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	<title>Arquivos Google Ads - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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	<title>Arquivos Google Ads - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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		<title>Operação de Campanhas Google Ads: onde o trabalho de verdade começa</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/operacao-de-campanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 20:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criar uma campanha no Google Ads não é o trabalho. É o início dele. O que realmente define se uma campanha vai gerar resultado ou apenas consumir orçamento acontece depois do botão “publicar”. Na prática, a operação de campanhas Google Ads exige método, leitura de dados, paciência estratégica e, acima de tudo, maturidade para saber quando agir e quando parar. Apesar disso, muitos anunciantes ainda acreditam que sucesso vem de ajustes constantes e mudanças impulsivas. Normalmente, o resultado é exatamente o oposto. Neste artigo, a RotaMaxima explica como funciona a operação real de campanhas, desde o checklist pré-publicação até a análise de relatórios. Tudo com um tom profissional, direto e com pequenas doses de humor técnico, porque trabalhar com mídia paga já é sério demais para ser levado com drama. Antes de publicar: o checklist que evita tragédia Antes de qualquer campanha ir ao ar, existe uma etapa que separa operações profissionais de experimentos caros. O checklist pré-publicação evita erros simples que custam caro e demoram para aparecer nos relatórios. Primeiro, a estrutura da conta precisa fazer sentido. Campanhas devem ter objetivos claros. Grupos de anúncios precisam refletir intenções específicas. Anúncios devem conversar diretamente com o que o usuário procura. Quando tudo isso se alinha, o Google entende melhor a proposta e responde com mais eficiência. Além disso, a segmentação geográfica precisa estar correta. Parece básico, mas campanhas ainda desperdiçam orçamento exibindo anúncios fora da área de atuação do negócio. Da mesma forma, extensões de anúncio devem estar ativas e bem preenchidas, pois aumentam a relevância e a taxa de cliques. Outro ponto essencial envolve o orçamento diário. Ele deve ser suficiente para gerar volume de dados. Campanhas com orçamento excessivamente baixo não erram por falta de estratégia, mas por falta de informação. Por fim, nenhuma campanha deveria ser publicada sem conversões configuradas. Sem isso, o Google otimiza para cliques, não para resultados. E cliques sozinhos não pagam boletos. Entendendo as redes do Google Ads: onde seu anúncio realmente aparece Além da estrutura e das conversões, a escolha das redes do Google Ads influencia diretamente o comportamento da campanha. Embora pareça um detalhe simples, esse ponto ainda gera confusão e decisões pouco estratégicas. A rede de pesquisa exibe anúncios diretamente nos resultados do Google quando o usuário realiza uma busca ativa. Nesse ambiente, a intenção é clara e o usuário já demonstra interesse em resolver um problema ou contratar um serviço. Por esse motivo, essa rede costuma gerar leads mais qualificados e previsíveis. Já a rede de display funciona de forma diferente. Os anúncios aparecem em sites, portais, blogs e aplicativos parceiros do Google. Nesse caso, o usuário não está necessariamente procurando por uma solução naquele momento. Por isso, essa rede se encaixa melhor em estratégias de reconhecimento de marca, remarketing e alcance de público, não em conversões imediatas. Esperar vendas diretas de display sem contexto costuma gerar frustração e relatórios difíceis de explicar. Entre essas duas opções está a rede de parceiros de pesquisa do Google, que amplia a exibição dos anúncios de pesquisa em sites e mecanismos parceiros. Embora aumente o alcance, ela pode gerar cliques menos qualificados dependendo do segmento. Por esse motivo, ativar ou desativar essa rede deve fazer parte da estratégia, não de um padrão automático. Em resumo, nenhuma rede é boa ou ruim por definição. O problema surge quando elas são ativadas sem critério. Na operação profissional, cada rede existe por um motivo claro. Fora disso, elas apenas consomem orçamento e paciência. Segmentação por locais: onde anunciar faz diferença de verdade A configuração de locais no Google Ads define onde o anúncio pode aparecer e, principalmente, onde ele não deveria aparecer, o que muitas vezes é ainda mais importante. Essa etapa existe para alinhar a campanha à capacidade real de atendimento do negócio, evitando cliques de regiões que não podem ser atendidas e leads que só geram conversa, não contrato. No Google Ads, o gestor acessa a campanha, entra na seção Locais e inclui cidades, estados, regiões específicas ou até um raio em quilômetros ao redor de um endereço. Além disso, é possível excluir áreas que não fazem sentido e ajustar lances conforme a localidade. Com essa configuração, a campanha deixa de falar com todo mundo e passa a conversar com quem realmente pode comprar. Quando bem feita, a segmentação por locais melhora a qualidade dos leads e protege o orçamento. Quando ignorada, o anúncio até aparece, mas o resultado não chega onde importa. Dica Importante (e que evita desperdício de verba) Prefira sempre a opção “Presença: pessoas que estão nos locais incluídos ou que frequentam a área”. Por quê isso é crucial Quando você deixa a opção padrão “Presença ou interesse”, o Google pode exibir seus anúncios para pessoas que não estão fisicamente na região, mas que apenas demonstraram interesse por ela.Na prática, isso significa: Ou seja, alcance bonito no relatório e resultado fraco na realidade. Quando usar “Presença ou interesse” Essa opção só faz sentido quando: Para campanhas locais, como a do exemplo com raio de 8 km, essa configuração costuma inflar cliques e reduzir qualidade. Regra simples para não errar Essa pequena escolha costuma separar campanhas que geram contato real daquelas que só geram conversa sem fechamento. Configuração de conversões: onde muita campanha falha antes mesmo de começar Antes de pensar em otimização, existe uma pergunta essencial: o Google sabe o que significa sucesso nesta campanha? Quando conversões não estão configuradas corretamente, o algoritmo trabalha no escuro. O gestor analisa números incompletos. O cliente desconfia do tráfego. E o problema real segue escondido. Configurar conversões não é detalhe técnico. É o fundamento da operação de campanhas Google Ads. Como configurar conversão de formulário no Google Ads A conversão de formulário registra quando um usuário envia um contato pelo site. Ela indica intenção clara e permite otimizações baseadas em dados reais. No Google Ads, acesse o menu Ferramentas e configurações, depois clique em Conversões e em Nova conversão. Escolha a opção Site e selecione a configuração manual. Defina um nome claro,</p>
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		<title>Erros clássicos de júnior: como evitar armadilhas que drenam orçamento e resultados</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/erros-classicos-de-junior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 20:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrar no universo do marketing digital é empolgante. Plataformas cheias de gráficos, promessas de escala, automações inteligentes e uma sensação constante de que basta apertar alguns botões para fazer as vendas explodirem. Mas a realidade costuma ser menos glamourosa. Muitos profissionais em início de carreira cometem erros previsíveis que custam dinheiro, tempo e credibilidade. Esses erros não surgem por falta de inteligência ou esforço. Eles normalmente nascem da ansiedade por resultado rápido, da interpretação superficial de métricas e da falta de um método claro de análise. O problema é que pequenas decisões equivocadas, quando somadas, transformam campanhas promissoras em verdadeiras máquinas de desperdício. Empresas que operam em ambientes de alta performance, como a RotaMaxima, sabem que crescimento sustentável não depende de atalhos, mas de processos sólidos, leitura correta de dados e disciplina na execução. Essa visão ajuda a evitar erros clássicos que ainda são comuns entre profissionais em início de carreira. Neste artigo, vamos explorar os erros clássicos de júnior que mais aparecem no dia a dia da mídia paga e da gestão de campanhas. Você vai entender por que orçamento mal definido, obsessão por CPC baixo, anúncios bonitos que não convertem, segmentação errada e ausência de métricas confiáveis sabotam resultados. Mais importante ainda, você vai aprender como evitar cada uma dessas armadilhas. Orçamento mal definido: a forma mais elegante de perder dinheiro Um dos erros mais comuns entre iniciantes é tratar o orçamento como um número aleatório. Muitas campanhas começam com frases como: “Vamos colocar cem reais por dia para ver no que dá” ou “Esse valor parece razoável para testar”. O problema é que sem um raciocínio estratégico por trás, o orçamento deixa de ser uma ferramenta e passa a ser apenas uma aposta. Um orçamento bem definido precisa considerar objetivos, ticket médio, margem de lucro, ciclo de venda, capacidade de atendimento e volume de dados necessário para otimização. Quando isso não acontece, surgem dois cenários igualmente ruins. No primeiro, o orçamento é baixo demais para gerar dados estatisticamente relevantes. A campanha roda, gasta, mas não aprende nada. No segundo, o orçamento é alto demais para um funil ainda imaturo, o que acelera prejuízos. Outro erro frequente é distribuir o orçamento de forma desequilibrada. Colocar quase todo o investimento em uma única campanha, sem validar criativos, públicos e ofertas, é uma forma elegante de perder dinheiro rapidamente. Testes existem para reduzir risco, não para inflar vaidade. Na RotaMaxima, o orçamento é tratado como um ativo estratégico. Cada real investido precisa ter um objetivo claro, métricas definidas e um plano de validação. Essa mentalidade reduz desperdícios e acelera o aprendizado das campanhas. O profissional iniciante também costuma ignorar a importância do ritmo de investimento. Gastar tudo em poucos dias impede análises consistentes. O ideal é permitir que o algoritmo tenha tempo para aprender e que os dados revelem padrões reais, não apenas oscilações aleatórias. Definir orçamento não é um exercício de chute. É um exercício de lógica, projeção e controle de risco. O mito do CPC baixo e outras métricas que não pagam boletos Poucas coisas encantam tanto um júnior quanto ver um custo por clique muito baixo. A sensação de eficiência é imediata. Afinal, pagar poucos centavos por clique parece uma vitória. O problema é que clique não é sinônimo de venda, nem de lead qualificado. O CPC é apenas uma métrica intermediária. Ele indica eficiência de entrega, relevância do anúncio e competitividade do leilão. Mas ele não revela se aquele tráfego gera receita, engajamento real ou retorno financeiro. Em operações mais maduras, como as conduzidas pela RotaMaxima, a análise vai além das métricas de vaidade. O foco está em indicadores que impactam diretamente o negócio, como custo por aquisição, taxa de conversão e retorno sobre investimento. O iniciante muitas vezes otimiza campanhas para agradar o painel da plataforma, não o caixa da empresa. Isso gera decisões como pausar anúncios que vendem bem, mas têm CPC mais alto, ou escalar campanhas baratas que não convertem. Entender a jornada completa do usuário é essencial. O clique é apenas a porta de entrada. O valor real está no que acontece depois dele. Anúncio bonito que não converte: a arte de enganar a si mesmo Design bonito encanta, mas não necessariamente vende. Muitos profissionais iniciantes investem mais tempo escolhendo cores, fontes e animações do que entendendo o público, a dor e a proposta de valor. Um anúncio eficiente precisa ser claro, direto e relevante. Ele deve resolver uma objeção, despertar uma necessidade ou apresentar uma oportunidade concreta. Equipes experientes, como as da RotaMaxima, priorizam clareza, proposta de valor e alinhamento com a jornada do cliente antes de qualquer decisão estética. O visual existe para reforçar a mensagem, não para competir com ela. Existe também o apego emocional ao próprio trabalho. Defender um anúncio apenas porque ele está bonito é uma armadilha clássica. Marketing não é concurso de arte, é ferramenta de resultado. Segmentação errada: quando a campanha nasce condenada Mesmo o melhor anúncio do mundo fracassa se for exibido para o público errado. Segmentação é uma das bases mais importantes de qualquer campanha e também uma das áreas onde iniciantes mais erram. Segmentar de forma ampla demais gera desperdício. Restringir demais trava escala e aprendizado. O equilíbrio exige conhecimento do público e validação constante. Na RotaMaxima, a segmentação é tratada como um processo vivo, baseado em dados, testes e refinamentos contínuos. O público não é definido apenas por interesses, mas por comportamento, intenção e histórico de conversão. Sem entendimento profundo do avatar, a segmentação vira tentativa e erro sem método. Esperar resultado sem medir nada: fé demais, dados de menos Confiar mais na intuição do que nos dados é um erro perigoso. Sem métricas claras, não existe gestão. Não é possível otimizar o que não é medido. Acompanhar apenas curtidas e visualizações gera falsa sensação de sucesso. Indicadores realmente relevantes dependem do objetivo da campanha. Empresas orientadas a dados, como a RotaMaxima, estruturam rotinas de análise, relatórios e testes para transformar números em decisões estratégicas. Métrica sem análise é apenas</p>
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		<title>Google Ads sem Drama: os Fundamentos que Ninguém Te Explica (Mas Todo Mundo Cobra)</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/google-ads-fundamentos-sem-drama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 16:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curso Google Ads - Rotamáxima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os fundamentos que ninguém explica direito (e que fazem toda a diferença) Se Google Ads fosse apenas colocar dinheiro e esperar clientes surgirem como mágica, este artigo não existiria. Nem a maioria das frustrações de quem já tentou anunciar. Nem metade dos cursos prometendo resultados “rápidos e garantidos”. A verdade é que o Google Ads é uma das ferramentas mais poderosas de aquisição de clientes da atualidade, mas também uma das mais mal interpretadas. Parte disso vem da complexidade técnica. Parte vem da pressa por resultados. E uma grande parte vem de explicações que ignoram algo básico: o cérebro de quem está tentando entender. Este artigo existe para corrigir isso. Sem fórmulas mágicas, sem pânico coletivo e sem tratar conceitos fundamentais como se fossem segredos proibidos. Aqui, a RotaMaxima apresenta os fundamentos do Google Ads do jeito que eles realmente são: lógicos, estratégicos e muito mais humanos do que parecem. O que realmente é Google Ads (e o que ele não é) Google Ads é um sistema de mídia paga que conecta empresas a pessoas que já estão procurando ativamente por uma solução. Essa definição simples elimina boa parte da confusão. Google Ads não é tráfego automático.Google Ads não é solução para produto ruim.Google Ads não é uma máquina independente de gerar vendas. Ele é um amplificador. Um sistema que potencializa aquilo que já existe. Se a oferta é boa, ele acelera. Se é confusa, ele deixa isso evidente. Se a estratégia não faz sentido, o prejuízo aparece com eficiência impressionante. O grande diferencial do Google Ads é a intenção. Diferente de redes sociais, onde o usuário está distraído, no Google a pessoa inicia a conversa. Ela digita algo porque quer resolver um problema, comparar opções ou tomar uma decisão. A função do anúncio não é convencer alguém do nada. É responder bem a uma pergunta que já foi feita. Como o Google decide quem aparece: o leilão que quase ninguém explica direito Toda busca no Google ativa um leilão em tempo real. Ele acontece em milésimos de segundo e define quais anúncios aparecem e em que posição. O erro mais comum é acreditar que vence quem paga mais. Isso não é verdade. Se fosse, a experiência do usuário seria ruim, e o próprio Google perderia relevância. O que define quem aparece é o Ad Rank, que leva em conta principalmente três fatores: Em termos práticos, o Google prefere mostrar um anúncio relevante, bem escrito e que leva a uma página útil, mesmo que o concorrente esteja oferecendo um lance maior. Isso significa que estratégia vence força bruta. Quem entende o leilão joga com lógica. Quem não entende tenta compensar com orçamento. E é exatamente aí que muitas campanhas começam a sangrar sem saber por quê. Campanha, grupo e anúncio: a arquitetura que decide o sucesso Google Ads não é só criatividade. É estrutura. A conta é organizada em três níveis principais: CampanhaGrupo de anúnciosAnúncio A campanha define o objetivo, o orçamento, a localização e a estratégia geral. É o nível estratégico. O grupo de anúncios é onde a maioria dos erros acontece. Ele deveria agrupar palavras-chave com a mesma intenção. Não é sobre semelhança de termos, mas sobre semelhança de propósito. O anúncio é a conversa final com o usuário. É onde fica claro se você entendeu o que ele quer ou não. Quando essa arquitetura é mal feita, o Google até entrega cliques, mas não entrega resultado. Quando é bem feita, cada parte da conta trabalha em conjunto, reduzindo custo e aumentando eficiência. Estrutura não é detalhe técnico. É fundamento. Palavra-chave não é vocabulário. É intenção. Um dos maiores equívocos no Google Ads é tratar palavra-chave como lista de palavras soltas. Na prática, ela representa um momento da jornada do usuário. Quem busca “o que é Google Ads” quer aprender.Quem busca “consultoria Google Ads” quer contratar.Quem busca “preço Google Ads” quer decidir. Usar a mesma abordagem para todas essas buscas é ignorar o comportamento humano. O Google trabalha com intenção, contexto e histórico. Quanto mais sua campanha respeita isso, mais relevante ela se torna. Por isso, não é o tamanho da lista de palavras-chave que define o sucesso, mas a coerência entre o que a pessoa busca, o que o anúncio promete e o que a página entrega. Menos vocabulário aleatório. Mais entendimento real. Correspondência ampla, frase e exata sem pânico desnecessário Poucos temas geram tanta confusão quanto os tipos de correspondência. E boa parte dessa confusão vem de conceitos antigos sendo repetidos fora de contexto. Correspondência ampla não é inimiga.Correspondência exata não é solução absoluta.Correspondência de frase não é meio termo mágico. Cada uma tem uma função estratégica. A ampla ajuda a descobrir oportunidades e padrões de busca.A de frase oferece controle com flexibilidade.A exata entrega precisão e eficiência. O problema não está na correspondência escolhida, mas em usar qualquer uma delas sem estratégia, sem palavras negativas bem definidas e sem acompanhamento constante. Campanhas ruins criam medo da ferramenta. Campanhas bem gerenciadas usam todas as opções com consciência. Aqui, não existe vilão. Existe contexto. Google Ads não é sobre dominar a ferramenta. É sobre dominar o raciocínio. No final, Google Ads não premia quem sabe onde clicar, mas quem entende como as pessoas pensam quando fazem uma busca. Performance acontece quando existe alinhamento entre: Quando esse alinhamento existe, o Google trabalha como aliado. Quando não existe, ele cobra, e cobra rápido. Por isso os fundamentos importam tanto. Eles não são teoria acadêmica. São o que separa campanhas sustentáveis de tentativas desesperadas. Na RotaMaxima, acreditamos que bons resultados vêm de decisões claras, não de atalhos. E que respeitar o cérebro de quem lê, busca e decide é mais do que boa prática. É estratégia. Google Ads não precisa ser um mistério. Precisa ser bem pensado.</p>
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		<title>4 mudanças principais no Google Analytics 4</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/4-mudancas-principais-no-google-analytics-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 17:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
		<category><![CDATA[Web Metrics + Performance]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lançado em novembro de 2005, o Google Analytics é utilizado por cerca de 49,95% dos 1.000.000 de sites mais acessados do mundo. Embora haja várias discussões sobre o impacto em termos de velocidade de carregamento que o GA pode causar, em dezembro de 2009, o Google introduziu o código JavaScript assíncrono para reduzir o risco de retardar o carregamento de páginas marcadas com o script ga.js. Recentesemente, o Google introduziu uma nova abordagem para o GA. Com o Data Studio, Big Query e todas as soluções do Google Platform combinadas, o Google Analytics não é mais uma mera ferramenta de medição e relatório, mas um &#8220;Mega coletor de pontos de dados&#8221;. Explico, cada evento é tido como ponto de dado, algo já presente nas versões anteriores do GA, no entanto, o GA4 foi desenvolvido para dar mais flexibilidade e enfase na coleta dados através de eventos, o que possibilita capturar dados de diferentes dispositivos, e até mesmo de locais não antes pensados, como pontos de venda físico, entre outros. Ou seja, com menos linhas de códigos é possível medir (sem brincadeiras) quantos cafés sua máquina está fazendo por dia e qual o tipo. Neste artigo, não abordaremos todos os novos recursos do Analytics, porque ele muda diariamente. No entanto, existem várias diferenças importantes entre o GA4 e as versões antigas que definitivamente não podem ser ignoradas. 1 &#8211; DISPOSITIVOS Uma nova arquitetura nos permite instalar coletores de ponto de dados em diferentes domínios e dispositivos. A proposta nos bastidores é combinar informações recebidas de diferentes locais, e armazená-las em uma interface única de relatório. Além disto, o Google agora conta com o Google Analytics para Firebase.Existe também um SDK para IOS e Android, bem como uma biblioteca javascript. Como as visualizações de páginas, a taxa de rejeição, scroll down, não se encaixam perfeitamente no rastreamento de aplicativos móveis, o GA4 enfatiza o uso de eventos, em vez do coletor Gtag genérico. 2 &#8211; MODELO DE DADOS Um aplicativo móvel produz dados completamente diferentes de um site. Então, o GA4 traz um novo conceito de abstração onde visualizações de página, transações, interações sociais podem ser &#8220;transformados&#8221; em eventos. O uso combinado com a versão anterior do GA ainda nos parece o mais apropriado para esse propósito. Como os eventos podem ser qualquer coisa, você pode enviar quaisquer dados que desejar. Além disso, você pode enviar dados extras como valores, como geolocalização, atributos específicos e assim por diante. Posteriormente, você pode, através desses valores, filtrar segmentos em seu estágio de análise. Em outras palavras, você pode combinar dados diferentes (multi domínio, multi device) e compará-los entre si. O planejamento é, portanto, uma parte crucial do trabalho com o GA4. Não é possível contar com relatório &#8220;plug and play&#8221;, criados automaticamente. 3 &#8211; NOVAS VISÕES &#8211; GA4 &#8211; Faz menos suposições &#8220;automáticas&#8221; e nos leva a mais personalizações. O GA tem muitas maneiras de responder às perguntas que você possa ter sobre o seu negócio. No entanto, agora, como um evento pode ser qualquer coisa, pode ser mais difícil para a ferramenta fazer qualquer tipo de suposição de quais dados e contextos agregam valor para você. Portanto, você pode esperar menos relatórios padrão, gerados automaticamente no GA4. Agora, em vez de trabalhar com gráficos predefinidos, você pode consultar seus dados de uma forma muito flexível. O GA está mudando um pouco seu foco, para oferecer uma interface com menos de relatórios no estilo &#8220;plug and play&#8221;, onde você simplesmente visualizar seus dados, para se tornar uma plataforma DIY (Faça você mesmo). O GA4, também oferece uma alternativa para ferramentas como o Microsoft Power BI, uma vez que nos permite integrar dados entre o GA e o Google Big Query, que é a solução de data warehouse do Google. 4 &#8211; NOVA PERSPECTIVA. O modelo de dados simplificado permite que seja mais flexível as formas como as informações são enviadas para a ferramenta. O GA tem menos &#8220;opinião&#8221; sobre qual dispositivo ou negócio estamos rastreando. Isso abre um novo mundo de personalizações, cada negócio terá uma configuração diferente, com diferentes pontos de coleta de eventos e diferentes contextos de análise baseado em seus próprios KPIs. Em linhas gerais o novo GA4, utiliza como base algo não exatamente novo, os eventos. Porém, com uma enfaze nova na abstração de como e onde se coletam os dados. Também &#8220;transfere&#8221; (de uma maneira produtiva e positiva) a responsabilidade pela personalização dos relatórios e combinação de dados, para o usuário, ao invés de fazer assumpções do que gera valor para o negócio.</p>
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		<item>
		<title>O que é CTR e como aumentar a sua taxa de cliques?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/ctr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2019 20:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[google-ads]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obter bons resultados no marketing digital envolve o conhecimento de uma série de conceitos. Entre eles, a taxa de cliques é um dos fatores mais importantes para o entendimento da relevância do seu site. Em vista disso, nesse artigo mostraremos o que é CTR e qual a importância dele. As métricas, tanto nos links patrocinados, quanto no SEO, são essenciais para o sucesso. Ou seja, a partir delas é possível entender como os visitantes se comportam e, consequentemente, fazer alterações necessárias, a fim de melhorar o desempenho do seu site. Logo, o CTR, muito mais que um número, é um dado que demonstra as preferências dos usuários. Portanto, se você pretende melhorar a visibilidade do seu site e dos seus anúncios, é imprescindível conhecê-lo. Dado este cenário, a partir de agora vamos apresentar desde a definição dessa métrica, até as melhores dicas para melhorar a sua taxa de cliques. O que é CTR? Basicamente, CTR (Click Through Rate) ou taxa de cliques, em português, é responsável por avaliar a relevância do seu site para os usuários. Essa métrica, útil tanto para os anunciantes, como para quem deseja melhorar o tráfego orgânico, mostra se os usuários estão clicando em seus links. Isto é, os buscadores entendem que o seu site é mais relevante se os usuários clicarem mais neles do que nos dos seus concorrentes. Calcular a taxa de cliques é muito simples, basta dividir o total de cliques, do link em questão, pelo número de visualizações. A equação fica desta maneira: CTR = Número de cliques / Número de visualizações. Vamos observar um exemplo bem simples: seu anúncio tem 80 cliques e 8 mil visualizações, assim o CTR será 0,01, portanto 1%. Em uma primeira impressão, este parece ser um péssimo desempenho. No entanto, no decorrer do texto, vamos analisar qual a média da taxa de cliques, mas antes veja mais sobre a importância de manter bons índices. Qual a importância do CTR? Analisar o CTR da sua campanha permitirá que você entenda o que está prejudicando o seu site. Para entender melhor, veja da seguinte forma: Já que as palavras-chave identificam a intenção de busca do usuário, a taxa de cliques demonstra se o site foi útil ou não para determinada pesquisa. Ou seja, não adianta ranquear ou pagar por uma palavra-chave se você não vai dar ao usuário o que ele procura. Veja agora as particularidades para se trabalhar o CTR em ambas as mídias do Google (paga e orgânica). Qual a importância do CTR no Google Ads? Uma vez que você pretende melhorar o desempenho dos seus anúncios é preciso entender que não basta apenas dar o maior lance, tão pouco apenas aparecer na primeira posição. O IQ (Índice de qualidade) definido pelo Google Ads, também responsável pela classificação dos anúncios, envolve alguns fatores. Entre eles: a relevância landing page, das palavras chave e o CTR. Então, a partir do momento que você possui uma boa taxa de cliques, é possível diminuir o CPC (custo por clique) das suas palavras e, consequentemente, aumentar o retorno das suas campanhas. Qual a importância do CTR em SEO? Diferentemente do Google Ads, o SEO é uma estratégia de longo prazo. Porém, aumentar o CTR das suas páginas pode auxiliar muito no processo. Assim como nos anúncios, links com taxas de clique mais altas são considerados mais relevantes pelos usuários e buscadores. Portanto, mesmo que um link orgânico não esteja na primeira posição, trabalhando o CTR, além de gerar mais tráfego, ele também vai melhorar a sua classificação. Agora que você percebeu a importância dessa métrica para o desempenho do seu site. Você precisa aprender as melhores maneiras de atingir os melhores CTR. Para isso, veja como analisar se a sua taxa de cliques está alta ou baixa. Como avaliar o CTR? Avaliar se o CTR está bom ou ruim vai depender muito da sua capacidade de analisar dados. Ou seja, busque sempre ficar atento à evolução da sua taxa de cliques para entender o cenário, o qual está inserido. Mas, de forma geral, a própria plataforma do Google Ads define como 0,05% o mínimo para a exposição do anúncio por palavra-chave. Caso a taxa de cliques fique abaixo disso, seu anúncio pode não ser exibido. Já na busca orgânica, a agência de marketing digital, Chikita, analisou mais de 8 milhões de resultados nas 10 primeiras posições do Google, e nos entregou a seguinte média: Embora existam essas taxas, muitas variáveis incontroláveis, motivadas pelo nicho de mercado, determinam os índices de CTR. Veja as duas principais: Análise da Concorrência Você tem que ter em mente que a concorrência está sempre atuando. Então, quando você busca palavras-chave, precisa entender que existem muitos outros players que fazem o mesmo trabalho. Portanto, analisar bem a concorrência promoverá novos insights que, por sua vez, poderão melhorar o desempenho do seu site. Popularidade das palavras-chave Naturalmente, palavras-chave mais amplas tendem a ter maior volume de buscas. Veja como exemplo a palavra “vídeo game”: em campanhas do Google Ads ela pode significar muitas coisas e não atrair a atenção do cliente. Já em SEO, por conta do alto tráfego, o ranqueamento dela torna-se difícil. Mas quando você escolhe a palavra “concerto de vídeo games”, você especifica, aumenta as chances de ranqueamento e já trabalha com a intenção do usuário de “consertar”. Lembre-se que você não deve focar apenas no volume, mas na qualificação do tráfego, isso vai aumentar muito a sua taxa de cliques. Portanto, ao ver o seu CTR baixo, faça as alterações necessárias na sua estratégia. Confira as nossas dicas. Como aumentar a sua taxa de cliques? Por fim, vamos apresentar algumas práticas que costuma melhorar o desempenho do CTR, tanto nos seus anúncios quanto nas buscas orgânicas. Defina uma estratégia Primeiramente, não basta criar um artigo ou um anúncio e simplesmente esperar que dê certo. A falta de planejamento e estratégias é um desperdício de tempo e dinheiro. Então defina objetivos, observe os resultados e faça alterações sempre que necessário. Caso necessite de</p>
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		<title>SEO para imagens: Aumente seu tráfego através do Google Imagens</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/seo-para-imagens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2019 18:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
		<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisas de imagens podem ser mais significativas do que você imagina. O Google Imagens representa um número considerável de pesquisas e, consequentemente, pode trazer mais leads ao seu site. Portanto, este artigo tem como foco ajudar você a melhorar o desempenho do seu site através das estratégias de SEO para imagens. Em nosso blog já trouxemos inúmeras maneiras de melhorar o posicionamento orgânico no Google. No entanto, a maioria dos artigos possuía um objetivo em comum – todos buscavam melhorar a classificação por meio da pesquisa de texto. Essa grande quantidade de artigos, focados principalmente na escrita, reflete bem onde estão concentrados os esforços para aumentar o tráfego dos sites. Todavia, apesar de muitas vezes ser deixado de lado, otimizar o conteúdo para aparecer no Google Imagens é uma estratégia crucial em SEO. As pesquisas no Google Imagens, além de apresentar mais de 10 vezes do que qualquer pesquisa no Bing ou no Yahoo, também representam mais de 40 vezes em relação ao número de pesquisas no Facebook. Esses dados, mais do que tudo, mostram o potencial que o seu site pode adquirir investindo tempo no ranqueamento de imagens. Dado este cenário, a partir de agora mostraremos algumas dicas para garantir que o seu conteúdo seja otimizado e você conquiste mais visitantes através do Google imagens. Mas, antes disso, aprenda mais sobre a importância do SEO para imagens. Porque investir seu tempo em SEO para imagens? Alcançar as primeiras posições no Google é um trabalho contínuo e que promove resultados no longo prazo. Portanto, antes de discutirmos quais as melhores práticas para implementar o SEO para imagens, iremos enfatizar o porquê de dividir o tempo que você utiliza com estratégias de link building, por exemplo, com estratégias que melhorarão o ranqueamento no Google Imagens? Para explicar detalhadamente os motivos que levam a isso, veja os benefícios em implementar estas táticas: Para aumentar o tráfego orgânico A primeira vantagem de se fazer o SEO para imagens diz respeito à própria dinâmica de visualização do Google. Ou seja, quando o botão “Ver Imagem” foi removido da plataforma de pesquisa, o tráfego orgânico gerado por ela aumentou cerca de 30%. Isso ocorreu, porque agora, ao invés de sermos redirecionados à URL da imagem, precisamos visitar a página em que a ilustração se encontra. Para entender melhor, veja um exemplo real. Ao pesquisar “conteúdo duplicado” no Google Imagens você encontrará uma de nossas imagens nos primeiros resultados. Mas, caso queira salvá-la em seu aparelho, você pode clicar no botão “Visitar”. Então você será redirecionado à página do artigo, nela é possível obter mais informações sobre o link da ilustração. Para aparecer nos resultados de busca Já falamos do potencial de otimizar o seu conteúdo para o Google Imagens, porém, imagine se as suas ilustrações também fossem exibidas na plataforma principal do Google. Em alguns casos, quando os robôs de busca consideram que uma palavra-chave está diretamente relacionada a um recurso audiovisual ou de localização, miniaturas de imagens ou mapas também são exibidos junto aos resultados de texto. Veja a imagem a seguir: Logicamente que esse é um recurso exclusivo a poucas palavras-chave. No entanto, se o seu nicho de negócio permitir exibições como essa, não realizar o SEO para imagens nesses casos é um grande desperdício de tráfego. Para aumentar a velocidade do seu site Como veremos mais adiante, um dos trabalhos para se realizar a otimização imagens é a compactação delas. Segundo o próprio Web.dev (ferramenta gratuita de SEO disponibilizada pelo Google), sites promovem melhor experiência ao usuário quando possuem um menor intervalo de carregamento. Fique atento nesse artigo, pois ainda disponibilizaremos dicas para reduzir o peso das suas imagens sem que elas percam qualidade. Assim, você não apenas realiza o SEO para imagens, como também otimiza outros recursos On-page exigidos pelos buscadores. Para engajar o público Imagine um usuário buscando “formato de anúncio Facebook”, no Google Imagens. Após exibido os resultados da pesquisa, ele acaba encontrando um infográfico de um artigo que, por sua vez, mostra exatamente o que ele procurava. Agora coloque-se na situação de leitor. Você prefere um artigo só em texto, ou um que intercale parágrafos e imagens para auxiliar nas explicações? Com certeza o artigo que possui ilustrações exemplificando o que está escrito tende a ter maior aceitação dos leitores. Logo, blogs que detalham o conteúdo e se preocupam com a experiência e o aprendizado do usuário costumam colher melhores resultados. O que queremos dizer aqui é que quando uma página está bem posicionada no Google Imagens os usuários também encontram artigos relevantes por meio dessa plataforma. E, uma vez que é disponibilizado um conteúdo completo e organizado ao leitor, você também está construindo a autoridade do seu site. Para promover a marca e reduzir os custos Promover a marca organicamente e, consequentemente, reduzir os custos com publicidade, na verdade, é o resultado de todos os tópicos anteriores somados. A partir do momento que você realiza o SEO para imagens de maneira contínua, você não estará apenas colhendo frutos do Google Imagens. Todo o seu site e, principalmente, a página na qual a ilustração está inserida serão beneficiados. Portanto, se você pretende cortar gastos com anúncios, conquistar autoridade no Google e engajar os seus usuários, fique atento às nossas dicas para otimizar as suas imagens. Como aplicar o SEO para imagens? Foque na experiência do usuário Tanto no Google Imagens, como em qualquer outra plataforma de busca, proporcionar experiência ao usuário é o foco principal dos algoritmos. O Google sempre procura mostrar os melhores resultados para cada pesquisa e, para isso, ele tem algumas métricas como base. Entre elas, a taxa de cliques e o tempo de carregamento. Quanto maior for o CTR e a velocidade um link, mais relevante o site se torna para os buscadores. Ou seja, imagens e artigos que, além de ser bem aceitos pelos usuários, atendem os padrões de qualidade impostos pelo Google são considerados destaque em relação aos concorrentes. Abaixo estão algumas características que aumentam a relevância das imagens para os</p>
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		<title>Inteligência artificial está mais acessível a todos os anunciantes</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/inteligencia-artificial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 19:09:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
		<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O constante avanço da tecnologia é uma dos maiores responsáveis por mudar a forma como o cliente se comporta no ambiente digital. Com as novas tendências tecnológicas é possível acompanhar as &#8220;vontades do consumidor&#8221; em escala, e com precisão. O Google, uma das maiores empresas de tecnologias do mundo, por exemplo, está promovendo mais facilidades aos profissionais de marketing, através da inteligência artificial. Nesse artigo buscaremos abordar as ferramentas disponibilizadas pela própria plataforma do Google. Portanto, se você trabalha com marketing e pretende alavancar os resultados dos seus anúncios no Google Ads, fique atento e veja como a inteligência artificial torna sua campanha mais assertiva diante da nova jornada do consumidor. Quais as exigências do novo consumidor? Definitivamente nos encontramos em um período em que as necessidades dos consumidores mudaram. Atualmente, todos possuem acessibilidade na palma das mãos e, consequentemente, a maioria a utiliza antes de realizar uma aquisição, especialmente aquelas de alto valor agregado. Logo, empresas não transparentes, que simplesmente não oferecem muitas informações ou que simplesmente não se adaptam aos costumes do novo consumidor, tendem a perder muito espaço diante da concorrência. Possuir a consciência do quão importante é obter uma boa posição nos buscadores através de anúncios é fundamental. Por isso, nos tópicos a seguir abordaremos como você pode otimizar seu orçamento de campanha a partir das automatizações do Google Ads, sem deixar de considerar todas as exigências da sua persona. Anúncios de pesquisa relevantes e responsivos Nas campanhas de Google Ads, especificamente nos anúncios de pesquisa, a forma como o cliente é abordado muda muito a performance da ação. Ou seja, independentemente se a mensagem a ser transmitida é a mesma, a forma como é escrita ou como é apresentada a chamada para ação muda a percepção do usuário. Então, pensando em fornecer mais relevância e responsividade, isto é, levar a melhor abordagem na plataforma certa, o Google ADS traz a inteligência artificial para perceber os padrões daquilo que obtém um melhor resultado e acioná no momento certo. Mas como isso acontece? Se por exemplo, você fornecer 15 títulos e 4 meta descrições, o Google otimizará o resto. A ferramenta fará combinações e com o passar do tempo entenderá qual possui melhor desempenho neste cenário. Assim, de forma automática, será possível direcionar os melhores anúncios aos usuários, a fim de gerar mais conversões. Anúncios de vídeos relevantes no Youtube Os vídeos estão ganhando cada vez mais espaço no cenário do marketing digital. No Youtube, são assistidos mais de um bilhão de horas por dia. Logo, essa plataforma também se tornou importante na influência dos usuários. Estima-se que, antes da tomada de decisões, os consumidores estão buscando cada vez mais informações e reviews no Youtube. Dado esse cenário, o Google traz novamente a inteligência artificial, mas desta vez com o objetivo de redirecionar os esforços e orçamento nas campanhas de vídeo. Isto é, os mecanismos aprendem com os resultados obtidos e buscam cada vez mais um menor custo por conversão. O Maximize Lift, como é chamado essa otimização, tem a intenção de levar os seus anúncios apenas nos momentos em que o Google reconhece que o usuário vai considerá-lo relevante. &#160;&#160;Ele funciona aumentando os lances nos momentos em que a percepção da marca está mais propícia, ou seja, só veiculará em cenários nos quais a propaganda tende ter mais impacto sobre o consumidor. O Maximize Lift ainda se encontra na versão Beta e tem como principal foco aumentar a performance dos seus anúncios de branding. Campanhas locais &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Apesar das pesquisas realizadas no Google ou no Youtube, as compras nem sempre são realizadas no ambiente digital. Muitos consumidores utilizam a internet para buscar onde há um produto ou serviço físico para adquiri-lo imediatamente. Segundo o Google, as buscas por localização próxima cresceram mais de três vezes nos últimos dois anos. Isso significa que anunciar no ambiente digital também é uma ótima oportunidade para sua loja física. Pensando nisso, o Google adicionou uma nova funcionalidade aos anunciantes, as “campanhas locais” (não confunda com segmentação geográfica), cujo único objetivo é adquirir visitas e clientes em seu ambiente físico. Apenas fornecendo alguns dados, como a localização da sua empresa, você poderá aparecer na frente de outros estabelecimentos e automatizar a análise e otimização de parte de suas campanhas. Veja o exemplo dos novos anúncios por local: Campanhas assertivas do Google Shopping No início de 2018 a plataforma do Google Ads disponibilizou a função “Smart Shopping”, ela tem por objetivo ajudar você conquistar seus resultados a partir de metas. Portanto, após defini-las não é preciso realizar lances e alterações manuais para cada produto no seu anúncio para e-commerce. No entanto, a intenção é utilizar o aprendizado da máquina do Google para além do custo de conversão. Definir metas como número de visitantes ou novos clientes são os objetivos desse algoritmo. Para tanto, analisar os locais e canais que devem ser veiculados, bem como questões sazonais e de preço são essenciais para que o próprio Google divulgue os produtos de forma assertiva. Para facilitar esse processo, o Google está realizando uma integração com algumas plataformas de e-commerce, para criar a campanha de forma automatizada. Ou seja, diretamente pelo backoffice da loja virtual. Foco no custo por conversão O Google tem por objetivo oferecer a melhor experiência ao seu usuário, ao mesmo tempo, busca utilizar o orçamento dos anunciantes de maneira que gere mais conversões. Mas, embora os algorítimos estejam em um razoável grau de maturidade, não perca de vista os números e não aceite a automação como o melhor caminho para todos os tipo de campanha. Testar, analisar e otimizar permanecem com máximas quanto o assunto é melhorar os resultados no Google.</p>
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		<title>Como melhorar o SEO do seu site com os conceitos do Google Ads?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/seo-e-google-ads/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2018 17:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[google-ads]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No marketing digital, independentemente de quais sejam os seus esforços para aumentar a visibilidade da marca, conhecer os mecanismos de buscas é fundamental. Assim como melhorar o SEO do seu site, anunciar no Google Ads exige métodos específicos para atingir as primeiras posições. No entanto, como os dois são componentes do SEM (search engine marketing), também possuem características em comum Apesar de, a compra de mídia e a melhoria das posições nos resultados orgânicos, serem estratégias distintas, elas não precisam trabalhar sempre de maneira isolada. Como alguns conceitos e métricas do Google são universais, eles podem ser benéficos para o desempenho de qualquer estratégia de busca. Por isso, nesse artigo abordaremos como melhorar o SEO através dos links patrocinados. Mas, antes disso, veja um breve resumo das particularidades de cada uma dessas ações. Quais a vantagens do SEO? O SEO (Search Engine Optimization) é a estratégia cujo objetivo é melhorar a classificação do seu site diante dos robôs de busca. Para quem busca ser um site autoridade, colocar-se na primeira página e obter maior parte do tráfego a partir das buscas orgânicas é imprescindível. Além de tudo, essa estratégia não possui um custo elevado, mas só apresenta resultados no longo prazo. Veja o artigo completo sobre SEO aqui Quais a vantagens de anunciar no Google Ads? Anunciantes que buscam o Google Ads também visam por resultados no curto prazo. Apesar dos gastos serem obrigatórios e, possivelmente, maiores, a plataforma do Google oferece muitos dados para segmentação e otimização do orçamento no decorrer do tempo de campanha. Veja o artigo completo sobre Google Ads aqui Como melhorar o SEO do seu site com anúncios? Pequenas empresas e profissionais de marketing digital como menos expertise na análise de métricas, costumam trabalhar anúncios e SEO de maneira isolada. Ou seja, não têm o hábito de relacionar as duas em busca de melhores resultados. Eles, por sua vez, acabam seguindo em contra fluxo à tendência de mercado. Cruzar relatórios é a melhor maneira de descobrir mais detalhes sobre a sua audiência e buscar novas maneiras de se aproximar do público com um menor custo. Ferramentas líderes de mercado, como o SEM Rush, proporcionam dados e estatísticas relacionando, tanto PPC como SEO. Portanto, veja como melhorar o SEO do seu site com alguns fatores do Google Ads. Analise os títulos do anúncio Primeiramente vamos falar da parte visual do anúncio, ou seja, o primeiro contato que o usuário tem ao fazer uma pesquisa no Google. Um título e uma meta descrição bem elaborados são cruciais para o desempenho da sua campanha. Eles, diante de tantos anunciantes nas plataformas digitais, se responsabilizam por atrair a atenção dos consumidores. Em SEO, a meta description não define a classificação do seu site nos buscadores. Porém, as métricas oferecidas em suas ações de PPC (pagamento por clique) são relevantes para seu resultado orgânico. Ao possuir anúncios com descrições diferentes observar o CTR (taxa de clique) e, consequentemente, a aceitação de cada um é um grande passo. Logicamente, que os sites nas posições a frente possuem uma importante vantagem competitiva, mas é possível igualar com bons títulos. Pesquise palavras-chave Utilizado na busca de palavras-chave para as campanhas de PPC, o Keyword planner também se mostra útil para os profissionais que pretendem melhorar o SEO do seu site. Essa ferramenta, oferecida gratuitamente pela plataforma do Google Ads, traz em sua interface uma relação de palavras-chave, bem como o volume de pesquisa delas. Obviamente que a primeira vantagem a ser considerada nesse tópico é a pesquisa de novas palavras-chave. Com esse conhecimento somado ao volume de pesquisa de cada uma você conseguirá resultados orgânicos. Mas, apesar da quantidade de buscas ser extremamente relevante, também deve-se levar em consideração a intenção do usuário de acordo com cada pesquisa. Observar o comportamento dos consumidores para cada busca no Google trará benefícios para ambas as estratégias. Palavras-chave de cauda longa, quanto mais específicas, tendem a definir melhor qual a intenção do usuário. Relatórios de taxa de conversão também são essenciais para ver se o visitante encontrou o que ele queria. Esses números são informados na própria plataforma do Google Ads e são utilizados para determinar conteúdos relevantes de acordo com a necessidade do consumidor. Verifique a concorrência Novamente falando sobre o planejador de palavras-chave do Google, traremos agora os dados de concorrência oferecidos por ele. Apesar de trazer benefícios tanto para os anunciantes quanto para quem busca como melhorar o SEO do seu site. Os dados de concorrência oferecidos por essa ferramenta são completamente diferentes dos que devem ser analisados na busca orgânica. Para entender como, mesmo distintas, elas podem beneficiar suas estratégias entenda primeiro como é definida cada uma. Nos anúncios do Google, palavras com significado amplo podem ter muitos contextos e não atingem a sua persona de maneira assertiva. Logo, apesar do grande volume apresentado, elas não costumam converter bem, assim não possuem muitos players concorrendo. Já no SEO, no qual o tráfego é mais importante, quanto maior o volume maior a dificuldade de classificação. Então, uma vez que você sabe quais palavras-chave trabalhar em cada uma das suas ações, otimizar o seu orçamento de marketing digital fica muito mais fácil. Analisar palavras com altos custo de conversão no Google Ads e começar a trabalhar nelas em sua estratégia de busca orgânica é uma forma de uma estratégia compensar a fragilidade da outra. Tudo passa pelas palavras-chave Entre as dicas oferecidas anteriormente sobre como melhorar o SEO do seu site é possível perceber uma característica em comum, a importância palavras-chave. O Google é composto por muitos algoritmos complexos que estão sempre em atualização. No entanto, o objetivo sempre vai ser proporcionar a melhor experiência ao consumidor. Assim, é possível concluir que a partir das palavras é a base para entregar conteúdo relevante ao que os usuários procuram. Ou seja, mesmo considerando a possibilidade de trabalhar palavras de cauda longa no Google Ads e amplas no SEO, é preciso considerar o contexto de relevância para o seu usuário. &#160;&#160;</p>
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		<title>Como melhorar os resultados da lista de remarketing?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/lista-remarketing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 19:20:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
		<category><![CDATA[Hack Tips]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[remarketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lista de remarketing: você sabe como melhorar? Primeiramente o que viria a ser remarketing? É uma ferramenta utilizada em Google Adwords para marcar e assim identificar usuários que viram o seu site e que, ao passarem a visitar outros sites parceiros do Google continuam a ver sua publicidade. É como se você estivesse literalmente seguindo o lead por onde ele vá. O remarketing é muito utilizado no marketing para aumentar a lembrança da marca na mente do consumidor. Remarketing é também uma estratégia de publicidade paga na qual você pode segmentar sua audiência baseada na intenção inferida (nós vamos dizer o que é isso mais adiante), priorizar suas ofertas de remarketing e alinhar suas ofertas. Usando a intenção inferida para o segmentar sua lista de remarketing O que uma pessoa digita ou fala no Google, é um sinal de intenção. Baseado no idioma utilizado, você pode com a razão inferir se a pessoa cairá em um funil ou não. Isto te permite adaptar sua publicidade, landing pages e as ofertas para ganhar na intenção. A lista de remarketing trabalha de forma um pouco diferente. Aqui não temos que ter uma frase específica ou um som exato para acionarmos a estratégia de remarketing. As páginas visitadas por um prospect são, na sua maioria, indicadores onde se falha no funil de vendas. Vamos dizer que um Visitante A está indo para uma página determinada. Ele lê nove blogs posts informativos e aparece para ele comprar um produto. O Visitante B vai diretamente para a página do produto e passa 8 minutos checando o preço e mandar para o carrinho de compras. Quem tem mais valor hoje? O visitante B tem alto potencial de intenção, mas é claro que para chegar nesse potencial é necessário construir um público alvo primeiro. Transformando intenção inferida na estratégia de remarketing Como adquirir uma lista de remarketing boa, você sabe? Não vamos colocar a carroça na frente dos bois aqui. Para fazer com que as coisas fluam um requisito é checar os tracking codes em cada página do seu site. Use Google Tag manager. Uma vez que isso foi feito siga para o admin&#62;definição de audiência&#62; audiências e clique importar na galeria. E escolha &#60;pacote de engajamento&#62; o centro da lista de remarketing que proporciona que você tenha acesso a audiências de remarketing já feitas. Depois você escolherá condições e dará entrada na respectiva URL. Uma vez que você construiu sua audiência para as suas páginas permita que sua lista cresça. Mapeando sua audiência de remarketing baseado em intenção. Agora que você tem sua audiência pronta, é hora de determinar como elas se relacionam uma com a outra e mais importante, que tipo de valor elas têm. Primeiro faça sua lista de remarketing. Agora pegue sua lista de remarketing e arrume-a de acordo com o valor que ela tem. Do menor para o maior é que você deve organizar. Isso te permite organizar pela proximidade com as compras assim: Pouca intenção; Intenção mais ou menos – informacional; Recomendado (alta intenção, transacional). Lista de remarketing para todos os visitantes Fortalecer sua marca é importante nos dias de hoje. Principalmente se for para convencer o cliente a fazer sua primeira compra, mostrar alguma presença, aumentar a confiança no seu site e ainda manter a share of mind da sua marca. Por isso fazer uma lista de remarketing é superimportante para a companhia que tem foco em branding. Segmente todos os usuários do site Para fazer um remarketing de forma fácil você tem que alcançar os usuários do seu site e de um possível aplicativo que sua empresa tenha. Nesse caso, você pode utilizar as listas de remarketing otimizadas do Google Adwords para o seu site ou para seu aplicativo. E isso traçará origem de público com bom desempenho. Segmente públicos afins Ao você criar uma campanha ou ainda editar as segmentações, você poderá utilizar a lista de remarketing para segregar públicos afins (semelhantes). Públicos afins (semelhantes) são aqueles baseados em lista de remarketing ou dados próprios. Eles têm o condão de ampliar o alcance do público que você escolheu. Reconquistar visitantes Quando uma pessoa inicia um processo de compras e abandona o carrinho no meio do processo, isso é muito ruim. Entretanto há uma forma de reconquistar esses visitantes. É só configurar sua lista de remarketing para atingir ao público &#60; visitantes de uma página que não acessaram outra página&#62; e coloque o URL do carrinho de compras. Faça um upsell ou venda cruzada Basta criar uma lista de remarketing de clientes convertidos. Esse número de clientes será menor do que o número de sua lista convencional, mas pelo menos eles já terão mais familiaridade com os seus produtos. Um exemplo disso seria José possui uma loja de eletrônicos e quer atingir a um público que gosta de hd externos. Ele sabe que os seus clientes costumam ter interesse por outros produtos da loja, então ele cria uma lista de remarketing para esse público segmentando-os. Conclusão Uma lista de remarketing bem-feita pode trazer grandes fechamentos em venda. Ela é responsável por grande parte das conversões, uma vez que o cliente verá o seu produto ou serviço nos sites parceiros do Google onde ele for. Fazer o remarketing correto, com as configurações exatas te ajuda na hora de converter em vendas e diminuir o fato de que alguns clientes abandonam o carrinho de compras pela metade. Além de tudo isso ainda há a possibilidade de um upsell que é uma tática de vendas muito utilizada nos dias de hoje e muito válida. Junte todas as dicas que você teve nesse artigo e faça sua lista bombar atingindo a públicos diversos e principalmente aqueles que já compraram de você antes. Configure sua lista corretamente e mãos à obra!</p>
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		<item>
		<title>Conheça o Google Signals e otimize os seus links patrocinados</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/google-signals/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 20:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
		<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[analytics]]></category>
		<category><![CDATA[links-patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[remarketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Google Analytics é uma das ferramentas mais úteis para anunciantes. Com ele é possível entender as características de navegação e comportamentos da sua persona. Consequentemente, a maioria dos profissionais de marketing já conhece e utiliza os insights dessa ferramenta. Mas poucos sabem que o Analytics lançou, recentemente, o Google Signals. Um novo recurso que promete gerar novas informações relevantes para os seus links patrocinados. O que é o Google Signals? Lançado em julho, durante o evento Marketing Live 2018, o Google Signals surge como um recurso inovador dentro de todo o ambiente digital. Com novas possibilidades de mensurações e relatórios, ele ainda está em sua versão beta. Quando ativo, a promessa deste novo recurso é detalhar a jornada do consumidor através de relatórios. Que, por sua vez, só são possíveis a partir do acompanhamento de dispositivos durante o caminho percorrido pelo consumidor. Suponha que um usuário logado no Google, tanto no PC quanto no smartphone, clica em um anúncio mobile. Apesar de considerar a oferta atrativa, ele não converte. Contudo, algumas horas depois, em seu desktop, o consumidor busca novamente pelo produto/serviço oferecido anteriormente e desta vez realiza a compra. No exemplo acima vimos que o visitante percorreu um caminho curto até a conversão (Mobile &#62; Desktop). Porém a nova função do Google irá rastrear todo o percurso dos usuários, independentemente de quantos acessos e dispositivos ele faça. Mas, para estruturar esses relatórios, o Analytics necessita que o visitante esteja com logado no Google, só assim será possível rastrear os dispositivos que utilizar. Quais os benefícios do Google Signals? Fornecer dados relevantes é uma das promessas do Google há um bom tempo. E, com essa nova função em desenvolvimento, ele também se torna a principal fonte para o acompanhamento e rastreio entre dispositivos dispositivos para milhares de empresas. Portanto, a premissa do Google é tornar o complexo rastreamento manual uma tarefa desnecessária. Consequentemente, relatórios que exigiam especialistas ou um bom orçamento para adquirir, estão disponíveis a todos gratuitamente. Mas o que isso significa? Com os diagnósticos, oferecidos pelo Google Signals, você terá o conhecimento preciso da jornada do consumidor até o momento da compra. Logo, entender quais são os comportamentos mais usuais da sua persona torna-se mais simples. E, com todos esses dados em mãos, você poderá redirecionar os esforços da sua campanha a fim de otimizar o seu investimento. Como ativar o Google Signals? Agora que você já conhece a essência e os motivos para utilizar o Google Signals é hora de começar a usá-lo. Para habilitá-lo é simples, basta clicar selecionar Público &#62; Todos os dispositivos e começar a configurar. Fique atento às permissões do Google Analytics caso você seja uma agência com várias contas na ferramenta. Lembre-se o Google Signals não é retroativo, ou seja, só é possível captar os insights após ativado. Além disso, os relatórios só serão disponibilizados com, no máximo, 26 meses da data atual. Quais os relatórios oferecidos pelo Google Signals? Para que você possa fazer as atualizações das suas campanhas de forma assertiva, primeiramente, é preciso saber ler os números oferecidos pelo Google Signals. Portanto, trouxemos, detalhadamente, alguns dos dados que você vai encontrar ao ativar essa nova ferramenta. Relatório de sobreposição de dispositivos Inicialmente, as informações oferecidas parecem semelhantes aos relatórios já existentes. Porém, a partir de um diagrama de Venn, a sobreposição de dispositivos oferece uma ilustração extremamente útil para entender quantos usuários utilizam mais de um aparelho. Relatório de caminhos Ele mostra os caminhos de um visitante dentro do site para cada dispositivo. Ou seja, você poderá visualizar o número de sessões e o tempo gasto dos usuários em cada plataforma. Desta forma é possível entender em qual condição e padrão o consumidor engaja mais. Relatório de Aquisição A impressão passada por esse relatório, que tem por objetivo esclarecer em quais dispositivos o usuário converte, é que ele transmite uma forma visualmente agradável de dados que já eram fornecidos pelo Analytics. Como otimizar seus links patrocinados com o Google Signals? Enfim chegamos ao principal ponto desse artigo, como você vai utilizar os elementos fornecidos pelo Google Signals para gerar mais conversões no Google Ads? Para utilizar o orçamento das campanhas da maneira mais produtiva possível é necessário conhecer a sua persona. Para tanto, inteirar-se sobre os comportamentos do consumidor até a tomada de decisão é um dos fatores essenciais. Ao descobrir como a utilização dos aparelhos influência nas conversões você poderá redirecionar os seus esforços e conquistar melhorias no seu ROI (retorno sobre investimento). Falando em termos práticos, além de passar a investir mais nos dispositivos que mais convertem, é viável potencializar a sua campanha de remarketing. O mercado segue uma tendência de utilizar as plataformas mobile, mas ainda há uma aversão em converter por elas. E, uma vez analisado esses dados de jornada do seu prospect através do Signals, fazer alterações de investimento nas campanhas de remarketing torna-se mais assertivo. Saber os costumes do consumidor permitirá que você atinja-os com maior precisão. Isto é, você terá o conhecimento dos canais mais relevantes para investir na sua campanha de remarketing. Então, após a primeira vez que o seu prospect visitar o seu site ele, provavelmente, visulizará com frequência os seus anúncios. Visão Geral sobre o novo recurso do Google Em nossa opinião, o Google Signals oferece um design limpo e uma interface inteligente. Com alguns filtros interessantes, como a de sistema operacional, por exemplo. É possível perceber que a organização dos seus relatórios tende a focar nas conversões, consequentemente eles ajudam a verificar como está a performance de cada situação. Ao utilizarmos o Google Signal é possível afirmar que, mesmo com as melhorias a se fazer na captação da versão Beta, a ferramenta mostra-se muito útil. Todavia, filtros e análises secundárias mais profundas permitiriam que o administrador compreendesse melhor a jornada do consumidor. Portanto, com uma promessa inovadora, o recurso promove insights aos profissionais de marketing, mas ainda carece de informações mais claras.   </p>
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