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	<title>Artigos sobre Design | Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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		<title>Aprenda a criar uma landing page para sua campanha de Google Ads</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2018 12:14:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maneira de fazer marketing mudou, hoje, uma empresa que pretende realizar uma ação de links patrocinados, com bom desempenho, visa sempre a melhor experiência ao consumidor. Devido à importância de explorar a atenção do usuário, esse vem sendo um assunto recorrente em nosso blog. Abordamos, aqui, boas práticas para você se diferenciar dos concorrentes nos resultados de busca. Porém, desta vez o objetivo é encantar o usuário através de uma landing page qualificada. Realmente, um dos primeiros passos para ter uma campanha de destaque é alcançar um bom CTR (taxa de cliques). Ou seja, atrair mais visitantes que os outros anunciantes é ideal para a performance e para a geração de conversões. No entanto, causar uma “boa impressão” nos buscadores é apenas o início para um bom desempenho. Assim que o visitante entra no site, ele espera encontrar uma landing page coerente com o anúncio. A página de destino no Google Ads diz tudo sobre os próximos passos do consumidor. Deparar-se com uma página sem as informações prometidas pela oferta. Ou, simplesmente, que seja visualmente desagradável causará uma rejeição enorme à sua campanha. Pensando nisso, trouxemos para esse artigo insights para você criar landing pages que vendem. Como o Google lê as Landing Pages? Além de fazer suas ações pensando na experiência do consumidor é essencial que elas também estejam otimizadas para os robôs de busca. A landing page é a primeira página, nela se encontram os usuários que clicaram em um link patrocinado. Logo, o Google reconhece que uma página de destino bem estruturada pode ser um fator a mais de classificação. Apesar de técnica, essa otimização demandada pelos mecanismos de busca está muito longe de ser complexa. O principal objetivo é proporcionar as melhores posições às landing pages coerentes e de boa navegabilidade. Veja os tópicos a seguir: Meta tags: As meta tags, tanto de título como descrição, são importantes portas de entrada para a sua landing page. Estruturar a sua página de acordo com elas é uma maneira de mostrar ao Google que você está oferecendo o que foi ofertado; Heading tag: As heading tags são responsáveis por organizar o seu conteúdo. A H1 ou título da página é a principal e, seguindo a mesma linha de raciocínio anterior, ela deve estar relacionada com a oferta; Palavras-chave: Desenvolver o conteúdo ou escrever as Alt tags (imagens) com palavras-chave vinculada ao título é outro coeficiente de otimização importante; URL amigável: Uma URL da página de destino coesa também é um fator simples, mas que pode auxiliar no seu índice de qualidade; Código limpo: O Google não consegue ler, por exemplo, códigos Flash. Portanto, utilizar HTML5 é uma sugestão para não ter nenhuma complicação; Tempo de carregamento: Páginas lentas, segundo os robôs de busca, tem uma alta rejeição dos visitantes. Assim sendo, proporcionar melhor desempenho comprimindo imagens, por exemplo, é uma alternativa para ranquear melhor; Versão Mobile: Por fim, sites que contém uma versão responsiva para mobile terão um melhor desempenho comparado às que não a possuem. Agora você já sabe como aumentar o índice de qualidade da sua campanha através de uma página de destino otimizada. Contudo, para montar uma landing page eficiente é necessário pensar na experiência do visitante. Para tanto, traremos, adiante, as características comuns de páginas que realmente convertem. Como fazer uma Landing Page de alta performance? O algoritmo do Google pode dar os caminhos para obter uma vantagem competitiva e até gerar mais cliques. Mas só uma página bem estruturada, que explore o comportamento, as dúvidas e dores do cliente performam melhor. Isto é, são responsáveis por gerar leads e, consequentemente, adquirir maiores taxas de conversão. Grandes anunciantes observam tendências do mercado e analisam o perfil de sua persona. Assim, eles conseguem produzir landing pages de alta performance. Desse modo, conclui-se que cada página possui características únicas. Mas as observando, também é possível perceber que elas seguem alguns padrões de qualidade. Posto isso, separamos três dicas você seguir e gerar muitos leads. Produza um conteúdo relevante e original Assim como na produção de qualquer texto na web, a sua landing page precisa de conteúdo único. Quando um consumidor encontra um anúncio ele está buscando algo ou alguém que possa resolver o seu problema. Trabalhar a oferta divulgada no anúncio ao longo da sua página de destino é essencial para despertar o interesse do visitante. Aqui é importante trazer, da maneira mais criativa possível, os benefícios e atributos do seu produto ou serviço. Explorar suas qualidades exclusivas também é um diferencial. Para produzi-lo de forma assertiva, você pode criar grupos de anúncios e escrever de maneiras diferentes para cada um. Dessa maneira, será realizado o teste A/B que resultarão em relatórios precisos. Responsáveis por definir qual a melhor maneira de interagir com os buscadores ou comunicar-se com o usuário. Desenvolva sua página visualmente O design da sua landing page não possui nenhum valor para os buscadores, mas é um dos aspectos mais importantes na conversão. Tornar sua página visualmente agradável e destacar pontos importantes podem fazer toda a diferença. Uma vez que o usuário já aprovou o seu conteúdo, porém não encontrou seu botão de CTA (chamada para ação), você perdeu um lead em potencial. Organizar e dar destaque aos conteúdos mais importantes da sua landing page são as melhores alternativas para promover uma boa experiência. Você pode fazer isso, por exemplo, colocando cores contrastantes no seu formulário de cadastro ou organizar e marcadores os benefícios do seu serviço. Procure não poluir o layout e, assim como anteriormente, faça testes para ver como as pessoas reagem. Passe confiança ao visitante Por último e não menos importante, abordaremos um assunto que passa muito pela produção do conteúdo. Passar confiança ao consumidor é a melhor maneira de obter leads mais qualificados para a venda. Mas como é possível dar segurança ao visitante a partir de uma página de destino? Primeiro conte sobre você, seja transparente, fale sobre a história da empresa e apresente seus objetivos e valores. Mostrar cases, experiências e metodologias também é uma</p>
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		<title>Google Display, como otimizar o design para uma melhor conversão</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/display-como-otimizar-conversao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 17:14:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Hack Tips]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanhas são criadas e colocadas em práticas frequentemente, mas nem todas atingem o resultado esperado. No entanto, durante esse ciclo de tentativa e erro, existe a adaptação e melhoria. Apenas configurar a campanha e executar não traz tanto resultado, pois a otimização é algo essencial para ter uma visibilidade mais relevante e o maior número de conversões possível. Por volta de 50% das empresas reportam que o design escolhido de um anúncio influencia diretamente em quão bem-sucedido o mesmo é, até porque o design influencia a primeira impressão que uma pessoa tem como anúncio, ou seja: influencia o modo que o consumidor percebe a sua marca. Então, vamos dar uma olhada em como você pode melhorar seu jogo de design aplicando cinco princípios-chave do design visual para criar anúncios gráficos de alto desempenho Estrutura do Anúncio Um bom anúncio tem como base a sua estrutura e há práticas já bem difundidas sobre como você deveria mapear seu anúncio. De acordo com a empresa do ramo de Marketing Digital, Interactive Advertising Bureau, os anúncios devem ser diferenciáveis do conteúdo normal do site e a área do anúncio deve ter uma borda bem definida para não ser confundido com o restante do site. Eles inclusive falam sobre como o tamanho do anúncio deve ser flexível, pois as pessoas podem estar visualizando o anúncio em telas de diferentes tamanhos. Os tamanhos de ads oferecidos pelo Google são vários, desde anúncios de meia página a grades banners para dispositivos móveis. Mas há três principais tamanhos quando se fala em termos de desempenho. São eles: 300 x 250 (retângulo médio), 336 x 280 (retângulo grande) e 728 x 90 (cabeçalho). Você pode ver no gráfico como eles são e os outros dois tipos de anúncio que, junto com os anteriores, formam os 5 tipos de anúncio com maior desempenho. Levando isso em consideração, você deve possuir uma estrutura forte e flexível para se adequar a cada um dos formatos, atentando-se especialmente aos tamanhos de melhor desempenho. Para fazer isso, pense nos elementos fundamentais de um anúncio gráfico. Cada anúncio deve conter quatro componentes principais: Seu logotipo ou nome da empresa Uma proposta de valor Uma imagem ou representação visual do seu serviço Um botão de CTA A estrutura dos elementos do anúncio cabe a você fazer, desde que o CTA e a proposta de valor estejam em destaque e os elementos possam ser reorganizados para que se adequem a diferentes tamanhos de anúncio. Cores No design, a atenção a cores é de fato imprescindível, pois a cor é usada para atrair a atenção de pessoas e evocar emoções. É importante lembrar a comum associação que muitos fazem de cores às marcas. É completamente normal, e bastante comum, inclusive, que você associe a cor vermelha à Coca-Cola, por exemplo. A psicologia por trás da cor é interessantíssima e algo que você precisa prestar atenção ao criar anúncios. Homens e mulheres, por exemplo, costumam ter preferências de cores bem diferentes, de acordo com um estudo na UX Planet. Eles chegaram à conclusão de que a cores mais populares entre os homens são azul (57%) e verde (14%); enquanto as mulheres estão em azul (35%) e roxo (23%). O resto das cores e quão favoritadas elas são de acordo com o gênero podem ser vistos no gráfico abaixo: Tendo em vista isso, você pode decidir usar uma paleta de cores um pouco diferente, considerando o público alvo de sua campanha e possivelmente aumentando o nível de atenção que se voltará para a mesma. Tipografia Tipografia refere-se a como se organiza a escrita, ou as fontes no caso de hoje em dia; no entanto, é mais do que uma questão de estética. A tipografia estratégica pode facilitar o processo de leitura e criar interesse em seu produto ou serviço anunciado. O mais importante é ter uma hierarquia tipográfica clara e legível. Não importa o quão incríveis sejam seus recursos visuais se o público não conseguir ler ou entender sua mensagem. Uma imagem com estilo pode chamar a atenção sim dos visitantes, mas se não há uma mensagem por trás da mesma, dificilmente atrairá um clique. Note como seus olhos foram a princípio para o grande nome no topo antes de qualquer outra coisa. Esse é o exemplo mais simples e notável da importância da Hierarquia Tipográfica. Você pode usar, inclusive, um enorme texto que passa a mensagem e deixar ao lado a marca. Lembre-se que o que é ensinado aqui não é excludente, então além disso, também pode-se usar uma paleta de cores referente ao seu público alvo no anúncio. Menos é mais Esta não é uma ideia original e se aplica em uma enorme gama de diferentes contextos. Estes anúncios não vão carregar tudo sobre sua marca e produto ou serviço e, portanto, você terá que ser o mais sucinto possível. Sua mensagem terá que ser direta e clara, de forma que seja entendida na primeira leitura. Ou seja, ao passar rapidamente os olhos sobre o seu anúncio, a pessoa tem que sentir curiosa sobre sua ideia, criar um senso de valor sobre ela e ainda se sentir inclinado a clicar nele. Isso é melhor atingido com um anúncio que diga muita coisa com uma menor quantidade de caracteres e sem poluição visual. Originalidade e Funcionalidade Não faça nada sem propósito algum, pois isso remete a amadorismo e é percebido pelos internautas. Imagens, por exemplo, nunca deveriam ser colocadas em um anúncio pelo único propósito de se ter uma imagem ali. Obviamente, imagens são de extrema importância, principalmente quando usadas corretamente, mas como tudo, podem causar o efeito contrário quando mal utilizadas. Uma imagem deve ser a menos genérica possível, sendo algo produzido por você, como fotos do seu escritório ou produto ou algum representante direto do seu serviço, como fotos de um destino de turismo, por exemplo. A Coca-cola coloca aqui uma imagem das latas predominantemente vermelhas de seus novos produtos, assim associando a qualidade deles ao produto carro-chefe. Além disso, a imagem é um demonstrativo</p>
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		<title>Como planejar o design da sua Landing Page de acordo com o conteúdo</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/planejar-design-landing-page/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 14:12:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a presença de várias marcas é cada vez mais comum na internet, a competição por alguns segundos a mais de atenção. As empresas acabam tendo que lutar e se esforçar frequentemente para evoluir de forma que consigam sempre passar de forma clara sua ideia e obter os melhores resultados. E este é o grande objetivo das técnicas de otimização das Landing Pages. O que é uma Landing Page? O termo Landing Page costumava ser usado para definir a página por onde um internauta passava para acessar o site. No caso, a página onde ele &#8220;cai primeiro&#8221; depois de clicar em um link, daí o nome, que em inglês, seria traduzido como &#8220;página de aterrissagem&#8221;. Não é à toa que ao checar o Google Analytics em inglês, você verá que Landing Pages é apresentada como uma das dimensões de comportamento. Em Português, no entanto, o nome que o Google usa para defini-las é outro, um pouco diferente do termo em inglês: “Páginas de destino”. Este conceito acaba ficando um pouco vago, já que basicamente pode ser usado para qualquer página de um site onde você caia após clicar em um link em outro blog ou em um mecanismo de busca, por exemplo. No entanto, o termo acabou caindo em desuso para este propósito, hoje em dia sendo usado para algo diferente. Em Marketing Digital, quando criamos uma página cujo único objetivo é a conversão, esta página é o que nós chamamos de Landing Page. O design da Landing Page é feito pensando na comunicação da sua oferta aos visitantes da página. Este processo de comunicação é para que você influencie as pessoas a perceberem o que você deseja que elas percebam. Utilizar-se de uma área em branco para organizar a página com um botão Call-to-Action em contraste é uma das maneiras fazer isso. No final, no entanto, o apelo visual é apenas uma das facetas do design da página. Devemos prestar atenção ao jeito que os elementos da Landing Page interagem e como eles fluem juntos para determinar se a página vai ser bem-sucedida em engajar os visitantes. É aí que entra a Hierarquia Visual. Hierarquia Visual Hierarquia visual é a ordem na qual um usuário processa informações em uma página. A sua função no design da interface do usuário (UI) é permitir que os usuários entendam as informações facilmente. Isso é feito ao atribuir-se diferentes características visuais a seções de informações, como as fontes maiores em um cabeçalho, por exemplo. Por meio do emprego da hierarquia visual, um designer pode influenciar o que os usuários perceberão como estando mais acima na hierarquia. Influenciando a percepção dos usuários As características visuais que um designer pode usar para influenciar a percepção dos usuários sobre as informações são: Tamanho: quanto maior o elemento, mais atenção ele atrairá Cor: as pessoas são atraídas por cores ousadas e contrastantes. Contraste: mudanças de cor chamam atenção Alinhamento: chame atenção alinhando ou quebrando o alinhamento Repetição: repetir estilos pode dar a impressão de que o conteúdo está relacionado Proximidade: elementos próximos também aparecerão relacionados Espaço em branco: mais espaço ao redor dos elementos atrairá o olhar para eles Textura e estilo: texturas mais ricas atraem mais atenção do que as planas Todos os elementos de design acima são importantes, mas obviamente, como tudo, o sucesso depende do bom emprego do conhecimento. Aliando este conhecimento aos estudos de rastreamento ocular, nós podemos criar poderosos designs que sempre guiarão os olhos dos visitantes para onde nós queremos. Estilos de Leitura Acompanhando os estudos de rastreamento ocular, muito se descobriu sobre como os olhos se movem em determinados contextos. No caso da leitura, foram encontrados dois padrões mais dominantes. O padrão F O Nielsen Norman Group compilou vários relatórios e ainda continuam a ser citados quando o assunto é rastreamento ocular. A verdade é que foram os estudos deles que trouxeram uma série de descobertas que acabaram por ser úteis em vários ramos. Uma das mais importantes descobertas do grupo foi o chamado &#8220;F-Pattern&#8221; ou &#8220;Padrão F&#8221;. Os usuários costumam começar lendo em um movimento horizontal que costuma se originar na parte superior da área do conteúdo, que seria o movimento que dá origem à barra inicial do &#8220;F&#8221; que se desenhará pelo movimento dos olhos. Em seguida, os usuários movem a página um pouco para baixo e leem em um segundo movimento horizontal que geralmente cobre uma área menor que o movimento anterior. Esta segunda leitura de menor extensão é o que formaria a barra inferior do &#8220;F&#8221;. Por fim, os usuários verificam o lado esquerdo do conteúdo em um movimento vertical, fazendo assim o último elemento do &#8220;F&#8221;, seu tronco. Essa imagem é referente à pesquisa citada anteriormente e demonstra o movimento dos olhos uma página de um site. As cores demonstram o seguinte: Vermelho: Área mais visualizada, onde o olho se manteve por mais tempo. Amarelo: Área visualizada, mas com menor fixação. Azul: Área pouco visualizada e com pouca fixação. Cinza: Área pouco visualizada e com nenhuma fixação. Comecemos da premissa de que o movimento dos olhos, em geral, começa pelo canto superior esquerdo e, a partir daí, desliza pela página. Ao posicionar os elementos que você considera mais importantes em uma página no padrão F acaba por garantir que tais elementos sejam vistos. O Padrão Z Páginas menos pesadas em texto ou de organização mais solta tendem a provocar um movimento menor nos olhos. Este movimento, também mais solto e mais direto, é o que chamamos de &#8220;Z Pattern&#8221;, ou Padrão Z. Este padrão ocorre quando a simplicidade é uma característica notável na página, que geralmente tem o Call-to-Action como foco principal. Esse foco na simplicidade torna o padrão Z especialmente adequado ao design da página de destino, no qual você deseja que um foco singular atraia as pessoas e incentive-as a agir. O Padrão Z pode ser igualmente aproveitado, contanto que você coloque sua chamada em ação ao longo do caminho Z para garantir que o visitante o veja; levando-o assim a conseguir mais conversões. Assim como o Padrão F, o formato</p>
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		<title>O modelo tradicional de web design está totalmente quebrado</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/o-modelo-tradicional-de-web-design-esta-totalmente-quebrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 14:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Empreender é se jogar de um precipício e construir um avião durante a queda&#8221; – Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn. Hoje trazemos duas abordagens para o desenvolvimento de projetos web, de um lado o modelo tradicional de web design e suas fragilidades, de outro os conceitos de uma tendência que tem ganhado força quando pensamos em sites com alto desempenho, o “Growth Driven Design”. Até pouco tempo atrás (por volta de 2012), enxergávamos o desenvolvimento de um site como um projeto de começo, meio e fim.&#160; Um novo site era publicado e permanecia em média de 1,5 a 2 anos sem grandes atualizações. Nesse meio tempo, novos recursos tecnológicos que aprimoram a experiência do usuário,&#160; novas ideias, novos formas de engajar e converter o usuário nasciam, mas não eram implementadas.&#160; Como o site já &#8220;estava pronto&#8221; e havia sido feito um grande investimento de energia, dinheiro e tempo; desculpas como &#8220;falta de tempo&#8221;, &#8220;gastamos todo o nosso orçamento&#8221; eram frequentes. Sabemos que o site de uma empresa, em especial as de pequeno e médio porte, muitas vezes é o vendedor número 1. Com o atual dinamismo da internet é preciso que a evolução de um site seja continua. No gráfico acima, podemos observar a diferença entre as duas metodologias de desenvolvimento.&#160;&#160; Enquanto no modo tradicional os sites permanecem por muito tempo inalterado, obtendo o mesmo nível de impacto e desempenho, do outro, com o Growth-Driven Design, o aumento no impacto é constantemente incrementado. Sem dúvida a flexibilidade e a possibilidade de se aperfeiçoar a experiência do usuário continuamente contribui significativamente para uma melhor performance do site.&#160; Além disso com essa abordagem há diminuição dos riscos com web design tradicional, pois em projetos fechados, de 3 meses (em geral), sempre há alguma necessidade que não é previamente pensada.&#160;&#160; É como participar de uma corrida de fórmula 1, com um carro que só corre volta sim volta não. Para minimizar riscos e desperdícios, em um projeto Growth-Driven é preciso pensar de forma otimizada.&#160; Quais são os 20% de requisitos/funcionalidades que vão produzir 80% dos resultados esperados ?&#160; Em outras palavras, muitas vezes não se trata da cor ou do estilo dos botões, mas de como está projetado o seu formulário de contato, como estão organizados os conteúdos, qual a posição dos &#8220;call to actions&#8221; dentro das páginas&#8230; O que o site realmente precisa, quais são as reais urgências ?&#160;&#160; Ao invés de acumular necessidades por muito tempo, precisamos avaliar e implementar pontos de maior impacto a todo instante.&#160; Lembre-se, na internet, tudo pode ser medido.&#160; Do tempo que o usuário permanece em cada página até quantos cliques cada botão obteve.&#160; Quanto tempo o usuário passa em cada campo de um formulário e em qual campo uma parte deles desiste de preencher. Essa nova tendência não é apenas uma moda, com a atual competitividade no ambiente digital, &#8220;quem corre anda, quem anda está parado e quem está parado está andando para trás.&#8221; Luis Gasparetto.</p>
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		<title>Arte e design possuem propósitos distintos</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/pense-em-design-nao-em-arte/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 14:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre que iniciamos um novo projeto de internet, precisamos separar a arte do design. O objetivo é simples, a arte tem como propósito inspirar e cada observador tem uma interpretação própria a seu respeito, ou seja, a arte depende de gostos. &#160;Já o design&#160;cumpre seu objetivo independente de gostos. Outro ponto fundamental entre a arte e design é que o processo de criação de uma obra de arte começa com nada. Resulta de uma visão, opinião ou sentimento que o artista deseja expressar.&#160; A arte então é o meio que o artista encontra para compartilhar esse sentimento com os outros. Já os designers possuem como ponto de partida motivar uma ação, ou uso.&#160; Mas antes de pensar no como, o designer deve pensar no por que.&#160;&#160; Algumas empresas tem como foco o que elas projetam, mas as de maior sucesso estão focadas no por que elas projetam. Nessa linha de pensamento, o design começa a traçar um panorama que engloba qual o propósito do projeto?&#160; Para quem ele é desenvolvido?&#160; O que é desejável que as pessoas que interagem com o design façam? Tudo isso deve refletir uma linguagem e direção clara e comum. Com a popularização dos produtos do Google, a forma minimalista de se construir sites ganhou mais destaque. A máxima é: Simplifique até que se tenha o menor número de elementos possível. Com o foco no que é mais relevante a atenção do usuário não é desperdiçada. O design do Google torna fácil o modo de se fazer a coisa certa.&#160; Quando pensamos em design, precisamos trabalhar com a prática em vez da teoria.&#160; Testes A/B ajudam a tirar as deduções sobre o que funciona. Use a prática ao invés da teoria por que o mais importante é que uma coisa funcione e não que você tenha alguma teoria a respeito dela. Um bom design não significa apenas fazer o template bonito. Se o objetivo for, por exemplo, gerar conversões é preferível sacrificar determinados elementos estéticos em busca de um melhor resultado.&#160; Um bom design não cria um novo problema para resolver outro. Isso geralmente acontece como o propósito do projeto não está claro e as questões estéticas se sobrepõem a usabilidade. Para finalizar, se você estiver planejando o design de seu novo projeto web, comece pelo propósito. Simplifique. Teste e lembre-se de que quem vê cara, não vê conversão. Até a próxima!</p>
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		<item>
		<title>Re-design não deveria ser um processo apenas estético</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/re-design-nao-deveria-ser-um-processo-apenas-estetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 14:49:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Os detalhes visuais do seu no projeto web continuam sendo importantes, porém, você também precisa considerar o fato de que, se as pessoas não conseguem encontrá-lo através dos mecanismos de busca, ou compreender facilmente o conteúdo que você quer transmitir, não importa o quão bonito é o seu site. Cada vez mais concluimos que o conteúdo deve vir primeiro e em segundo o design. O planejamento de reformulação de um site deve incluir uma reflexão sobre SEO desde o começo. Isso significa que por mais incrível que um novo design possa parecer, se não for possível aplicar o conteúdo de forma facilmente digerível é preferível abrir mão do design.&#160;&#160; Com isso em mente, você poderá assegurar que o novo site realmente irá se conectar com o que sua audiência está procurando. Documente seus números atuais Documente o número de visitantes, palavras chaves orgânicas que estão com melhor performance, número de links de entrada, apontamentos de outros domínios para o seu site, total de páginas indexadas e páginas que recebem maior tráfego.&#160; Analise também o fluxo de navegação e comportamento dos visitantes no site atual. Por exemplo, se a maior parte do tráfego que acessa a página pela home, segue em direção a uma determinada categoria de produtos, talvez seja melhor reproduzir esse fluxo em seu novo mapa e estrutura de navegação.&#160; Aproveite e potencialize o histórico que você já dispõe. O algoritmo &#8220;Google Penguin&#8221;, lançado em 2012 pune sites que possuem localizações pobres para as palavras-chaves. Para corrigir esse problema pense que seu design precisa ser primeiramente ser facilmente compreendido por um ser humano, em segundo lugar por mecanismos de busca, remova tudo o que não pareça natural dentro do conteúdo. Verifique os redirecionamentos 301.&#160; Quando você reestruturar os urls do site, é essencial transferir os urls antigos para os novos.&#160; Se você tiver uma página que fale sobre a missão da empresa. (www.seusite.com.br/missao) e outra com a visão (www.seusite.com.br/visao) e no novo site queira consolidar ambas as páginas em uma só (www.seusite.com.br/sobreaempresa), considere redirecionar os 2 urls antigos para o novo. Outro ponto importante, utilize urls amigáveis separadas com (-) ou (_).&#160;&#160; O Google entende (-) como separadores e (_) como conectores.&#160;&#160; Isso significa que cada palavra poderá ser tratara individualmente se for separada por (-). Você poderá também utilizar (/) para categorizar a informação, exemplo (www.seusite.com.br/categoria1). Aproveite também a oportunidade para otimizar seu site para dispositivos móveis.&#160; Templates responsivos aprimoram a experiência de navegação em diferentes formatos de telas e com a proliferação atual dos tablet e smartphones, a responsividade deixou de ser algo a mais para se tornar um item obrigatório.</p>
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