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	<title>Arquivos tráfego-orgânico - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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	<description>Conteúdos, cursos e consultoria para sua empresa gerar mais leads e vendas</description>
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		<title>Google Trends: o que é, como funciona e porque usar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 14:34:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você já faz parte do mundo digital e não conhece ou não sabe como usar o Google Trends, você está perdendo tempo. Fornecida pelo próprio Google, essa é uma ferramenta totalmente gratuita que pode orientar o rumo das suas estratégias. Isso porque o Google Trends fornecerá dados valiosos para que você entenda melhor o comportamento do seu público e encontre períodos sazonais para concentrar seus esforços. Ficou interessado e quer saber mais sobre o assunto? Não perca nada do nosso artigo e conheça todas as funcionalidades dessa ferramenta indispensável. Vamos lá? O que é Google Trends? O Google Trends, como já foi dito, é uma das ferramentas gratuitas do Google que oferece informações valiosas, em gráficos. Mas quais informações são essas? Como o objetivo da ferramenta é analisar a sazonalidade da intenção busca dos usuários, o Google Trends identifica quais são as palavras-chave mais buscadas no mecanismo de busca do Google. Com o Google Trends, você terá acesso a informações como quantidade de busca da palavra-chave por período, região e, além disso, também poderá terá acesso há termos de notícias que estão ou estiveram em alta em determinado período. Por que utilizar o Google Trends? Desenvolvido há mais de dez anos, o Google Trends vem sendo muito utilizado por profissionais de marketing digital, principalmente aqueles responsáveis pela elaboração de conteúdo. Isso porque com os gráficos e estatísticas exibidas por essa ferramenta, você aumenta consideravelmente o seu conhecimento sobre o mercado e, principalmente, sobre o comportamento e interesses do seu público. Como o Google Trends informa você quais são os termos ou palavras-chaves mais buscadas, ele auxilia você na organização de suas pautas. Ou seja, você saberá o que escreve e/ou divulgar no momento certo, aumentando assim a atração e retenção de novos públicos. Além disso, a possibilidade de filtrar os resultados de acordo com segmentações demográficas também aumenta a efetividade das suas estratégias. Isso porque analisar o volume total de uma palavra-chave pode ser um erro, afinal cada região tem sua particularidade. Tome o Brasil como exemplo, escrever um artigo sobre moda no inverno pode gerar tráfego para o seu site, mas se a sua loja está localizada em uma região de mais calor, como é o nordeste, dificilmente você estará conversando com o público correto. Enfim, tratando-se de uma ferramenta gratuita, a qual auxilia você a estruturar um planejamento baseado em estatísticas de comportamento do mercado, não precisamos mais dizer porque o Google Trends é tão importante, não é mesmo? Como funciona o Google Trends? Entendendo o que é Google Trends e qual a sua importância, vamos partir para a parte prática e mostrar todas suas páginas e funcionalidades. Afinal, quando o assunto é ferramentas digitais, se você não estiver muito familiarizado, facilmente ficará perdido e acabará não encontrando os resultados esperados. Mas não se preocupe, uma das vantagens em utilizar o Google Trends é a sua plataforma intuitiva. Portanto, mesmo que você esteja conhecendo-a agora, lendo esse breve tutorial você não terá grandes dificuldades em se localizar. Página Inicial Para começar, o Google Trends não requer nenhum cadastro. Dessa forma, basta acessar sua página inicial e começar a utilizá-lo. Aqui você você tem acesso ao menu, a área da pesquisa e, mais abaixo, no próprio corpo da página são exibidos alguns dos resultados mais relevantes e populares do Google, entre eles: “Notícias e estatísticas recentes”, “Pesquisas em alta” e “Pesquisas do ano”. Além disso, ainda na página inicial, há um botão no canto superior direito que permite filtrar os resultados por região. Ver mais O primeiro contato que você terá com o Google Trends é a página inicial, contudo a funcionalidade mais utilizada pelos usuários dessa ferramenta refere-se à busca personalizada de palavras-chave. Para tanto você pode clicar em “Ver mais” no menu situado à esquerda ou simplesmente utilizar o atalho de pesquisa logo na página inicial. Nessa página você simplesmente escolhe o termo de busca que deseja analisar, filtrando pelo período, pela região, a categoria, bem como pelo canal de busca (Web, Youtube, Google Imagens, Google Shopping ou Notícias). Além disso na página de busca você ainda pode fazer a comparação dos dados de duas ou mais palavras-chave. Todos os relatórios oferecidos aqui podem ser baixados em CSV, caso deseje verificá-las enquanto estiver offline. Principais Pesquisas Além de pesquisar por um termo específico os usuários do Google Trends podem filtrar assuntos por países e categorias para, assim, encontrar nesta página quais são as buscas mais frequentes. Essa seção da ferramenta é dividida em duas categorias: Tendências de pesquisas diárias: Exibe os resultados mais buscados ao longo dos dias. Tendências de pesquisa em tempo real: Exibe mais resultados em ordem decrescente de busca, porém considera apenas as últimas 24 horas. Ainda aqui nas principais pesquisas, você pode clicar no ícone do e-mail para que seu Gmail receba notificações conforme forem surgindo novas tendências. Inscrições Além de enviar notificações para informá-lo sobre as novidades em “principais pesquisas”, o Google Trends também pode informá-lo periodicamente sobre qualquer assunto em específico. Para tanto basta ir em menu &#62; inscrições e, feito isso, clicar no botão “+” e escrever a palavra-chave a qual quer ser notificado. Pesquisas do Ano Por último, com arquivos armazenados desde 2008, essa ferramenta gratuita do Google também permite que você veja quais foram os termos mais pesquisados de acordo com o ano selecionado. Em 2018, por exemplo, as figurinhas de Whatsapp causaram tanta euforia em seus usuários que “Como fazer figurinhas no WhatsApp” tornou-se uma das principais buscas dos brasileiros. Nessa página você vai encontrar mais de 100 palavras por ano, as quais ainda são dividas nas categorias “Como Fazer”, “Por quê”, “Acontecimentos”, “Celebridades” e muitos mais. Confira o vídeo das palavras mais buscadas em 2018: Quais as estatísticas disponibilizadas pelo Google Trends? Visando ajudar você a melhorar seu desempenho por meio dessa ferramenta, mostraremos as estatísticas do Google Trends. Ou seja, finalmente nos aprofundaremos sobre as esperadas “informações valiosas” que poderão fazer toda a diferença no cotidiano do seu negócio. Observação: Todas os dados</p>
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		<title>Como reduzir a taxa de rejeição de um site?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/reduzir-taxa-de-rejeicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2018 19:28:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de rejeição, de forma simples, é a porcentagem de visitas que o usuário sai de seu site sem visitar nenhuma outra página. Pretendemos abordar neste artigo uma das métricas mais importantes na otimização da conversão de seu site, a taxa de rejeição. Isso porque quando a taxa de conversão de seu site está baixa o usuário não está completando nenhuma ação ou objetivo que você determinou. Observando a taxa de rejeição do seu site é possível obter insights para otimizar o engajamento dos usuários e por consequência, aumentar a taxa de conversão. Trabalhar o engajamento do usuário é uma das diretrizes mais valorizadas do Google e dos profissionais de SEO. As visitas únicas farão pessoas conhecerem o seu site já as visitas recorrentes trarão conversões. Como o Analytics calcula a taxa de rejeição? O Google Analytics calcula a taxa de rejeição de duas maneiras, taxa de rejeição da página e taxa de rejeição do site. Taxa de rejeição da página = Total de usuários que saíram da página/Total de usuários que entraram na página Saídas são definidas como o número de visitas de páginas únicas resultado de uma página em que apenas uma solicitação foi feita para o servidor do Analytics. Entradas são definidas como o número de visitantes que entraram em seu site pela página. Taxa de rejeição do site =&#160;Total de usuários que saíram ao longo de todas as páginas do site/Total de usuários que entraram ao longo de todas as páginas do site Funcionamento do Google Analytics e a taxa de rejeição O Google Analytics grava dados desde a entrada e saída da página até as interações sociais que são feitas no site. Toda vez que uma pessoa entra no site, o código do Google Analytics solicita um arquivo que enviará os dados para o servidor do Google contendo as interações com o site, likes e shares, tempo de permanência, etc. Portanto, todos os dados dos usuários que são obtidos no Analytics pelo site é feito através de um código que envia para o servidor do Google. Esse código chamado de GIF, consegue gravar as seguintes interações nos sites: Dados de visualizações de página (visitas, tempo de permanência, etc) Dados de E-commerce (ID de transação, código do item, etc) Interações Sociais (Likes e shares do Facebook, +1 do Google, Tweets, etc) Detalhes de eventos (Cliques em botões, cliques em links externos, etc) Além do código do Google Analytics, os códigos de E-commerce, Interações Sociais e Detalhes de Eventos também podem solicitar esse arquivo GIF. O fato dos códigos solicitarem o arquivo GIF tem uma grande conexão com a taxa de rejeição do site. Isso porque, o Google Analytics conta como uma saída sem interação quando o GIF é solicitado apenas uma vez (GIF de visualização de página) quando o usuário entra no site. &#8220;O fato do GA considerar rejeição como apenas 1 solicitação é muito importante porque, caso haja mais de uma mesma tag do Google Analytics instalada em seu website, haverão 2 solicitações de visualização de página e, portanto, não haverá taxa de rejeição contabilizada.&#8221; Sendo assim, podemos exemplificar alguns casos em não são contabilizados como uma rejeição, como quando o usuário entra em uma página e assiste um vídeo (clique em botão) ou quando o usuário gosta de um artigo em um blog e compartilha com seus amigos (share do Facebook). Isso porque, nessas interações, além da visualização de página, houve mais uma solicitação de GIF. Como analisar a taxa de rejeição? Antes de fazer a análise da taxa de rejeição é importante considerar que não há um percentil de taxa de rejeição boa ou ruim. Tudo vai variar de acordo com o tipo de website, setor e propósito, e então, ajustar o conteúdo do seu site de acordo com o indicador da taxa de rejeição. Os blogs, por exemplo, possuem uma taxa de rejeição maior pois as pessoas costumam ler os artigos seja pelo feed ou pela busca orgânica e sair do site. Entretanto, uma taxa de rejeição muito baixa como 10% pode indicar problemas técnicos do site, como por exemplo, tags duplicadas. Ao analisar a taxa de rejeição de um site, considere alguns tópicos relevantes como: Intenção/comportamento do usuário Procure identificar qual é o comportamento dos visitantes do site, observe os mapas de calor da página e veja o que os visitantes estão procurando no site. A taxa de rejeição de um site tende a ser alta quando um usuário acessa buscando uma informação e não a encontra. Outro fator que aumenta a taxa de rejeição é uma experiência de usuário baixa em que o visitante não tem nenhum incentivo para continuar a navegar no site. Tipo do website Assim como os blogs tendem a ter uma taxa de rejeição alta, outros tipos de site com uma estrutura similar podem contribuir à uma taxa alta como e, não necessariamente, indica que o site está ruim. Uma landing page com apenas um formulário de inscrição por exemplo, possui uma taxa de rejeição alta. Em contraposição, um e-commerce tende a uma taxa de rejeição menor. Tipo e qualidade da Landing Page O tipo da Landing Page influencia na taxa de rejeição da página, por exemplo, uma página de contato tem uma taxa de rejeição elevada, uma vez que, os usuários estão buscando telefone ou endereço da empresa e quando encontram, saem do site. A página de eletrodomésticos tem uma taxa menor, já que os usuários estão vasculhando o site a procura de geladeiras, microondas, etc. Ao mesmo tempo que, uma landing page muito poluída não costumam agradar os olhos dos usuários e por consequência aumentando a taxa de rejeição. Sites mobile Com a tendência crescente de usuários de celulares, não é preciso dizer que os celulares em pouco tempo serão a maioria dos usuários online. O Google sabe disso, tanto que otimizações de site mobile passaram a ser um dos fatores de ranqueamento de SEO. Portanto, se os dispositivos que acessam o site são celulares e ele não está otimizado para esse</p>
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		<title>O que é o Black Hat SEO? Como isso afeta o site?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/black-hat-seo/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 21:11:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para que o Google possa oferecer aos seus usuários resultados que combinem com suas pesquisas, as páginas de seu site devem seguir orientações para que o os robôs que rastreiam os sites consigam entendê-los e indexá-los ao Google. Sendo assim, é fundamental que seu site esteja de acordo com as diretrizes para webmasters do Google. O principal pilar dessas diretrizes é criar um conteúdo único e original voltado para os usuários. Isso quer dizer que, para que o Google considere que sua página seja de qualidade, o usuário deve estar encantado com o conteúdo que ela oferece e não, os robôs que fazem o rastreamento. O Google não aprecia conteúdos voltados unicamente para os mecanismos de buscas. Ainda menos, conteúdos com o propósito de enganar os mecanismos. O que é o Black Hat em SEO? O termo Black Hat em seu fundamento significa ações que visam explorar brechas nas seguranças para conseguir um benefício próprio ou apenas por um ato malicioso. Técnicas conhecidas como Black Hat em SEO são recursos utilizado como uma maneira de &#8220;burlar&#8221; os algoritmos dos mecanismos de buscas para conseguir melhorar os resultados orgânicos. Não é preciso explicar porque obviamente essas técnicas são condenadas pelos mecanismos de buscas. Webmasters que são pegos utilizando essas técnicas de Black Hat têm seus sites penalizados pelo Google e, dependendo da situação, os sites podem ter seu conteúdo removido do Google. Segundo a pesquisa do Bright Edge, 51% de todo tráfego de um site tem origem de buscas orgânicas. Portanto, não seria uma boa ideia ter seu site bloqueado pelo Google. Com o passar dos anos o Google tem alterado a forma de categorizar os sites nos resultados das buscas e amenizando a possibilidade de que práticas de Black Hats obtenham sucesso. Como por exemplo, dando menor importância as meta keyword e meta descriptions nos fatores de rankeamento, prevenindo práticas de spam de palavras-chave nos textos. Exemplos de Black Hat O Google sugere que a principal questão que deve ser perguntada para geração de conteúdo voltado para os mecanismos de buscas é &#8220;Isso ajudará meus usuários? Eu faria isso se os mecanismos de pesquisa não existissem?&#8221;. Ainda que hajam muitos site que buscam genuinamente responder essas questões, muitos profissionais buscam dar um &#8220;jeitinho&#8221; de trapacear gerando conteúdos unicamente para conseguir enganar os rastreadores do Google. Alguns exemplos de Black Hat em SEO são os seguintes: Geração de conteúdo automatizado Esquemas de aquisição de links Páginas sem conteúdo único Cloaking Textos/links ocultos Plágios Páginas com conteúdos maliciosos SPAM de palavras-chave Fazenda de Links etc. Caso identifique algum site que possam estar violando alguma dessas políticas, você pode enviar ao Google uma denúncia. Como saber se estou fazendo Black Hat? Ainda que a intenção de seu site não seja esta, é possível que seu site esteja sendo punido pelo Google sem sua conscientização por violar as diretrizes de Webmasters. Uma queda abrupta no tráfego orgânico de seu site, sem que haja nenhuma justificativa plausível, pode indicar que seu site tenha recebido uma ação manual. O próprio Google manda uma notificação por e-mail caso detecte alguma violação em seu site. Para verificar se o seu site está sendo punido, na ferramenta de Webmasters do Google há uma seção de &#8220;Ações Manuais&#8221; em que é possível identificar as penalizações que o Google aplicou em seu site. Assim, sendo identificada uma ação do Google é possível corrigi-la revertendo os passos sugeridos pelo Google e fazendo um pedido de reconsideração para que a equipe revise o seu site novamente. White Hat SEO Práticas de White Hat, ao contrário do Black Hat, são ações que são altamente recomendadas pelos mecanismos de buscas. Esta é a forma mais segura de se conseguir gerar tráfego orgânico para seu site sem que ele possa sofrer alguma penalidade. Estar atento as atualizações que o Google publica sobre as mudanças em seu algoritmo é uma boa maneira de conseguir destacar seu site nas pesquisas orgânicas. Recentesemente o Google passou a considerar a velocidade de carregamento do site em dispositivos móveis como um fator de rankeamento, como discutimos no&#160;Google Speed Update. A segurança de seu site também pode ser um fator a se considerar para conseguir subir algumas posições no Google. Certificar-se de que seu site oferece segurança aos dados e do computador do usuário é fundamental para que seu site não seja penalizado. Por isso, o Google tem incentivado a utilização de páginas com segurança em SSL, como o &#8220;S&#8221; em HTTPS, dando um pequeno empurrãozinho nas posições de páginas com esse certificado de segurança. A usabilidade é outro fator que pode contribuir drasticamente no aumento de visibilidade orgânica de seu site. Um site de fácil navegação permite que os usuários encontrem rapidamente o que estava procurando, sendo assim, o conteúdo que o usuário está procurando devem estar apenas a alguns cliques de sua página principal. Isso não só beneficia os usuários como os rastreadores do Google conseguem navegar rapidamente em seu site. &#160;</p>
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		<title>O que analisar quando o tráfego orgânico despenca?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/analisar-trafego-organico-despenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 16:23:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[tráfego-orgânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é algo incomum lidar com queda de fluxo. Sendo um profissional de Marketing Digital, você deve ter visto isso pelo menos algumas vezes. Se é a sua primeira vez, não se desespere. Alguns profissionais da área são contratados especialmente para reverter quadros de queda de tráfego. Muitas vezes, a queda pode acontecer de tal maneira que fica praticamente impossível determinar a causa. Os motivos que provocam a queda do fluxo podem ser muitos, desde a queda de interesse do público a mudanças de algoritmos em sistemas de busca. Portanto, existe muito a se estudar e analisar antes de chegar a alguma conclusão sobre o que causou a diminuição das visitações no seu site. Se você está passando por alguma situação de perda de tráfego, entenda agora o que deve ser analisado ao perceber a queda de tráfego orgânico no seu site. Possivelmente, com estas novas informações, não só você terá mais chances de entender a causa do problema, como também terá chance de revertê-lo. O que checar primeiro? Existem algumas diretrizes que você pode tomar assim que você percebe a queda de tráfego. Estas podem ser o caminho mais rápido para a identificação do problema. Google Search Console Essa é a primeira coisa que qualquer profissional da área vai te falar quando você comentar sobre o problema que está tendo. E isso não é à toa, já que esta ferramenta tem informações sobre tudo que envolve o tráfego no seu site. Não só isso, como também informa coisas que envolvem seu site indiretamente e acabam por afetar o seu tráfego orgânico. Não só é recomendado que você olhe o Google Search Console assim que você notar uma queda no tráfego, como também é aconselhável que você frequentemente dê uma checada nas informações disponíveis, fazendo assim um trabalho de prevenção. Informação nunca é demais, principalmente quando é uma informação tão beneficial para o seu negócio. No Google Search Console, você vai encontrar coisas como: Mensagens do Google (sobre ações manuais, por exemplo) A lista de páginas internas e externas vinculadas ao seu site Erros do site A taxa de rastreamento e quando o Googlebot acessa seu site As pesquisas de palavras-chave que ajudam seu site a aparecer nas SERPs Isso deve ser mais que o suficiente para que você possa deduzir as coisas mais básicas que possam justificar o ocorrido. Você pode, por exemplo, checar o ranking das palavras chave e ver se houve mudança na frequência de seus usos. Ou por exemplo, ver se há algum problema no rastreamento dos bots, acusando talvez um erro de código em sua plataforma, no caso de a queda coincidir com uma atualização. Existem uma série de coisas que podem ser deduzidas diretamente dos dados mais básicos. Tente estudá-los da forma mais minuciosa possível antes de qualquer outra coisa. Dificilmente eles terão nada para informar. Mudanças no algoritmo do Google Uma coisa que você tem que entender é que a mudança no algoritmo não é necessariamente um evento incomum ou notável. Na verdade, mudanças de algoritmo, sim, seria um evento grande, mas mudanças em um algoritmo em funcionamento são atualizações que mudam alguns detalhes sobre como o algoritmo funciona. Estas mudanças, no entanto, podem sim causar diferenças significativas na forma em que funcionam certos mecanismos básicos que previamente contribuíam para o tráfego no seu site. Ou seja, outro ponto rápido e simples a ser investigado é se houve qualquer forma de alteração do algoritmo e uma vez descoberta a mudança, é necessário entendê-la e vê se ela poderá afetá-lo. Se você estiver sempre a par das mudanças, não terá que trabalhar com controle de prejuízo quando as suas visitações diminuírem. De qualquer forma, se for o caso do seu tráfego cair na época da mudança no algoritmo do Google, você já tem um caminho para remediar a situação. Há uma série de sites e organizações que frequentemente acompanham o funcionamento dos mecanismos de busca, como o SEM Rush ou o MOZ. Concorrência Esta é uma explicação bem simples, mas não deixa de ser bem possível e real. Um novo site de conteúdo relevante e similar vai competir diretamente com o seu e portanto, pode acabar dividindo o número de visitações com você. A concorrência é uma parte natural do mercado e ela pode vir desde novos competidores a antigos que resolveram, mais recentemente, investir com força. Esse efeito da concorrência pode ser mais sentido principalmente quando seu tráfego orgânico depende de um pequeno conjunto de palavras chave. Uma vez que você concentre seu conteúdo inteiro em uma única coisa, fica maior a chance de uma concorrência especializada chamar tanta atenção quanto você. Às vezes até mais. Se o caso for mesmo o de concorrência, a solução é conhecida. Melhore. Se desenvolva assim como o seu concorrente se desenvolveu. Existem páginas que não deveriam mais estar ativas. Lembre-se que o Google prioriza conteúdos de valor. Esforce-se para criar conteúdo de mais valor, aumentando o tamanho e a qualidade do seu conteúdo de uma forma chamativa. Estude seu competidor e veja quais são os gaps que os concorrentes estão abordando que o seu site não está aproveitando e melhore seu conteúdo com base neles. Migração ou mudanças no site Mudanças no site vão causar sempre uma queda no tráfego. Isso é algo completamente esperado. Os motivos da alteração do site são de pouca importância, mas é necessário entender o que a mudança causa. Principalmente, se o site foi mudado sem atenção ao SEO, é quase impossível não haver alteração no fluxo. É importante também checar se alguma coisa passou despercebido que acabou diminuindo a otimização do funcionamento do site. Mudanças na velocidade, boa visualização para dispositivos móveis, uso correto de indexação entre outros são apenas algumas das coisas que você tem que checar uma vez que a mudança ocorra. Então sempre que houver migração ou mudança de design, tente checar todos os aspectos do seu site, incluindo o funcionamento de seus serviços, links, disponibilidade de conteúdo e etc. Redirects 301 Fique atendo a estrutura</p>
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		<item>
		<title>Busca orgânica, Links Patrocinados, Redes Sociais, o que vale mais a pena?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/canais-marketing-digital-vale-pena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Aug 2018 17:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[tráfego-orgânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais canais de marketing digital têm maior ROI? Todo negócio busca trazer a maior rentabilidade para seus investimentos, e no mercado digital, há diversos canais disponíveis para dar maior visibilidade para sua empresa, links patrocinados, redes sociais, sites de buscas, e-mail marketing, etc… Buscando entender qual é o canal de marketing digital que traz o maior retorno, o Search Engine Journal realizou uma pesquisa com sua audiência no Twitter perguntando qual é o canal de marketing digital que traz maior retorno para seus negócios. Eles utilizaram 4 canais de marketing online para essa pesquisa, a busca orgânica, que visam a otimização dos sites para os mecanismos de buscas (SEO), links patrocinados que são anúncios pelas plataformas como Google, Bing e Yahoo! Ads, Mídias Sociais como por exemplo as redes sociais do Facebook, Instagram, Twitter, Google+ e por fim o marketing por e-mail. Se você está considerando investir em canais de marketing digital, confira o resultado dessa pesquisa. Qual canal de marketing digital tem maior retorno para seu site? A pesquisa realizada no Twitter da SEJ obteve 388 votos e os resultados foram os seguintes: Com 49% dos votos, o canal que trouxe maior retornos para seus usuários foi a busca orgânica. Os links patrocinados tiveram 19% dos votos, ficando em segundo lugar, abaixo do orgânico. O terceiro lugar ficou para as mídias sociais (Facebook, Instagram, Twitter, etc.) com 18% dos votos. O marketing por e-mail foi o canal menos respondido com 14% dos votos. Vale ressaltar que os resultados variam da particularidade de cada negócio, ao analisar qual canal investir, há uma série de fatores que devem ser levados em conta, propósito da publicidade, público, modelo de negócio etc. E portanto, apesar do orgânico apresentar o melhor resultado para maioria dos usuários o ideal é realizar uma análise do setor e verificar qual canal focar para seus objetivos.&#160; Vale a pena também considerar a diversificação dos canais, para não depender de apenas uma fonte de tráfego.</p>
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		<item>
		<title>Quais são os principais fatores de ranqueamento de SEO em 2018?</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/fatores-de-ranqueamento-seo-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2018 13:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[fatores-ranqueamento]]></category>
		<category><![CDATA[tráfego-orgânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fatores de ranqueamento SEO 2018 Um bom ranqueamento no Google é algo desejável em todas as facetas do Marketing Digital. Seja por conversão em vendas, divulgação ou criação de tendências. No fim das contas, quanto mais em evidência você estiver, mais fácil é de se conquistar seu objetivo. No entanto, o mundo do Marketing Digital,&#160;SEO&#160;e ASO são ligados diretamente a inúmeros mecanismos complexos. Considerando que SEO é um ramo tem aumentado sua complexidade cada vez mais com o passar dos anos, um conhecimento cada vez mais profundo do assunto é essencial. Além disso, atualizar-se frequentemente é mandatório. O ano de 2018 tem várias peculiaridades próprias sobre como o ranqueamento do Google tem funcionado e se você não está completamente por dentro do assunto, está no lugar certo. Vamos ver o que você deve fazer para aumentar seu posicionamento no ranqueamento do Google da forma mais clara possível. Listamos então, quais são os principais&#160; fatores de ranqueamento nas posições orgânicas do Google. Básico do SEO Não podemos deixar de lado o que fazemos constantemente no ramo de forma alguma. Site Acessível SEO tem alguns procedimentos que são fundamentos básicos para melhorar seu ranqueamento. O mapeamento do seu site tem que ser feito da melhor forma possível. Certifique-se de que seus links estão todos funcionais e acessíveis para que o Google Bot possa fazer sua passagem por todos os cantos do site que você deseja que ele acesse. É de seu interesse que o Google Bot consiga analisar seus textos e imagens para fazer o processo de indexação. Uma vez isso tendo sido feito, certifique-se de que todas as suas páginas tem devido valor. Palavras-Chave Você sabe quais são as palavras e frases que as pessoas pesquisam mais para ter suas perguntas respondidas? Quais são as palavras mais usadas por aquelas que chegam em seu site? Você deve trabalhar ativamente em tentar agregar valor às suas páginas de forma que você possa trazer seu público alvo a partir de vários ângulos diferentes. Geralmente, o ideal se resume a ter um tópico principal e trabalhar em volta dele juntamente com várias outras coisas que estão ligadas a seu objetivo principal. Se você tem um site de viagens, pode associar viagens a palavras como &#8220;férias&#8221;, &#8220;feriado&#8221;, &#8220;Europa&#8221; e muitas outras. Crie conteúdo que use as palavras escolhidas e sempre cheque o que tem levado seus usuários ao seu site. Lembre-se de fazer artigos exclusivamente sobre as palavras secundárias para mencionar ou ligar em algum ponto o assunto ao seu tópico primário, mantendo os usuários navegando pelo seu site e ainda assim, sempre levando-os para onde você os quer. Verifique suas posições na página do Google SERP&#160;é a sigla em inglês para Search Engine Results Page, que em português seria algo como &#8220;página de resultados do mecanismo de buscas”.&#160;SERP&#160;é um termo técnico para representar as páginas que exibem os resultados em uma busca na Internet. O ideal é que você vez ou outra cheque o SERP.&#160; Faça uma pesquisa no Google para ver o que aparece com suas palavras chave e com outras. A ideia aqui é você conseguir entender o que o Google tem considerado relevante quanto a essa pesquisa. Uma coisa interessante que pode acontecer é você notar que, enquanto busca uma coisa, aparecem outras que embora levemente relacionadas, não resolvem o problema em questão. Se você, por exemplo, pesquisa pacotes prontos de férias em Veneza e só aparecem pacotes de férias com passagem em Veneza, você acabou de encontrar algo que pode oferecer como conteúdo que outros não estão fazendo. Javascript e Ajax Um outro ponto relevante, embora mais técnico é entender se um javascript pode ser reconhecido pelos buscadores.&#160; &#160;De acordo com nossas pesquisas, o Google reconhece sim instruções como &#8220;document.write&#8221;, ou seja, inserções de conteúdos providas por arquivos JavaScript, entretanto, recomenda-se não utilizar essa técnica ao menos se for estritamente necessária.&#160; &#160;Outra dúvida comum é com relação as chamadas em AJAX, embora assinalada com depreciada, sugerimos a leitura da página a seguir para o entendimento dos conceitos associados à indexação em páginas Ajax. https://developers.google.com/search/docs/ajax-crawling/docs/getting-started Traga especialistas para escreverem no seu site Essa aqui passa despercebido frequentemente e é uma dica importantíssima que funciona frequentemente como diferencial notável no ranqueamento. Especialistas trazem cliques Se você quer ler sobre os momentos mais bonitos do futebol nacional, uma pessoa como Ronaldo Fenômeno falando sobre o assunto vai chamar muito mais atenção que o seu vizinho falando sobre os lances favoritos dele. O exagero é intencional, mas esclarece bem um ponto. Especialistas trazem consigo credibilidade e leitores. Isso facilita a divulgação orgânica e o link building, o que pode acabar por aumentar as visualizações do seu site significativamente. O conteúdo vai se tornar mais confiável e notável tanto para os visitantes em geral quanto para o Google, o que definitivamente significará aumento em seu ranking. Satisfação do pesquisador Uma vez que a pessoa que clique no seu site encontre o conteúdo que ela quer, ela provavelmente encerra as buscas ali mesmo. O Google nota quando seu conteúdo satisfaz ou não o pesquisador e isso influencia eventualmente em como sua página vai ser ranqueada. Trazendo alguém da área para escrever um artigo, você se assegura de que o conteúdo trazido por aquela pessoa fale mais diretamente com quem procura uma solução ou informação e acabe por resolver seus problemas da melhor maneira possível. Uma vez que o pesquisador saia satisfeito da sua página, o Google percebendo isso, o que vai eventualmente afetar o seu ranqueamento de forma positiva. Revise, otimize, melhore O SEMRush recentemente publicou um estudo que analisou os principais fatores de ranqueamento orgânico no Google. Depois de uma pesquisa complexa com mais de 600.000 palavras chave, o SEMrush conseguiu definir os 4 fatores mais impactantes no ranqueamento orgânico de forma clara, além de listar alguns outros de menor importância por comparação, mas ainda importantes para o SEO, sem dúvida. Os fatores por ordem de importância Muito Importantes: Visitas diretas Tempo de navegação Páginas por sessão Taxa de rejeição Importantes: Total de referências</p>
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		<title>Como gerar tráfego através de conteúdo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2018 18:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
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		<category><![CDATA[tráfego-orgânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A grande maioria das pessoas que trabalham com internet, hoje em dia, trabalha com blogs e sites. O conteúdo é de fato o que adiciona peso e relevância uma vez que seu site é visitado. É fato que conteúdo sem promoção é de pouca serventia, uma vez que seu site precisa ser visto para ter seu conteúdo apreciado, mas há mais do que apenas isso para ser destrinchado neste assunto. No entanto, usando seu conteúdo de forma sábia e aliando-o a uma propaganda bem feita, é inegável que os resultados de marketing digital serão, no mínimo, notáveis. Pesquisa por Palavra-Chave Todo profissional de SEO sabe do que se trata. Todos nós começamos por aqui. Qualquer conteúdo que visa ser efetivo quando se trata de tráfego abusa da busca por palavras chave. Isto é um padrão e, por mais que às vezes pareça uma estratégia barata, é impossível fugir dela, mas existem uma série de meios de fazer com que o conteúdo flua de forma natural mesmo com uma série de palavras-chave sendo trabalhadas. O seu conteúdo tem que ser um misto de material de qualidade com otimização de uso das palavras-chave. Afinal de contas, para ter acesso, você tem que escrever sobre o que as pessoas estão procurando e a satisfação com a qualidade do conteúdo leva à divulgação e à revisitação. Por esse motivo que, considerando o processo, você deve a princípio entender o tipo de material que deve gerar. O conteúdo que você cria deve ser focado em informações que sua audiência procura muito antes sequer de chegar na questão comercial. Ferramentas e técncias Facilitaria bastante se você soubesse o que as pessoas tem perguntado por aí sobre o seu tópico de atuação, não é verdade? E se eu te disser que existe um modo simples e fácil de não só descobrir, como tomar proveito disso? Ahrefs Uma das ferramentas mais conhecidas para tal trabalho é o Ahrefs. Existe uma versão paga com muito mais dados para se levar em consideração, mas a princípio, a conta gratuita é tudo o que você vai precisar. Ahefs é uma excelente maneira de descobrir o que as pessoas tem perguntado sobre o seu tópico de atuação. Você pode simplesmente digitar um termo e ver o que as pessoas perguntam sobre ele. Com algum tempo, digitando pouco a pouco os termos que você aborda, você vai ter uma excelente noção do que é mais procurado em mecanismos de busca sobre o assunto e sobre coisas relacionadas. Fazendo um estudo destes dados, fica fácil determinar assuntos, conteúdos e palavras chaves que aumentariam o fluxo em seu site. Além disso, você pode usar o Ahrefs para otimizar o seu site: Outros usos do Ahrefs Criando uma conta gratuita e colocando a URL do seu próprio site, você terá acesso a uma série de relatórios. Com tais relatórios, você pode encontrar as palavras chaves com melhor volume e posicionamento e usá-las na otimização das páginas de seu site que precisam de mais acesso. A partir disso, é importante revisar e reeditar as páginas uma a uma, considerando todas os dados encontrados. É importante também usar este processo para fazer edições em páginas mais visitadas, acrescentando links diretos para páginas com menor visitação ou apenas adicionando palavras-chave que aumentarão o fluxo e guiando o fluxo para onde você quer, usando a mesma premissa de dirigir o fluxo com base no interesse de quem chegou até à página. Considerando tudo isso, e colocando em prática, você também deveria pensar na possibilidade de fazer guest posts e criar um link para a sua página. Coisas e lugares? Existem coisas que podem nós ajudar significantemente, mas acabam sendo negligenciadas. Não costuma ser por mal, mas é difícil entender o valor de certas coisas no SEO sem que tais valores nos sejam ensinados. Muitas vezes em um site de viagem, &#8220;coisas para fazer em&#8221; acaba por tomar toda atenção, quando o lugar em si (Paris, Itália, Catacumbas de Roma) são igualmente importantes para atrair fluxo. Você pode tirar essa lógica de sites de viagem e pensar em localizações de restaurante, por exemplo. O mesmo vale quando trabalhamos o nome de um objeto invés de &#8220;onde comprar&#8221; ou &#8220;como fazer&#8221;. Aplicando essa lógica, definitivamente é capaz de se fazer um trabalho eficaz com palavras-chave. Especialmente quando esse trabalho é guiado por uma ferramenta como o Ahrefs. Estrutura do site &#160; Quando o assunto é definido e as palavras-chave foram encontradas, está na hora de começar a estrutura. Neste ponto, as coisas se tornam relativamente mais fáceis em comparação ao quesito anterior, mas ainda é necessário atenção para otimização. Textos, obviamente, devem ser fáceis de digerir.&#160;Torná-los fáceis de ler, com um senso de ritmo e simplicidade é essencial. Especialmente se comparado com os textos de seus competidores. A ideia é que seus textos sejam mais fáceis de ler e ainda assim, destrinchem melhor o assunto. Quanto ao tamanho dos artigos, o contexto pode mudar bastante qual é o melhor número de palavras. O ideal é você dar uma olhada na concorrência, especialmente quem estiver em altos rankings na primeira página, e ver como eles estruturam os textos. Se você achar que consegue fazer ainda melhor, não se contenha. Além de tamanho, é bom se preocupar com outras questões da estrutura. Menu Interno e Subdivisões Claras Esta fica para o caso de você ter um artigo incrivelmente longo. Um artigo incrivelmente grande deveria ter subdivisões para os muitos tópicos abordados. Tais divisões devem ser extremamente claras. Uma vez que você tenha tudo feito corretamente, divida uma espécie de índice no começo da página. Uma série de links no início da página deveriam levar o leitor diretamente à parte que ele quiser do artigo. Experimente ver como a Wikipedia faz isso em seus artigos, por exemplo. É prático, simples e extremamente útil. Introdução ou Resumo? O ideal é começar sempre com uma visão geral do assunto. Informações sobre concepções, generalizações, objetivo do artigo, etc. Este texto provavelmente vai ser o primeiro contato dos</p>
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