas nos canais que envolvem esta estratégia. Anúncios de pesquisa; Anúncios de display; Artigos; E-mails; Páginas de produto; Roteiros de vídeos. Boas práticas do copywriting Qualquer empreendedor digital que deseja aumentar suas vendas e tornar-se autoridade no ambiente digital precisa aprender a fazer copywriting. Pensando nisso, separamos algumas dicas para você criar conexões mais fortes com a sua audiência. Tenha sempre o objetivo em mente Sem um objetivo não for bem definido, dificilmente os seus conteúdos vão converter. Isto é, antes de escrever é imprescindível que você saiba onde pretende levar os seus visitantes. Só assim será possível criar uma linha criativa com bom nível de convencimento. Obviamente que os consumidores só clicarão nas chamadas para ação após convencidos de que seu produto, serviço ou conteúdo é de qualidade. Porém, para que cheguem nelas é preciso, etapa por etapa, prepará-los para a oferta final. Defina a sua persona Outro fator essencial que vai determinar os rumos dos seus textos é o seu nível de conhecimento sobre sua persona. E para sabê-lo, faça duas perguntas: “Quem eu quero atingir com a minha campanha? ” ou “O que o meu público espera de mim?”. Respondendo estas questões você saberá algumas características comportamentais sobre sua audiência, como necessidades, desejos e dores. Ou seja, dados essenciais para saber o que e como ofertar produtos e serviços aos consumidores. Considere o estágio do funil Além de definir o objetivo e a persona, se você quer ser assertivo em suas ofertas é preciso conhecer o estágio de compra de cada um de cada um dos seus consumidores. Por exemplo, em artigos e anúncios que trabalhem palavras-chave mais amplas e genéricas (topo de funil) você atrai visitantes que ainda não se deram conta completamente do problema. Portanto você ainda precisa conscientizá-lo sobre o seu produto e prepará-lo para a compra. Ou seja, esta é uma etapa na qual você não deve fazer uma oferta de venda (de cara), mas um convite para acompanhar sua marca em outros canais. Já quando se trata de consumidores em estágios mais avançados (meio e fundo de funil), que chegam a partir de anúncios ou artigos com assunto mais técnico, você deve tomar outras atitudes. Mostrar uma possível solução dos problemas deles e, por fim, fazer a comparação dos seus produtos com os outros do mercado, ressaltando as características da sua oferta que podem trazer mais benefícios&#8230; Conheça bem os benefícios da sua proposta Para convencer o seu visitante a realizar uma ação, você, antes dele, precisa conhecer bem os benefícios da sua proposta de valor. Caso ela seja um pedido para assinar a newsletter, você pode estimular o lead a se conectar com a sua marca, através de conteúdos de qualidade em primeira mão. Mas, quando se trata da oferta de venda, saiba que todo o texto é um processo de persuasão. Logo exibir, em sua página de vendas, apenas as funcionalidades dos seus produtos ou serviços e não os benefícios de cada uma delas fará com que o consumidor busque essas qualidades em seus concorrentes. Por fim, tome cuidado com a linguagem técnica, às vezes ela é inevitável, todavia textos assim não prendem a atenção da audiência, tão pouco são persuasivos. Escreva na segunda pessoa Fazer copywriting é escrever para o seu cliente. Portanto, esqueça os pronomes “nós” e “eu” e passe a escrever seus textos focados na segunda pessoa (você e seu). Parece simples, mas, quando se quer convencer alguém a converter, o seu produto ou serviço não tem importância nenhuma perto da satisfação do cliente. Isto é, esta técnica tão simples, logicamente aliada a todas as outras acima, faz com que o seu texto seja mais pessoal. Então, a partir do momento que o consumidor sentir que você está falando com ele, a retenção e atenção em seus textos é maior. Consequentemente a probabilidade de converter aumenta muito. Mostre que seu produto realmente vai ajudar (Etapa de decisão) Até agora falamos um pouco sobre como persuadir o seu leitor, para chegar e engajar com o seu conteúdo. No entanto, se ele avançar até a etapa de decisão (já estiver parcialmente convencido dos benefícios da sua oferta), mas ainda não tem certeza se deve comprar de você, trabalhe o seu conteúdo na perspectiva de de esclarecer dúvidas e estabeleça comparações que ressaltam os benefícios exclusivos da sua oferta. &#160; Ou seja, é melhor ser franco ao dizer que seu produto pode não combinar com determinado público. Consequentemente ajudando as pessoas que não se enquadram ao seu perfil de cliente ideal</p>
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		<title>O que é CTA? Aprenda a utilizar técnicas para melhorar os seus resultados</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/cta/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 20:27:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que é CTA (call to Action)? Se você trabalha com marketing digital e pretende atingir o sucesso do seu negócio, saber responder a essa pergunta é de extrema importância. Isso porque, a partir do momento em que você aprende a utilizar estas técnicas de comunicação, você também aprende a estimular o cliente a converter em seu site. Portanto, se você quer saber como as calls to action realmente podem ajudar você, descobrir em quais canais podemos utilizá-las e ainda ver exemplos práticos de CTAs que geraram conversões. Não perca nada deste artigo. O que é CTA? As CTAs ou, traduzindo para o português, chamadas para ação são textos, imagens e botões que conectam o cliente à sua oferta proposta. Sendo assim, as calls to action podem ser encontradas em todos os canais digitais ou, para ser mais preciso, nos quais você pretende levar o usuário a um próximo estágio do compra. Ou seja, independentemente de qual for sua estratégia de marketing digital, utilizar estas técnicas é essencial para que os consumidores tenham consciência de qual o propósito da sua campanha. Então, como elas estão presentes em vários meios, vejas os formatos mais comuns de encontrá-las: CTA em botões Uma das chamadas para ação mais tradicionais e eficazes para convidar o usuário são os botões. Isso porque, a partir deles, é possível, dentro da sua página de venda ou prospecção de leads, dar destaque ao seu objetivo de modo que o visitante o identifique facilmente. Os botões podem ser encontrados de forma isolada ou como um complemento de outros modelos de CTA. Os exemplos mais comuns que podemos trazer são os botões “comprar” nas páginas de produto de um e-commerce, ou chamadas inseridas em um banner / formulário, como mostraremos mais adiante. CTA em texto Você costuma se comunicar com seu público através de artigos? Se sim, saiba que você pode aumentar ainda mais a retenção dos visitantes através de transições suaves ao longo do texto. Assim, utilizar CTAs, como “não perca nada deste artigo”, despertam a curiosidade, motivam o leitor a continuar em seu texto e ainda melhora o SEO, uma vez que o tempo das sessões também aumenta. CTA em links Os links estão presentes em boa parte das chamadas: quando criamos um anúncio no Facebook, quando se envia um e-mail marketing ou até quando inserimos links nas imagens. Mas, assim como as chamadas em texto, focaremos na utilização delas nos blog posts. Isso porque, tanto os links internos, como os externos dentro de um artigo são cruciais na experiência do usuário. Veja os exemplos a seguir: Links internos: Presentes ao longo do texto, eles têm por objetivo manter e fidelizar o leitor do seu blog. Para tanto, são inseridos links de conteúdos relacionados presentes no próprio site. Em nossos artigos, por exemplo, costumamos inserir links para agregar mais conhecimento a você. Links externos: Esses são, geralmente, encontrados aos finais do post e, diferentemente dos internos, tem o propósito de fazer a integração com outros canais. Portanto, os links externos buscam levar, por exemplo, o leitor a acompanhar o seu conteúdo através das redes sociais. CTA em formulários Principalmente quando o objetivo for gerar novos leads, utilizar formulários para preenchimento de contato é uma ótima estratégia. No entanto, para que sejam eficientes, eles precisam estar inseridos num contexto que ofereça uma proposta de valor. Ou seja, peça o e-mail ou número de telefone do seu visitante em troca de conteúdo valioso. Então você pode inserir campos de formulários em landing pages, no rodapé do seu site e, se não quiser ter grande trabalho, ainda pode utilizar plug-ins para a captura de e-mails. CTA em imagens Por fim, e não menos importante, você pode fazer chamadas para ação através de imagens. Isto é, utilizar recursos visuais também é uma ótima maneira de levar o público até o próximo estágio do funil. Pensando nisso, o primeiro exemplo que é uma das maneiras mais comuns de levar o usuário até a conversão: o Google Display. Mas, além dos anúncios, você também pode inserir banners em sua home ou outras páginas, a fim de gerar visitas orgânicas em sua landing page. As CTAs realmente funcionam? Até agora nós vimos o que é CTA e as maneiras mais usuais de encontrá-las. Então você pode estar se fazendo uma pergunta: será que a simples atitude de pedir para que o visitante realize uma ação funciona? Pensando nisso e sabendo que o marketing de conteúdo funciona como uma grande &#8220;troca de favores&#8221;, traremos ao final do artigo como você pode medir os resultados dessas ações. Mas antes separamos duas condições essenciais para que o usuário clique nas suas chamadas para ação. Quando você oferece conteúdo valioso ao seu público tudo fica mais fácil. Ou seja, se o usuário encontra, em seu site, um conteúdo que agregue informação e conhecimento, naturalmente será criada uma relação de confiança, na qual ele se sentirá seguro e atraído a converter em seu site. O mesmo pode acontecer, caso um visitante com o mesmo perfil sinta-se atraído por seu link patrocinado. Quando você sabe atrair o consumidor até a sua CTA. Isso mesmo, além de oferecer experiência ao usuário, você precisa ter em mente que não basta inserir qualquer botão e esperar que o visitante clique. Existem algumas técnicas comprovadas que trazem mais resultados às suas chamadas para ação. Confira algumas delas a seguir. O que você precisa saber antes de criar sua CTA? Conhecer o seu público Utilizar qualquer técnica de comunicação sem saber com quem você vai falar é um tiro no escuro. Portanto, definir uma persona é essencial e o primeiro passo a ser dado antes de fazer uma chamada para ação. Assim, após conhecer o perfil pessoal e comportamental do seu público, você poderá ter mais assertividade nas dicas que traremos a seguir. Traçar um objetivo Geralmente, até por questões de mensuração, traçar um objetivo é a primeira etapa de qualquer estratégia de marketing de conteúdo. Mas aqui, diferentemente da maioria dos casos, só conseguimos</p>
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		<title>Ferramentas de palavras-chave: Conheça as melhores e veja como utilizá-las</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/ferramentas-de-palavras-chave/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 20:01:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ferramentas de palavras-chave são responsáveis por auxiliar profissionais de SEO e produtores de conteúdo a manter volume e qualidade de tráfego em suas pesquisas. Então, se você pretende obter informações relevantes do seu usuário e mercado, não deixe de conhecê-las. Quem nunca escutou “quem não é visto não é lembrado”? Essa é uma expressão muito comum e também muito válida quando o assunto é marketing digital. Isso porque, por mais que você tenha um ótimo conteúdo, não vai adiantar de nada se ele não for visitado. Então, quem pretende criar um artigo ou uma página institucional que gere tráfego, primeiro é preciso entender o comportamento do usuário nos buscadores. Por isso as ferramentas de palavras-chave são tão importantes, elas dão sugestões e números que ajudam a ranquear sua página. Veja mais sobre como utilizá-las. Para que servem as ferramentas de palavras-chave Quando realizamos uma busca no Google, utilizamos termos que descrevem o que pretendemos encontrar. Por exemplo, “melhores ferramentas de palavras-chave”. Assim, após realizadas, os buscadores fornecerão os resultados condizentes com a palavra-chave buscada. Para tanto, o mecanismo de pesquisa cruza informações de conteúdos relevantes que trabalhem as palavras-chave em questão. Mas como saber quais os termos buscados pelo usuário? Agora entram as ferramentas de palavras-chave, pois elas fornecem dados, como volume e concorrência de cada termo de busca. Portanto estas ferramentas são de extrema importância para o seu negócio. Elas contribuem para que o seu site seja encontrado e, consequentemente, gere mais conversões. Então, a fim de melhorar o desempenho do seu site, é preciso conhecer as intenções do seu cliente, para isso as ferramentas de palavras-chave estão no mercado. Algumas ferramentas são mais atrativas que outras, mas mesmo com as particularidades de cada uma, confira como utilizá-las de modo geral. Como utilizar as ferramentas de palavras-chave Colocar-se nos primeiros resultados de busca é fundamental para o sucesso do seu site. Afinal a maioria dos usuários perde a atenção a partir da segunda página dos buscadores. Consequentemente, quanto menor for a sua posição a taxa de cliques também tende a diminuir. Dado este cenário, mostraremos alguns conceitos que, independentemente da ferramenta que se utilize, devem ser considerados no momento de escolher as palavras-chave. Analise o volume Muitas das ferramentas de palavras-chave fornecem diversas sugestões, portanto acabam entregando combinações de termos inesperados. No entanto a primeira coisa a se fazer antes de escolher uma palavra, principalmente de cauda longa, é analisar o volume de cada uma. Isto é, não basta encontrar um termo específico, mas que os usuários não buscam, eles não vão trazer visitantes ao seu site. Considere a dificuldade O segundo fator que deve ser levado em é a dificuldade de palavras-chave. Termos mais buscados costumam ser mais concorridos. Portanto, faça o balanceamento entre volume e dificuldade, e escolha as melhores oportunidades para se colocar na primeira página. Além disso, conhecer bem as intenções da sua persona ajudará a escolher termos específicos que, por sua vez, costumam ser mais fáceis de ranquear. Faça a sua escolha de acordo com a intenção do usuário Termos de busca específicos mostram bem a intenção da pesquisa, portanto não basta apenas escolher a melhor palavra-chave. Ou seja, se o conteúdo da sua página não condiz com a “promessa” da palavra-chave, o usuário pode até acessar o link. Mas, uma vez que ele não encontra o que gostaria, a taxa de rejeição do seu site vai aumentar. Busque variar suas palavras-chave Por fim, variar as palavras-chave de seus conteúdos é a última orientação para a utilização das ferramentas. Apesar de parecer óbvio, no decorrer do tempo surgem várias oportunidades de criar páginas e artigos com assuntos muito semelhantes aos já existentes. Nesses casos, ranquear o seu site para uma palavra-chave diferente, mas do mesmo campo semântico que a anterior, é a melhor prática para uma boa indexação nos buscadores. Agora, após passadas as dicas para utilização, veja as melhores ferramentas de palavras-chave para começar a colocar os conhecimentos passados em prática. As melhores ferramentas de palavras-chave No mercado, existem diversas opções de ferramentas que merecem sua atenção. Portanto, a partir de agora listaremos algumas, pagas e gratuitas, com o objetivo de fornecer novas ideias em suas estratégias de palavras-chave. Planejador de palavras do Google O Keyword Planner é uma das mais utilizadas ferramentas de palavra-chave que se tem notícias. E, entre todos os benefícios promovidos por ela, analisar dados de pesquisa, fornecidos diretamente pelo Google, é o mais relevante. Esta ferramenta, mesmo sendo criada para anunciantes, é ótima para quem deseja trabalhar com SEO. Nela, ao pesquisar por determinada palavra-chave, além visualizar termos relacionados, você também terá acesso ao volume de buscas mensal. Logo, utilizar o planejador de palavras-chave do Google lhe dará informações precisas para que você comece a desenvolver a sua estratégia de conteúdo. KeywordTool.io O Keyword Tool não é a ferramenta mais conhecida no mercado, porém, oferece mais funcionalidades que o Keyword Planner. Em sua versão gratuita, por exemplo, é possível visualizar mais de 500 palavras-chave semelhantes. Esta ferramenta ainda trabalha com outros buscadores (Youtube, Bing, Amazon, etc.) e fornece até sugestões em outros idiomas. No entanto, caso necessite de dados mais profundos, como volume, variação de tráfego ao longo do ano e competitividade, é preciso assinar o plano premium. Ubersuggest O Ubersuggest também é uma ferramenta de sugestões de palavras-chave. Mas a principal vantagem dela é poder verificar, dentro de uma plataforma intuitiva, dados como tráfego e concorrência de forma totalmente gratuita. Logicamente, que essa não é a ferramenta mais completa comparada às que traremos mais adiante. Todavia, se você possui um orçamento limitado, o Ubersuggest pode ser a melhor opção para o seu negócio. Soolve Verificar as sugestões do autocomplete do Google pode gerar novas oportunidades, pois elas refletem os termos buscados pelos próprios usuários. Portanto, utilizar o Soolve pode facilitar mais ainda esse trabalho. Esta ferramenta, baseada no autocomplete do Google e de outros buscadores, fornece novas palavras-chave de cauda longa. E o melhor dela é que as sugestões são oferecidas em tempo real, isto é,</p>
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		<title>Evite o bloqueio criativo e crie conteúdos constantemente</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/bloqueio-criativo/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 19:03:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Provavelmente você já tem consciência da importância da criação de conteúdo dentro de uma estratégia de SEO. Caso não seja o seu caso, vamos defini-la, rapidamente, em algumas palavras. O conteúdo é rei e, quando ele se torna relevante ao usuário, naturalmente o seu site obterá uma melhor classificação diante dos robôs de busca. Proporcionar experiência ao usuário a partir de conteúdos educativos é essencial para o sucesso. Portanto, traremos tudo sobre o bloqueio criativo e como ele impede que você crie&#160;cada vez mais artigos. Alguma vez você já definiu uma pauta de conteúdo e não soube como começar ou desenvolvê-lo? Apesar de parecer um pesadelo, o bloqueio criativo é comum até para redatores profissionais. Mas, uma vez que você toma mais tempo que o previsto para criar artigos, também estará acumulando outras tarefas. Dado este cenário, fique atento em todos os fatores que levam ao bloqueio criativo e às melhores dicas para evitá-lo. O que é Bloqueio Criativo? “Dar um branco” ou ter um bloqueio criativo é definido por um momento de falta de inspiração, na qual a pessoa não consegue desenvolver as ideias propostas. Todos estão sujeitos a essa situação, mas para livrar-se dele, primeiramente, é essencial entender as causas. Um dos motivadores para o bloqueio criativo é o desconhecimento do assunto, mas nesse caso não há solução além de buscar informações e referências. Assim sendo, o estado mental torna-se um dos principais motivos que te impedem de produzir conteúdo com mais naturalidade. Ou seja, estar ansioso, com medo ou emocionalmente instável bloqueia a sua capacidade de criar. O que leva ao Bloqueio Criativo? O bloqueio criativo é um verdadeiro assassino da criatividade. Mas, a boa notícia é que é possível diagnosticar os motivos que levam a ele. Apesar de não existir nenhuma verdade absoluta sobre o que causa o bloqueio criativo, trouxemos as situações mais comuns. Veja a seguir se você se identifica com alguma delas. Perfeccionismo A busca constante por melhorias é importante e uma dose de perfeccionismo é inevitável. Porém, em excesso, ele é um dos fatores chave para o bloqueio criativo. &#160;A auto cobrança, quando feita de forma demasiada, é extremamente prejudicial. Procure fazer esboços imperfeitos com erros pontuais que podem ser corrigidos em uma ou algumas revisões. Medo da rejeição Será que esse artigo vai atrair visitantes? E se alcançar um bom público, será que eles vão gostar da forma como foi escrita? Ou será que vão preferir a linguagem que o concorrente utiliza? Essas são perguntas comuns a se fazer antes de publicar um trabalho, mas que não podem te impedir de fazê-lo. Buscar criar o conteúdo da forma mais clara e relevante aos leitores e, por fim, não ter medo de aceitar críticas e feedbacks é o caminho para construir autoridade. Prender-se a um sucesso passado Seguindo a mesma linha de raciocínio dos tópicos anteriores, prender-se a um artigo que tenha obtido sucesso anteriormente significa assassinar a sua liberdade criativa. Pensar que o seu conteúdo sempre conquistará muitos compartilhamentos, comentários e feedbacks positivos é impossível. O sucesso depende de muitas variáveis, em vista disso preocupe-se em criar textos relevantes de forma consistente, só assim você encontrará outro assunto com resultado tão bom ou até melhor. Rotina A rotina é inevitável e indispensável. Seguir uma rotina bem definida com um bom propósito é o melhor caminho para alcançar suas aspirações. No entanto não se assuste, mas ela vai deixar você cansado ao ponto de pensar em desistir. Nesses momentos, persistir e continuar trabalhando recupera a confiança e motivação para continuar em busca de bons resultados. Procrastinação Logicamente que, devido a variáveis incontroláveis, alguns conseguem aproveitar melhor o tempo ao longo do dia. Mas, pense que é a forma como você utiliza o seu tempo que vai definir seus resultados. Isto é, quanto menos você procrastina, maior o período para superar o bloqueio mental e buscar novos insights. Escrevendo esses últimos dois tópicos lembro-me de uma das frases marcantes do pensador e ex-presidente americano, Thomas Jefferson, que diz “Tenho constatado que, quanto mais duro eu trabalho, mais sorte eu tenho”. Inspire-se nela e tenha em mente que para vencer o bloqueio mental é preciso continuar trabalhando. Contudo, se for o caso de estar fatigado mental ou fisicamente permita-se descansar. Culpa Por último e não menos importante, temos a culpa por ter bloqueio criativo. Isso mesmo, sentir-se culpado não é exatamente uma causa, mas ela é responsável por prolongar a situação. É muito comum que quem se encontre nessas circunstâncias busque recuperar a criatividade de maneira desesperada, todavia é importante manter-se calmo e começar a aplicar as melhores práticas para combatê-lo, como mostraremos a seguir. Como combater o Bloqueio Criativo? Você já parou para pensar se os grandes redatores e autores de blog autoridade não possuem bloqueios criativos? Como dito anteriormente, “dar um branco” é um problema que pode acontecer com qualquer profissional. Mas, a diferença de quem consegue criar de qualidade consistentemente é a forma com que eles lidam com essas situações. Portanto, fique atento às dicas que passaremos adiante a fim de que o bloqueio criativo não interrompa seu fluxo de publicação. Mude o foco O primeiro passo para livrar-se do bloqueio criativo é aceitá-lo. Caso você não perceba e aceite que está com dificuldade na criação de conteúdo, não será possível tomar as medidas necessárias para mudar esse cenário. Mas, uma vez que já reconheceu a situação e quer mudá-la, você pode começar focando em outra atividade, por exemplo. Passar a fazer uma tarefa operacional, ouvir música, trocar horário de produção e até o ambiente se necessário. Enfim, buscar motivações nas pequenas pausas e/ou mudanças pode ser um grande passo para aumentar a produtividade. Mas lembre-se, faça isso de maneira organizada, a multitarefa pode trazer grandes problemas à qualidade do seu trabalho. Escreva tudo Organizar as informações é indispensável para o bom entendimento do leitor, um artigo mal estruturado e de difícil compreensão se torna irrelevante aos olhos do leitor. No entanto, muitas vezes o bloqueio mental não permite organizar</p>
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