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	<title>Arquivos design - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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	<title>Arquivos design - Rotamáxima - Especialistas em resultados</title>
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		<title>Como fazer combinação de cores corretamente?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2019 22:08:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na hora de produzir materiais visuais para divulgar produtos e serviços, é preciso estar atento a uma série de aspectos. Entre eles, o layout, para o qual devem ser escolhidos o formato, fontes, imagens e, claro, as cores a serem utilizadas. Como você já deve ter lido ou ouvido, a escolha das cores é um passo importante na produção de um material visual, pois elas agem diretamente no cérebro. Isso quer dizer que a cor certa pode contribuir em muito com o sucesso do seu negócio. Mas além disso, é possível combinar cores, bem como fazer uso de mais de uma tonalidade. Essas técnicas são bastante comuns, tanto em embalagens, quanto em folders e mesmo no layout de sites, blogs e imagens para as redes sociais. Mas, como fazer combinação de cores corretamente? Se você deseja aprender mais sobre esse assunto a fim de promover com sucesso a sua marca, continue lendo este artigo. Aqui, você encontra as principais informações. O poder das cores Como funciona o círculo cromático Como fazer combinação de cores corretamente O poder das cores As cores têm o poder de transmitir sentimentos e remeter a algumas imagens. Dessa maneira, ao fazer uso delas nos materiais para promover a sua marca, é possível escolher as adequadas para passar a mensagem certa. Com a combinação de cores, acontece o mesmo. Mas para ter uma noção do que cada cor consegue transmitir, confira abaixo um resumo de cada uma delas: Branco: remete à paz, clareza, tranquilidade e inocência; Verde: relaciona-se com a natureza, esperança, dinheiro, juventude e saúde; Azul: transmite serenidade, harmonia e equilíbrio; Amarelo: associa-se ao calor, criatividade, alegria, otimismo e raciocínio; Vermelho: passa sentimentos de amor e paixão, mas também de violência e poder, pois é uma cor intensa; Rosa: é a cor da delicadeza e do romantismo; Laranja: lembra vitalidade, entusiasmo e prosperidade; Roxo: expressa mistério, espiritualidade, melancolia e misticismo; Marrom: comunica simplicidade, conforto, segurança e maturidade; Cinza: é uma cor neutra, que remete à estabilidade, sofisticação e solidez; Preto: remete à elegância, mas também pode transmitir sentimentos de solidão e isolamento. Agora que você já tem uma noção do que cada cor transmite, pode com mais sucesso combiná-las. Mas isso não é feito de maneira aleatória, para tanto, existe o círculo cromático. Veja a seguir como funciona. Como funciona o círculo cromático Depois de conhecer quais são os significados das cores, para saber a melhor forma de combiná-las, é necessário entender o que é o círculo cromático. Trata-se de um círculo onde são exibidas as principais cores e as suas tonalidades, do mais escuro até o mais claro. A partir dessa imagem, é possível criar combinações harmoniosas de cores, lembrando que harmonia é uma característica essencial na hora de criar layouts atrativos para o seu público alvo. Além disso, as cores são divididas da seguinte forma: Primárias: azul, amarelo e vermelho; Secundárias: roxo, verde e laranja; Terciárias: vermelho alaranjado, amarelo esverdeado, azul esverdeado e muitas outras. Há mais uma divisão das cores, veja como funciona: • Cores quentes: vermelho, amarelo, laranja, etc.;• Cores frias: verde, roxo, azul, entre outras. Com esse círculo, você consegue visualizar a variedade de cores existentes, bem como as suas diferentes tonalidades. Essa ferramenta é muito útil para criar combinações de cores do jeito que você precisa para divulgar produtos e serviços. Basta ter em mente as sensações que deseja direcionar para o seu público-alvo e, para combiná-las, existem alguns conceitos. Conheça-os a seguir. Como fazer combinação de cores corretamente A partir do círculo cromático, é possível fazer as mais diversas combinações. Para tanto, segue-se uma lógica, que contribui com resultados harmoniosos para layouts e demais situações em que se deseja combinar cores. Dessa maneira, confira a seguir como fazer combinação de cores corretamente: • Combinações monocromáticas A ideia da combinação monocromática é fazer uso apenas de uma cor sozinha ou usar as suas mais diversas tonalidades (mais escuras ou mais claras). Trata-se de uma combinação simples, bastando escolher qual a cor que melhor transmite a mensagem que você deseja passar. Para essa combinação, pode-se usar ainda uma cor neutra, como o preto, o branco ou o cinza. Por outro lado, não oferece contraste e não é tão vibrante quanto outras uniões de cores. • Combinações complementares Também chamada de bicromático, a combinação complementar oferece a principal característica de apresentar contraste, essencial em muitas situações. Para tanto, é preciso juntar duas cores opostas do círculo cromático. O resultado pode ser combinar cores quentes e frias, bastante assertiva em determinadas ocasiões. Também tem a característica de chamar a atenção, sendo o mais comum usar uma de modo principal e a outra para os detalhes. • Combinações análogas Na combinação análoga, deve-se unir cores que estão próximas no círculo, ou seja, cores vizinhas e que, por isso, tenham tons semelhantes. Com essa união, é comum que uma delas acabe se destacando, enquanto as outras enriquecem a composição. Porém, para fazer combinação de cores corretamente recomenda-se que não sejam escolhidas muitas cores, mas sim, apenas duas ou três. Da mesma forma, é melhor evitar combinar cores frias e quentes. E mais, aqui, também o contraste é menor. • Combinação em fenda Esse tipo de combinação consiste em conectar uma cor às duas análogas do seu complemento. É uma forma de ser criativo, sem perder a harmonia. Também possui a característica de garantir o contraste, por outro lado, analise bem quais as melhores combinações nessa hora. • Combinações em três cores Conhecida ainda como combinação em tríade, essa consiste em associar três cores equidistantes no círculo. Um exemplo notório desse caso são as combinações entre cores primárias e secundárias. Mais uma união criativa, com a qual se deve ter cuidado para garantir a harmonia. Mas também oferece contraste, portanto, pode ser o jeito certo de transmitir a sua mensagem. • Combinações em quatro cores Por fim, mas não menos importante, existe a combinação em quatro cores. Com ela, consegue-se juntar dois pares de cores complementares. Isso significa que são quatro cores, as quais</p>
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		<title>Como criar um logotipo que se destaca﻿</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/como-criar-um-logotipo-que-se-destaca%ef%bb%bf/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 19 Nov 2019 21:06:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>McDonald’s, Kibon, Apple, LG, Banco do Brasil e Starbucks. O que essas marcas têm em comum? Se você enxergasse as imagens dessas marcas, ou seja, a sua logomarca, em qualquer lugar, conseguiria identificar a qual empresa pertencem, mesmo sem o seu nome? É bem provável que você tenha respondido sim a essa pergunta. Afinal, tratam-se de símbolos famosos, que são facilmente identificados em qualquer lugar. E esse é o objetivo de uma logomarca. Enquanto o logotipo representa visualmente uma marca e contém o nome, a logomarca possui apenas a representação visual, um exemplo icônico é a logomarca da Nike. No mercado, os termos o logotipo e logomarca muitas vezes são confundidos. Ele pode ser formado apenas pelo nome da empresa ou por uma imagem ou, ainda, combinar ambos os elementos. A questão principal é que consiste em um tipo de personificação da marca, a garantia de que no logo é possível enxergar a essência da empresa que representa Pensando dessa forma, é possível entender qual a importância que um logo possui para um negócio, não é mesmo? Isso porque não se trata apenas de identificá-la, mas também de provocar sensações, emoções e sentimentos. Quer causar isso e muito mais no seu público alvo ao visualizar a sua logo? Então, continue lendo este artigo. Nos tópicos a seguir, você encontra as principais informações a respeito de como criar um logo que se destaca. O que é logotipo e qual a sua importância Onde é usado o logotipo Como desenvolver um logotipo Dicas para um logotipo de destaque O que é logotipo e qual a sua importância Como dito, o logotipo, logomarca ou simplesmente logo é a representação gráfica de uma marca. Pode ser formado simplesmente pelo nome da empresa, de uma imagem ou de ambos e serve para identificar o seu negócio. Mas, quando bem elaborado, o logotipo pode ser muito mais do que uma forma de identificação, remetendo ainda a uma ideia ou a um produto e provocando o desejo de obtê-lo. Esse é o intuito de muitas marcas que investem pesado na elaboração do logo ideal. Isso porque percebem como a sua importância está além da simples identificação. E isso não se refere apenas a grandes empresas, mesmo que sejam elas que geralmente se destacam quando o assunto é logotipo. Onde é usado o logotipo Além de oferecer uma série de vantagens na relação com os seus consumidores em potencial, a empresa deve ter um logotipo para aplicá-lo nos lugares onde deve constar o seu nome. Os exemplos são inúmeros, começando pela fachada do estabelecimento até o mundo virtual. Assim, o logotipo deve constar em documentos do seu negócio e em materiais promocionais, como cartão de visita, folders e outros. Da mesma forma, nos produtos que vende e nas suas mídias digitais, entre elas, site, blog, perfis das redes sociais, e-mail marketing, etc. Ou seja, onde estiver a sua marca (locais onde há a necessidade de o seu público reconhecer rapidamente a sua empresa), lá deve estar o seu logotipo. Por isso, é importante, inclusive, na hora de como criar um logotipo que se destaca, pensar em uma representação que seja fácil de reproduzir em diferentes lugares. Isso não se refere apenas a ter um formato simples, por exemplo, mas também de ser visivelmente fácil de enxergar e compreender. Nesse sentido, é melhor evitar imagens muito complexas, além de estar atento a outros cuidados, que veremos mais adiante. Novas logomarcas podem ser criadas ainda quando ocorre uma mudança na gerência, quando altera o seu foco de público consumidor ou quando começa a fabricar e/ou vender produtos diferentes. Enfim, por diferentes razões pode-se alterar uma logomarca. Como desenvolver um logotipo Nem sempre é fácil conseguir criar um logotipo que se destaca. Afinal, por mais simples que ele possa ser, é importante que reflita muitas informações. E quais são elas? A seguir, você confere os principais aspectos a se considerar na criação de uma logomarca.&#160; Entenda a personalidade do seu negócio O primeiro passo ao criar um logo é conhecer a identidade da empresa, qual a sua personalidade, quais são os seus valores, missão, etc. Como, em geral, quem executa esse trabalho é um profissional da área do design contratado, ele deve conhecer a empresa. No entanto, mesmo se quem tem um negócio for desenvolver o seu logo, é preciso parar para pensar. Essa reflexão sobre a personalidade da empresa vai ajudar a personificá-la e, depois, a transformar essa imagem em algo que possa ser usado como logotipo. Além disso, é claro, é preciso saber o que essa empresa vende, quais os seus produtos e/ou serviços, qual o seu perfil, que lugares atende, em que cidades está presente, etc. Reunir essas informações contribui na construção do logo ideal. Por mais que não seja percebido por todas as pessoas, a verdade é que as logomarcas, inclusive, as que se tornaram mais famosas no decorrer dos anos, conseguem transmitir muitas mensagens ao seu público. De certa forma, também são responsáveis pelo seu sucesso. Identifique o seu público alvo e suas necessidades Embora seja necessário levantar muitas informações para refletir no logotipo de uma empresa, grande parte delas deve se referir ao seu público alvo. Ou seja, aos consumidores com mais chances de adquirir o seu produto ou serviço. Para tanto, é essencial que se identifique quem são essas pessoas, não apenas de maneira superficial, levantando dados a respeito de faixa etária e de gênero. É preciso descobrir muito mais, como onde essas pessoas moram, onde trabalham, quanto ganham, etc. Suas preferências, seus hobbies, seus gostos, onde frequentam, qual o seu grau de instrução, a renda familiar, estado civil, número de filhos, etc. são outras informações que devem ser pesquisadas. Na realidade, tudo isso é preciso saber para qualquer ação de marketing. Então, é bem possível que empresas que já existam e estão renovando a sua logomarca já dominem esses dados. Enquanto isso, as empresas que estão abrindo as suas portas vão utilizar essas informações em muitas outras ocasiões daqui por diante. Além</p>
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		<title>﻿Como usar o Photoshop: O guia completo para você começar a editar imagens incríveis</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/como-usar-o-photoshop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 21:56:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem trabalha no ambiente digital a criação e edição de imagens pode ser um grande diferencial. Infográficos, banners e landing pages, por exemplo, exigem conhecimentos, no mínimo, básicos de design a fim de transmitir qualquer comunicação com eficiência. Pensando nisso, neste artigo, escrevemos tudo para você aprender a usar o photoshop de forma rápida, falamos um pouco sobre design de landing pages neste post&#160;https://www.rotamaxima.com.br/planejar-design-landing-page/, mas nos aprofundaremos ao longo das próximas semana ainda mais sobre o tópico &#8220;Design&#8221;. O Photoshop é uma das ferramentas mais importantes para profissionais de fotografia e web designers de todos os níveis. E, apesar de extremamente útil, essa ferramenta pode ser um verdadeiro pesadelo para quem não tem familiaridade com ela. Assim, se você é iniciante em Photoshop e quer melhorar a qualidade do seu conteúdo visual, é preciso primeiro conhecer os principais recursos e equívocos cometidos na ferramenta. Não se preocupe, iremos detalhar todas as informações que você precisa, mas antes nos diga uma coisa. Você já possui o Photoshop instalado? Ainda não possui o Photoshop? Caso já possua a ferramenta em sua máquina você pode pular para o próximo tópico. Mas se ainda não é um usuário do Photoshop, saiba que é possível, por meio do site oficial, baixar um versão de avaliação temporária. Assim, passado o tempo de teste, será necessário adquirir algum dos planos oferecidos pela Adobe. Mas se você não optar pela ferramenta paga, ainda lhe daremos uma opção. Baixe o GIMP, uma ferramenta de design e edição de imagens de alta qualidade, porém totalmente gratuita. Essa outra plataforma, apesar de menos completa que o Photoshop, caberá em muitas de nossas dicas. Porque aprender photoshop é importante para você? Utilizado para diversos projetos de design e conteúdo visual, o Photoshop é o carro-chefe da Adobe. O programa tem uma série de funcionalidades que auxiliam o profissional a fazer sua arte sem grandes problemas. Sendo assim, antes de apresentarmos as funções dessa ferramenta, iremos responder: O que o Photoshop pode fazer por você? Redimensionamentos Com o Photoshop você pode mudar o tamanho da sua imagem ou recortá-la. Apesar de extremamente básico, esse recursos pode ser feito com extrema precisão no Photoshop. Não apenas os recortes, como também a criação de guias de referência que veremos mais a frente. Com o “laço poligonal”, “seleção rápida” e “caneta” o processo se torna bem fácil. Restauração de imagens Tanto na melhoria de imagens antigas, inserção de cores e até na correção de fotos mal tiradas, o Photoshop pode ser útil. Com filtros e funcionalidades da ferramenta você pode corrigir erros, como manchas e falta de luz, por exemplo. Enfim, com o Photoshop você realmente pode transformar ou restaurar artes e fotografias. Criar imagens Além de trabalhar em artes já concluídas, com o Photoshop você pode criar as suas próprias, do zero. Banners, layouts e botões, por exemplo, podem ser produzidos por meio dessa ferramenta. No caso dos botões para internet, é possível trabalhar adicionando efeitos (como o sombra) a uma forma geométrica. Criar páginas na web Uma das infinitas possibilidades de criação dentro do Photshop são as próprias páginas na web. Isso mesmo, além dos banners e botões para internet, você pode montar o próprio template de um site. Para tanto, com a ferramenta “fatia” ou “slice”, você deve recortar os detalhes do layout, onde serão inseridos os links. Feito isso, bastará salvar a imagem para web, somá-la a um documento HTML e sua página está pronta. Animações Por último, apesar de existirem outras ferramentas específicas para a tarefa, o Photoshop também possibilita a criação de animações. Com o menu de animação (linha do tempo) e a inclusão de imagens em sequência você pode criar GIFs incríveis. Entendendo o Photoshop Para aprender como usar o Photoshop e passar a criar designs profissionais, primeiramente, é necessário conhecer o básico muito bem. Pensando nisso, neste tópico traremos todos os detalhes e funções da ferramenta para você se familiarizar. Pois dessa maneira nós garantimos que o aprendizado se tornará muito mais rápido e fácil. Formatos de arquivos (file formats) Antes de passar pelas ferramentas, veja os sete principais formatos, os quais você poderá trabalhar no Photoshop: PSD (Photoshop Document) – É o próprio formato da ferramenta, portanto suporta todas as movimentações realizadas nela. JPEG (Joint Photographic Expert Group) – Formato de imagem muito utilizado para compartilhamento na web. PNG (Portable Network Graphics) – Utilizada para imagens transparentes, ela possui um benefício em relação ao JPEG, pois compacta o arquivo sem perda de qualidade. GIF (Graphics Interchange Format) – Formato utilizado para imagens animadas. TIFF (Tagged Image File Format) – Assim como o PSD, o TIFF suporta quase todas as funcionalidades da ferramenta. EPS (Encapsulated Post Script) – Formato de arquivo para impressões, portanto muito utilizado por gráficas. PDF (Portable Document File) – O PDF é um formato utilizado apenas para visualização, portanto também é bem compartilhado na internet. Você sabe a diferença entre uma imagem vetorial e e Bitmap? As imagens vetoriais são criadas a partir de combinações matemáticas e geométricas entre a ligação de pontos e segmentos de linhas sobre um plano bidimensional. As imagens&#160;bitmaps quando redimensionadas, precisam adicionar novos pixels, desta forma ao contrário das imagens vetoriais, perdem qualidade quando são redimensionadas. A Barra de ferramentas (Toolbar) Quando o Photoshop é iniciado, naturalmente, do lado esquerdo você vai encontrar uma barra de ferramentas. Nela estão boa parte das funcionalidades que você vai utilizar ao desenvolver um projeto. Veja cada uma delas aqui. Ferramentas de seleção Mover ou Moove (Atalho: V) Como o próprio nome diz, a função “mover” permite movimentar qualquer objeto sobre a tela em aberto. Para utilizá-lo basta arrastar o mouse. Letreiro ou Marquee (Atalho: M) O letreiro permite fazer uma seleção no projeto de acordo com as formas estabelecidas – retangular, elíptico ou em linha. Por padrão você verá o formato retangular, mas se quiser mudar basta pressionar o botão com o mouse. Além disso, fazer a seleção pressionando a tecla Shift você terá um quadrado ou círculo perfeito. Laço</p>
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		<title>Google Display, como otimizar o design para uma melhor conversão</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/display-como-otimizar-conversao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 17:14:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Google Ads]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanhas são criadas e colocadas em práticas frequentemente, mas nem todas atingem o resultado esperado. No entanto, durante esse ciclo de tentativa e erro, existe a adaptação e melhoria. Apenas configurar a campanha e executar não traz tanto resultado, pois a otimização é algo essencial para ter uma visibilidade mais relevante e o maior número de conversões possível. Por volta de 50% das empresas reportam que o design escolhido de um anúncio influencia diretamente em quão bem-sucedido o mesmo é, até porque o design influencia a primeira impressão que uma pessoa tem como anúncio, ou seja: influencia o modo que o consumidor percebe a sua marca. Então, vamos dar uma olhada em como você pode melhorar seu jogo de design aplicando cinco princípios-chave do design visual para criar anúncios gráficos de alto desempenho Estrutura do Anúncio Um bom anúncio tem como base a sua estrutura e há práticas já bem difundidas sobre como você deveria mapear seu anúncio. De acordo com a empresa do ramo de Marketing Digital, Interactive Advertising Bureau, os anúncios devem ser diferenciáveis do conteúdo normal do site e a área do anúncio deve ter uma borda bem definida para não ser confundido com o restante do site. Eles inclusive falam sobre como o tamanho do anúncio deve ser flexível, pois as pessoas podem estar visualizando o anúncio em telas de diferentes tamanhos. Os tamanhos de ads oferecidos pelo Google são vários, desde anúncios de meia página a grades banners para dispositivos móveis. Mas há três principais tamanhos quando se fala em termos de desempenho. São eles: 300 x 250 (retângulo médio), 336 x 280 (retângulo grande) e 728 x 90 (cabeçalho). Você pode ver no gráfico como eles são e os outros dois tipos de anúncio que, junto com os anteriores, formam os 5 tipos de anúncio com maior desempenho. Levando isso em consideração, você deve possuir uma estrutura forte e flexível para se adequar a cada um dos formatos, atentando-se especialmente aos tamanhos de melhor desempenho. Para fazer isso, pense nos elementos fundamentais de um anúncio gráfico. Cada anúncio deve conter quatro componentes principais: Seu logotipo ou nome da empresa Uma proposta de valor Uma imagem ou representação visual do seu serviço Um botão de CTA A estrutura dos elementos do anúncio cabe a você fazer, desde que o CTA e a proposta de valor estejam em destaque e os elementos possam ser reorganizados para que se adequem a diferentes tamanhos de anúncio. Cores No design, a atenção a cores é de fato imprescindível, pois a cor é usada para atrair a atenção de pessoas e evocar emoções. É importante lembrar a comum associação que muitos fazem de cores às marcas. É completamente normal, e bastante comum, inclusive, que você associe a cor vermelha à Coca-Cola, por exemplo. A psicologia por trás da cor é interessantíssima e algo que você precisa prestar atenção ao criar anúncios. Homens e mulheres, por exemplo, costumam ter preferências de cores bem diferentes, de acordo com um estudo na UX Planet. Eles chegaram à conclusão de que a cores mais populares entre os homens são azul (57%) e verde (14%); enquanto as mulheres estão em azul (35%) e roxo (23%). O resto das cores e quão favoritadas elas são de acordo com o gênero podem ser vistos no gráfico abaixo: Tendo em vista isso, você pode decidir usar uma paleta de cores um pouco diferente, considerando o público alvo de sua campanha e possivelmente aumentando o nível de atenção que se voltará para a mesma. Tipografia Tipografia refere-se a como se organiza a escrita, ou as fontes no caso de hoje em dia; no entanto, é mais do que uma questão de estética. A tipografia estratégica pode facilitar o processo de leitura e criar interesse em seu produto ou serviço anunciado. O mais importante é ter uma hierarquia tipográfica clara e legível. Não importa o quão incríveis sejam seus recursos visuais se o público não conseguir ler ou entender sua mensagem. Uma imagem com estilo pode chamar a atenção sim dos visitantes, mas se não há uma mensagem por trás da mesma, dificilmente atrairá um clique. Note como seus olhos foram a princípio para o grande nome no topo antes de qualquer outra coisa. Esse é o exemplo mais simples e notável da importância da Hierarquia Tipográfica. Você pode usar, inclusive, um enorme texto que passa a mensagem e deixar ao lado a marca. Lembre-se que o que é ensinado aqui não é excludente, então além disso, também pode-se usar uma paleta de cores referente ao seu público alvo no anúncio. Menos é mais Esta não é uma ideia original e se aplica em uma enorme gama de diferentes contextos. Estes anúncios não vão carregar tudo sobre sua marca e produto ou serviço e, portanto, você terá que ser o mais sucinto possível. Sua mensagem terá que ser direta e clara, de forma que seja entendida na primeira leitura. Ou seja, ao passar rapidamente os olhos sobre o seu anúncio, a pessoa tem que sentir curiosa sobre sua ideia, criar um senso de valor sobre ela e ainda se sentir inclinado a clicar nele. Isso é melhor atingido com um anúncio que diga muita coisa com uma menor quantidade de caracteres e sem poluição visual. Originalidade e Funcionalidade Não faça nada sem propósito algum, pois isso remete a amadorismo e é percebido pelos internautas. Imagens, por exemplo, nunca deveriam ser colocadas em um anúncio pelo único propósito de se ter uma imagem ali. Obviamente, imagens são de extrema importância, principalmente quando usadas corretamente, mas como tudo, podem causar o efeito contrário quando mal utilizadas. Uma imagem deve ser a menos genérica possível, sendo algo produzido por você, como fotos do seu escritório ou produto ou algum representante direto do seu serviço, como fotos de um destino de turismo, por exemplo. A Coca-cola coloca aqui uma imagem das latas predominantemente vermelhas de seus novos produtos, assim associando a qualidade deles ao produto carro-chefe. Além disso, a imagem é um demonstrativo</p>
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		<title>Como planejar o design da sua Landing Page de acordo com o conteúdo</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/planejar-design-landing-page/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 14:12:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a presença de várias marcas é cada vez mais comum na internet, a competição por alguns segundos a mais de atenção. As empresas acabam tendo que lutar e se esforçar frequentemente para evoluir de forma que consigam sempre passar de forma clara sua ideia e obter os melhores resultados. E este é o grande objetivo das técnicas de otimização das Landing Pages. O que é uma Landing Page? O termo Landing Page costumava ser usado para definir a página por onde um internauta passava para acessar o site. No caso, a página onde ele &#8220;cai primeiro&#8221; depois de clicar em um link, daí o nome, que em inglês, seria traduzido como &#8220;página de aterrissagem&#8221;. Não é à toa que ao checar o Google Analytics em inglês, você verá que Landing Pages é apresentada como uma das dimensões de comportamento. Em Português, no entanto, o nome que o Google usa para defini-las é outro, um pouco diferente do termo em inglês: “Páginas de destino”. Este conceito acaba ficando um pouco vago, já que basicamente pode ser usado para qualquer página de um site onde você caia após clicar em um link em outro blog ou em um mecanismo de busca, por exemplo. No entanto, o termo acabou caindo em desuso para este propósito, hoje em dia sendo usado para algo diferente. Em Marketing Digital, quando criamos uma página cujo único objetivo é a conversão, esta página é o que nós chamamos de Landing Page. O design da Landing Page é feito pensando na comunicação da sua oferta aos visitantes da página. Este processo de comunicação é para que você influencie as pessoas a perceberem o que você deseja que elas percebam. Utilizar-se de uma área em branco para organizar a página com um botão Call-to-Action em contraste é uma das maneiras fazer isso. No final, no entanto, o apelo visual é apenas uma das facetas do design da página. Devemos prestar atenção ao jeito que os elementos da Landing Page interagem e como eles fluem juntos para determinar se a página vai ser bem-sucedida em engajar os visitantes. É aí que entra a Hierarquia Visual. Hierarquia Visual Hierarquia visual é a ordem na qual um usuário processa informações em uma página. A sua função no design da interface do usuário (UI) é permitir que os usuários entendam as informações facilmente. Isso é feito ao atribuir-se diferentes características visuais a seções de informações, como as fontes maiores em um cabeçalho, por exemplo. Por meio do emprego da hierarquia visual, um designer pode influenciar o que os usuários perceberão como estando mais acima na hierarquia. Influenciando a percepção dos usuários As características visuais que um designer pode usar para influenciar a percepção dos usuários sobre as informações são: Tamanho: quanto maior o elemento, mais atenção ele atrairá Cor: as pessoas são atraídas por cores ousadas e contrastantes. Contraste: mudanças de cor chamam atenção Alinhamento: chame atenção alinhando ou quebrando o alinhamento Repetição: repetir estilos pode dar a impressão de que o conteúdo está relacionado Proximidade: elementos próximos também aparecerão relacionados Espaço em branco: mais espaço ao redor dos elementos atrairá o olhar para eles Textura e estilo: texturas mais ricas atraem mais atenção do que as planas Todos os elementos de design acima são importantes, mas obviamente, como tudo, o sucesso depende do bom emprego do conhecimento. Aliando este conhecimento aos estudos de rastreamento ocular, nós podemos criar poderosos designs que sempre guiarão os olhos dos visitantes para onde nós queremos. Estilos de Leitura Acompanhando os estudos de rastreamento ocular, muito se descobriu sobre como os olhos se movem em determinados contextos. No caso da leitura, foram encontrados dois padrões mais dominantes. O padrão F O Nielsen Norman Group compilou vários relatórios e ainda continuam a ser citados quando o assunto é rastreamento ocular. A verdade é que foram os estudos deles que trouxeram uma série de descobertas que acabaram por ser úteis em vários ramos. Uma das mais importantes descobertas do grupo foi o chamado &#8220;F-Pattern&#8221; ou &#8220;Padrão F&#8221;. Os usuários costumam começar lendo em um movimento horizontal que costuma se originar na parte superior da área do conteúdo, que seria o movimento que dá origem à barra inicial do &#8220;F&#8221; que se desenhará pelo movimento dos olhos. Em seguida, os usuários movem a página um pouco para baixo e leem em um segundo movimento horizontal que geralmente cobre uma área menor que o movimento anterior. Esta segunda leitura de menor extensão é o que formaria a barra inferior do &#8220;F&#8221;. Por fim, os usuários verificam o lado esquerdo do conteúdo em um movimento vertical, fazendo assim o último elemento do &#8220;F&#8221;, seu tronco. Essa imagem é referente à pesquisa citada anteriormente e demonstra o movimento dos olhos uma página de um site. As cores demonstram o seguinte: Vermelho: Área mais visualizada, onde o olho se manteve por mais tempo. Amarelo: Área visualizada, mas com menor fixação. Azul: Área pouco visualizada e com pouca fixação. Cinza: Área pouco visualizada e com nenhuma fixação. Comecemos da premissa de que o movimento dos olhos, em geral, começa pelo canto superior esquerdo e, a partir daí, desliza pela página. Ao posicionar os elementos que você considera mais importantes em uma página no padrão F acaba por garantir que tais elementos sejam vistos. O Padrão Z Páginas menos pesadas em texto ou de organização mais solta tendem a provocar um movimento menor nos olhos. Este movimento, também mais solto e mais direto, é o que chamamos de &#8220;Z Pattern&#8221;, ou Padrão Z. Este padrão ocorre quando a simplicidade é uma característica notável na página, que geralmente tem o Call-to-Action como foco principal. Esse foco na simplicidade torna o padrão Z especialmente adequado ao design da página de destino, no qual você deseja que um foco singular atraia as pessoas e incentive-as a agir. O Padrão Z pode ser igualmente aproveitado, contanto que você coloque sua chamada em ação ao longo do caminho Z para garantir que o visitante o veja; levando-o assim a conseguir mais conversões. Assim como o Padrão F, o formato</p>
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		<title>O modelo tradicional de web design está totalmente quebrado</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/o-modelo-tradicional-de-web-design-esta-totalmente-quebrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 14:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Insights]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Empreender é se jogar de um precipício e construir um avião durante a queda&#8221; – Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn. Hoje trazemos duas abordagens para o desenvolvimento de projetos web, de um lado o modelo tradicional de web design e suas fragilidades, de outro os conceitos de uma tendência que tem ganhado força quando pensamos em sites com alto desempenho, o “Growth Driven Design”. Até pouco tempo atrás (por volta de 2012), enxergávamos o desenvolvimento de um site como um projeto de começo, meio e fim.&#160; Um novo site era publicado e permanecia em média de 1,5 a 2 anos sem grandes atualizações. Nesse meio tempo, novos recursos tecnológicos que aprimoram a experiência do usuário,&#160; novas ideias, novos formas de engajar e converter o usuário nasciam, mas não eram implementadas.&#160; Como o site já &#8220;estava pronto&#8221; e havia sido feito um grande investimento de energia, dinheiro e tempo; desculpas como &#8220;falta de tempo&#8221;, &#8220;gastamos todo o nosso orçamento&#8221; eram frequentes. Sabemos que o site de uma empresa, em especial as de pequeno e médio porte, muitas vezes é o vendedor número 1. Com o atual dinamismo da internet é preciso que a evolução de um site seja continua. No gráfico acima, podemos observar a diferença entre as duas metodologias de desenvolvimento.&#160;&#160; Enquanto no modo tradicional os sites permanecem por muito tempo inalterado, obtendo o mesmo nível de impacto e desempenho, do outro, com o Growth-Driven Design, o aumento no impacto é constantemente incrementado. Sem dúvida a flexibilidade e a possibilidade de se aperfeiçoar a experiência do usuário continuamente contribui significativamente para uma melhor performance do site.&#160; Além disso com essa abordagem há diminuição dos riscos com web design tradicional, pois em projetos fechados, de 3 meses (em geral), sempre há alguma necessidade que não é previamente pensada.&#160;&#160; É como participar de uma corrida de fórmula 1, com um carro que só corre volta sim volta não. Para minimizar riscos e desperdícios, em um projeto Growth-Driven é preciso pensar de forma otimizada.&#160; Quais são os 20% de requisitos/funcionalidades que vão produzir 80% dos resultados esperados ?&#160; Em outras palavras, muitas vezes não se trata da cor ou do estilo dos botões, mas de como está projetado o seu formulário de contato, como estão organizados os conteúdos, qual a posição dos &#8220;call to actions&#8221; dentro das páginas&#8230; O que o site realmente precisa, quais são as reais urgências ?&#160;&#160; Ao invés de acumular necessidades por muito tempo, precisamos avaliar e implementar pontos de maior impacto a todo instante.&#160; Lembre-se, na internet, tudo pode ser medido.&#160; Do tempo que o usuário permanece em cada página até quantos cliques cada botão obteve.&#160; Quanto tempo o usuário passa em cada campo de um formulário e em qual campo uma parte deles desiste de preencher. Essa nova tendência não é apenas uma moda, com a atual competitividade no ambiente digital, &#8220;quem corre anda, quem anda está parado e quem está parado está andando para trás.&#8221; Luis Gasparetto.</p>
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		<title>Arte e design possuem propósitos distintos</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/pense-em-design-nao-em-arte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 14:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre que iniciamos um novo projeto de internet, precisamos separar a arte do design. O objetivo é simples, a arte tem como propósito inspirar e cada observador tem uma interpretação própria a seu respeito, ou seja, a arte depende de gostos. &#160;Já o design&#160;cumpre seu objetivo independente de gostos. Outro ponto fundamental entre a arte e design é que o processo de criação de uma obra de arte começa com nada. Resulta de uma visão, opinião ou sentimento que o artista deseja expressar.&#160; A arte então é o meio que o artista encontra para compartilhar esse sentimento com os outros. Já os designers possuem como ponto de partida motivar uma ação, ou uso.&#160; Mas antes de pensar no como, o designer deve pensar no por que.&#160;&#160; Algumas empresas tem como foco o que elas projetam, mas as de maior sucesso estão focadas no por que elas projetam. Nessa linha de pensamento, o design começa a traçar um panorama que engloba qual o propósito do projeto?&#160; Para quem ele é desenvolvido?&#160; O que é desejável que as pessoas que interagem com o design façam? Tudo isso deve refletir uma linguagem e direção clara e comum. Com a popularização dos produtos do Google, a forma minimalista de se construir sites ganhou mais destaque. A máxima é: Simplifique até que se tenha o menor número de elementos possível. Com o foco no que é mais relevante a atenção do usuário não é desperdiçada. O design do Google torna fácil o modo de se fazer a coisa certa.&#160; Quando pensamos em design, precisamos trabalhar com a prática em vez da teoria.&#160; Testes A/B ajudam a tirar as deduções sobre o que funciona. Use a prática ao invés da teoria por que o mais importante é que uma coisa funcione e não que você tenha alguma teoria a respeito dela. Um bom design não significa apenas fazer o template bonito. Se o objetivo for, por exemplo, gerar conversões é preferível sacrificar determinados elementos estéticos em busca de um melhor resultado.&#160; Um bom design não cria um novo problema para resolver outro. Isso geralmente acontece como o propósito do projeto não está claro e as questões estéticas se sobrepõem a usabilidade. Para finalizar, se você estiver planejando o design de seu novo projeto web, comece pelo propósito. Simplifique. Teste e lembre-se de que quem vê cara, não vê conversão. Até a próxima!</p>
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		<title>Re-design não deveria ser um processo apenas estético</title>
		<link>https://blog.rotamaxima.com/re-design-nao-deveria-ser-um-processo-apenas-estetico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 14:49:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Multiuse]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Os detalhes visuais do seu no projeto web continuam sendo importantes, porém, você também precisa considerar o fato de que, se as pessoas não conseguem encontrá-lo através dos mecanismos de busca, ou compreender facilmente o conteúdo que você quer transmitir, não importa o quão bonito é o seu site. Cada vez mais concluimos que o conteúdo deve vir primeiro e em segundo o design. O planejamento de reformulação de um site deve incluir uma reflexão sobre SEO desde o começo. Isso significa que por mais incrível que um novo design possa parecer, se não for possível aplicar o conteúdo de forma facilmente digerível é preferível abrir mão do design.&#160;&#160; Com isso em mente, você poderá assegurar que o novo site realmente irá se conectar com o que sua audiência está procurando. Documente seus números atuais Documente o número de visitantes, palavras chaves orgânicas que estão com melhor performance, número de links de entrada, apontamentos de outros domínios para o seu site, total de páginas indexadas e páginas que recebem maior tráfego.&#160; Analise também o fluxo de navegação e comportamento dos visitantes no site atual. Por exemplo, se a maior parte do tráfego que acessa a página pela home, segue em direção a uma determinada categoria de produtos, talvez seja melhor reproduzir esse fluxo em seu novo mapa e estrutura de navegação.&#160; Aproveite e potencialize o histórico que você já dispõe. O algoritmo &#8220;Google Penguin&#8221;, lançado em 2012 pune sites que possuem localizações pobres para as palavras-chaves. Para corrigir esse problema pense que seu design precisa ser primeiramente ser facilmente compreendido por um ser humano, em segundo lugar por mecanismos de busca, remova tudo o que não pareça natural dentro do conteúdo. Verifique os redirecionamentos 301.&#160; Quando você reestruturar os urls do site, é essencial transferir os urls antigos para os novos.&#160; Se você tiver uma página que fale sobre a missão da empresa. (www.seusite.com.br/missao) e outra com a visão (www.seusite.com.br/visao) e no novo site queira consolidar ambas as páginas em uma só (www.seusite.com.br/sobreaempresa), considere redirecionar os 2 urls antigos para o novo. Outro ponto importante, utilize urls amigáveis separadas com (-) ou (_).&#160;&#160; O Google entende (-) como separadores e (_) como conectores.&#160;&#160; Isso significa que cada palavra poderá ser tratara individualmente se for separada por (-). Você poderá também utilizar (/) para categorizar a informação, exemplo (www.seusite.com.br/categoria1). Aproveite também a oportunidade para otimizar seu site para dispositivos móveis.&#160; Templates responsivos aprimoram a experiência de navegação em diferentes formatos de telas e com a proliferação atual dos tablet e smartphones, a responsividade deixou de ser algo a mais para se tornar um item obrigatório.</p>
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