<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos fatores-ranqueamento - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
	<atom:link href="https://blog.rotamaxima.com/tag/fatores-ranqueamento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blog.rotamaxima.com/tag/fatores-ranqueamento/</link>
	<description>Conteúdos, cursos e consultoria para sua empresa gerar mais leads e vendas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Jul 2021 19:40:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://blog.rotamaxima.com/wp-content/uploads/2022/07/cropped-logo_clean-32x32.png</url>
	<title>Arquivos fatores-ranqueamento - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
	<link>https://blog.rotamaxima.com/tag/fatores-ranqueamento/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>7 passos para você começar já o seu planejamento de SEO 2019</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/planejamento-de-seo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 20:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rotamaxima.com.br/?p=4159</guid>

					<description><![CDATA[<p>Acompanhando as necessidades dos usuários, os fatores de ranqueamento estão em constante mudança. Portanto, se em 2019 você pretende levar seu site ao topo dos resultados de pesquisa, é imprescindível que você faça um planejamento de SEO adaptado aos novos rumos do mercado. Então, mesmo que seu site esteja bem posicionado no Google, entenda que o ambiente digital é dinâmico. Logo ajustar-se a estas mudanças é essencial para não ser deixado para trás. Mas isso significa que as estratégias de SEO dos últimos anos não são mais válidas? Na verdade, o que queremos mostrar neste artigo é que, apesar de 2019 trazer novas técnicas de ranqueamento, a maioria são conceitos antigos adaptados ao novo modelo. Assim sendo, separamos 7 passos para você começar já a fazer seu planejamento de SEO, está preparado? Como fazer meu planejamento de SEO 2019 Para entender como o planejamento de SEO deverá ser feito, é preciso saber que o propósito do Google, e de qualquer outro buscador online, sempre foi o mesmo. Isto é, independentemente da versão do algoritmo, o foco é promover experiência ao usuário. Então, antes de falarmos sobre as atualizações mais recentes dos buscadores, traremos alguns métodos que alguns profissionais já estão acostumados. Isso porque, caso queira sair na frente nos resultados de pesquisa em 2019, precisa saber que muitos conceitos básicos de SEO não estão sendo trabalhados da forma correta por muitos de seus concorrentes. Faça a análise SEO Consultar a situação do site e do mercado é um método essencial para o planejamento de SEO de qualquer ano. Mas, como já dissemos, muitos conceitos básicos de otimização estão sendo esquecidos ainda em 2019. Por isso definimos esse como o primeiro tópico. Conquistar mais tráfego exige melhores posições, e quando se está em um nicho competitivo qualquer detalhe pode fazer a diferença. Para tanto, utilizar ferramentas como o SEMRush ou o próprio Google Analytics pode ajudar a identificar os rankings e motivos para queda de rendimento de cada página. Otimize a pesquisa de palavras-chave Uma vez feita toda a auditoria do seu site, você deverá otimizar um dos princípios básicos de SEO, as palavras-chave. Elas demonstram a intenção de busca do usuário, ou seja, por meio delas o Google seleciona quais páginas podem ou não ser indexadas nos resultados de pesquisa. Porém ranquear o seu artigo ou qualquer outra página na web vai muito além de escolher uma palavra-chave. Isso porque o mercado digital está cada vez mais concorrido e muitos players estão abordando o mesmo assunto. Assim fica evidente que levar o seu site às primeiras posições do Google está muito mais difícil. Neste cenário, o melhor a se fazer antes de selecionar a palavra-chave é analisar a relação volume e dificuldade de cada uma. Para tanto, você pode utilizar ferramentas específicas, veja como selecionar as mais qualificadas. Encontre palavras-chave long tail As palavras-chave de cauda longa, além de serem menos concorridas, também são ideais para entregar o conteúdo esperado pelo visitante. Imagine este artigo: Se o ranqueássemos somente para a palavra head tail “SEO”, que possui mais de 27 mil buscas mensais, iríamos competir com artigos completos, que abordam todos os conceitos do assunto. Porém ao selecionar a palavra long tail “planejamento de SEO 2019”, com um volume de buscas bem menor, conseguimos melhores posições no Google e, uma vez que ela indica bem a intenção do usuário, alcançamos um tráfego muito mais qualificado. Pense na arquitetura do site A fim de promover experiência através da navegabilidade, os robôs de busca rastreiam toda a estrutura do seu site. Portanto, garantindo que os usuários encontrem facilmente o seu conteúdo, você diminuirá a sua taxa de rejeição. Consequentemente dará um grande passo para tornar-se autoridade em seu nicho. Para tanto, uma simples barra de pesquisa pode fazer toda a diferença. Conheça mais duas maneiras de proporcionar navegabilidade ao seu site. Categorize o seu conteúdo Se todo o seu conteúdo já está divido em categorias, que por sua vez são exibidas em um menu ou rodapé em todas as páginas do seu site, você pode passar para o próximo tópico. Mas caso ainda não tenha feito, não perca tempo, pois apesar de simples, categorizar o seu site facilita a navegação e, assim, mantém os visitantes por mais tempo em seu site. Utilize textos âncora Páginas sem saída são péssima para SEO, ou seja, aquelas que não linkam a nenhuma outra. Desse modo, principalmente se possuir um blog, construir a arquitetura do site através de links internos fará toda a diferença. Todavia este é um processo contínuo, pois permite que os visitantes continuem navegando em posts relacionados. E, além disso, também promove a troca de autoridade entre as páginas, fazendo com que as novas páginas indexem em melhores posições. Lembre-se da otimização móvel Até o último tópico passamos alguns métodos básicos de SEO que devemos reconsiderar no planejamento de 2019. Todavia a partir agora abordaremos alguns conceitos mais recentes, motivados pelas atualizações do algoritmo de busca e pela evolução da inteligência artificial do Google. Por exemplo, no final de 2016, com a iniciativa “Mobile-First Idexing”, o Google passou a priorizar os fatores SEO para dispositivos móveis. E atualmente, com quase 80% das buscas realizadas através de smartphones, proporcionar experiência ao usuário com sites responsivos tornou-se fundamental. Então, sem deixar de otimizar o SEO para desktop, comece já a renderizar os elementos que constituem as versões mobile. E para facilitar este processo você pode acessar o Speed Insights do Google e até nosso artigo que fala sobre o projeto AMP. Alcance a posição zero do Google Recentesemente, a fim de promover uma nova experiência ao seus usuários, o Google passou a apresentar, antes da primeira posição, featured snippets como este: Neles podemos encontrar principalmente parágrafos explicativos e listas. E, como hoje estima-se que 11% das pesquisas realizadas exibem estes resultados, trabalhar seus conteúdos para alcançar esta posição pode proporcionar muito reconhecimento e autoridade à sua marca. Você pode ver como chegar na posição zero aqui. No entanto, este é um método que exige</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/planejamento-de-seo/">7 passos para você começar já o seu planejamento de SEO 2019</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
]]></description>
		
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Google AMP: Como ele pode ajudar a ranquear seu site?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/projeto-google-amp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 20:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rotamaxima.com.br/?p=4140</guid>

					<description><![CDATA[<p>Melhorar a velocidade de um site é exigência para quem deseja aprimorar a experiência do usuário e obter boas posições nos buscadores. Logo, o Google AMP (Accelerated Mobile Pages), cujo objetivo é diminuir o tempo de carregamento em dispositivos móveis, torna-se uma das principais pautas de discussão dos profissionais de SEO. Mas será que este novo projeto realmente cumpre a sua promessa? É isso que veremos ao longo deste artigo. O que é Google AMP Com a evolução dos dispositivos móveis, principalmente dos smartphones, a maneira como consumimos conteúdo mudou. Hoje, caso precise de alguma informação, basta fazer uma pesquisa e obter os resultados na palma da sua mão. E pensando nisso, em 2015 o Google e outras grandes empresas de tecnologia patrocinaram o AMP (páginas aceleradas para dispositivos móveis). Ou seja, um projeto que busca “construir a Web do futuro”, proporcionando uma versão mobile de alto desempenho aos sites. Para tanto, o AMP conta com uma biblioteca de códigos abertos que visa diminuir o tempo de carregamento das páginas. Para explicarmos melhor, veja as três frentes do processo de otimização: TML AMP: Este é, no geral, um código HTML comum, porém com algumas tags específicas do projeto que interferem na performance online. Veja algumas delas aqui; JavaScript AMP: Com o objetivo de não prejudicar a renderização de uma página, a biblioteca AMP utiliza boas práticas de JS, processando todos os elementos externos de maneira assíncrona; Cache do Google: Por fim, você ainda pode optar por armazenar o site no cache do Google e, consequentemente, carregar as suas páginas com efetividade. Já na prática, navegando em seus aparelhos mobile você poderá encontrar os sites otimizados, pois eles carregam o logo do projeto ao lado esquerdo do link, veja o exemplo: Mas, além disso, você ainda pode visualizar dentro do site o complemento “/amp”, responsável por identificar a versão da página: Como criar páginas AMP Se você deseja criar uma versão AMP para as páginas do seu site, mas não tem nenhum conhecimento sobre HTML, CSS ou JavaScript, temos uma boa notícia. O projeto já está integrado com o WordPress e uma diversa lista de outros CMS. Porém, caso necessite fazer a instalação manual, o próprio site do AMP oferece um tutorial completo. Como criar páginas AMP no WordPress Para um site em WordPress, instalar o plugin AMP for WP facilita o trabalho em todos os aspectos. Nele você pode selecionar as páginas que deseja modificar, conectá-las ao analytics, modificar o layout padrão do AMP, inserir botões de compartilhamento e muito mais. Como validar o AMP? Realizado todo o processo de configuração, ainda é necessário validar suas versões AMP para ver se a otimização foi feita da maneira correta. Nesta etapa, você pode contar com o próprio validador de código do projeto. Para utilizá-lo basta inserir sua URL AMP e visualizar o resultado. Caso o status de validação mostre “PASS”, sua página já pode rodar em sua nova versão. No entanto, se a ferramenta encontrar alguns erros no HTML, ela mesmo irá reportar o que deverá ser alterado. Você deve utilizar AMP no seu site? Agora você já conhece os conceitos deste projeto e sabe como implementá-lo em seu site. Mas será que ele realmente cumpre a promessa inicial e aumenta a performance de toda versões AMP? Antes de respondermos essa pergunta queremos mostrar o peso da velocidade de um site nos buscadores. Todos sabemos que um site que carrega rapidamente pode proporcionar melhor experiência ao usuário e conseguir melhores classificações nos resultados de pesquisa. Mas além disso, segundo a pesquisa feita pelo projeto AMP, é possível estimar que um grande site como o Yahoo, por exemplo, poderia aumentar seu tráfego em quase 10% (600 milhões de usuários) se diminuísse o tempo de carregamento de suas páginas em 0,4 segundos. Incrível, não é mesmo? E se acrescentássemos que um estudo de caso, feito pela Stone Temple Consulting, mostrou que, em uma amostra de 10 sites, todos aumentaram a sua velocidade. Com certeza responderíamos que o projeto AMP é a solução para quem quer melhorar o desempenho do seu negócio. Todavia, dentro desta mesma análise, dois sites tiveram resultados completamente insatisfatórios. Isso porque perderam qualificação em métricas relevantes para SEO, como taxa de rejeição, tempo de sessão, entre outras. Nestes casos, apesar de ter levado velocidade aos sites, lembre-se que este não é o único fator de ranqueamento. Então, por mais que aumentado o número de visitas no curto prazo, a versão AMP não foi bem aceita pelos usuários. E, entre outros fatores, isso se deve a uma das maiores críticas dos web designers ao projeto AMP, o template. Para entender melhor, veja o exemplo a seguir. Na imagem acima queremos ilustrar duas situações: uma versão AMP em seu template padrão e outra editada. Nas duas situações a velocidade será maior do que a versão responsiva original. Porém, com a inclusão de apenas alguns elementos toda a identidade visual foi restabelecida ao site. Conclusão Como conclusão, podemos afirmar que a proposta do AMP é cumprida, pois a instalação correta do código auxilia você a melhorar o SEO, proporcionando mais experiência ao usuário. Porém, como vimos, a atingir bons índices de velocidade é apenas um dos fatores de ranqueamento do Google e de outros buscadores. Então, quando pensar em implementar o AMP, pense em todos elementos que envolvem um site de qualidade e investir tempo para fazer um trabalho completo. Isso tornará a otimização mais difícil, mas não há dúvidas que os resultados serão muito melhores.</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/projeto-google-amp/">Google AMP: Como ele pode ajudar a ranquear seu site?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
]]></description>
		
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SEO para imagens: Aumente seu tráfego através do Google Imagens</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/seo-para-imagens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2019 18:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
		<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rotamaxima.com.br/?p=3381</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisas de imagens podem ser mais significativas do que você imagina. O Google Imagens representa um número considerável de pesquisas e, consequentemente, pode trazer mais leads ao seu site. Portanto, este artigo tem como foco ajudar você a melhorar o desempenho do seu site através das estratégias de SEO para imagens. Em nosso blog já trouxemos inúmeras maneiras de melhorar o posicionamento orgânico no Google. No entanto, a maioria dos artigos possuía um objetivo em comum – todos buscavam melhorar a classificação por meio da pesquisa de texto. Essa grande quantidade de artigos, focados principalmente na escrita, reflete bem onde estão concentrados os esforços para aumentar o tráfego dos sites. Todavia, apesar de muitas vezes ser deixado de lado, otimizar o conteúdo para aparecer no Google Imagens é uma estratégia crucial em SEO. As pesquisas no Google Imagens, além de apresentar mais de 10 vezes do que qualquer pesquisa no Bing ou no Yahoo, também representam mais de 40 vezes em relação ao número de pesquisas no Facebook. Esses dados, mais do que tudo, mostram o potencial que o seu site pode adquirir investindo tempo no ranqueamento de imagens. Dado este cenário, a partir de agora mostraremos algumas dicas para garantir que o seu conteúdo seja otimizado e você conquiste mais visitantes através do Google imagens. Mas, antes disso, aprenda mais sobre a importância do SEO para imagens. Porque investir seu tempo em SEO para imagens? Alcançar as primeiras posições no Google é um trabalho contínuo e que promove resultados no longo prazo. Portanto, antes de discutirmos quais as melhores práticas para implementar o SEO para imagens, iremos enfatizar o porquê de dividir o tempo que você utiliza com estratégias de link building, por exemplo, com estratégias que melhorarão o ranqueamento no Google Imagens? Para explicar detalhadamente os motivos que levam a isso, veja os benefícios em implementar estas táticas: Para aumentar o tráfego orgânico A primeira vantagem de se fazer o SEO para imagens diz respeito à própria dinâmica de visualização do Google. Ou seja, quando o botão “Ver Imagem” foi removido da plataforma de pesquisa, o tráfego orgânico gerado por ela aumentou cerca de 30%. Isso ocorreu, porque agora, ao invés de sermos redirecionados à URL da imagem, precisamos visitar a página em que a ilustração se encontra. Para entender melhor, veja um exemplo real. Ao pesquisar “conteúdo duplicado” no Google Imagens você encontrará uma de nossas imagens nos primeiros resultados. Mas, caso queira salvá-la em seu aparelho, você pode clicar no botão “Visitar”. Então você será redirecionado à página do artigo, nela é possível obter mais informações sobre o link da ilustração. Para aparecer nos resultados de busca Já falamos do potencial de otimizar o seu conteúdo para o Google Imagens, porém, imagine se as suas ilustrações também fossem exibidas na plataforma principal do Google. Em alguns casos, quando os robôs de busca consideram que uma palavra-chave está diretamente relacionada a um recurso audiovisual ou de localização, miniaturas de imagens ou mapas também são exibidos junto aos resultados de texto. Veja a imagem a seguir: Logicamente que esse é um recurso exclusivo a poucas palavras-chave. No entanto, se o seu nicho de negócio permitir exibições como essa, não realizar o SEO para imagens nesses casos é um grande desperdício de tráfego. Para aumentar a velocidade do seu site Como veremos mais adiante, um dos trabalhos para se realizar a otimização imagens é a compactação delas. Segundo o próprio Web.dev (ferramenta gratuita de SEO disponibilizada pelo Google), sites promovem melhor experiência ao usuário quando possuem um menor intervalo de carregamento. Fique atento nesse artigo, pois ainda disponibilizaremos dicas para reduzir o peso das suas imagens sem que elas percam qualidade. Assim, você não apenas realiza o SEO para imagens, como também otimiza outros recursos On-page exigidos pelos buscadores. Para engajar o público Imagine um usuário buscando “formato de anúncio Facebook”, no Google Imagens. Após exibido os resultados da pesquisa, ele acaba encontrando um infográfico de um artigo que, por sua vez, mostra exatamente o que ele procurava. Agora coloque-se na situação de leitor. Você prefere um artigo só em texto, ou um que intercale parágrafos e imagens para auxiliar nas explicações? Com certeza o artigo que possui ilustrações exemplificando o que está escrito tende a ter maior aceitação dos leitores. Logo, blogs que detalham o conteúdo e se preocupam com a experiência e o aprendizado do usuário costumam colher melhores resultados. O que queremos dizer aqui é que quando uma página está bem posicionada no Google Imagens os usuários também encontram artigos relevantes por meio dessa plataforma. E, uma vez que é disponibilizado um conteúdo completo e organizado ao leitor, você também está construindo a autoridade do seu site. Para promover a marca e reduzir os custos Promover a marca organicamente e, consequentemente, reduzir os custos com publicidade, na verdade, é o resultado de todos os tópicos anteriores somados. A partir do momento que você realiza o SEO para imagens de maneira contínua, você não estará apenas colhendo frutos do Google Imagens. Todo o seu site e, principalmente, a página na qual a ilustração está inserida serão beneficiados. Portanto, se você pretende cortar gastos com anúncios, conquistar autoridade no Google e engajar os seus usuários, fique atento às nossas dicas para otimizar as suas imagens. Como aplicar o SEO para imagens? Foque na experiência do usuário Tanto no Google Imagens, como em qualquer outra plataforma de busca, proporcionar experiência ao usuário é o foco principal dos algoritmos. O Google sempre procura mostrar os melhores resultados para cada pesquisa e, para isso, ele tem algumas métricas como base. Entre elas, a taxa de cliques e o tempo de carregamento. Quanto maior for o CTR e a velocidade um link, mais relevante o site se torna para os buscadores. Ou seja, imagens e artigos que, além de ser bem aceitos pelos usuários, atendem os padrões de qualidade impostos pelo Google são considerados destaque em relação aos concorrentes. Abaixo estão algumas características que aumentam a relevância das imagens para os</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/seo-para-imagens/">SEO para imagens: Aumente seu tráfego através do Google Imagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
]]></description>
		
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Patente do Google classifica links de baixa qualidade</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/links-baixa-qualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 20:06:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<category><![CDATA[link-building]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rotamaxima.com.br/?p=2947</guid>

					<description><![CDATA[<p>Diante dos complexos robôs de busca, qualquer conhecimento a mais sobre o algoritmo do Google é válido. Com esse entendimento é possível definir melhores estratégias de SEO e conquistar uma ótima vantagem competitiva nos resultados orgânicos. No Google há uma patente chamada “Classifying Sites as Low Quality Sites”. Pouco abordada por profissionais de marketing digital, ela é responsável por classificar links de baixa qualidade. Mesmo não tendo certeza se ela está em vigor, entender como funciona essa patente do Google pode ser fundamental. Uma vez que trata da qualidade dos links, conhecê-la só acrescentará boas práticas à suas estratégias de SEO. Portanto, nesse artigo discorreremos tudo o que você precisa saber sobre essa classificação de sites de baixa qualidade. Saiba mais sobre a patente Lançada durante a primeira atualização Penguin (de 2012 a 2015), essa patente do Google foi pouco comentada. Assim sendo, ela também se tornou desconhecida pela maioria dos profissionais que trabalham com marketing digital. &#160; Embora pouco utilizada nas estratégias de SEO até aqui, qualquer conhecimento adicional sobre como o Google ranqueia os sites torna-se um diferencial. E, se tratando de circunstâncias que podem identificar links de baixa qualidade, esse entendimento se torna ainda mais relevante. Mas lembre-se, não é porque está patenteado no Google que significa que ele está em vigor. Além de tudo, após o ano de 2015, o algoritmo de busca sofreu algumas atualizações. Isso só reforça que não há certezas sobre o funcionamento ou não do “Classifying Sites as Low Quality Sites”. Se não há nenhum indicativo que de alguma certeza se essa patente do Google está vigente, por que devemos nos preocupar com ela? Primeiramente, apesar de sabermos boas práticas para otimizar seu site nos resultados de busca, ele é um dos poucos algoritmos para otimização de links conhecidos. Logo, além de não correr o risco de perder posições, você pode ganhar uma ótima vantagem nos buscadores em relação aos seus concorrentes. Como ela classifica os links? &#160; A patente em questão não define a qualidade dos sites observando o conteúdo em si, ela funciona classificando os links. Isso significa que um site cujos links direcionados são de baixa qualidade, também coloca a sua como duvidosa. E os links SPAM, também são considerados? Fique tranquilo, mesmo que esteja em vigor, a patente é apenas um detalhe do algoritmo como um todo. Ou seja, o Google verifica todo o seu site e só após considerar apenas os links “dofollow” ele passa a avaliar conforme essa patente. Por fim, para classificá-los o algoritmo sugere três grupos de qualidade para os links. A patente as nomeia como: “Vital”, “Good” e “Bad”. Obviamente, a “Vital”. Os links “Vitals” possuem os maiores índices de qualidade, os recursos “Good” possui qualidade mediana, enquanto os “Bad” são os de qualidade mais baixa. Quais os fatores que definem a qualidade dos links? Antes de discorrer sobre o que leva um link ser considerado de qualidade, reforçaremos novamente que o Google não costuma informar se a patente está em uso ou fornecer como ela funciona. Mas, nesse caso, os elementos responsáveis pela classificação de links são abordados na página oficial da patente. Portanto, observe os fatores descrito pelo próprio Google, já que eles também podem te ajudar nas próximas estratégias de link building. Diversidade Esse algoritmo analisa todos os links direcionados ao site e, após feito isso, verifica quais deles possuem a mesma origem. Ou seja, de acordo com a patente, possuir um ou muitos links provenientes de um mesmo site proporcionará o mesmo índice de qualidade. Consequentemente, não basta apenas prospectar links de qualidade, a diversidade também é importante. Texto Boilerplates Possuir um texto ou código boilerplate significa que o site possui seções padronizadas que aparecem em vários lugares do site, como o rodapé, por exemplo. Portanto, já que o link building tem por objetivo fazer referências a outro site por meio de um contexto. Utilizar, nesses casos, o mesmo link em páginas de contextos diferentes não são considerados. Conteúdo relacionado Por último, para definir a qualidade do link e não o considerar como SPAM, é muito importante que o texto âncora e o assunto do site tenham relação com a página de direcionamento. Uma vez que o Google identifica links entre sites com contextos diferentes, ele pode identificá-los como tentativa de Black Hat e compra de links. Visão geral sobre a patente: não pare de fazer link building A própria patente se descreve como uma melhoria para os resultados de pesquisa. O que há de mais interessante é que ela trabalha após a classificação do mecanismo, alterando o ranqueamento de acordo com a qualidade dos links. Você pode ler a patente completa aqui. Mas, apesar de não sabermos com clareza o que está vigente nos mecanismos de busca, conhecer como o Google observa a prospecção é um passo importante para otimizar suas estratégias de SEO. O que podemos afirmar com clareza é que se você deseja conquistar mais tráfego e melhores posições para o seu site sem correr o risco de ser punido você precisa de uma boa estratégia link building. Realize parcerias, guest blogging em sites relacionados e transforme-se em autoridade no seu nicho.</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/links-baixa-qualidade/">Patente do Google classifica links de baixa qualidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
]]></description>
		
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conteúdo duplicado: O que é e como ele pode prejudicar o seu SEO?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/conteudo-duplicado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 18:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<category><![CDATA[marketing-conteúdo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rotamaxima.com.br/?p=2610</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como já mostrado em artigos anteriores, estruturar bem uma estratégia de SEO é papel fundamental de um profissional de marketing digital. Um aumento ou uma queda nas posições dos buscadores pode ter um impacto significativo no desempenho do seu negócio. Logo, conhecer bem alguns dos fatores de ranqueamento utilizados pelos robôs de busca é essencial. Pensando nisso, discorreremos sobre o que é conteúdo duplicado e como ele pode trazer punições ao seu site.   Você pode pensar que, uma vez que nunca plagiou, o seu site não terá a performance prejudicada. Mas a questão não é tão simples assim, na maioria dos casos, a criação de conteúdo repetido não ocorre de maneira voluntária. Segundo o MOZ, 29% de toda a internet é composta por conteúdo duplicado. Dada essa grande parcela, veja quais são as considerações do Google sobre o assunto e elimine de vez o risco de ser penalizado. O que é conteúdo duplicado? Um conteúdo é considerado duplicado quando está presente, de forma totalmente igual ou muito parecida, dentro de um mesmo domínio ou em dois sites diferentes. Quando exibido pode acarretar em punições, algumas mais severas do que outras, mas que podem ser importantes na visibilidade do seu site. Empreendedores e muitos profissionais de marketing que atuam com ranqueamento orgânico podem estar divulgando conteúdos duplicados mesmo sem saber. Isso ocorre por vários fatores gerados pelo próprio CMS, como o WordPress. E, mesmo que não esteja sujeito a punição, ele limita o desempenho do SEO. Adiante veremos todos os casos mais comuns e mostraremos como corrigi-los, a fim de beneficiar a visibilidade do seu site. Quais as situações consideradas conteúdo duplicado? O conteúdo copiado está atrelado ao plágio de todo um conteúdo (ou quase todo) de um player do mercado. Este é o caso mais danoso ao usuário, segundo as ações do Google. Contudo, geralmente as ocorrências são mais simples. Elas ocorrem devido algumas questões técnicas que veremos a seguir. Sites com dois prefixos Tanto os prefixos “Https” e “www” quanto a ausência deles pode ser responsável por indexar duas vezes o mesmo conteúdo. Isto é, se um site possui uma página de destino que é, para os motores de buscas, encontrável com mais de um prefixo ela é considerada um conteúdo repetido. URLs com o mesmo conteúdo Esse problema é muito comum em lojas virtuais, no entanto ocorre em todo o tipo de site. Ele, basicamente, define-se como uma mesma página de destino alcançada por caminhos diferentes, veja o exemplo a seguir. Exemplo: Imagine dois usuários que chegam a uma landing page para venda de um curso de marketing digital. Porém, enquanto o primeiro entrou na categoria de cursos e clicou no conteúdo desejado, o outro encontrou o curso a partir de um artigo abordando o assunto. Veja como ficariam as URLs, respectivamente: www.sitedocurso.com.br/cursos/cursodemarketingdigital www.sitedocurso.com.br/artigo/cursodemarketingdigital Meta Tags repetidas Os meta títulos ou descrições podem aparecer em mais de uma página de forma idêntica. Para os robôs de busca do Google, casos como esse podem ser considerados conteúdos duplicados. Consequentemente, a partir do momento que os robôs de busca os encontram, o site em questão pode e tornar-se menos visível para os usuários. Como o conteúdo duplicado prejudica o seu SEO? O problema do conteúdo duplicado gera muitas dúvidas entre os profissionais de marketing digital. Na maior parte das vezes, ele ocorre por uma questão técnica ao invés de um conteúdo copiado. Portanto, o Google considera de forma diferente tanto as situações mais comuns, quanto os casos de tentativa de manipulação do algoritmo de busca. Mas como a repetição de conteúdo prejudica o SEO? O seu site está passível de punição? Promover a melhor experiência ao usuário é o principal objetivo do Google, logo ele busca apresentar os resultados mais relevantes para cada busca. Então, quando há conteúdos repetidos, a indexação fica mais confusa e o posicionamento mais difícil. Portanto apresentar um código mais claro para os robôs de busca, pode influenciar métricas como relevância e autoridade. O tempo cujo o conteúdo está publicado conta muito na classificação dos buscadores. No entanto, outros fatores também contribuem para as melhorias do SEO e a correção da repetição é um deles. Porém, mantê-la em seu site não significa que seu site sofrerá uma punição. Você só estará sujeito a penalidades quando os mecanismos entenderem o conteúdo duplicado como uma prática de Black Hat. Quando a intenção de um profissional é enganar os buscadores, copiar por inteiro (ou quase) os conteúdos dos concorrentes são comuns. No entanto, o site que praticar esses atos, estará constantemente em risco de prejudicar tanto a indexação da página, quanto a autoridade de todo o domínio, afinal, o Google em geral sabe qual foi o site que publicou primeiro o conteúdo. Como corrigir o conteúdo duplicado? Agora que você já sabe a definição e a influência do conteúdo duplicado para os motores de busca é hora de começar as melhorias em seu site. A partir de agora, detalharemos as maneiras mais adequadas de informar ao Google qual página deve ser indexada. Faça Redirecionamento 301 Este método é utilizado principalmente por usuários que pretendem alterar o domínio sem perder totalmente a autoridade do antigo. Basicamente, ele consiste em avisar os mecanismos de busca qual página deve ser indexada. Portanto, fazer o redirecionamento 301 significa que uma URL com conteúdo duplicado sempre será redirecionada à principal. Você pode fazê-lo simplesmente através de seu servidor, especificamente no arquivo .htacess. Mas, caso não tenha o conhecimento necessário em programação, o plugin “SEO Redirection” do WordPress faz esse trabalho de maneira prática. Veja as imagens abaixo. Insira Canonical Tags As Canonical Tags proporcionam o mesmo benefício do redirecionamento, porém de forma diferente e mais prática. Elas podem ser inseridas no próprio código HTML de cada página e ao invés de eliminar o conteúdo duplicado, informam aos robôs de busca que a autoridade deve ser redirecionada apenas a uma página. Utilize a tag “no index, follow” Diferentemente das duas anteriores, a tag “no index, follow” não repassa a autoridade. A partir do</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/conteudo-duplicado/">Conteúdo duplicado: O que é e como ele pode prejudicar o seu SEO?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
]]></description>
		
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seu site WordPress pode estar em risco a partir de dezembro de 2018</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/site-wordpress/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2018 20:11:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rotamaxima.com.br/?p=2394</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se você possui um site ou blog em WordPress o tráfego orgânico é essencial para o seu sucesso, é a partir de uma boa estratégia de SEO que o seu site vai alcançar uma boa posição nos buscadores e, consequentemente, gerar mais visitas gratuitas. No entanto, para otimizar seu site o Google exige uma série de fatores, entre eles, um site seguro. Em meio aos elementos que envolvem a segurança no mundo digital está a linguagem PHP, que por sua vez sofre constates atualizações. Porém, a partir do dia 31 de dezembro de 2018, versões PHP 5.6 e 7.0 não receberão mais atualizações de segurança e acarretarão mais vulnerabilidade a mais da metade dos usuários do WordPress. Com um site menos seguro, naturalmente, os robôs de busca entenderão o seu site como danoso ao usuário e o tráfego orgânico irá despencar. Mas não se preocupe, em nosso artigo te mostraremos tudo o sobre a linguagem PHP, o que você precisa para identificar qual está utilizando e, se necessário, atualizá-la da forma correta. O que é PHP? Utilizado, principalmente, para criar conteúdo dinâmico e extensões de integração de aplicação o PHP (Hypertext Preprocessor) é uma linguagem de script, inserida no código HTML, própria para desenvolvimento web. Criada em 1995, ela vem se atualizando constantemente e, portanto, ganhando novos atributos. Fácil de manusear e compatível com a maioria dos sistemas operacionais (Windows, Mac e Linux) e bancos de dados (MSSQL, MySQL, DB2 e etc) o PHP torna-se uma das linguagens com baixo custo de manutenção, portanto, uma das mais utilizadas no mercado. No entanto, a partir do momento que a atualização da sua programação se torna defasada, o seu site pode ficar exposto. Como as versões PHP 5.6 e 7.0 podem prejudicar seu site WordPress? No PHP, o suporte de segurança é programado para expirar em determinada data, que é definida, pelo próprio site oficial, como “período de fim de vida”. Um site com a programação expirada se tornará vulnerável a ataques de hackers. Portanto, quem está utilizando tanto a versão 5.6 quanto a 7.0, cujos períodos de fim de vida ocorrem, respectivamente, em 31 e 3 de dezembro de 2018, estarão inseguros. Segundo a própria seção de estatísticas do WordPress, 57% dos usuários do CMS utilizam uma das duas versões que estão para expirar (cerca de 37,1% correspondem a versão 5.6 e 19,9% a outra), isto é, melhor ficar todos atentos e verificar se o seu site se encontra dentro desse grupo de risco. Pensando nisso, detalhamos a melhor maneira de detectar as características da sua programação. Como saber qual versão do PHP está sendo utilizada em seu WordPress? Atualmente, o PHP conta com a versão 7.2 e continuará, periodicamente, se atualizando e proporcionando novas funcionalidades ao público. Mas como identificar qual está em vigor em seu WordPress? Continue lendo o nosso artigo e veja as maneiras mais simples para verificar qual versão da linguagem está atuando em seu site. Para descobrir qual a versão PHP do seu site de forma prática basta entrar eu seu painel de controle, no respectivo servidor de hospedagem, e encontrar a subdivisão que aborda a linguagem, mas, caso prefira, existe o plugin, do próprio WordPress, “phpinfo()” que funciona de forma intuitiva e tem a função somente de analisar esse dado. Se, após a visualização, a versão que está sendo utilizada em seu site encontrar-se dentro do grupo de risco, é imprescindível que a atualização seja feita, no próximo tópico explicaremos passo a passo como fazer. Como atualizar o PHP 5.6 ou 7.0 do seu WordPress? Caso surja a necessidade de fazer atualização da sua linguagem PHP, você pode simplesmente contatar o seu servidor de hospedagem e verificar se há suporte para tal tarefa, ou fazer manualmente via cPanel. Ao optar por fazer a atualização via cPanel, você deverá pesquisar por PHP Version Manager, que pode estar em locais diferentes dependendo do seu host, navegar até o diretório em que seu site está localizado e, por fim, selecionar uma das versões disponíveis. Vale lembrar que quanto mais recente, melhor o desempenho. Quais as vantagens de estar com o PHP atualizado? Além de permitir as atualizações de segurança, manter em seu site uma versão atual do PHP em seu WordPress, melhorará o desempenho e a performance ao seu site. Com os novos recursos de programação será possível notar aperfeiçoamento, principalmente, na velocidade e compatibilidade com plug-ins. Fique atento às novidades e melhore o SEO do seu site em WordPress</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/site-wordpress/">Seu site WordPress pode estar em risco a partir de dezembro de 2018</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
]]></description>
		
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como reduzir a taxa de rejeição de um site?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/reduzir-taxa-de-rejeicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2018 19:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<category><![CDATA[tráfego-orgânico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rotamaxima.com.br/?p=2369</guid>

					<description><![CDATA[<p>A taxa de rejeição, de forma simples, é a porcentagem de visitas que o usuário sai de seu site sem visitar nenhuma outra página. Pretendemos abordar neste artigo uma das métricas mais importantes na otimização da conversão de seu site, a taxa de rejeição. Isso porque quando a taxa de conversão de seu site está baixa o usuário não está completando nenhuma ação ou objetivo que você determinou. Observando a taxa de rejeição do seu site é possível obter insights para otimizar o engajamento dos usuários e por consequência, aumentar a taxa de conversão. Trabalhar o engajamento do usuário é uma das diretrizes mais valorizadas do Google e dos profissionais de SEO. As visitas únicas farão pessoas conhecerem o seu site já as visitas recorrentes trarão conversões. Como o Analytics calcula a taxa de rejeição? O Google Analytics calcula a taxa de rejeição de duas maneiras, taxa de rejeição da página e taxa de rejeição do site. Taxa de rejeição da página = Total de usuários que saíram da página/Total de usuários que entraram na página Saídas são definidas como o número de visitas de páginas únicas resultado de uma página em que apenas uma solicitação foi feita para o servidor do Analytics. Entradas são definidas como o número de visitantes que entraram em seu site pela página. Taxa de rejeição do site =&#160;Total de usuários que saíram ao longo de todas as páginas do site/Total de usuários que entraram ao longo de todas as páginas do site Funcionamento do Google Analytics e a taxa de rejeição O Google Analytics grava dados desde a entrada e saída da página até as interações sociais que são feitas no site. Toda vez que uma pessoa entra no site, o código do Google Analytics solicita um arquivo que enviará os dados para o servidor do Google contendo as interações com o site, likes e shares, tempo de permanência, etc. Portanto, todos os dados dos usuários que são obtidos no Analytics pelo site é feito através de um código que envia para o servidor do Google. Esse código chamado de GIF, consegue gravar as seguintes interações nos sites: Dados de visualizações de página (visitas, tempo de permanência, etc) Dados de E-commerce (ID de transação, código do item, etc) Interações Sociais (Likes e shares do Facebook, +1 do Google, Tweets, etc) Detalhes de eventos (Cliques em botões, cliques em links externos, etc) Além do código do Google Analytics, os códigos de E-commerce, Interações Sociais e Detalhes de Eventos também podem solicitar esse arquivo GIF. O fato dos códigos solicitarem o arquivo GIF tem uma grande conexão com a taxa de rejeição do site. Isso porque, o Google Analytics conta como uma saída sem interação quando o GIF é solicitado apenas uma vez (GIF de visualização de página) quando o usuário entra no site. &#8220;O fato do GA considerar rejeição como apenas 1 solicitação é muito importante porque, caso haja mais de uma mesma tag do Google Analytics instalada em seu website, haverão 2 solicitações de visualização de página e, portanto, não haverá taxa de rejeição contabilizada.&#8221; Sendo assim, podemos exemplificar alguns casos em não são contabilizados como uma rejeição, como quando o usuário entra em uma página e assiste um vídeo (clique em botão) ou quando o usuário gosta de um artigo em um blog e compartilha com seus amigos (share do Facebook). Isso porque, nessas interações, além da visualização de página, houve mais uma solicitação de GIF. Como analisar a taxa de rejeição? Antes de fazer a análise da taxa de rejeição é importante considerar que não há um percentil de taxa de rejeição boa ou ruim. Tudo vai variar de acordo com o tipo de website, setor e propósito, e então, ajustar o conteúdo do seu site de acordo com o indicador da taxa de rejeição. Os blogs, por exemplo, possuem uma taxa de rejeição maior pois as pessoas costumam ler os artigos seja pelo feed ou pela busca orgânica e sair do site. Entretanto, uma taxa de rejeição muito baixa como 10% pode indicar problemas técnicos do site, como por exemplo, tags duplicadas. Ao analisar a taxa de rejeição de um site, considere alguns tópicos relevantes como: Intenção/comportamento do usuário Procure identificar qual é o comportamento dos visitantes do site, observe os mapas de calor da página e veja o que os visitantes estão procurando no site. A taxa de rejeição de um site tende a ser alta quando um usuário acessa buscando uma informação e não a encontra. Outro fator que aumenta a taxa de rejeição é uma experiência de usuário baixa em que o visitante não tem nenhum incentivo para continuar a navegar no site. Tipo do website Assim como os blogs tendem a ter uma taxa de rejeição alta, outros tipos de site com uma estrutura similar podem contribuir à uma taxa alta como e, não necessariamente, indica que o site está ruim. Uma landing page com apenas um formulário de inscrição por exemplo, possui uma taxa de rejeição alta. Em contraposição, um e-commerce tende a uma taxa de rejeição menor. Tipo e qualidade da Landing Page O tipo da Landing Page influencia na taxa de rejeição da página, por exemplo, uma página de contato tem uma taxa de rejeição elevada, uma vez que, os usuários estão buscando telefone ou endereço da empresa e quando encontram, saem do site. A página de eletrodomésticos tem uma taxa menor, já que os usuários estão vasculhando o site a procura de geladeiras, microondas, etc. Ao mesmo tempo que, uma landing page muito poluída não costumam agradar os olhos dos usuários e por consequência aumentando a taxa de rejeição. Sites mobile Com a tendência crescente de usuários de celulares, não é preciso dizer que os celulares em pouco tempo serão a maioria dos usuários online. O Google sabe disso, tanto que otimizações de site mobile passaram a ser um dos fatores de ranqueamento de SEO. Portanto, se os dispositivos que acessam o site são celulares e ele não está otimizado para esse</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/reduzir-taxa-de-rejeicao/">Como reduzir a taxa de rejeição de um site?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
]]></description>
		
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como aumentar o tempo de leitura dos visitantes em seu blog?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/aumentar-tempo-leitura-visitantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 14:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hack Tips]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<category><![CDATA[marketing-conteúdo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rotamaxima.com.br/?p=1678</guid>

					<description><![CDATA[<p>O marketing digital tem sido a melhor maneira de promover qualquer tipo de negócio. Elaborar um site de qualidade, que atraia o público-alvo pode não ser tão simples quanto parece, há muito material disponível em concorrência. Para você construir um blog de sucesso é preciso entender sobre algumas coisas, saiba como aumentar o tempo de leitura dos visitantes em seu blog! Com os celulares sempre em mãos, em qualquer situação, a internet é o meio de comunicação mais acessível e de maior abrangência. Por isso, sites e blogs são a melhor maneira de promover algum serviço, produto ou informações. Mas, toda essa acessibilidade também tem seu lado negativo. É preciso dar seu melhor na elaboração do site e nas postagens, para que os visitantes busquem pelas suas informações e, principalmente, se mantenham nelas. Quer dar um up no seu blog para aumentar as visualizações e permanência do leitor na página? Esse artigo irá te mostrar como aumentar o tempo de leitura dos visitantes em seu blog! Obtenha elementos visuais para aumentar o tempo de leitura dos visitantes Escolher uma estrutura de texto adequado pode aumentar o tempo de leitura dos visitantes em seu blog. Alguns profissionais de marketing recomendam que o conteúdo deve começar com textos pequenos, com alta frequência de novas postagens e, só depois de um tempo, apostar em menor quantidade de textos, porém mais longos. Para outros profissionais, essa reflexão já não faz tanto sentido assim. Cada blog tem um propósito e é difícil generalizar desta maneira. Uma dica valiosa para dar mais harmonia ao seu blog, e consequentemente aumentar o tempo de leitura dos visitantes é dividir a matéria. E uma ótima maneira de fazer isso é adicionar imagens ao decorrer do texto. Essa pequena mudança pode potencializar as visualizações do seu site, mais compartilhamento de terceiros, etc. Mas, é preciso que você utilize as imagens certas para que essa estratégia realmente funcione. As figuras precisam ser relevantes, terem a cara da informação que você deseja passar. Se você está montando um post sobre viagens, por exemplo, acrescente algumas fotos de lugares incríveis, instigando o leitor a realmente querer conhecê-lo. Ou, se está instruindo um passo a passo, imagens com fluxogramas e esquemas são ótimas para o entendimento e satisfação de quem buscou pela matéria. Se escolhidas com sabedoria, as imagens absorvem o leitor, que vai dedicar mais tempo à leitura do seu blog. Adicione movimento no blog Além das imagens para aumentar o tempo de leitura dos visitantes em seu blog, outra dica é apostar nos vídeos. Foi feito uma média, e descobriram que os post com conteúdo em vídeo aumentam o tempo de visualização da página em 2,6 vezes. O resultado é gritante, mas mesmo assim o costume de usar vídeo nas postagens não é algo muito usual. Isso porque, a produção de conteúdo leva um tempo maior, porém, páginas com vídeo tendem a ranquear melhor nos mecanismos de busca. Portanto, caso tenha alguma página que queira dar maior visibilidade, invista em um vídeo. Aprenda algumas dicas para adicionar vídeos e aumentar o tempo de leitura dos visitantes em seu blog: Crie vídeos instrutivos. Se atua em alguma área que sempre tem novidades ou mudanças, considere repassar essas informações por vídeos invés de textos. Converse com seu público, plante dúvidas e instigue a curiosidade que prender o visitante até o final do vídeo. Complemente a postagem com algum conteúdo escrito. A produção do vídeo deve ser feita com qualidade de som e imagem. Uso do conceito TLDR para aumentar o tempo de leitura Outra tática para aumentar o tempo de leitura no blog é utilizar o TLDR (Too Long, Didn&#8217;t Read). O TLDR é mencionado no texto quando o post original é muito extenso e as pessoas querem apenas um resumo para ter uma ideia do que se trata, uma visão geral do contexto. Porém, muitas vezes ele aparece nos fóruns destinados aos leitores, indicando que o texto é muito longo, mostrando que as pessoas estão sem paciência para ler o conteúdo na íntegra. Isso é extremamente interessante, pois o responsável pelo blog fica ciente quando uma postagem não agradou, dando a possibilidade de modificá-la. Além disso, sua utilização também se encaixa no que foi dito no tópico anterior, sobre dar mais espaço ao visitante no blog. Ou seja, você dá uma oportunidade de contato com o leitor, criando um vínculo entre ele e o blog (o que acaba fazendo dele um visitante “fiel”) e ainda recebe dicas a respeito das postagens. Nada melhor que a fiscalização e a opinião do nosso próprio público-alvo para atender os desejos dos leitores. É importante sempre estar atualizando as postagens para melhorá-las, de forma a agradar mais os visitantes. Forneça dicas e dê espaço ao visitante em seu blog Fornecer dicas e informações interessantes para o leitor ao decorrer do texto estimula o visitante a permanecer mais tempo no blog. A postagem precisa agregar conhecimento para quem está lendo. Se o leitor terminar de ler o post e sentir que realmente aprendeu algo útil, isso vai instigá-lo a procurar outras matérias no site. A utilização de marcadores e subtítulos também são estruturas recomendadas na confecção de textos. Realizar citações e chamadas para atrair a atenção do leitor. Coisas impactantes despertam a curiosidade! Outra maneira eficiente de aumentar o tempo de leitura dos visitantes em seu blog é abrindo um espaço para ele. Você pode abrir um fórum de perguntas e respostas, enquetes, disponibilizar o envio de mensagens com sugestões para posts futuros ou complementações de artigos antigos. Isso vai criar uma relação entre o site e o visitante, despertando a curiosidade do leitor e fazendo com que suas visitas no site se tornem mais frequentes. Essas pequenas dicas de como aumentar o tempo de leitura dos visitantes em seu blog vão fazer toda a diferença no alcance de suas postagens, de maneira a construir posts mais interessantes e atrativos para os leitores. &#160;</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/aumentar-tempo-leitura-visitantes/">Como aumentar o tempo de leitura dos visitantes em seu blog?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
]]></description>
		
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como o Java Script influencia o SEO?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/como-java-script-influencia-seo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 14:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rotamaxima.com.br/?p=1671</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Java Script permite que você crie websites rápidos, dinâmicos e bonitos, oferecendo uma boa experiência ao usuário. Mas você sabe como o como o Java Script influencia o SEO? Antes de tudo é preciso conhecer alguns conceitos básicos relacionados. Conceitos Básicos Java Script É uma das linguagens de programação mais populares para desenvolver websites. Ele usa estruturas para criar páginas da Web interativas, controlando o comportamento de diferentes elementos na página. HTML A sigla ignifica Hypertext Markup Language. Em palavras simples, é um organizador de conteúdo: o HTML fornece a estrutura de um site (listas com marcadores, títulos, parágrafos, etc.) e define o conteúdo estático. AJAX Pode ser definido como um conjunto de técnicas para desenvolvedores que permite que aplicativos da Web se comuniquem com um servidor sem perturbar a página atual. Basicamente, ele atualiza o conteúdo sem atualizar a página inteira. O AJAX permite que aplicativos e servidores da Web se comuniquem sem interferir na página atual. DOM DOM (Document Object Model) é o que o Google usa para analisar, inspecionar e entender as páginas da web.&#160;Você pode ver o DOM sempre que for ao “Inspecionar Elemento” em um navegador. Uma maneira simples de examinar o DOM é que esse é o processo que o navegador faz sempre que recebe o documento HTML, para que ele possa começar a renderizar a página. E como o Java script influencia o SEO? Normalmente, existem três principais razões pelas quais você deve se preocupar com o Java script em seu site: Rastreabilidade &#8211; Capacidade dos bots rastrearem seu site. Um dos principais trabalhos dos desenvolvedores da Web é garantir que os bots encontrem suas URLs e entendam a estrutura de seus sites. Três elementos-chave devem ser observados: Bloqueio do Java Script Se você bloquear o Java Script, a página será exibida de forma diferente para os rastreadores da Web do que para os usuários. Isso significa que os mecanismos de pesquisa não obtêm a experiência completa do usuário, e o Google pode interpretar essas ações como cloaking. Por isso é importante fornecer aos rastreadores da web os recursos necessários para ver páginas da Web da mesma maneira que os usuários. Linkagem interna A vinculação interna é uma ferramenta de SEO usada para mostrar aos mecanismos de pesquisa a arquitetura do seu site e apontar para as páginas da Web mais importantes. O conselho mais essencial é usar links internos e não substituí-los por eventos de clique com Java Script. É provável que os URLs finais sejam encontrados e rastreados com eventos de clique, mas os rastreadores da Web não os associam à navegação global do seu site. O melhor é implementar a vinculação interna usando tags de âncora comuns no HTML ou no DOM. Estrutura da URL Os sites baseados em Java Script costumavam incluir identificadores de fragmentos em URLs, mas hashes (#) e hashbangs (#!) Não são recomendados pelo Google. Um método altamente recomendado é a API de histórico do pushState. Ele atualiza a URL na barra de endereços e permite que sites de Java Script aproveitem URLs limpas. Uma URL limpa consiste em um texto simples, facilmente compreendido por usuários não especialistas. Considere o uso do pushState para rolagem infinita, para que o URL seja atualizado toda vez que o usuário acessar uma nova parte da página. Obtenção &#8211; capacidade dos bots de acessar as informações do seu site e analisar seu conteúdo. Para os robôs do mecanismo de pesquisa que executam o Java script, existem alguns elementos necessários para que eles possam obter o conteúdo de um site: Se o seu site exigir algumas ações dos usuários, os mecanismos de pesquisa provavelmente não o indexarão. Os bots do Google não têm a capacidade de clicar, escrever ou fazer qualquer outra atividade que exija ações de um usuário.&#160;Então, se o seu site tiver elementos como esse, o Google provavelmente não terá a mesma experiência que o usuário final. Se o seu tempo de carregamento do Java script demorar mais de cinco segundos, os mecanismos de pesquisa podem não estar vendo sua página. Sabe-se que não há valor de tempo limite para sites, no entanto, eles devem ter como objetivo carregar em 5 segundos ou menos. Se existirem erros dentro do seu Java script, ambos os navegadores e mecanismos de pesquisa terão a possibilidade de perder seções da sua página se o código não for executado corretamente. No entanto, ainda é melhor para os webmasters e desenvolvedores da Web criarem o hábito de testar e experimentar pequenas seções de seu site e se algum erro for encontrado no seu teste, você pode optar por experimentar o Snapshot HTML. Snapshot em HTML São basicamente páginas completamente renderizadas que podem ser retornadas para os robôs do mecanismo de pesquisa. Podem ser usados ​​quando os mecanismos de pesquisa e outros sites, como o Facebook, não puderem obter seu Java script, então é melhor retornar um instantâneo HTML do que não ter seu índice indexado &#8211; ou nem mesmo ser entendido. Além disso, observe que o Google deseja a mesma experiência que os usuários.&#160;Portanto, forneça-lhes apenas instantâneos se for absolutamente necessário Latência do Site &#8211; caminho de renderização crítica A ideia principal do caminho de renderização crítica do Google é primeiro carregar informações cruciais para os usuários.&#160;Em outras palavras, colocar o conteúdo mais essencial para os usuários acima. Se seus arquivos Java Script ou alguns recursos desnecessários entopem a velocidade de carregamento da página, você provavelmente tem um Java Script de bloqueio de renderização, também chamado de latência percebida. Isso significa que suas páginas têm o potencial de aparecer com mais rapidez, mas o código Java Script está diminuindo. Verifique quanto tempo leva para carregar uma página com o Page Speed ​​Insights ou outras ferramentas semelhantes.&#160;Analise os resultados para ver se há um Java Script de bloqueio de renderização. Confira nosso artigo de como atingir a nota máxima no Google Page Insights. Os mecanismos de pesquisa estão em constante evolução, por isso, sem dúvida, interpretarão seu Java Script melhor e mais rápido no</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/como-java-script-influencia-seo/">Como o Java Script influencia o SEO?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
]]></description>
		
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Meta Descriptions no SEO são realmente necessários?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/meta-descriptions-sao-necessarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2018 15:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.rotamaxima.com.br/?p=1659</guid>

					<description><![CDATA[<p>A promoção da maioria dos serviços, produtos e informações estão vinculados à internet. Fazer com que seu site, blog ou loja online tenha maior visibilidade é a garantia de seu sucesso. Para quem trabalha com a internet, já deve ter algum conhecimento da técnica SEO, mas você sabe se as Meta Descriptions no SEO são realmente necessários para o sucesso de sua postagem? Demoramos determinado tempo para transformar o texto das postagens para uma configuração da metodologia SEO. Muitas vezes nos perguntamos se as Meta Descriptions são realmente eficientes na otimização do mecanismo de busca, se sua escrita é necessária em todos os posts. Entenda mais sobre o método SEO e descubra quando as Meta Descriptions no SEO são realmente necessárias na estrutura do texto. Entenda o método SEO SEO (Search Engine Optimization) é um conjunto de métodos e técnicas que têm como objetivo otimizar o mecanismo de busca. Ele melhora o posicionamento das postagens do seu site a partir das palavras-chave que o usuário digita na ferramente de pesquisa da internet. Ou seja, a SEO faz que sua página apareça nos primeiros resultados. (Confira nosso post sobre os fatores de ranqueamentos de SEO 2018). Quando você faz uma pesquisa no Google, acaba clicando no primeiro site que aparece, não? Entende como a posição do site na lista de busca é extremamente ligado com a quantidade de visitas que ele irá receber? Ultimamente é comum confundir os resultados pela busca de páginas com os anúncios de produtos que aparecem em primeiro lugar. Esses anúncios são links patrocinados e, por isso, aparecem em primeiro lugar quando digitamos algo como “sofá” na ferramenta de busca. Títulos da página, Meta Descriptions, palavras-chave, Domínio, URL do arquivo e links externos são alguns dos itens mais comuns utilizados na técnica SEO. Além disso, a estrutura do texto também é estipulada, como número de parágrafos, quantidade total de palavras e em cada parágrafo, etc. As Meta Descriptions são uma espécie de chamada enfática que resume o artigo a ser apresentado. Ela deve ser única, criativa e seu conteúdo deve relacionado ao conteúdo da página acessada. Razões para você não querer escrever as Meta Descriptions Há quem diga que as Meta Descriptions no SEO não são realmente necessárias e explicam seus argumentos para a ideia. O primeiro deles é que o Google está mudando constantemente a maneira como apresenta os resultados da pesquisa. Por exemplo, a empresa mudou o limite dos caracteres de 150 a 165 para 260-275 caracteres sem o menor aviso prévio. Com isso, as publicações feitas no antigo modelo foram prejudicas no mecanismo de busca. Dentro de 6 meses, a empresa Google retornou ao antigo modelo de limite de caracteres. Ou seja, se os textos não apresentassem as Meta Descriptions, os sites que escreveram com os limites inadequados não seriam afetados. Outro fator é que todas as organizações têm recursos limitados. O Google recomenda que todas as páginas contenham a Meta Descriptions, mas também afirma que o uso da tag é de leve influência. O Google geralmente escreve seu próprio snippet de descrição mesmo que você se dê ao trabalho de criar a Meta Descriptions. De acordo com um estudo realizado pela Yoast, a empresa usa as palavras do primeiro parágrafo, e não da descrição, para criar o snippet. Ou seja, é melhor se dedicar a primeiro parágrafo invés de fazer a descrição. Outra coisa extremamente relevante é que nem todas as páginas são importantes para SEO. Há sites com milhões de páginas e mesmo assim não geram um trágefo significativo de pesquisa. As Meta Descriptions não possuem potencial suficiente para que as palavras-chave sejam realmente efetivas. O conselho é diferenciar as postagens que precisam ou não da descrição e utilize-as apenas quando necessário. Quando é aconselhável acrescentar uma Meta Descriptions Defendendo o outro lado da moeda, apresentaremos a você em quais situações as Meta Descriptions no SEO fazem diferença no alcance da postagem. A Página inicial é a parte mais chamativa do seu site. Dedicar-se a criar uma boa descrição faz, sim, diferença. Essa necessidade aumenta quando a página inicial não possui muito texto ou informações, apenas conexões para outros links. Se seu site é comercial, por exemplo, a Meta Descriptions pode ser a chamada atrativa que o cliente precisa para se sentir interessado. As páginas de produtos e categorias também merecem mais atenção na descrição, já que elas são essenciais para o sucesso das vendas. As Meta Descriptions podem ser realizadas apenas no conteúdo que está sendo visto no Google. Ou seja, se apenas 10% das suas postagens estão gerando tráfego de pesquisa, se concentre na descrição apenas desses posts. Também é válido investir quando o objetivo é melhorar as descrições de páginas com um volume de impressões significativo. São as páginas encontradas em “pesquisas naturais” mas que não possuem conteúdo. Como exemplo são os sites que exibem vídeos, testes, jogos e coisas do gênero. O objetivo deles não é discursar sobre uma ideia, então a quantidade de texto é mínima. Nessa situação, as Meta Descriptions fazem a diferença. Saber quando ignorar alertas, práticas recomendadas e diretrizes No mundo ideal dos profissionais que trabalham com a metodologia SEO, todos os textos, independentemente do assunto ou de sua função, deveriam conter as Meta Descriptions na estrutura do texto. Porém, sabemos que no mundo real isso não acontece. Sabemos que criar as descrições é algo trabalhoso e que demanda muito tempo, normalmente há muitos textos a serem produzidos. Além disso, há também o tempo que se perde alterando as Meta Descriptions para melhorar o desempenho da matéria. Muitas vezes as descrições não resultaram em resultados extremamente diferenciados nas pesquisas, e sua colocação não é relevante. E quando você está realizando uma postagem desse tipo, talvez, incentivar o próprio Google a criar snippets valha mais a pena. A promoção não será afetada e ainda há economia de tempo. Antes de elaborar um texto com a técnica SEO, analise se a Meta Descriptions no SEO será realmente necessária e se ela, de fato, irá afetar</p>
<p>O post <a href="https://blog.rotamaxima.com/meta-descriptions-sao-necessarios/">Meta Descriptions no SEO são realmente necessários?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.rotamaxima.com">Rotamáxima - Especialistas em resultados</a>.</p>
]]></description>
		
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
