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	<title>Arquivos Marketing de Conteúdo - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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		<title>Formatos de imagem para rede social: o guia completo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 19:34:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cada uma das redes sociais possui suas particularidades e é claro que isso também iria acabar se estendendo para os formatos de imagem. Por isso, para quem precisa trabalhar com essas mídias, é importante que se tenha uma noção de quais são as dimensões de imagem permitidos para cada uma. Afinal, se você quer postar uma imagem na sua página corporativa, saber o tamanho ideal para aquela rede, em específico, vai ajudar no alcance da publicação e a não perder a qualidade do conteúdo contido nela. Confira, abaixo, um guia completo para nunca mais errar na hora de publicar nas redes sociais. Formatos de imagem para o Facebook Muito embora exista muitas redes sociais espalhadas pela internet, o Facebook continua liderando o ranking das mais populares. Por meio dele, é possível fazer posts com imagens, compartilhar links, vídeos, além de criar novas amizades e grupos para se comunicar com um número de pessoas elevado. Entre os formatos de imagem mais utilizados, estão: imagem de capa: 851 x 315 pixels imagem de capa para grupos: 640 x 334 pixels imagem de capa para eventos: 1920 x 1080 pixels imagem de perfil: 180 x 180 pixels post com imagem: 1200 x 1200 pixels post com link e imagem: 1200 x 628 pixels Facebook Stories: 1080 x 1920 pixels anúncio com imagem única: 400 x 500 pixels (mínimo) anúncio com link e imagem: 1080 x 1080 pixels (recomendado) anúncio com carrossel: 1080 x 1080 pixels (recomendado) Tamanhos de imagem para o Instagram O Instagram também é uma plataforma muito popular. Ele surgiu como um lugar para publicar fotos e vídeos, sendo que qualquer usuário poderia reagir com elas, com comentários e curtidas. Ao longo dos anos, a rede inovou com vários formatos e filtros de &#8220;stories&#8221;, mas o apelo visual do conteúdo ainda é o ponto forte dessa mídia.  Entre os formatos de imagem utilizados, estão: imagem de perfil: 720 x 720 pixels imagem quadrada para feed: 1080 x 1080 pixels&#160; imagem vertical do feed: 1080 x 1350 pixels (altura máxima) imagem horizontal do feed: 1080 x 566 pixels (altura mínima) Instagram Stories: 1080 x 1920 pixels (mínimo de 600 x 1067 pixels) Imagens para o Twitter Com um público bastante fiel, o Twitter ainda continua a receber novos usuários. Afinal, eles usam essa rede para acompanhar notícias em tempo real, além de seguir celebridades para descobrir o que cada uma delas tem a dizer. Entretanto, mesmo diante de uma natureza que prima por textos mais curtos, as imagens acabaram por invadir essa rede social, visto que também são ótimas maneiras de se expressar.&#160; Então, visando permitir que as imagens escolhidas sejam exibidas da melhor maneira possível no feed, atente-se aos tamanhos: imagem de capa: 1500 x 500 pixels imagem de perfil: 400 x 400 pixels post com imagem: 600 x 335 ou 1200 x 1200 pixels post com link e imagem: 800 x 418 ou 800 x 800 pixels. Formatos de imagem para o Pinterest O Pinterest é uma rede social voltada totalmente para conteúdos gráficos, mas que se mostra bastante versátil, visto que você consegue encontrar perfis pessoais e empresariais de vários nichos.&#160; Quer saber como fazer uma maquiagem? Busca trocar a decoração da sua casa? Então é bem provável que encontre inspirações por lá. Todos os dias, milhares de perfis compartilham várias ideias dentro da plataforma. Além disso, a plataforma é bastante conhecida pelas artes caprichadas que, diariamente, são compartilhadas por seus usuários. Confira, abaixo, os principais formatos de imagem para a plataforma: imagem de perfil: 720 x 720 pixels pin: 1000 x 1500 pixels (recomendado) capa das pastas: 200 x 200 pixels Formatos de imagem para o LinkedIn Muitas pessoas que estão buscando fechar negócios ou manter um contato profissional acabam passando pelo LinkedIn. Por lá, é possível contratar ou ser contratado, não à toa, muitos talentos são descobertos com frequência através dessa rede. Dessa forma, para quem possui uma empresa, o ideal é que o fortalecimento da imagem dentro dessa rede esteja em foco. Para tanto, todas as artes que forem adicionadas nesse canal devem estar em conformidade com a identidade da empresa e as dimensões sugeridas pelo Linkedin, assim o público reconhecerá sua marca como referência. Veja abaixo quais são os tamanhos de imagem recomendados: imagem de capa: 1536 x 768 pixels imagem de perfil: 300 x 300 pixels post com imagem: 1200 x 1200 pixels post com link e imagem: 1200 x 627 pixels Formatos de imagem para o Youtube O Youtube é sempre a melhor opção para quem está buscando vídeos, independente de quais sejam os conteúdos disponibilizados.  Dessa maneira, se você quer um pouco de entretenimento ou se deseja aprender algo novo, é possível encontrar boas dicas por lá. Inclusive, muitos influenciadores digitais acabaram por crescer na plataforma. No Youtube é preciso ter atenção aos formatos de vídeo, já que eles podem ser vistos tanto na televisão, quanto no computador, tablet ou celular. Além disso, vale ressaltar que, mesmo sendo uma rede mais voltada para o audiovisual, é necessário o uso de imagens de capa, perfil e miniaturas para os seus vídeos.&#160; Veja, abaixo, os principais formatos da plataforma: imagem de capa do canal: 1546 x 423 pixels TV: 2560 x 1440 pixels desktop: 2560 x 423 pixels tablet: 1855 x 423 pixels celular: 1546 x 423 pixels imagem de perfil do canal: 800 x 800 pixels thumbnail de vídeos: 1280 x 720 pixels Formato de imagem para WhatsApp&#160; O WhatsApp é uma rede conhecida por todos. Não à toa, essa rede tem sido muito utilizado no ambiente corporativo para a criação de grupos ou uma lista de transmissão, a fim de acelerar o compartilhamento de conteúdos. Por isso, veja quais são os principais formatos de imagem da rede: imagem de perfil: 192 x 192 pixels thumbnail da imagem na conversa: 600 x 600 pixels WhatsApp Status: 1080 x 1920 pixels</p>
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		<title>Perspectivas para o marketing digital em 2020</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/perspectivas-para-o-marketing-digital-em-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2019 11:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde os primeiros anos em que se começou a usar internet para divulgar produtos e serviços até os dias de hoje, muita coisa mudou. Redes sociais surgiram e deixaram de existir, navegadores foram substituídos por outros, só para dar alguns exemplos. Isso mostra como o mundo virtual é dinâmico e, por isso, sempre estão surgindo novidades. Em outras palavras, novas tendências para contribuir com a vida das pessoas e das empresas de uma imensa variedade de maneiras diferentes. Desse modo, quem usa o marketing digital para promover uma marca deve estar atento às mudanças, ao que há de novo. Caso contrário, pode estar perdendo tempo e dinheiro em canais de comunicação virtuais com o seu público-alvo que não são mais tão eficientes. Se você quer saber o que está em alta no momento, continue lendo este artigo. Nos tópicos a seguir, você descobre quais são as principais perspectivas para o marketing digital em 2020 e como aderir a essas inovações. Maior investimento nas técnicas de SEO Crescimento no uso do Google Meu Negócio Utilização massiva dos apps de mensagens privadas Aposta nos influenciadores digitais Mais investimento em anúncios pagos Preocupação com a segmentação do público Produção mais significativa de vídeos Criação de conteúdo de alta qualidade Maior investimento nas técnicas de SEO Se você já faz uso do marketing digital deve saber como apostar nas técnicas de SEO, ou seja, na otimização para os mecanismos de busca. Afinal, é seguindo algumas regras que se consegue obter uma maior visibilidade na internet. Embora existam outros, o Google mantém a liderança quando o assunto são os buscadores mais usados, por isso, é ele quem costuma ditar as regras sobre SEO. Uso de palavra chave de forma adequada, imagens de qualidade, boa navegabilidade do site, etc., continua importante. O mesmo pode ser dito das demais técnicas de SEO que contribuem para que o seu site ou blog, de maneira orgânica, consiga conquistar os primeiros resultados das pesquisas dos seus usuários. O que muda é a importância de investir, cada vez mais, no que diz respeito ao SEO. Isso quer dizer que não basta apenas fazer o “arroz com feijão” ainda mais se o seu nicho de mercado é um dos mais concorridos na internet. Para tanto, é importante ter, cada vez mais, um conteúdo de qualidade na sua mídia, bem como fazer uso do link building. Essa técnica consiste em estimular que outros sites de qualidade e relevância tenham links que levem para o seu site ou blog. Afinal, trata-se de uma referência. Para tanto, você pode fazer parcerias com outras mídias, para que eles referenciam em seu conteúdo a sua marca. Crescimento no uso do Google Meu Negócio Outra ferramenta que tem ajudado muito as marcas a aumentarem a sua visibilidade na internet é o Google Meu Negócio. Além de gratuita e fácil de usar, é benéfica, em especial, para a promoção dos chamados resultados locais. Isto é, dos resultados de busca realizados quando uma pessoa procura por um tipo de estabelecimento que esteja próximo. Vale lembrar que, hoje em dia, os internautas usam os aplicativos de mapas para pesquisar sobre os mais variados produtos e serviços. Para tanto, a ferramenta centraliza a gestão dos dados do seu negócio no mundo virtual. Esse cuidado é fundamental, uma vez que, ao se pesquisar no Google, os resultados são personalizados de acordo com a área geográfica do usuário. É por isso que, para o consumidor, são exibidas as empresas das proximidades. Então, se você não estiver nos resultados dessas pesquisas, os seus concorrentes, inclusive, os mais próximos podem atrair mais clientes em potencial do que a sua empresa. Como usar o Google Meu Negócio O Google Meu Negócio possibilita um melhor posicionamento nas pesquisas do Google. Para atingir esse objetivo, é preciso manter o perfil na web do seu negócio sempre atualizado, principalmente, em relação ao seu endereço e informações de contato. Entre eles, telefone, e-mail e outros. Com isso, o cliente em potencial não só chega mais fácil até você, como também essa estratégia é uma forma de ganhar credibilidade do seu público. A ferramenta possui ainda outros recursos, como descobrir como as pessoas chegaram até a sua empresa e onde elas estão localizadas. E mais, é possível saber quantas pessoas ligaram para a sua empresa porque viram o seu telefone nos resultados de pesquisa local. E quem prefere usar os dispositivos móveis para gerenciar a presença virtual da sua empresa não precisa se preocupar. O Google Meu Negócio pode ser usado com todos os seus recursos em smartphones, tablets e similares. Utilização massiva dos apps de mensagens privadas Alguns públicos estão perdendo o interesse em redes sociais, como o Facebook e outros sites de relacionamento, e preferindo usar as ferramentas onde a comunicação com os outros usuários é mais direta, a exemplo do WhatsApp e outros apps de mensagens privadas. Claro que você deve verificar se a sua audiência se encaixa nesse perfil.&#160; E, se for o caso, é preciso começar a desenvolver estratégias para se comunicar com os consumidores em potencial do seu produto ou serviço por meio de mensagens privadas. A criação de grupos com clientes em potencial é uma forma de fazer isso. Dessa maneira, consegue-se manter uma comunicação mais dinâmica com a sua audiência e mesmo realizar vendas, de modo bastante prático e direto. Além disso, com esse tipo de abordagem, é possível manter uma comunicação mais personalizada. Nesse sentido, é importante lembrar que, atualmente, o consumidor valoriza muito o atendido com exclusividade. Isso porque ele não quer mais fazer parte de um grupo amplo de consumidores com características diversas. E sim, ser mais estimado, com um atendimento diferenciado. Em outras palavras, através de mensagens privadas, o público acredita que é mais bem atendido. Aposta nos influenciadores digitais Os influenciadores digitais também estão ganhando terreno quando o assunto é marketing digital. Para ter uma ideia mais clara da importância que eles possuem na hora de divulgar produtos e serviços, basta pensar nas celebridades que aparecem nos comerciais</p>
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		<title>Taboola: O que é, como funciona e quanto custa?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/taboola-o-que-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 22:15:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Veja, neste artigo, como o taboola conecta produtores de conteúdo e anunciantes, beneficiando assim toda a cadeia de publicidade digital: usuários, editores e empresas. Mas primeiro é preciso que você entenda: Como as pessoas monetizam seus sites? Blogs e produtores de conteúdo em geral contam com widgets comerciais em seus sites para ofertar espaços publicitários e, assim, tornar seu tráfego rentável. O Google Adsense, por exemplo, é um dos programas mais populares para publishers na internet, porém não é o único. Existem muitas outras soluções de monetização para quem produz conteúdo, entre elas, a plataforma de publicidade nativa: Taboola. O que é publicidade nativa? Para entrarmos a fundo no assunto, é importante salientar, principalmente para quem não conhece o termo, o que é Publicidade Nativa. Native Ads ou Publicidade Nativa são anúncios em formato de conteúdo recomendado. Portanto as plataformas que trabalham nesse segmento conectam anunciantes aos publishers. Ou seja, automatizam a negociação entre quem deseja promover seu negócio e quem está vendendo espaço publicitário. O conceito dessa nova forma de propaganda digital é básica e efetiva. Um exemplo disso é que, mesmo sem saber, você já deve ter se deparado com esse tipo de anúncio enquanto lia algum artigo. Afinal você já deve ter visto algo parecido com: “Você também pode gostar&#8230;”; “Recomendados a você”; “Conteúdo patrocinado por&#8230;”, Resumindo, native ads são aqueles 4, 6 ou 8 conteúdos recomendados ao final de um artigo. Em vista disso, esse tipo de publicidade é acessível para qualquer um que deseja monetizar seu tráfego ou veicular um anúncio na internet. O que é Taboola? O Taboola é uma interface de publicidade nativa, a qual trabalha em parceria com sites produtores de conteúdo de variados tamanhos e nichos, a fim oferecer aos anunciantes espaço publicitário relevante. A frase que melhor define o trabalho da Taboola é “conteúdo que você deve gostar”. Inclusive essa é a própria filosofia da empresa focada em criar soluções digitais por meio de recomendações de links de artigos, vídeos e outros formatos de conteúdo. Dessa forma, conectar pessoas aos sites que repercutem seus interesses é a essência do negócio da Taboola. Para tanto, o serviço buscar abranger uma audiência que não sabe o que está procurando. O fundador da Taboola, Adam Singolda, em uma entrevista à Forbes, explica sua ideia da seguinte forma: “Eu descobri que há 3 formas das pessoas se interessarem por um conteúdo: 1.) Procura: se eles sabem o que estão procurando e digitam isso; 2.) Social: se algum colega indicou ou compartilhou o conteúdo; 3.) Oportunismo: Apenas acontece de estar na mesma página, ou de aparecer naquele canal de TV que você começou assistir. Eu sou apaixonado por conectar pessoas em torno de um conteúdo que os possa interessar”. Para ilustrar melhor, entenda que enquanto as ferramentas de busca proporcionam exatamente o que o internauta procura, o Taboola, baseando-se nas preferências do usuário, recomenda conteúdo de forma pró-ativa. Como funciona o Taboola? Certamente essa é uma boa dúvida. Então vamos a ela: No mercado de mídias de distribuição de conteúdo, um intermediário como Taboola controla toda a negociação que seria feita entre os produtores de conteúdo (publishers) e os anunciantes. Portanto ele fornece uma plataforma que integra empresas que estão comprando espaço publicitário às que estão vendendo. Além disso, o sistema, por meio de seus algoritmos, faz análises em tempo real a fim otimizar a efetividade das campanhas. Ou seja, aumentar o engajamento do consumidor com os anúncios, levando os anúncios para os sites mais adequado. Dessa forma, sendo um dos pilares desse tipo de mercado, o Taboola compartilha porcentagem dos ganhos com anúncios. Porém não se sabe quanto é esse valor bruto e nem a sua participação. Quando usar o Taboola? O Taboola, como já dissemos, pode ser utilizado, tanto por produtores de conteúdo que buscam novos programas de afiliação quanto por donos de sites que estão procurando por uma nova fonte de tráfego. Então, daqui para frente, vamos separar o nosso texto em duas categorias: O Taboola para publishers e o Taboola para anunciantes. Assim, independentemente se você quer monetizar ou alavancar seu tráfego, fique ligado nesse artigo, pois daremos todas as orientações que você precisa para melhorar sua performance digital. O Taboola para publishers O mercado de afiliados está crescendo exponencialmente nos últimos anos. Com a promessa de ganhar dinheiro sem sair de casa, muitos produtores digitais estão aderindo a esses programas de monetização. Contudo, quando falamos de afiliar-se a infoprodutos, a tarefa não é tão simples. Por exigir a capacidade de vender, muitos acabam não conseguindo lucrar ou escalar seu negócio digital. Por outro lado, existem outros produtores de conteúdo que monetizam seu blog vendendo espaço publicitário. No Taboola, por exemplo, você cede espaço para os anunciantes divulgarem seus vídeos ou artigos relacionados. Assim toda vez que o seu leitor interage com a propaganda, você &#160;fica com uma porcentagem dos ganhos da plataforma. Portanto, se você está interessado nesse formato de monetização, saiba que, antes de qualquer coisa, você precisará ser aprovado pela plataforma. Veja como prosseguir. Como se cadastrar no Taboola? Quem deseja ganhar dinheiro com o Taboola precisa ir ao site oficial, clicar na seção “Publishers” , inserir suas informações cadastrais e enfim solicitar um contato. Feito isso, antes de ter seu feedback, o Taboola irá analisar os dados do seu site para que então possa fornecer um script para você começar a exibir os anúncios. Contudo vale lembrar que, no geral, só são aceitos sites com conteúdo de qualidade e com alto volume de visitas. Como melhorar seus rendimentos no Taboola? Produza bons conteúdos A primeira e mais óbvia dica para melhorar seus resultados com o Taboola é produzir conteúdo de qualidade. Se você escreve artigos, por exemplo, faça-os bem feitos para gerar mais visitas e também para que os leitores que estão ali cheguem até o final do texto. Ou seja, onde costumam estar os posts patrocinados. Logicamente que um site mal feito, com conteúdo irrelevante e baixo tráfego não será aceito como afiliado do Taboola.</p>
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		<title>Storytelling: Aprenda a contar histórias marcantes</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/storytelling-historias-marcantes/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 24 May 2019 21:44:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em seu cotidiano, seja para para debater, se explicar ou até contar uma história engraçada, você precisa saber se comunicar. Então, levando isso em consideração, não seria ótimo sempre conseguir prender atenção de quem está te ouvindo? E se dissermos que existe uma maneira e ela não é tão complicada assim. Era uma vez o storytelling&#8230;. o ato de contar histórias e conseguir maior retenção do público. O storytelling consiste em uma série de técnicas que, quando inseridas na sua mensagem, podem tornar uma história muito mais envolvente. Lembra daquele filme, palestra ou livro que entretém você? Muito provavelmente o autor desses materiais utilizou, consciente ou inconscientemente, essas técnicas que iremos abordar aqui. Neste artigo passaremos tudo o que você precisa saber sobre o storytelling, além de bons exemplos para você começar a utilizar esse método na prática. O que é Storytelling Contar uma história, seja ela boa ou ruim, é a forma mais antiga de passar informação alguém. Independentemente do período, o homem sempre utilizou narrativas para persuadir ou explicar algum tema. Ainda podemos dizer mais, tudo o que você conhece hoje &#8211; suas ideologias, costumes e crenças – foi baseado em histórias que foram contadas, se não diretamente para você, para seus antepassados. Contudo é exatamente aqui que entram as técnicas de storytelling. Isso porque apesar de nem sempre carregarmos essa nomenclatura conosco, mesmo que involuntariamente, separamos as histórias boas das ruins. Isto é, nos apegamos às boas narrativas a ponto de levá-las para o resto da vida, enquanto esquecemos facilmente das más. Nesse cenário, storytelling nada mais é do que um método de comunicação cujo o objetivo é entreter e criar um comunicação emocional com o receptor. Onde o Storytelling está presente? Após ver a definição do tema, você ainda pode estar em dúvida sobre onde aplicá-lo. Como dissemos, o storytelling são técnicas de comunicação. Assim, para qualquer mensagem que desejamos passar, podemos utilizar esse método. Veja alguns exemplos para entender melhor. Em uma apresentação Você provavelmente já teve que fazer alguma apresentação de escola, faculdade ou para seu chefe. Então saiba que se você conhecesse as técnicas que traremos nesse artigo o resultado poderia ser ainda melhor. Palestrantes, por exemplo, contam histórias a fim de que você não fique disperso durante o tempo de apresentação e, assim, capte a mensagem. O mesmo vale em debates. Convencer alguém não é fácil, assim, se você deseja fazer isso, primeiro explique bem a história para que o ouvinte entenda o seu ponto de vista. Em um conteúdo Quando citamos conteúdo estamos sendo muito generalistas, uma palestra, por exemplo, pode passar um conteúdo relevante. Porém o que queremos que você entenda é que muitas vezes você pode ser envolvido por bons narradores mesmo sem saber. A arte de contar histórias está presente em qualquer formato de conteúdo. Em um filme, um livro, uma propaganda ou até naquela letra de música. Porque o storytelling é importante? Mantém a atenção do público Contar uma boa história aumenta a retenção do público e, se você não a faz dessa forma, ela fica confusa, o público desinteressado e, aos poucos, a rejeição sobre o seu texto, vídeo ou qualquer outro conteúdo vai aumentando. Com o storytelling você faz com que a sua audiência crie uma conexão emocional com cada etapa que está sendo passada. Ou seja, gera identificação e por isso o público vai querer acompanhá-lo até o final. Fica na memória do público Além de gostar do que está sendo passado, as pessoas envolvidas com seu conteúdo também vão lembrar da sua mensagem. Pode ser que não recordem integralmente, mas a essência da história permanecerá na mente da audiência. Lembra daquele filme cuja mensagem final não sai da sua cabeça, ou daquela explicação, na qual a metodologia passada orienta você até hoje em seu trabalho. Resumindo, podemos afirmar que “as pessoas são marcadas por boas histórias”. Pode tornar-se viral Considere que um artigo de blog que realmente educa o leitor tem compartilhamentos espontâneos. Você pode analisar quais são esses conteúdos, pesquisando por temas no Buzzsumo. Qual a estrutura do storytelling? Agora que você já entendeu o que é e porque deve fazer storytelling, é preciso conhecer a estrutura de um. Primeiro, por mais que pareça óbvio, sua história deve ter começo, meio e fim. Contudo o desafio não está nisso, mas na transição entre essas fases. Ou seja, o que realmente vai prender a atenção da audiência. Veja como fazer isso: Primeira fase – O começo da história Para começar o seu storytelling você deve ter um protagonista, ou seja, o personagem principal que caminhará com a audiência até o final da história. Apresente pelo menos um pouco da sua trajetória até tornar-se o que é hoje, mas principalmente defina bem as características atuais dele. A forma como você fizer isso vai interferir no decorrer do conteúdo. Afinal, seu público deve criar empatia por ele, pesquise bem e encontre qualidades e defeitos nos quais sua audiência possa se identificar. Mostrar o local e o momento em que se passa a história também é um complemento ideial para que o leitor “entre no clima”. Por último, para fazer a transição para a próxima fase, introduza o primeiro conflito do personagem. Defina bem a dificuldade ou o desafio que o seu protagonista deverá enfrentar. Captar a atenção do público depende disso, afinal a história gira em torno disso agora. &#160; Segunda fase – O desenvolvimento O “meio” da história deve ser a parte mais longa. Isto é, você precisa desenvolver a relação do personagem com o conflito e impedir que ele vá logo ao ponto. Trate o conflito como algo realmente complexo, faça com que esse momento exija atitudes, mas também gere decepções ao protagonista. Nós veremos mais para frente que um bom storytelling é uma “montanha russa” de emoções. Então faça o que for necessário para pôr isso em prática sem ser irrelevante. Acrescente novos personagens, ambientes, enfim, faça com que o público não perca atenção durante a jornada do personagem. Terceira fase</p>
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		<title>Inbound Marketing x Marketing de Conteúdo: Quais as diferenças entre eles?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/inbound-marketing-e-marketing-de-conteudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 18:44:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[inbound-marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso você trabalhe com marketing digital, provavelmente já sabe que existem muitos caminhos a seguir. Entre elas, o SEO, links patrocinados (SEM), marketing de conteúdo, inbound marketing e mídias sociais se destacam. Contudo, apesar de existirem vários métodos e cada um com sua particularidade, também é necessário entender que nenhuma delas trabalha isoladamente. Assim, o melhor a se fazer ao implementar o marketing digital em sua empresa, é selecionar todas que se adequam às suas necessidades e objetivos. Pensando nisso, neste artigo faremos uma comparação entre o Inbound marketing e o Marketing de conteúdo. Dois conceitos muito aplicados por empresas que adotam o marketing digital, mas que ainda trazem muitas dúvidas até para profissionais mais experientes. Para se ter maior noção, a diferença entre estas duas estratégias ganhou tanta relevância que se tornou pauta de pesquisa do Hubspot. Nela foram entrevistados 3.500 profissionais de marketing, que por sua vez entregaram a reposta para os questionamentos: ( &#160;) O Inbound Marketing está inserido no Marketing de Conteúdo; ( &#160;) O Marketing de conteúdo está inserido no Inbound Marketing; ( &#160;) Ambos são sinônimos; ( &#160;) Eles não possuem relação. Quer saber qual a afirmação é a mais adequada nesta comparação? Continue lendo este artigo e não perca nenhum detalhe sobre o assunto. O que é Inbound Marketing? Com a popularização do marketing digital, o Inbound Marketing tornou-se umas das estratégias mais relevantes. Isso porque ele traz novidades de comunicação em relação à publicidade tradicional. Ao invés de veicular mensagens invasivas, as empresas buscam &#160;atrair o consumidor com mensagens mais direcionadas. Então, para os consumidores que possuem mais acesso à informação e, consequentemente, são mais exigentes, estas estratégias se tornaram mais assertivas. O Inbound Marketing também parte do princípio de que se deve estudar e acompanhar toda a jornada do consumidor no processo de compra. Veja o funil de vendas a seguir para exemplificar melhor este processo: Atrair: Em teoria, este é o primeiro contato entre usuário e a marca. As empresas costumam utilizar métodos de SEO, links patrocinados e mídias sociais para atrair novos visitantes em fase de conscientização do problema. Por exemplo, a empresa fornece materiais para pessoas que querem saber como vender mais na internet. Converter: Após ter conquistado novos visitantes é preciso convertê-los em leads. Isto é, fazer com que eles forneçam dados de contato. Para tanto, muitas empresas costumam a oferecer produtos gratuitos sobre o assunto, como e-books, em troca do e-mail do usuário. Relacionar: Para avançar seu público no processo do funil de vendas, fazer a nutrição de leads é essencial. Aqui é necessário apresentar aos consumidores a solução do problema anterior. Por exemplo, mostrando como as agências de marketing digital ajudam no processo de venda. Vender: Finalmente, uma vez que o consumidor já possui consciência sobre a solução para os seus problemas, o Inbound Marketing permite que você apresente seu serviço e, assim, faça uma proposta de venda com maior probabilidade de converter. Analisar: Por último, etapa final da jornada do consumidor consiste em analisar todo o processo anterior com a finalidade de refazê-lo. Porém desta vez corrigindo os erros anteriores. O que é Marketing de Conteúdo? O marketing de conteúdo diz respeito a um método no qual as empresas buscam entreter e se relacionar com o consumidor através do próprio conteúdo. Ou seja, é uma estratégia que busca oferecer materiais relevantes com o propósito de aproximar o usuário da marca, mesmo que não estejam diretamente relacionados à venda do produto. Assim, apesar de estarmos falando de estratégias digitais, podemos dizer que essa prática já é comum há muito tempo. Veja este rótulo da embalagem de Leite Moça da década de 30. Imagine quantas pessoas, na época, viam valor em uma marca de leite condensado que oferecia receitas gratuitamente. Então o marketing de conteúdo, apesar de ter ganhando essa nomenclatura devido ao ambiente online, já existia há muito tempo. Todavia, a proporção tomada por essas ações na internet aumentou muito. Hoje as empresas têm muito mais facilidade para criar e-books, artigos, vídeos e muitos outros formatos. Portanto, estes materiais educam e criam uma comunicação próxima ao consumidor. Logo, quem promove conteúdo de qualidade ao seu público, tende a se destacar no mercado concorrido. Qual a relação Inbound Marketing x Marketing de conteúdo? Como vimos nas definições acima, ambas estratégias possuem suas características únicas. Contudo, se analisarmos bem, podemos identificar alguns fatores em comum entre elas. E, não por coincidência, isso se deve à necessidade das marcas satisfazerem as exigências do novo consumidor digital. Então devido a isso já é possível confirmar que o Inbound marketing e o marketing de conteúdo não são aplicados da mesma forma. Contudo, apesar de não serem sinônimos, eles assumem o mesmo papel e propósito no marketing digital. Isso porque os dois estabelecem uma comunicação a longo prazo a fim de engajar e converter usuários. Mais que isso, como o Inbound Marketing refere-se ao acompanhamento de toda a jornada do consumidor, ele é composto por vários métodos. Assim podemos concluir que marketing de conteúdo está inserido entre as estratégias do funil de vendas. Concluindo, estas estratégias possuem o mesmo objetivo, consequentemente semelhanças, porém utilizam métodos diferentes. Enquanto o marketing de conteúdo oferece e distribui materiais com a finalidade de aproximar o visitante da marca, o inbound tem isso apenas como o início do seu processo de atração. Isto é, ele trabalha toda a jornada através do funil de vendas. Logo possuem uma visão mais geral de todo o marketing digital. Marketing de conteúdo ou inbound marketing, qual utilizar? Para quem deseja tornar-se autoridade dentro da internet, o processo de criação de conteúdo é imprescindível. Com bons textos, vídeos e outros materiais que agregam valor ao visitante sua empresa será considerada especialista no segmento. Assim os usuários passarão a confiar em sua marca e utilizá-la como fonte de informações. Porém, se você deseja aumentar as suas vendas, este é um grande passo, mas apenas um entre muitos outros. Então você deve saber que, apesar de trabalhoso, o marketing de conteúdo é</p>
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		<title>Copywriting: 8 dicas para você escrever textos que vendem</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/venda-com-copywriting/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 20:27:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Rentabilizar um negócio digital não é uma tarefa fácil, o processo de engajar e tornar o usuário pronto para a venda exige tempo e esforço. Porém, algumas técnicas de comunicação persuasiva ajudam a facilitar este processo. Assim, independentemente do estágio de compra do cliente, não basta fazer uma proposta invasiva a ele. É preciso criar uma comunicação eficaz, “que dialogue com as dores do cliente”, pois só assim você estabelecerá uma relação de confiança e levará o público a atender as suas chamadas para ação. Diante disso, o copywriting, através da redação, cria uma conexão forte entre marca e consumidor. Então, para saber mais como aplicar este método em seus negócios, não perca nada do nosso artigo. O que é copywriting? De modo geral, copywriting é uma forma de fazer publicidade a partir de textos, seduzindo o comprador através de gatilhos de motivação. Ou seja, são técnicas utilizadas na comunicação escrita que pretendem estimular a audiência a uma ação, entre elas: Baixar um infoproduto; Adquirir um produto ou serviço; Fornecer dados de contato; Avançar a outra página; Curtir ou compartilhar nas redes sociais. O que faz um copywriter? O papel de um copywriter é criar uma linguagem textual que convença o cliente. Para tanto ele busca referências, faz edições e procura até ilustrações para entregar o melhor conteúdo ao usuário. Este profissional pode escrever todo o tipo de redação publicitária, desde roteiros de TV até discursos de palestras. Todavia, como o nosso foco é no marketing digital, focaremos apenas nos canais que envolvem esta estratégia. Anúncios de pesquisa; Anúncios de display; Artigos; E-mails; Páginas de produto; Roteiros de vídeos. Boas práticas do copywriting Qualquer empreendedor digital que deseja aumentar suas vendas e tornar-se autoridade no ambiente digital precisa aprender a fazer copywriting. Pensando nisso, separamos algumas dicas para você criar conexões mais fortes com a sua audiência. Tenha sempre o objetivo em mente Sem um objetivo não for bem definido, dificilmente os seus conteúdos vão converter. Isto é, antes de escrever é imprescindível que você saiba onde pretende levar os seus visitantes. Só assim será possível criar uma linha criativa com bom nível de convencimento. Obviamente que os consumidores só clicarão nas chamadas para ação após convencidos de que seu produto, serviço ou conteúdo é de qualidade. Porém, para que cheguem nelas é preciso, etapa por etapa, prepará-los para a oferta final. Defina a sua persona Outro fator essencial que vai determinar os rumos dos seus textos é o seu nível de conhecimento sobre sua persona. E para sabê-lo, faça duas perguntas: “Quem eu quero atingir com a minha campanha? ” ou “O que o meu público espera de mim?”. Respondendo estas questões você saberá algumas características comportamentais sobre sua audiência, como necessidades, desejos e dores. Ou seja, dados essenciais para saber o que e como ofertar produtos e serviços aos consumidores. Considere o estágio do funil Além de definir o objetivo e a persona, se você quer ser assertivo em suas ofertas é preciso conhecer o estágio de compra de cada um de cada um dos seus consumidores. Por exemplo, em artigos e anúncios que trabalhem palavras-chave mais amplas e genéricas (topo de funil) você atrai visitantes que ainda não se deram conta completamente do problema. Portanto você ainda precisa conscientizá-lo sobre o seu produto e prepará-lo para a compra. Ou seja, esta é uma etapa na qual você não deve fazer uma oferta de venda (de cara), mas um convite para acompanhar sua marca em outros canais. Já quando se trata de consumidores em estágios mais avançados (meio e fundo de funil), que chegam a partir de anúncios ou artigos com assunto mais técnico, você deve tomar outras atitudes. Mostrar uma possível solução dos problemas deles e, por fim, fazer a comparação dos seus produtos com os outros do mercado, ressaltando as características da sua oferta que podem trazer mais benefícios&#8230; Conheça bem os benefícios da sua proposta Para convencer o seu visitante a realizar uma ação, você, antes dele, precisa conhecer bem os benefícios da sua proposta de valor. Caso ela seja um pedido para assinar a newsletter, você pode estimular o lead a se conectar com a sua marca, através de conteúdos de qualidade em primeira mão. Mas, quando se trata da oferta de venda, saiba que todo o texto é um processo de persuasão. Logo exibir, em sua página de vendas, apenas as funcionalidades dos seus produtos ou serviços e não os benefícios de cada uma delas fará com que o consumidor busque essas qualidades em seus concorrentes. Por fim, tome cuidado com a linguagem técnica, às vezes ela é inevitável, todavia textos assim não prendem a atenção da audiência, tão pouco são persuasivos. Escreva na segunda pessoa Fazer copywriting é escrever para o seu cliente. Portanto, esqueça os pronomes “nós” e “eu” e passe a escrever seus textos focados na segunda pessoa (você e seu). Parece simples, mas, quando se quer convencer alguém a converter, o seu produto ou serviço não tem importância nenhuma perto da satisfação do cliente. Isto é, esta técnica tão simples, logicamente aliada a todas as outras acima, faz com que o seu texto seja mais pessoal. Então, a partir do momento que o consumidor sentir que você está falando com ele, a retenção e atenção em seus textos é maior. Consequentemente a probabilidade de converter aumenta muito. Mostre que seu produto realmente vai ajudar (Etapa de decisão) Até agora falamos um pouco sobre como persuadir o seu leitor, para chegar e engajar com o seu conteúdo. No entanto, se ele avançar até a etapa de decisão (já estiver parcialmente convencido dos benefícios da sua oferta), mas ainda não tem certeza se deve comprar de você, trabalhe o seu conteúdo na perspectiva de de esclarecer dúvidas e estabeleça comparações que ressaltam os benefícios exclusivos da sua oferta. &#160; Ou seja, é melhor ser franco ao dizer que seu produto pode não combinar com determinado público. Consequentemente ajudando as pessoas que não se enquadram ao seu perfil de cliente ideal</p>
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		<title>O que é CTA? Aprenda a utilizar técnicas para melhorar os seus resultados</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/cta/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 20:27:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é CTA (call to Action)? Se você trabalha com marketing digital e pretende atingir o sucesso do seu negócio, saber responder a essa pergunta é de extrema importância. Isso porque, a partir do momento em que você aprende a utilizar estas técnicas de comunicação, você também aprende a estimular o cliente a converter em seu site. Portanto, se você quer saber como as calls to action realmente podem ajudar você, descobrir em quais canais podemos utilizá-las e ainda ver exemplos práticos de CTAs que geraram conversões. Não perca nada deste artigo. O que é CTA? As CTAs ou, traduzindo para o português, chamadas para ação são textos, imagens e botões que conectam o cliente à sua oferta proposta. Sendo assim, as calls to action podem ser encontradas em todos os canais digitais ou, para ser mais preciso, nos quais você pretende levar o usuário a um próximo estágio do compra. Ou seja, independentemente de qual for sua estratégia de marketing digital, utilizar estas técnicas é essencial para que os consumidores tenham consciência de qual o propósito da sua campanha. Então, como elas estão presentes em vários meios, vejas os formatos mais comuns de encontrá-las: CTA em botões Uma das chamadas para ação mais tradicionais e eficazes para convidar o usuário são os botões. Isso porque, a partir deles, é possível, dentro da sua página de venda ou prospecção de leads, dar destaque ao seu objetivo de modo que o visitante o identifique facilmente. Os botões podem ser encontrados de forma isolada ou como um complemento de outros modelos de CTA. Os exemplos mais comuns que podemos trazer são os botões “comprar” nas páginas de produto de um e-commerce, ou chamadas inseridas em um banner / formulário, como mostraremos mais adiante. CTA em texto Você costuma se comunicar com seu público através de artigos? Se sim, saiba que você pode aumentar ainda mais a retenção dos visitantes através de transições suaves ao longo do texto. Assim, utilizar CTAs, como “não perca nada deste artigo”, despertam a curiosidade, motivam o leitor a continuar em seu texto e ainda melhora o SEO, uma vez que o tempo das sessões também aumenta. CTA em links Os links estão presentes em boa parte das chamadas: quando criamos um anúncio no Facebook, quando se envia um e-mail marketing ou até quando inserimos links nas imagens. Mas, assim como as chamadas em texto, focaremos na utilização delas nos blog posts. Isso porque, tanto os links internos, como os externos dentro de um artigo são cruciais na experiência do usuário. Veja os exemplos a seguir: Links internos: Presentes ao longo do texto, eles têm por objetivo manter e fidelizar o leitor do seu blog. Para tanto, são inseridos links de conteúdos relacionados presentes no próprio site. Em nossos artigos, por exemplo, costumamos inserir links para agregar mais conhecimento a você. Links externos: Esses são, geralmente, encontrados aos finais do post e, diferentemente dos internos, tem o propósito de fazer a integração com outros canais. Portanto, os links externos buscam levar, por exemplo, o leitor a acompanhar o seu conteúdo através das redes sociais. CTA em formulários Principalmente quando o objetivo for gerar novos leads, utilizar formulários para preenchimento de contato é uma ótima estratégia. No entanto, para que sejam eficientes, eles precisam estar inseridos num contexto que ofereça uma proposta de valor. Ou seja, peça o e-mail ou número de telefone do seu visitante em troca de conteúdo valioso. Então você pode inserir campos de formulários em landing pages, no rodapé do seu site e, se não quiser ter grande trabalho, ainda pode utilizar plug-ins para a captura de e-mails. CTA em imagens Por fim, e não menos importante, você pode fazer chamadas para ação através de imagens. Isto é, utilizar recursos visuais também é uma ótima maneira de levar o público até o próximo estágio do funil. Pensando nisso, o primeiro exemplo que é uma das maneiras mais comuns de levar o usuário até a conversão: o Google Display. Mas, além dos anúncios, você também pode inserir banners em sua home ou outras páginas, a fim de gerar visitas orgânicas em sua landing page. As CTAs realmente funcionam? Até agora nós vimos o que é CTA e as maneiras mais usuais de encontrá-las. Então você pode estar se fazendo uma pergunta: será que a simples atitude de pedir para que o visitante realize uma ação funciona? Pensando nisso e sabendo que o marketing de conteúdo funciona como uma grande &#8220;troca de favores&#8221;, traremos ao final do artigo como você pode medir os resultados dessas ações. Mas antes separamos duas condições essenciais para que o usuário clique nas suas chamadas para ação. Quando você oferece conteúdo valioso ao seu público tudo fica mais fácil. Ou seja, se o usuário encontra, em seu site, um conteúdo que agregue informação e conhecimento, naturalmente será criada uma relação de confiança, na qual ele se sentirá seguro e atraído a converter em seu site. O mesmo pode acontecer, caso um visitante com o mesmo perfil sinta-se atraído por seu link patrocinado. Quando você sabe atrair o consumidor até a sua CTA. Isso mesmo, além de oferecer experiência ao usuário, você precisa ter em mente que não basta inserir qualquer botão e esperar que o visitante clique. Existem algumas técnicas comprovadas que trazem mais resultados às suas chamadas para ação. Confira algumas delas a seguir. O que você precisa saber antes de criar sua CTA? Conhecer o seu público Utilizar qualquer técnica de comunicação sem saber com quem você vai falar é um tiro no escuro. Portanto, definir uma persona é essencial e o primeiro passo a ser dado antes de fazer uma chamada para ação. Assim, após conhecer o perfil pessoal e comportamental do seu público, você poderá ter mais assertividade nas dicas que traremos a seguir. Traçar um objetivo Geralmente, até por questões de mensuração, traçar um objetivo é a primeira etapa de qualquer estratégia de marketing de conteúdo. Mas aqui, diferentemente da maioria dos casos, só conseguimos</p>
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		<title>Ferramentas de palavras-chave: Conheça as melhores e veja como utilizá-las</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/ferramentas-de-palavras-chave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 20:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ferramentas de palavras-chave são responsáveis por auxiliar profissionais de SEO e produtores de conteúdo a manter volume e qualidade de tráfego em suas pesquisas. Então, se você pretende obter informações relevantes do seu usuário e mercado, não deixe de conhecê-las. Quem nunca escutou “quem não é visto não é lembrado”? Essa é uma expressão muito comum e também muito válida quando o assunto é marketing digital. Isso porque, por mais que você tenha um ótimo conteúdo, não vai adiantar de nada se ele não for visitado. Então, quem pretende criar um artigo ou uma página institucional que gere tráfego, primeiro é preciso entender o comportamento do usuário nos buscadores. Por isso as ferramentas de palavras-chave são tão importantes, elas dão sugestões e números que ajudam a ranquear sua página. Veja mais sobre como utilizá-las. Para que servem as ferramentas de palavras-chave Quando realizamos uma busca no Google, utilizamos termos que descrevem o que pretendemos encontrar. Por exemplo, “melhores ferramentas de palavras-chave”. Assim, após realizadas, os buscadores fornecerão os resultados condizentes com a palavra-chave buscada. Para tanto, o mecanismo de pesquisa cruza informações de conteúdos relevantes que trabalhem as palavras-chave em questão. Mas como saber quais os termos buscados pelo usuário? Agora entram as ferramentas de palavras-chave, pois elas fornecem dados, como volume e concorrência de cada termo de busca. Portanto estas ferramentas são de extrema importância para o seu negócio. Elas contribuem para que o seu site seja encontrado e, consequentemente, gere mais conversões. Então, a fim de melhorar o desempenho do seu site, é preciso conhecer as intenções do seu cliente, para isso as ferramentas de palavras-chave estão no mercado. Algumas ferramentas são mais atrativas que outras, mas mesmo com as particularidades de cada uma, confira como utilizá-las de modo geral. Como utilizar as ferramentas de palavras-chave Colocar-se nos primeiros resultados de busca é fundamental para o sucesso do seu site. Afinal a maioria dos usuários perde a atenção a partir da segunda página dos buscadores. Consequentemente, quanto menor for a sua posição a taxa de cliques também tende a diminuir. Dado este cenário, mostraremos alguns conceitos que, independentemente da ferramenta que se utilize, devem ser considerados no momento de escolher as palavras-chave. Analise o volume Muitas das ferramentas de palavras-chave fornecem diversas sugestões, portanto acabam entregando combinações de termos inesperados. No entanto a primeira coisa a se fazer antes de escolher uma palavra, principalmente de cauda longa, é analisar o volume de cada uma. Isto é, não basta encontrar um termo específico, mas que os usuários não buscam, eles não vão trazer visitantes ao seu site. Considere a dificuldade O segundo fator que deve ser levado em é a dificuldade de palavras-chave. Termos mais buscados costumam ser mais concorridos. Portanto, faça o balanceamento entre volume e dificuldade, e escolha as melhores oportunidades para se colocar na primeira página. Além disso, conhecer bem as intenções da sua persona ajudará a escolher termos específicos que, por sua vez, costumam ser mais fáceis de ranquear. Faça a sua escolha de acordo com a intenção do usuário Termos de busca específicos mostram bem a intenção da pesquisa, portanto não basta apenas escolher a melhor palavra-chave. Ou seja, se o conteúdo da sua página não condiz com a “promessa” da palavra-chave, o usuário pode até acessar o link. Mas, uma vez que ele não encontra o que gostaria, a taxa de rejeição do seu site vai aumentar. Busque variar suas palavras-chave Por fim, variar as palavras-chave de seus conteúdos é a última orientação para a utilização das ferramentas. Apesar de parecer óbvio, no decorrer do tempo surgem várias oportunidades de criar páginas e artigos com assuntos muito semelhantes aos já existentes. Nesses casos, ranquear o seu site para uma palavra-chave diferente, mas do mesmo campo semântico que a anterior, é a melhor prática para uma boa indexação nos buscadores. Agora, após passadas as dicas para utilização, veja as melhores ferramentas de palavras-chave para começar a colocar os conhecimentos passados em prática. As melhores ferramentas de palavras-chave No mercado, existem diversas opções de ferramentas que merecem sua atenção. Portanto, a partir de agora listaremos algumas, pagas e gratuitas, com o objetivo de fornecer novas ideias em suas estratégias de palavras-chave. Planejador de palavras do Google O Keyword Planner é uma das mais utilizadas ferramentas de palavra-chave que se tem notícias. E, entre todos os benefícios promovidos por ela, analisar dados de pesquisa, fornecidos diretamente pelo Google, é o mais relevante. Esta ferramenta, mesmo sendo criada para anunciantes, é ótima para quem deseja trabalhar com SEO. Nela, ao pesquisar por determinada palavra-chave, além visualizar termos relacionados, você também terá acesso ao volume de buscas mensal. Logo, utilizar o planejador de palavras-chave do Google lhe dará informações precisas para que você comece a desenvolver a sua estratégia de conteúdo. KeywordTool.io O Keyword Tool não é a ferramenta mais conhecida no mercado, porém, oferece mais funcionalidades que o Keyword Planner. Em sua versão gratuita, por exemplo, é possível visualizar mais de 500 palavras-chave semelhantes. Esta ferramenta ainda trabalha com outros buscadores (Youtube, Bing, Amazon, etc.) e fornece até sugestões em outros idiomas. No entanto, caso necessite de dados mais profundos, como volume, variação de tráfego ao longo do ano e competitividade, é preciso assinar o plano premium. Ubersuggest O Ubersuggest também é uma ferramenta de sugestões de palavras-chave. Mas a principal vantagem dela é poder verificar, dentro de uma plataforma intuitiva, dados como tráfego e concorrência de forma totalmente gratuita. Logicamente, que essa não é a ferramenta mais completa comparada às que traremos mais adiante. Todavia, se você possui um orçamento limitado, o Ubersuggest pode ser a melhor opção para o seu negócio. Soolve Verificar as sugestões do autocomplete do Google pode gerar novas oportunidades, pois elas refletem os termos buscados pelos próprios usuários. Portanto, utilizar o Soolve pode facilitar mais ainda esse trabalho. Esta ferramenta, baseada no autocomplete do Google e de outros buscadores, fornece novas palavras-chave de cauda longa. E o melhor dela é que as sugestões são oferecidas em tempo real, isto é,</p>
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		<title>Evite o bloqueio criativo e crie conteúdos constantemente</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/bloqueio-criativo/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 19:03:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Provavelmente você já tem consciência da importância da criação de conteúdo dentro de uma estratégia de SEO. Caso não seja o seu caso, vamos defini-la, rapidamente, em algumas palavras. O conteúdo é rei e, quando ele se torna relevante ao usuário, naturalmente o seu site obterá uma melhor classificação diante dos robôs de busca. Proporcionar experiência ao usuário a partir de conteúdos educativos é essencial para o sucesso. Portanto, traremos tudo sobre o bloqueio criativo e como ele impede que você crie&#160;cada vez mais artigos. Alguma vez você já definiu uma pauta de conteúdo e não soube como começar ou desenvolvê-lo? Apesar de parecer um pesadelo, o bloqueio criativo é comum até para redatores profissionais. Mas, uma vez que você toma mais tempo que o previsto para criar artigos, também estará acumulando outras tarefas. Dado este cenário, fique atento em todos os fatores que levam ao bloqueio criativo e às melhores dicas para evitá-lo. O que é Bloqueio Criativo? “Dar um branco” ou ter um bloqueio criativo é definido por um momento de falta de inspiração, na qual a pessoa não consegue desenvolver as ideias propostas. Todos estão sujeitos a essa situação, mas para livrar-se dele, primeiramente, é essencial entender as causas. Um dos motivadores para o bloqueio criativo é o desconhecimento do assunto, mas nesse caso não há solução além de buscar informações e referências. Assim sendo, o estado mental torna-se um dos principais motivos que te impedem de produzir conteúdo com mais naturalidade. Ou seja, estar ansioso, com medo ou emocionalmente instável bloqueia a sua capacidade de criar. O que leva ao Bloqueio Criativo? O bloqueio criativo é um verdadeiro assassino da criatividade. Mas, a boa notícia é que é possível diagnosticar os motivos que levam a ele. Apesar de não existir nenhuma verdade absoluta sobre o que causa o bloqueio criativo, trouxemos as situações mais comuns. Veja a seguir se você se identifica com alguma delas. Perfeccionismo A busca constante por melhorias é importante e uma dose de perfeccionismo é inevitável. Porém, em excesso, ele é um dos fatores chave para o bloqueio criativo. &#160;A auto cobrança, quando feita de forma demasiada, é extremamente prejudicial. Procure fazer esboços imperfeitos com erros pontuais que podem ser corrigidos em uma ou algumas revisões. Medo da rejeição Será que esse artigo vai atrair visitantes? E se alcançar um bom público, será que eles vão gostar da forma como foi escrita? Ou será que vão preferir a linguagem que o concorrente utiliza? Essas são perguntas comuns a se fazer antes de publicar um trabalho, mas que não podem te impedir de fazê-lo. Buscar criar o conteúdo da forma mais clara e relevante aos leitores e, por fim, não ter medo de aceitar críticas e feedbacks é o caminho para construir autoridade. Prender-se a um sucesso passado Seguindo a mesma linha de raciocínio dos tópicos anteriores, prender-se a um artigo que tenha obtido sucesso anteriormente significa assassinar a sua liberdade criativa. Pensar que o seu conteúdo sempre conquistará muitos compartilhamentos, comentários e feedbacks positivos é impossível. O sucesso depende de muitas variáveis, em vista disso preocupe-se em criar textos relevantes de forma consistente, só assim você encontrará outro assunto com resultado tão bom ou até melhor. Rotina A rotina é inevitável e indispensável. Seguir uma rotina bem definida com um bom propósito é o melhor caminho para alcançar suas aspirações. No entanto não se assuste, mas ela vai deixar você cansado ao ponto de pensar em desistir. Nesses momentos, persistir e continuar trabalhando recupera a confiança e motivação para continuar em busca de bons resultados. Procrastinação Logicamente que, devido a variáveis incontroláveis, alguns conseguem aproveitar melhor o tempo ao longo do dia. Mas, pense que é a forma como você utiliza o seu tempo que vai definir seus resultados. Isto é, quanto menos você procrastina, maior o período para superar o bloqueio mental e buscar novos insights. Escrevendo esses últimos dois tópicos lembro-me de uma das frases marcantes do pensador e ex-presidente americano, Thomas Jefferson, que diz “Tenho constatado que, quanto mais duro eu trabalho, mais sorte eu tenho”. Inspire-se nela e tenha em mente que para vencer o bloqueio mental é preciso continuar trabalhando. Contudo, se for o caso de estar fatigado mental ou fisicamente permita-se descansar. Culpa Por último e não menos importante, temos a culpa por ter bloqueio criativo. Isso mesmo, sentir-se culpado não é exatamente uma causa, mas ela é responsável por prolongar a situação. É muito comum que quem se encontre nessas circunstâncias busque recuperar a criatividade de maneira desesperada, todavia é importante manter-se calmo e começar a aplicar as melhores práticas para combatê-lo, como mostraremos a seguir. Como combater o Bloqueio Criativo? Você já parou para pensar se os grandes redatores e autores de blog autoridade não possuem bloqueios criativos? Como dito anteriormente, “dar um branco” é um problema que pode acontecer com qualquer profissional. Mas, a diferença de quem consegue criar de qualidade consistentemente é a forma com que eles lidam com essas situações. Portanto, fique atento às dicas que passaremos adiante a fim de que o bloqueio criativo não interrompa seu fluxo de publicação. Mude o foco O primeiro passo para livrar-se do bloqueio criativo é aceitá-lo. Caso você não perceba e aceite que está com dificuldade na criação de conteúdo, não será possível tomar as medidas necessárias para mudar esse cenário. Mas, uma vez que já reconheceu a situação e quer mudá-la, você pode começar focando em outra atividade, por exemplo. Passar a fazer uma tarefa operacional, ouvir música, trocar horário de produção e até o ambiente se necessário. Enfim, buscar motivações nas pequenas pausas e/ou mudanças pode ser um grande passo para aumentar a produtividade. Mas lembre-se, faça isso de maneira organizada, a multitarefa pode trazer grandes problemas à qualidade do seu trabalho. Escreva tudo Organizar as informações é indispensável para o bom entendimento do leitor, um artigo mal estruturado e de difícil compreensão se torna irrelevante aos olhos do leitor. No entanto, muitas vezes o bloqueio mental não permite organizar</p>
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		<title>Conteúdo duplicado: O que é e como ele pode prejudicar o seu SEO?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/conteudo-duplicado/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 18:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como já mostrado em artigos anteriores, estruturar bem uma estratégia de SEO é papel fundamental de um profissional de marketing digital. Um aumento ou uma queda nas posições dos buscadores pode ter um impacto significativo no desempenho do seu negócio. Logo, conhecer bem alguns dos fatores de ranqueamento utilizados pelos robôs de busca é essencial. Pensando nisso, discorreremos sobre o que é conteúdo duplicado e como ele pode trazer punições ao seu site.   Você pode pensar que, uma vez que nunca plagiou, o seu site não terá a performance prejudicada. Mas a questão não é tão simples assim, na maioria dos casos, a criação de conteúdo repetido não ocorre de maneira voluntária. Segundo o MOZ, 29% de toda a internet é composta por conteúdo duplicado. Dada essa grande parcela, veja quais são as considerações do Google sobre o assunto e elimine de vez o risco de ser penalizado. O que é conteúdo duplicado? Um conteúdo é considerado duplicado quando está presente, de forma totalmente igual ou muito parecida, dentro de um mesmo domínio ou em dois sites diferentes. Quando exibido pode acarretar em punições, algumas mais severas do que outras, mas que podem ser importantes na visibilidade do seu site. Empreendedores e muitos profissionais de marketing que atuam com ranqueamento orgânico podem estar divulgando conteúdos duplicados mesmo sem saber. Isso ocorre por vários fatores gerados pelo próprio CMS, como o WordPress. E, mesmo que não esteja sujeito a punição, ele limita o desempenho do SEO. Adiante veremos todos os casos mais comuns e mostraremos como corrigi-los, a fim de beneficiar a visibilidade do seu site. Quais as situações consideradas conteúdo duplicado? O conteúdo copiado está atrelado ao plágio de todo um conteúdo (ou quase todo) de um player do mercado. Este é o caso mais danoso ao usuário, segundo as ações do Google. Contudo, geralmente as ocorrências são mais simples. Elas ocorrem devido algumas questões técnicas que veremos a seguir. Sites com dois prefixos Tanto os prefixos “Https” e “www” quanto a ausência deles pode ser responsável por indexar duas vezes o mesmo conteúdo. Isto é, se um site possui uma página de destino que é, para os motores de buscas, encontrável com mais de um prefixo ela é considerada um conteúdo repetido. URLs com o mesmo conteúdo Esse problema é muito comum em lojas virtuais, no entanto ocorre em todo o tipo de site. Ele, basicamente, define-se como uma mesma página de destino alcançada por caminhos diferentes, veja o exemplo a seguir. Exemplo: Imagine dois usuários que chegam a uma landing page para venda de um curso de marketing digital. Porém, enquanto o primeiro entrou na categoria de cursos e clicou no conteúdo desejado, o outro encontrou o curso a partir de um artigo abordando o assunto. Veja como ficariam as URLs, respectivamente: www.sitedocurso.com.br/cursos/cursodemarketingdigital www.sitedocurso.com.br/artigo/cursodemarketingdigital Meta Tags repetidas Os meta títulos ou descrições podem aparecer em mais de uma página de forma idêntica. Para os robôs de busca do Google, casos como esse podem ser considerados conteúdos duplicados. Consequentemente, a partir do momento que os robôs de busca os encontram, o site em questão pode e tornar-se menos visível para os usuários. Como o conteúdo duplicado prejudica o seu SEO? O problema do conteúdo duplicado gera muitas dúvidas entre os profissionais de marketing digital. Na maior parte das vezes, ele ocorre por uma questão técnica ao invés de um conteúdo copiado. Portanto, o Google considera de forma diferente tanto as situações mais comuns, quanto os casos de tentativa de manipulação do algoritmo de busca. Mas como a repetição de conteúdo prejudica o SEO? O seu site está passível de punição? Promover a melhor experiência ao usuário é o principal objetivo do Google, logo ele busca apresentar os resultados mais relevantes para cada busca. Então, quando há conteúdos repetidos, a indexação fica mais confusa e o posicionamento mais difícil. Portanto apresentar um código mais claro para os robôs de busca, pode influenciar métricas como relevância e autoridade. O tempo cujo o conteúdo está publicado conta muito na classificação dos buscadores. No entanto, outros fatores também contribuem para as melhorias do SEO e a correção da repetição é um deles. Porém, mantê-la em seu site não significa que seu site sofrerá uma punição. Você só estará sujeito a penalidades quando os mecanismos entenderem o conteúdo duplicado como uma prática de Black Hat. Quando a intenção de um profissional é enganar os buscadores, copiar por inteiro (ou quase) os conteúdos dos concorrentes são comuns. No entanto, o site que praticar esses atos, estará constantemente em risco de prejudicar tanto a indexação da página, quanto a autoridade de todo o domínio, afinal, o Google em geral sabe qual foi o site que publicou primeiro o conteúdo. Como corrigir o conteúdo duplicado? Agora que você já sabe a definição e a influência do conteúdo duplicado para os motores de busca é hora de começar as melhorias em seu site. A partir de agora, detalharemos as maneiras mais adequadas de informar ao Google qual página deve ser indexada. Faça Redirecionamento 301 Este método é utilizado principalmente por usuários que pretendem alterar o domínio sem perder totalmente a autoridade do antigo. Basicamente, ele consiste em avisar os mecanismos de busca qual página deve ser indexada. Portanto, fazer o redirecionamento 301 significa que uma URL com conteúdo duplicado sempre será redirecionada à principal. Você pode fazê-lo simplesmente através de seu servidor, especificamente no arquivo .htacess. Mas, caso não tenha o conhecimento necessário em programação, o plugin “SEO Redirection” do WordPress faz esse trabalho de maneira prática. Veja as imagens abaixo. Insira Canonical Tags As Canonical Tags proporcionam o mesmo benefício do redirecionamento, porém de forma diferente e mais prática. Elas podem ser inseridas no próprio código HTML de cada página e ao invés de eliminar o conteúdo duplicado, informam aos robôs de busca que a autoridade deve ser redirecionada apenas a uma página. Utilize a tag “no index, follow” Diferentemente das duas anteriores, a tag “no index, follow” não repassa a autoridade. A partir do</p>
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